jul 10, 2015 | Campo Grande

Independente de cor partidária, vereadores unem forças com a primeira-dama a favor das famílias que precisam de assistência
Independente de cor partidária, vereadores unem forças com a primeira-dama a favor das famílias que precisam de assistência
Desde a segunda quinzena de junho, a presidente do Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), a primeira-dama de Campo Grande, Andréia Olarte, intensificou ações sociais a favor das famílias que precisam de amparo, principalmente neste período do frio.
A primeira-dama Andréia Olarte convidou os vereadores para realizar trabalho em parceria. Os que têm compromisso com a população atenderam prontamente o convite, independente de siglas partidárias, somando esforços no sentido de ajudar famílias de baixa renda com a distribuição de cobertores e agasalhos. As ações fazem parte da campanha de inverno do FAC denominada “Solidariedade Aquece, Transforma e Faz o Mundo Melhor”.
Em ação conjunta com o vereador Coringa, foram distribuídos cobertores para a comunidade da Cidade de Deus. A primeira-dama distribuiu cobertores também nos bairros Zé Pereira, Alves Pereira, Jardim Nossa Senhora do Pérpetuo Socorro e Nova Esperança, respectivamente com as parcerias dos vereadores Francisco Saci, Magali Picarelli, Herculano Borges e Betinho.
Entre os bairros beneficiados com a campanha de inverno do Fac, destacamos ainda o Canguru e a aldeia indígena “Estrela do Amanhã”.
Outras ações sociais
Além de distribuir cobertores, Andréia Olarte e o vereador Francisco Saci fizeram recente visita ao Jardim Tarumã, quando entregaram uma cadeira de rodas à moradora Alessandra, que teve os dedos dos pés amputados devido a um acidente.
Já em parceria com a vereadora Magali Picarelli, a primeira-dama assistiu com a doação de fraldas geriátricas e de uma cadeira de rodas dona Maria da Cruz Alves.
Para a primeira-dama, quem mais se beneficia quando há consciência social e humanitária por parte dos políticos, é o próprio povo, pois os interesses coletivos têm que vir em primeiro lugar.
Segundo Andréia Olarte, os vereadores que apoiam os projetos que vêm ao encontro do desenvolvimento de Campo Grande dão exemplo de compromisso com àqueles que os elegeram para serem seus legítimos representantes. “Estamos de braços abertos para todos que querem trabalhar pelo bem de nossa querida Cidade Morena”, finalizou.
Assessoria de Comunicação do Fundo de Apoio à Comunidade (FAC)
jul 10, 2015 | Campo Grande

Agraer de Guia Lopes reúne produtores do projeto de crédito rural Quero Quero de Jardim
Campo Grande (MS) – A Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) de Guia Lopes da Laguna promoveu na última semana, 1º de julho, a primeira reunião sócio organizacional que contou com todos os produtores rurais do crédito fundiário Quero-Quero de Jardim.
Reorganização da Associação e levantamento das necessidades locais; qualidade de vida no campo; atuação da Agraer na comunidade; planejamento agronômico; Definição das áreas de produção; Análise de solo; Escolha da cultura com base nos indicadores econômicos do Agência; Plantio (maquinários, adubação, sementes e defensivos); comercialização dos produtos em Ceasa, Pnae e comércio local; Planejamento dos produtos de origem animal: leite bonivo e caprino e apicultura.
As discussões dos temas contaram com a participação da classe acadêmica da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) polo de Jardim, onde alguns alunos do curso de geografia fizeram o TCC – Trabalho de Conclusão de Curso, sobre o diagnóstico socioeconômico e cultural da referida comunidade agrícola.
Iagro, Agência Fazendária, Vigilância Sanitária, Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Jardim e Associação de Apicultores também foram parceiros na realização do encontro. A reunião atendeu o pedido de fortalecimento da agricultura familiar local, feito pelo diretor-presidente do Agraer, Enelvo Felini, em visita a ao escritório da Instituição, no mês de maio deste ano.
Outros encontros deverão ser agendados com a comunidade agrícola. O intuito é com isso elaborar um relatório com todas as demandas da comunidade, que será encaminhado aos órgãos competentes para que sejam tomadas as devidas providências em benefício dos produtores locais.
Aline Lira – Assessoria de Comunicação – Agraer
jul 9, 2015 | Campo Grande
jul 9, 2015 | Campo Grande

