dez 31, 2018 | Economia
Há expectativa de melhorias com as precipitações de chuvas previstas para os últimos dias do ano
A Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS) atualizou a expectativa de produção para a safra 2018/19. O volume recorde de 10 milhões de toneladas esperado pela Associação, foi revisada devido a falta de chuvas, mais pontualmente na região Sul do Estado, fazendo com que a projeção atinja 8,9 milhões de toneladas, queda 11%, mas ainda sob a expectativa de melhorias com as precipitações de chuvas previstas para os últimos dias do ano.
A última safra que registrou volume semelhante em MS foi a 2016/17, quando os agricultores colheram 8,5 milhões de toneladas da oleaginosa, segundo o Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (SigaMS).

“Há uma irregularidade muito grande nas chuvas de Mato Grosso do Sul. Enquanto algumas regiões registram 90 milímetros, a pouco mais de 15 quilômetros tem espaços que não chovem há quase 40 dias. Essa diferença é mais evidente na região Sul, mas se aplica a todo Estado. Não teremos safra recorde neste ano no Brasil”, destaca o presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke.
As informações divulgadas pela Aprosoja/MS são baseadas nos dados do SigaMS, que também aponta agricultores que devem colher 30 sacas por hectare e outros, em diferentes regiões, que devem passar das 60 sacas. A média estadual estimada, juntamente com outros dados, serão atualizados pelo SigaMS na segunda semana de janeiro.
Caso confirmadas as expectativas de chuvas nestes últimos dias do ano e na primeira semana de 2019, segundo a Associação, ainda há possibilidade de elevação na produtividade de alguns agricultores. “Àqueles com plantio tardio, podem receber chuvas no momento de enchimento do grão e contribuir para o patamar de uma safra equilibrada em Mato Grosso do Sul”, completa Schmaedecke.

De acordo a empresa Agrinvest Commodities a safra brasileira segue também com quebra, podendo registrar ao final da colheita cerca de 113,18 milhões de toneladas. O volume é de 8 milhões de toneladas a menos que a safra passada. As maiores perdas, por enquanto, estão localizadas no Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.
out 18, 2018 | Economia
Atração de indústrias e geração de empregos e renda são marcas do Governo Reinaldo Azambuja. É o que mostra o programa eleitoral exibido na noite de quarta-feira (17).
Durante a gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB), o Governo do Estado garantiu a vinda de 66 indústrias para Mato Grosso do Sul e fez a revisão de 1.200 contratos, com transparência, garantindo a abertura de 12.500 novos empregos nos próximos anos.
Entre os desafios do 2º mandato está a continuidade da diversificação da matriz econômica. “Por isso, estamos atraindo para o Estado indústrias que beneficiem a matéria-prima produzida aqui, como a carne, o grão e a madeira”, explica o governador.
A nova fábrica de MDF instalada em Água Clara, por exemplo, está gerando 200 empregos direitos.
E um dos atrativos para as novas empresas é o investimento em logística, para o escoamento da produção, com integração de portos, rodovias, aeroportos e ferrovias.
“Nossa política de geração de empregos está caminhando a passos largos e novas empresas em breve estarão se instalando em Mato Grosso do Sul, como em Bataguassu, Dourados e Aparecida do Taboado”, afirmou Reinaldo Azambuja.
Confira algumas propostas de Reinaldo para a geração de empregos:
– Consolidar e manter a política industrial com gestão de incentivos fiscais e segurança jurídica para o empreendedor.
– Promover a diversificação da matriz econômica do Estado estimulando a agregação de valor à nossa produção.
– Ampliar os investimentos para aumento da produção na agricultura familiar.
– Fomentar o desenvolvimento da produção agroecológica.
– Incentivar a expansão de novas culturas de forma sustentável.
– E fortalecer o agronegócio e o a indústria do Turismo.
set 14, 2018 | Economia

