out 7, 2015 | Economia

2º Leilão Primavera deve marcar bicampeonato de touro Nelore fenômeno de vendas
Criadores terão a oportunidade de celebrar com a Genética Aditiva a consagração do REM USP, touro que a um trimestre do fim do ano já totaliza 60 mil doses vendidas, marca 10% maior que 2014 inteiro
Sobram motivos para o produtor rural brasileiro prestigiar o 2º Leilão Primavera Genética Aditiva & Convidados, que acontece no próximo dia 24 de outubro, às 13 horas (horário de Brasília) no espaço Terra Nova Eventos, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
Além de aproveitar o cenário promissor da pecuária de precisão no País, usufruir dos benefícios proporcionados pelas modernas tecnologias de melhoramento genético e ofertas de 100 touros Nelore e 20 novilhas prenhas, os pecuaristas terão a oportunidade de celebrar com a Genética Aditiva o bicampeonato do REM USP, fenômeno de vendas da raça Nelore em 2014 e maior vendedor de sêmen na central Alta Genetics.
“Ele já é o bicampeão pois somente nos três primeiros trimestres de 2015 totalizou 60 mil doses vendidas, cerca de 10% a mais que em 2014 inteiro, quando vendeu 53 mil doses”, disse o diretor técnico da Genética Aditiva, Argeu Silveira, que já adiantou a presença no Leilão Primavera dos garrotes do bicampeão, com excepcionais características hereditárias de peso ao desmame e sobreano, precocidade sexual e acabamento de carcaça.
Outro consagrado animal que estará muito bem representado no Leilão Primavera por sua prole é a REM Torixoreu, líder absoluto no Sumário ANCP (Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores), com mais de mil filhos avaliados em 27 rebanhos.
“O cruzamento a partir da Torixoreu proporcionou alto ganho de peso, muito boa precocidade e animais com boa habilidade materna ao nosso rebanho”, celebrou Luciano Borges Ribeiro, proprietário da Fazenda Rancho da Matinha, que não para de contabilizar os lucros desde que abriu as porteiras de sua propriedade em Uberaba, MG, para a Genética Aditiva e que aguarda fazer outros bons negócios no 2º Leilão Primavera.
Hellen Quida Dias
out 6, 2015 | Economia

Pacto que eleva valor da arroba pago ao pecuarista iniciará em Figueirão (MS)
Lançado em agosto de ano pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul com apoio do JBS, o Pacto Sinal Verde que objetiva de formatar uma cadeia produtiva integrada, da cria ao abate, com impacto na tipificação das carcaças, no aumento da bonificação do produtor rural em R$ 2 por arroba e, de fidelizar os canais de venda superiores, reunirá produtores rurais da região Norte de MS, para iniciar as orientações e detalhar as estratégias. O evento será no dia 17 de outubro, a partir das 9h, em Figueirão, no Tatersal de Leilões Fazenda 3R.
O JBS afirma que, no quesito preço, os protocolos de tipificação estão avançando rapidamente, fazendo com que surjam melhores oportunidades de remuneração ao pecuarista, vinculadas à qualidade das carcaças abatidas. Entre as ferramentas de valorização, a multinacional cita o aumento de produtividade, redução da idade de abate, formação de carcaças mais pesadas e de maior rendimento. “Fazendo uma analogia, a carcaça é a embalagem da pecuária e preenchê-la adequadamente significa aumento de produtividade e, por consequência, do faturamento por hectare da propriedade rural. Isso é aumentar a renda do produtor economicamente antenado,” afirma Eduardo Krisztán Pedroso, do setor de originação do JBS que presta apoio ao Pacto Sinal Verde.
Segundo o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, as metas serão facilmente atingidas pelo Norte de Mato Grosso do Sul devido a tradição voltada à qualidade. “É um projeto ousado que privilegia o produtor rural e servirá de reconhecimento àqueles que prezam por qualidade. Não há dúvida de que a região que produz o melhor bezerro do País se mobilizará em prol de resultados ainda melhores, que vão impactar na rentabilidade das propriedades, municípios e do Estado, além de elevar nossa carne à categoria gourmet”, pontua Rosalin, ao salientar que entre os objetivos do Governo do Estado de MS, está priorizar as regiões mais pobres do Estado para reverter essa situação econômica.
Para o criador Rubens Catenacci, proprietário da Fazenda 3R, o Pacto vem ao encontro de um anseio antigo quanto a valorização da raça Nelore. “Assim como a maioria dos criadores brasileiros, dedico-me à raça Nelore, com resultados que surpreendem. O Sinal Verde contribuirá para que os animais sejam pagos por seu rendimento frigorífico e qualidade, seja originado por um cruzamento industrial ou não, a valorização será reflexo do empenho do produtor”, comemora Catenacci.