Felipe Orro entende que a emenda facilita a implantação de usinas geradoras de energia limpa
Emendas à LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) apresentadas nesta quinta-feira (9) pelo deputado estadual Felipe Orro (PDT) garantem maior investimento do governo do Estado em municípios com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) baixo, também na produção de energias de fonte renováveis e no fortalecimento da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). A LDO disciplina a elaboração do orçamento do Estado para o próximo ano, por isso Felipe Orro pretende já fazer o direcionamento dos investimentos de forma a favorecer esses setores.
O último prazo para apresentar emendas à LDO foi nesta quinta-feira, devendo o projeto ser apreciado e aprovado na semana que vem. O governo prevê arrecadação total de R$ 13,9 bilhões no próximo ano, de todas as fontes, crescimento de apenas 4,5% em relação ao Orçamento deste ano.
A primeira emenda de Felipe Orro à LDO acrescenta o inciso V ao artigo 3º do projeto, com a seguinte redação:
“V – maiores investimentos para desenvolvimento de tecnologias e implantação de pólos de energias renováveis no Estado”.
Felipe Orro entende que a emenda facilita a implantação de usinas geradoras de energia limpa, como a energia eólica, em que as turbinas são movidas pelos ventos. “O Estado pode incentivar a vinda de empresas interessadas em implantar aqui usinas de energia eólica, temos potencial, já há estudo nesse sentido, e será uma alternativa interessante de investimento em municípios da região Peri-pantaneira, onde poucas atividades econômicas são autorizadas”, frisou.
A segunda emenda acresce o inciso III ao parágrafo único do artigo 2º da LDO, prevendo o seguinte:
“III – do tratamento tributário diferenciado às atividades econômicas localizadas em municípios ou regiões com índices de desenvolvimento econômico e social abaixo da média do Estado”.
Dados do Atlas Brasil apontam que 18 cidades de Mato Grosso do Sul possuiam IDH abaixo da média estadual, com base em informações colhidas em 2010. Todas as cidades da faixa Sul-Fronteira estão exibem índices abaixo da média. O município com maior IDH, na época, era Campo Grande, com índice 0,784, enquanto Japorã tinha o menor índice, 0,526.
“Nossa intenção é garantir um crescimento harmônico do Estado, na medida em que regiões que estejam mais atrasadas que outras poderão ter mais incentivos fiscais para atrair indústrias e prioridade em políticas públicas de desenvolvimento”, explicou o deputado.
Por fim, a terceira emenda de Felipe Orro à LDO resguarda a Universidade Estadual das condições necessárias para garantir sua autonomia financeira, sem prever índice de repasses. O texto da emenda sugere apenas que “À Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul fica assegurado repasse em percentual que garanta seus investimentos e planejamento a longo prazo”.
Cabe lembrar que Felipe Orro fez do fortalecimento da UEMS sua principal bandeira e desde o primeiro ano do primeiro mandato defende a autonomia financeira da instituição. É de sua autoria emenda à Constituição – já aprovada em primeira votação – que assegura essa conquista à Universidade. Articulação do parlamentar também resultou na aprovação de uma lei que assegura a irredutibilidade do orçamento da UEMS, prevendo ainda ganho real sobre a inflação.
“A Educação é o caminho seguro para o desenvolvimento social. Nenhum país venceu a miséria sem investir na Educação. Tenho certeza que a UEMS será o motor propulsor do crescimento do Estado, com vida melhor para sua gente e oportunidades para todos.”
jul 9, 2015 | Campo Grande
jul 9, 2015 | Campo Grande

Após pressão, municípios recebem R$ 14 mi do repasse extra do FPM
Somente depois de forte pressão dos prefeitos é que o governo federal decidiu cumprir o acordo de liberar, nesta quinta-feira (9), a primeira metade — 0,5% — referente ao aumento de 1% no repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios).
De um total de R$ 946 milhões, os 79 municípios de Mato Grosso do Sul estão recebendo nesta quinta mais de R$ 14 milhões como parte do FPM extra.
O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), Juvenal Neto (PSDB), afirma que o dinheiro chega à boa hora, justamente no momento em que os prefeitos estão contando moedas para pagar as contas.
Segundo ele, o repasse faz parte de uma conquista do movimento municipalista, graças a articulações da CNM (Confederação Nacional de Municípios), da qual a Assomasul é filiada, junto ao Congresso Nacional.
O dirigente lembra que, após o acordo selado em 2014, o governo federal resolveu recuar, ou seja, descumprir o que havia prometido, levando os prefeitos ao desespero, uma vez que a maioria já contava com esse dinheiro.
“Os valores são extremamente importantes para que os prefeitos possam honrar alguns compromissos nesse momento de dificuldade, mas se levado em consideração a crise atual das prefeituras representam pouco”, afirmou Juvenal Neto, que tem orientado os colegas a promoverem contenção de gastos em seus municípios.
Por causa da orientaçao da Assomasul boa parte dos gestores públicos, além de adotar o meio expediente na prefeitura, tem cortado algumas despesas como forma de economizar recursos, investindo apenas em prioridades.
A maior queixa dos administradores, segundo Juvenal Neto, é com as despesas que as prefeituras são obrigadas a custear por conta dos programas sociais criados pelo governo federal sem indicar a devida contrapartida.
Pelo acordo, o repasse de 1% do FPM seria dividido e pago em duas parcelas: a primeira, de 0,5% – e calculada no período de julho de 2014 junho de 2015 -, até o primeiro decêndio de 2015.
No entanto, o governo alegava que o valor só iria considerar, para efeitos de cálculo do repasse, o período de janeiro a junho de 2015, o que reduziria o total a ser destinado aos municípios, em R$ 1 bi.
A segunda parcela de 0,5% será depositada na conta das prefeituras em julho de 2016, completando o 1% aprovado na Emenda Constitucional 84/2014 e, a partir daí se repetir anualmente, sempre em julho.
SEM DESCONTO DO FUNDEB
De acordo com a assessoria técnica da Assomasul, do total de R$ 14.041.888,27 transferido não haverá desconto para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e também não estão computados os descontos dos valores do PASEP, INSS, Saúde, FGTS e parcelamentos de débitos.
Segundo a STN (Secretaria do Tesouro Nacional), os valores foram calculados com base na arrecadação líquida do IR (Imposto de Renda) e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), apurada no período de 1º de janeiro a 30 de junho deste ano.
Willams Araújo