Controladoria-Geral do Estado garante transparência no Governo
Pasta foi criada na gestão do candidato à reeleição Reinaldo Azambuja
Uma nova cultura de governo, com memória de processos, métodos e indicadores, entre outros, para garantir ótimo funcionamento e a transparência com o dinheiro público. Essa é a ação que vem sendo desenvolvida pelo Governo de Mato Grosso do Sul. O trabalho de mudança se estende à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MS), criada na gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB), candidato à reeleição.
“O planejamento de ações e o posterior monitoramento é o caminho para a eficiência administrativa de resultados que atendam aos anseios da sociedade, evitando o desperdício do dinheiro público. Quando nós assumimos a gestão ainda em 2015, descobrimos que não havia memória de governo, tudo estava apenas na cabeça de alguns funcionários. A partir daí iniciamos a implantação de uma nova cultura de governo, pela qual os órgãos públicos elaboram cronogramas de ações anuais com orçamentos e prazos de entrega definidos. Com planejamento, método e indicadores conseguimos dar a visão de como estamos e o que ainda há para ser feito”, reforça o governador Reinaldo Azambuja.
O setor é ligado diretamente ao gabinete do governador e, conforme o controlador-geral Carlos Eduardo Girão de Arruda, tem como função aproximar a população da gestão, por meio da transparência, ouvir a sociedade civil organizada, as organizações governamentais e a população em geral, bem como dar tratamento às informações geradas pela máquina pública e devolvê-las de forma gerencial ao Governo para tomada de decisões estratégicas.
“A CGE é um grande avanço no sentido de ser uma poderosa aliada na tomada de decisões mais efetivas e na implementação das políticas públicas. A função principal da Controladoria é auxiliar diretamente o governador em assuntos relativos à defesa do patrimônio público e ao incremento da transparência da gestão. Por meio do trabalho realizado é possível ter processos mais transparentes, maior índice de decisões acertadas e excessos eliminados. Tudo visando mais eficiência do gasto público e melhora na qualidade de vida do cidadão”, finaliza o controlador Girão.
ago 21, 2018 | Economia

Simpósio traz palestra sobre alta produtividade da soja
O 16º Simpósio da Soja ocorre dia 29 de agosto em Naviraí e é promovido pela Copasul. Todos os anos uma vasta programação é oferecida com diversas palestras sobre o assunto, nesta edição, além da palestra “Cenário Político Atual e o Agronegócio”, com o renomado jornalista Willian Waack, acontecerá a “Caminhos para soja de alta produtividade” com o Eng. Agrônomo Henry Sako da DK Consultoria.
Ele explica que cada solo tem uma característica e seu próprio desafio. “O manejo do solo precisa ter uma visão mais ampla e não analisar somente os primeiros 20 centímetros. Uma raiz de soja pode chegar a 2 ou 3 metros, analisar maiores profundidades é primordial para desenvolver um trabalho de correção de solo”, explica o agrônomo.
Segundo ele, a agricultura está sempre em evolução e é preciso praticar de forma consciente. “O preparo profundo do solo está dentre as técnicas mais eficientes em combate a erosão, além de importe ferramenta para armazenar a água no solo, o que torna o sistema altamente sustentável ecologicamente, financeiramente e socialmente”, afirma Sako.
Esse conceito já está sendo aplicado na Copasul através do Projeto Construindo Solos, que é um dos benefícios do Programa Fidelidade. O Programa oferece, além de consultoria, softwares de inteligencia agronômica, que facilitam a tomada de decisões e o planejamento do agricultor, em questões, como por exemplo, o enraizamento da planta, ambientes mais produtivos, escalonamento de plantio, e outros itens que contribuem para o aumento da produtividade e rentabilidade.
As inscrições para o Simpósio são limitadas e no dia os participantes devem contribuir com um quilo de alimento não perecível, que será encaminhado para instituições locais. Para participar, acesse o site www.copasul.coop.br e inscreva-se. Confira a programação completa:
Programação – 16º Simpósio da Soja
7h – Inscrições
8h – Caminhos para soja de alta produtividade – Eng. Agrônomo Henry Sako – DK Consultoria – Piracicaba – SP
9h30 – Intervalo
10h – Previsões Climáticas para a safra 2018/2019 – Marco Antônio dos Santos – Agrometeorologista – Rural Clima – Valinhos/ SP
11h – almoço
13h – Sistemas sustentáveis de produção de soja no Brasil e mitigadores de gases e efeito estufa – João Carlos de Moraes Sá – Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR
14h30 – Soja tolerante a percevejos sugadores de semente: Uma nova ferramenta para agricultores no manejo integrado de pragas – Clara Beatriz Hoffmann Campo – Embrapa Soja – Londrina PR
15h30 – Intervalo
16h – Agronegócio, Cenário Econômico e Político: Onde estamos e para onde vamos? – William Waack – Agronegócio – São Paulo/SP
17h30 – Encerramento
ago 20, 2018 | Economia