Pedroso, do JBS, afirma que a região Norte de MS tem potencial de servir como cartão de visita para o projeto. “A indústria e os pecuaristas carregam a responsabilidade de colocar, na mesa do consumidor, uma carne macia e saborosa. A cada dia, haverá mais pessoas demandando um produto melhor, que vem de animais castrados, novilhas gordas ou animais inteiros, com idade máxima de dois anos e acabamento de gordura superior a três milímetros”, enfatiza, citando Figueirão como referência.
out 5, 2015 | Economia

Sicredi oferece nova opção em seguro para profissional liberal
Sicredi Seguro Renda Profissional Liberal possibilita a proteção da renda em caso de afastamento por doença ou acidente e assistência em situações diversas como invalidez, funeral e viagens
Garantir a renda em caso de afastamento das atividades é uma das preocupações dos profissionais que atuam por conta própria no mercado de trabalho. Nessas situações, é recomendado ter um recurso que ofereça segurança ao profissional e garanta o orçamento no momento de dificuldade. Para proporcionar uma solução financeira que auxilie na proteção dessa categoria, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados, acaba de lançar em parceria com a Icatu Seguros, o Sicredi Seguro Renda Profissional Liberal.
Médicos, dentistas, advogados, contadores e outros profissionais associados ao Sicredi, autônomos e com nível superior completo, com renda oriunda da sua formação, poderão adquirir o Sicredi Seguro Renda Profissional Liberal. Além da indenização de diárias em caso de incapacidade temporária do segurado e proteção contra invalidez permanente por doença ou acidente, o produto possui combo de assistências (funeral, domiciliar e viagem nacional ou internacional) e sorteios.
“Estudamos as principais necessidades dos profissionais liberais para formatar um seguro que pudesse atender efetivamente os associados, incluindo um leque de benefícios que proporcionem tranquilidade no momento em que estiverem impossibilitados de exercer suas atividades profissionais”, explica Cidmar Stoffel, diretor de Seguros, Cartões e Consórcios do Banco Cooperativo Sicredi. O Sicredi Seguro Renda Profissional Liberal amplia o portfólio de seguros do Sicredi. São mais de 40 produtos, com soluções para variados segmentos como: Automóvel, Patrimonial e Vida.
Gabriela Borsari | Jornalista e Diretora Executiva
set 30, 2015 | Economia

Longen vai reunir-se com governador para pedir adiamento do reajuste de impostos
Em entrevista concedida ao Programa Bom Dia MS, da TV Morena, nesta quarta-feira (30/09), o presidente da Fiems, Sérgio Longen, informou que, logo mais, às 8h30, na Governadoria, vai se encontrar com o governador Reinaldo Azambuja para solicitar o adiamento do projeto encaminhado à Assembleia Legislativa que prevê a elevação de tributos estaduais. “Eu e os presidentes da Fecomércio-MS, Famasul e Faems vamos pedir ao governado que o projeto seja retirado e volte a ser apresentado daqui a seis meses. Entendemos que esse prazo seja suficiente para que o setor produtivo possa absorver o impacto, evitando a falência das empresas e o fechamento de mais postos de trabalho no Estado”, declarou.
Sérgio Longen explicou que na sexta-feira (25/09) representantes do setor produtivo reuniram-se, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande (MS), com os secretários estaduais Eduardo Corrêa Riedel (Governo e Gestão Estratégica) e Jaime Verruck (Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico) para tratar do projeto que foi apresentado pelo Governo do Estado. Durante a reunião, foram discutidas alternativas para equilibrar a necessidade fiscal do Estado com as dificuldades que o setor produtivo está enfrentando neste ano diante da pesada carga tributária imposta pelo Governo Federal.
“Nós queremos demonstrar a nossa preocupação com a sobrevivência da produtividade em nosso Estado, caso haja mais esse aumento de impostos. Os empresários já estão em sérias complicações para absorver esses últimos aumentos. Por isso, estamos realizando diversos estudos, em todas as áreas, para encontrar consenso nessas ações e o setor produtivo não sair prejudicado”, afirmou o presidente da Fiems.
Impacto
Conforme as lideranças da indústria, comércio e agropecuária, existem diversas propostas hoje que procuram buscar esse equilíbrio entre o Governo e o setor produtivo. “É um momento de diálogo entre todos os lados e isso é muito importante. As propostas que estamos desenhando são baseadas na necessidade de cada setor para que não sejam ainda mais penalizados com o ajuste fiscal que o Governo Federal já impôs. O comércio já enfrenta muitas dificuldades com a pesada carga tributária e a queda nas vendas não suportando mais aumento de impostos”, afirmou o presidente da Fecomércio-MS, Edison Araújo.
