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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 28 de Outubro de 2026
Com desenvolvimento econômico e social, MS avança em oferta de emprego e melhoria da renda

Com desenvolvimento econômico e social, MS avança em oferta de emprego e melhoria da renda

Com políticas públicas eficazes e transformadoras para a população, Mato Grosso do Sul se consolida com desenvolvimento econômico e social, que impulsionam avanços em áreas estratégicas. No ranking dos estados com menor desigualdade de renda, de acordo com o CLP (Centro de Liderança Pública), o Estado está na terceira colocação.

O rendimento médio do sul-mato-grossense cresceu 64% em quatro anos, entre 2021 e 2025, passou de R$ 2.265 para R$ 3.727, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No País, a renda média mensal é de R$ 3.406.

A redução da extrema pobreza em 60% – entre 2021 e 2024, passou de 4% para 1,6%, beneficiou mais de 70,5 mil pessoas no Estado – que é o terceiro estado melhor colocado no ranking. No Brasil a taxa, definida como renda domiciliar per capita inferior a US$ 2,15 (dólares) por dia, é de 3,5% de acordo com dados IBGE.

Outro índice que comprova o crescimento social, com emprego e renda para a população, mostra que o MS é o primeiro estado do País em mobilidade social, com 2,90%.

O Estado alcançou em 2025 o maior patamar da série recente de pessoas ocupadas, com 1,46 milhão de trabalhadores, crescimento de 4% em relação a 2024. As qualificações passam 550 mil no acumulado desde 2023, atual gestão estadual.

Emprego

Mato Grosso do Sul registrou saldos anuais positivos de empregos formais entre 2020 e 2025, segundo os dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Mesmo em 2020, marcado pela pandemia de covid-19, o Estado apresentou saldo positivo de 8.470 vínculos e encerrou o ano com estoque de 524.770 vínculos formais.

Entre dezembro de 2020 e dezembro de 2025, o estoque de vínculos formais no Estado cresceu 26,70%, passando de 524.770 para 664.889. A construção apresentou o maior crescimento percentual, de 49,41%, enquanto serviços registrou o maior acréscimo absoluto, com 49.681 vínculos. Os cinco grandes grupamentos de atividades apresentaram expansão do estoque superior a 20% no período.

Mato Grosso do Sul acumulou saldo positivo de 20.456 vínculos formais, entre janeiro a agosto de 2026, alcançando estoque de 685.345. Os maiores saldos, com 8.644 e 7.392 vínculos, respectivamente, foram registrados nas áreas de serviços e construção.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS 
Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS (arquivo)

Agronegócio impulsiona exportações de MS, que crescem 12,5% até setembro

Agronegócio impulsiona exportações de MS, que crescem 12,5% até setembro

Puxada pelo agronegócio, a balança comercial de Mato Grosso do Sul fechou setembro com saldo positivo. As exportações atingiram US$ 9,21 bilhões no acumulado de janeiro a setembro, crescimento de 12,53% em relação ao mesmo período do ano anterior, consolidando Mato Grosso do Sul entre os destaques nacionais no comércio exterior.

Segundo dados da Assessoria Especial de Economia e Estatística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), o volume exportado também apresentou alta expressiva, alcançando 23,52 milhões de toneladas — 7,95% a mais que no mesmo período de 2025. O saldo da balança comercial do Estado chegou a US$ 7,42 bilhões, 17,46% superior ao registrado no ano passado, reforçando a vocação exportadora de Mato Grosso do Sul.

O crescimento foi impulsionado principalmente pelo agronegócio, com destaque para a soja, que respondeu por 31,08% do valor total exportado, equivalente a US$ 2,86 bilhões. Na sequência aparecem a celulose, com 26,42%, e a carne bovina, com 17,82%. Também tiveram participação relevante o farelo de soja, as carnes de aves e os açúcares e melaços.

A agropecuária apresentou variação positiva tanto em valor, de 28,52%, quanto em volume, de 13,75%, evidenciando a força e a competitividade do setor no Estado. A indústria de transformação também registrou crescimento de 9,24% no valor exportado.

Principal destino

A China manteve-se como principal destino das exportações sul-mato-grossenses, absorvendo 46,34% do total. Em seguida aparecem os Estados Unidos, com 6,46%, e os Países Baixos, com 4,81%. Na logística de escoamento, o Porto de Santos foi responsável por 38,40% do valor exportado, consolidando-se como a principal rota de saída dos produtos de Mato Grosso do Sul para o mercado internacional.

Entre os municípios, Três Lagoas liderou o ranking dos exportadores, respondendo por 18,15% do total estadual. Dourados aparece em segundo lugar, com 11,22%, seguida por Ribas do Rio Pardo, com 11,05%. Juntos, os cinco principais municípios exportadores concentraram mais da metade das exportações de Mato Grosso do Sul.