Governo de MS tem quatro concursos com 2,3 mil vagas para 2018
Além de promover a valorização de servidores ativos, a gestão do governador Reinaldo Azambuja, candidato à reeleição, já realizou concursos para Polícia Civil, Agepen e Uems
Novas oportunidades de trabalho com diversos níveis de escolaridade serão ofertadas pelo Governo de Mato Grosso do Sul por meio de concursos públicos ainda em 2018. Para o segundo semestre deste ano estão autorizados quatro certames nas áreas de Educação, Segurança Pública, Infraestrutura e Saúde. Há previsão de abertura de 2.333 vagas.
Conforme o secretário de Administração e Desburocratização de MS, Édio Viegas, os editais serão publicados até o final do ano. Na área da Educação serão 1.500 oportunidades, sendo mil para professores e 500 para as carreiras administrativas. Quem tem interesse em atuar na Segurança Pública poderá concorrer a 228 vagas para Gestão de Medidas Socioeducativas – agentes de segurança e analistas, nas formações de Psicologia e Serviço Social; 120 vagas para Peritos – médicos legistas e papiloscopistas; e 220 para agentes de Polícia Científica.
Na área da Infraestrutura serão oferecidos 25 cargos para fiscais de obras públicas – formação em Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica e Arquitetura. E na área da Saúde haverá 240 oportunidades para médicos, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas.
Além de promover a valorização de servidores ativos, a gestão Reinaldo Azambuja a frente do Governo do Estado realizou diversos concursos públicos. Entre eles o da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), que já empossou 438 servidores e tem outros 500 em curso de formação; da Polícia Civil, que integrou 72 delegados e 180 agentes, entre investigadores e escrivães; da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, que está em andamento com 650 vagas; e da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) – que já empossou 126 profissionais, entre técnicos e docentes.
ago 19, 2018 | Economia
A comercialização do milho safrinha de Mato Grosso do Sul está avançando junto com a colheita. Dados da Granos Corretora indicam que até o início da semana, 40% da produção estimada em 6,9 milhões de toneladas já havia sido comercializado, enquanto a colheita chega a 66,3% dos 1,7 milhões de hectares cultivados.
Os dados do Sistema de Informações Gráficas do Agronegócio (Siga MS), divulgados pela Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS), mostram que nos últimos dez dias foram colhidos mais de 215 hectares cultivados com o grão, mas o percentual continua atrasado em relação a safra passada, quando na mesma época de 2018 estava 12,9% a frente do status atual.

A região Norte do Estado é a mais avançada em relação a colheita, com média de 94% da área colhida. O centro do Estado está um pouco atrás, com 64,8% da área colhida. Já a região Sul do Estado colheu até agora apenas 56,8%.
Informações do Sistema Famasul mostram que a saca no milho está sendo comercializado a R$ 30,25 em Mato Grosso do Sul, o que representa alta de 85,4% em relação a agosto do ano passado. Apesar do avanço da colheita os preços se mantém em alta, reflexo da incerteza em relação a produtividade e a valorização no mercado internacional.
A Aprosoja/MS estima que a produção total do Estado some 6,9 milhões de hectares, com redução de 29,31% em relação à safra passada. A produtividade média deve permanecer em 68 sacas por hectare, com 1,7 milhões de hectares plantados.