Já para o presidente da Famasul, Mauricio Saito, calcular os impactos de qualquer aumento de impostos é fundamental para o equilíbrio dos setores empresariais. “Fazendo esses cálculos antes de aprovar qualquer medida, conseguimos sentar com os representantes do Governo, expor nossas preocupações e chegar a um acordo entre todos. Hoje, o setor agropecuário enfrenta sérias dificuldades, principalmente, em relação aos preços dos produtos”, afirmou. Na avaliação do presidente da Faems, Alfredo Zamlutti, o setor comercial está preocupado com a perda de competitividade provocada pelo aumento de impostos. “Essa é uma demanda antiga das associações comerciais”, declarou.
O secretário Eduardo Riedel Eduardo apresentou os números do Estado e as dificuldades para encontrar um equilíbrio fiscal e as demandas do setor produtivo. “Vamos levar ao governador Reinaldo Azambuja os pleitos da indústria, comércio e agropecuária para que possam ser estudados pela equipe econômica do Estado. Ainda é prematuro falar em números e percentuais, mas vamos sentar para analisar detalhadamente as necessidades e propostas em conjunto do setor empresarial e, assim que o Governo tiver uma posição, vamos novamente nos encontrar para debater”, confirmou.
Segundo o secretário Jaime Verruck, o Governo do Estado considera fundamental o debate entre as categorias. “Nesse momento delicado da economia em todo país, é muito importante saber da realidade de cada setor para tomar decisões”, opinou. Os representantes do setor produtivo saíram do encontro otimistas nas respostas do Governo para poderem avançar nas negociações com a Assembleia Legislativa
Aumentos
O Governo do Estado apresentou na Assembleia Legislativa um pacote de medidas fiscais, que prevê, basicamente, a elevação de 25% para 27% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) das bebidas alcoólicas, de 17% para 20% nos refrigerantes e cosméticos e de 28% para fumos, cigarros e produtos derivados.
Além disso, o projeto prevê que a isenção de IPVA continuará para veículos com 15 anos de fabricação só até o dia 31 de dezembro, enquanto, a partir de 1º de janeiro de 2016, só valerá para veículos com 20 anos de fabricação ou mais. Com relação ao Imposto Sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD), os imóveis cujos valores não ultrapassam R$ 30 mil serão isentos do pagamento do tributo.
A alíquota para imóveis de até R$ 300 mil será de 2%. Entre R$ 300 mil e R$ 600 mil o imposto será de 4% e 6% para os imóveis avaliados até R$ 800 mil. Acima deste valor a taxa será de 8%. O pacote ainda dispõe sobre a cobrança de ICMS nas entradas de mercadorias ou de bens importados do exterior por pessoas físicas ou jurídicas, mesmo não sendo contribuinte habitual desse imposto, e a instituição do ICMS sobre as operações e prestações interestaduais.
Neste caso, a intenção é garantir o crédito tributário, a proposição determina que o transportador é o responsável solidário pelo pagamento do imposto, em relação aos bens que forem entregues no Estado sem a comprovação do pagamento do ICMS, nas hipóteses em que o tributo deva ser pago antes ou no momento da entrada no Mato Grosso do Sul.
Além disso, está previsto possibilitar que as inconsistências nas informações prestadas ao Fisco, pelo sujeito ou terceiro, resultantes de omissões ou equívocos sejam saneadas espontaneamente pelo próprio sujeito passivo, desde que tenha sido previamente avisado pelo Fisco. Com as alterações, o sujeito passivo poderá ficar submetido apenas à multa moratória. Desta forma, o Tesouro Público receberá os débitos de ICMS.
Reportagem – Daniel Pedra
set 30, 2015 | Economia

Criadores do Nordeste mantém demanda por genética bovina de MS
Depois de importarem no primeiro semestre deste ano bezerras sul-mato-grossenses por preços recordes, que chegam a 74% acima do valor de mercado, criadores nordestinos criam a segunda demanda e, encomendam a segunda remessa para o mês de outubro, com a finalidade de desenvolver a base genética do rebanho da região de Itabuna (BA), em prol de maior produtividade. As bezerras da região de Figueirão (MS) viajaram mais de três mil quilômetros até Itabuna e chamam a atenção pelo potencial de ganho de peso, que pode impactar na rentabilidade do pecuarista baiano.
Aos oito meses de idade essas bezerras de MS atingem cerca de 80 quilos a mais que as da Bahia, isso devido a um manejo que inclui na alimentação dos animais, além da pastagem, uma ração capaz de desenvolver mais precocemente o rúmen das bezerras. “Esse manejo favorece o ganho de peso, deixando as bezerras com cerca de 300 quios ao desmame e, estimula a valorização”, destaca o pecuarista de Figueirão, Rubens Catenacci.