Desenvolvimento e competitividade

Para o secretário da Semadesc, Artur Henrique Leite Falcette, o desempenho das exportações demonstra a força do setor produtivo e os resultados das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico sustentável. “O desempenho das exportações é resultado do trabalho integrado entre o setor público e a iniciativa privada, fortalecendo a economia, gerando
empregos e ampliando a presença de Mato Grosso do Sul no mercado internacional. Temos uma produção cada vez mais competitiva, diversificada e alinhada à sustentabilidade”, destacou.

Falcette reforçou que a Semadesc mantém o compromisso de apoiar o desenvolvimento sustentável e ampliar a competitividade de Mato Grosso do Sul, por meio de políticas que estimulem a produção, a inovação, a agregação de valor e a abertura de novos mercados, contribuindo para a geração de riquezas e oportunidades para a população sul-mato-grossense.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Imagem: arquivo Semadesc

Prazo para adesão ao Simples Nacional é prorrogado até 15 de outubro

Prazo para adesão ao Simples Nacional é prorrogado até 15 de outubro

As microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) ganharam mais 15 dias para aderir ao Simples Nacional, de acordo com o novo calendário proposto pela Reforma Tributária. O prazo para solicitar a adesão à Receita Federal, que se encerraria no dia 30 de setembro, foi prorrogado até 15 de outubro. A mudança foi publicada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional no Diário Oficial da União (DOU).

Com a alteração no prazo para adesão, outras datas também foram atualizadas. A regularização de pendências que possam causar indeferimento das solicitações pode ser feita até 30 de outubro, assim como a opção por recolher o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) pelo regime regular (Simples híbrido). Já o cancelamento da opção pelo Simples Nacional ou pelo regime híbrido será possível entre os dias 3 de novembro e 20 de dezembro deste ano. A vigência do recolhimento dos tributos segue com a mesma data: 1º de janeiro de 2027.

A mudança traz mais tempo para análise, planejamento e regularização da empresa, mas isso não significa que a decisão deve ficar para depois. “A escolha pode ter reflexos na forma de apuração dos tributos, no aproveitamento de créditos e na rotina financeira e fiscal da empresa. Por isso, a recomendação é que o empreendedor avalie as características do próprio negócio antes de tomar qualquer decisão, e o Sebrae está aqui para auxiliar nesse processo”, afirma a diretora-técnica do Sebrae/MS, Sandra Amarilha.

Para ajudar os empreendedores nesse processo, o Sebrae/MS conta com atendimento para esclarecer dúvidas sobre a Reforma Tributária e orientar os empresários de acordo com a realidade de cada negócio. Basta procurar uma unidade da instituição, um ponto parceiro, como as Salas do Empreendedor, ou o atendimento remoto, via Central de Relacionamento: 0800 570 0800.

Além do atendimento, também é possível acessar consultoria gratuita sobre Reforma Tributária para microempresas e empresas de pequeno porte, além de uma página on-line com conteúdos práticos para ajudar os donos de pequenos negócios a entender as mudanças e se preparar. Acesse: mkt.sebrae.ms/central-reforma-tributaria.

Indústria de MS abre mais de 10 mil vagas e lidera geração de empregos formais em MS

Indústria de MS abre mais de 10 mil vagas e lidera geração de empregos formais em MS

O conjunto da atividade industrial de Mato Grosso do Sul registrou abertura de 10.125 vagas formais entre janeiro e julho de 2026. Esse foi o segundo maior saldo da série histórica do Novo Caged para o período e o segundo resultado consecutivo acima de 10 mil novos postos. Os dados são do Observatório da Indústria do Sistema Fiems.

Com esse desempenho, a atividade industrial mantém a liderança na geração de empregos formais no Estado, respondendo por 53% do saldo total de empregos formais registrado em Mato Grosso do Sul em 2026.

O resultado reflete, em grande medida, o avanço dos investimentos bilionários em obras de construção e ampliação de fábricas no Estado, que seguem movimentando o mercado de trabalho e ampliando a demanda por mão de obra.

A atividade industrial de Mato Grosso do Sul é formada pelos ramos da Transformação, Construção, Serviços Industriais de Utilidade Pública e Extrativo Mineral.

As atividades com maior saldo de empregos são:

  • Montagem industrial (+2.015)
  • Construção de edifícios (+1.487)
  • Construção de rodovias e ferrovias (+1.219)
  • Instalação e manutenção elétrica (+787)

Já no ramo industrial da transformação, os maiores saldos ficaram por conta dos segmentos:

  • Fabricação de álcool (+1.108)
  • Abate de suínos (+533)
  • Abate de aves (+273)
  • Fabricação de açúcar (+185)
  • Abate de bovinos (+176)

Quanto aos municípios, os maiores saldos de contratação no ano foram registrados em:

  • Inocência (+4.691)
  • Campo Grande (+1.659)
  • Três Lagoas (+998)
  • Dourados (+544)
  • Rio Brilhante (+474)
  • Aparecida do Taboado (+313)
  • Corumbá (+196)
  • Itaquiraí (+184)
  • Mundo Novo (+169)
  • Fátima do Sul (+166)

Mais de R$ 1,6 bilhão do FCO ainda não virou crédito em MS

Mais de R$ 1,6 bilhão do FCO ainda não virou crédito em MS

Mais de R$ 1,6 bilhão dos R$ 3,028 bilhões previstos pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para Mato Grosso do Sul, em 2026, ainda não foi liberado. Até a reunião mais recente do Conselho Estadual de Investimentos do FCO, cerca de R$ 1,4 bilhão havia avançado para contratação, deixando pouco mais da metade do orçamento anual disponível para novos financiamentos nos últimos meses do ano.

Os recursos são destinados a empresas e produtores rurais e podem financiar desde a compra de máquinas e equipamentos até a expansão e modernização de atividades. Do total previsto para Mato Grosso do Sul, R$ 1,514 bilhão está reservado ao FCO Empresarial e R$ 1,514 bilhão ao FCO Rural.

O cenário ocorre em um momento de maior pressão sobre o caixa das empresas e propriedades rurais, com juros elevados, aumento do endividamento e margens mais apertadas. Na prática, a existência de dinheiro disponível para financiamento não significa que todo o volume será necessariamente contratado.

Para o economista Fábio Ferreira Júnior, diretor da Agricon Consultoria, a decisão de buscar o recurso precisa considerar a situação financeira de cada negócio.

“Estamos vivendo um cenário nacional que exige muito cuidado do empresário e do produtor. Endividamento, inadimplência, pressão sobre as margens e redução da confiança não podem ser ignorados”, afirma.

Segundo o economista, a contratação de um financiamento precisa estar ligada à capacidade de pagamento e ao retorno que o investimento poderá gerar.

Entre os pontos que devem ser avaliados estão o fluxo de caixa, o nível atual de endividamento, o valor da nova parcela e a capacidade de o investimento aumentar a produtividade, reduzir custos ou gerar receita.

“Crédito não resolve um negócio que não tem viabilidade. Mas o crédito certo, no momento certo e para o projeto certo pode ser uma ferramenta muito poderosa de crescimento”, diz.

O FCO financia projetos de setores como agropecuária, indústria, comércio e serviços. Em MS, os recursos também estão relacionados ao movimento de expansão de atividades ligadas ao agronegócio, à agroindústria e à indústria de celulose.

R$ 3 bilhões
O orçamento de R$ 3,028 bilhões destinado ao Estado foi dividido igualmente entre as linhas Empresarial e Rural. Até agosto, aproximadamente R$ 1,4 bilhão havia sido aprovado, enquanto cerca de R$ 1,6 bilhão permanecia disponível.

Fonte: Correiodoestado – Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

 

 

Indústria de MS bate recorde ao gerar 9,5 mil vagas de emprego no 1º semestre de 2026

Indústria de MS bate recorde ao gerar 9,5 mil vagas de emprego no 1º semestre de 2026

A indústria sul-mato-grossense bateu recorde no primeiro semestre de 2026 com a criação de mais de 9,5 mil vagas de emprego. Segundo o Observatório da Indústria da Fiems, este é o melhor resultado da série histórica do Novo Caged para o primeiro semestre.

O resultado supera em 6% o saldo registrado no mesmo período de 2025, quando foram criados 8.944 postos de trabalho, e também ultrapassa o antigo recorde para o primeiro semestre, registrado em 2023, com 9.008 novas vagas.

O setor industrial encerra o mês de junho com um contingente superior a 181 mil trabalhadores formais diretamente empregados, sendo 122,9 mil na Indústria de Transformação, 44,7 mil na Indústria da Construção, 8,7 mil nos Serviços Industriais e 4,8 mil na Indústria Extrativa Mineral.

Além de atingir marcas expressivas, o setor se consolidou como o principal motor da geração de empregos em Mato Grosso do Sul no ano, respondendo por 51% de todos os postos de trabalho criados no Estado no período.

Segundo o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende, esse desempenho reflete o avanço dos investimentos bilionários em obras de construção e ampliação de fábricas no Estado, que seguem movimentando o mercado de trabalho e ampliando a demanda por mão de obra.

As atividades com maior saldo de empregos são:

  • Montagem industrial (+1.700)
  • Construção de edifícios (+1.156)
  • Fabricação de álcool (+1.147)
  • Construção de rodovias e ferrovias (+983)
  • Instalação e manutenção elétrica (+625)
  • Frigorífico – Abate de bovinos (+610)
  • Frigorífico – Abate de suínos (+527)
  • Frigorífico – Abate de aves (+251)

Quanto aos municípios, os maiores saldos de contratação no ano foram registrados em:

  • Inocência (+3.848)
  • Campo Grande (+1.817)
  • Três Lagoas (+727)
  • Dourados (+653)
  • Rio Brilhante (+434)
  • Nioaque (+288)
  • Itaquiraí (+193)
  • Aparecida do Taboado (+187)
  • Corumbá (+187)
  • Mundo Novo (+172)