Enquanto as bezerras baianas custavam em torno de R$ 1.100,00, Catenacci encaminhou animais de MS ao Nordeste e as comercializou por R$ 1.920,00, valor recorde, ainda não praticado com o rebanho da região. “Nossa intenção é dividir o trabalho que realizamos com criadores de outros estados. Já fizemos com estados da região Norte e estamos enviando pela segunda vez neste ano animais para Bahia. Com isso, já na primeira cria, os pecuaristas sentirão o impacto no bolso, de um animal geneticamente diferenciado”, pontua Catenacci, que comercializou animais para região de Boa Vista (RR), Macarani (BA) e neste fim de semana enviará animais para Itabuna (BA). “Unindo esta genética, com o manejo ideal e nutrição adequada, poderão alavancar em curto prazo a agropecuária nordestina”, enfatiza.
Para o administrador da Fazenda 3R, Rogério Rosalin, a valorização desses animais está ligada também às características físicas, que são facilmente transferidas à progênie. “São animais jovens de porte médio, comprimento de lombo extraordinário, carcaça em medidas acima da média, com excelente caracterização racial. E o mais importante, são precoces em fertilidade, peso e acabamento”, finaliza Rosalin.
set 28, 2015 | Economia

Atividade industrial no Estado continua sem sinais de recuperação
A Sondagem Industrial, realizada em agosto deste ano pelo Radar Industrial da Fiems junto às empresas sul-mato-grossenses, aponta que a atividade industrial segue fraca e sem apresentar sinais de recuperação no curto prazo. “Quando comparado com o mês imediatamente anterior, agosto de 2015 marcou o 15º resultado consecutivo sem crescimento da produção. Nesse período, os índices ficaram abaixo da linha indicativa de expansão, que é a partir dos 50 pontos”, destacou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende.
Ele acrescenta que a indústria estadual segue com elevada capacidade ociosa. “Para 51,4% dos respondentes a utilização da capacidade instalada ficou abaixo do usual para o mês. O índice marcou 37,7 pontos em agosto, queda de 2,6 pontos no comparativo com igual mês de 2014. Mantendo o resultado muito abaixo do patamar considerado adequado para o período, que é alcançado quando o indicador se situa em torno dos 50 pontos”, explicou, completando que a ociosidade média no mês de agosto em Mato Grosso do Sul foi 33%.
Ezequiel Resende reforça que as expectativas do industrial sul-mato-grossense segue sem chance de recuperação nos próximos seis meses. “Os índices que medem a expectativa em relação à demanda por seus produtos, quantidade exportada, número de empregados e compras de matérias-primas ficaram, mais uma vez, abaixo dos 50 pontos, indicando que os empresários da indústria estadual não acreditam em melhoras significativas para estas variáveis nos próximos seis meses a partir de agosto”, analisou.
ICEI
Já o Índice de Confiança do Empresário Industrial em Mato Grosso do Sul (ICEI/MS) segue nos mais baixos patamares da série histórica com setembro de 2015 marcou o 14º mês consecutivo com o índice inferior aos 50 pontos. “O ICEI marcou 38,3 pontos em setembro. O resultado permanece abaixo da linha divisória dos 50 pontos, principalmente, pelo pessimismo apresentado em relação às atuais condições da economia brasileira, sendo a variável de pior desempenho, marcando somente 18,5 pontos”, analisou Ezequiel Resende.
Em setembro, para 86,1% dos respondentes as condições atuais da economia brasileira pioraram, enquanto no caso da economia estadual, na mesma comparação, a piora foi apontada por 73,2% dos participantes. Com relação à própria empresa, as condições atuais estão piores para 55,5% dos respondentes, enquanto para 37,5% elas não se alteraram. Para os próximos seis meses, 61,1% dos respondentes mostraram-se pessimistas em relação à economia brasileira, enquanto no caso da economia estadual o pessimismo foi apontado por 47,9% dos participantes da pesquisa.
Com relação ao desempenho da própria empresa, considerando os próximos seis meses, 36,7% dos respondentes mostraram-se pessimistas, patamar ainda próximo aos dos que acham que a situação permanecerá igual, que chegou a 31%. Além disso, quase três quartos dos empresários industriais do Estado não pretendem investir nos próximos seis meses. “O industrial sul-mato-grossense mostra-se pouco confiante em relação aos investimentos, 73,9% dos respondentes disseram que não pretendem realizar investimentos nos próximos seis meses a partir de setembro. Por fim, o indicador de intenção de investimento marcou 35,7 pontos em setembro, recuo de 27,7% sobre igual mês do ano passado”, afirmou o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems.
Reportagem – Daniel Pedra