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Bela Vista-MS Sábado, 12 de Setembro de 2026
Dois touros de MS estão entre os 10 mais promissores do País, de acordo com Programa da Embrapa 

Dois touros de MS estão entre os 10 mais promissores do País, de acordo com Programa da Embrapa 

Dois touros de MS estão entre os 10 mais promissores do País, de acordo com Programa da Embrapa 

A partir de um rebanho de 40 mil produtos machos de todas regiões brasileiras avaliados pelo Programa de Melhoramento Genético da Embrapa Gado de Corte – Geneplus, 10 foram selecionados e classificados como os touros jovens mais promissores do País, incluindo dois de Mato Grosso do Sul, o Ikurnool da 3R, de Figueirão, e o Ima Poc, de Chapadão do Sul. A avaliação, que acontece anualmente e inclui os animais no Programa de Avaliação de Touros Jovens (ATJPlus), certificou os criadores durante a Expogenética 2015, em Uberaba (MG), que segue com programação até o próximo domingo (23).

Segundo o produtor rural de Mato Grosso do Sul, proprietário da Fazenda 3R, Rubens Catenacci, o título de ATJPlus em um de seus touros pode abrir portas para a valorização do seu rebanho e outros criadores. “A avaliação é realizada por uma entidade estritamente criteriosa e nos permite fazer planos voltadas à produtividade. Com a inclusão desse touro no Programa, o semên desse passa a ser comercializado por central, podendo impactar positivamente no rebanho de outros criadores, o que nos motiva a continuar investindo em genética de ponta”, destaca Catenacci.

De acordo com a Embrapa Geneplus, após a identificação dos animais, uma vistoria é feita, obrigatoriamente, por no mínimo dois técnicos do Programa, sendo os animais escolhidos encaminhados para quarentena e coleta de sêmen.

Os critérios para seleção dos touros que ingressam no ATJPlus incluem as avaliações quanto ao Índice de Qualificação Genética (IQG) classificado na categoria Elite (até 16% de percentil); classificação com notas cinco ou seis para conformação frigorífica à desmama e com nota seis ao sobreano, possuir RGD definitivo emitido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e idade inferior a três anos.

Lideranças do setor produtivo de MS conhecem novas tecnologias na Expo Milão

Lideranças do setor produtivo de MS conhecem novas tecnologias na Expo Milão

 

Lideranças do setor produtivo de MS conhecem novas tecnologias na Expo Milão

Os empresários Sérgio Longen (Fiems), Edison Araújo (Fecomércio-MS), Maurício Saito (Famasul), Alfredo Zamlutti (Faems) e Cláudio Mendonça (Sebrae/MS) conheceram, nesta terça-feira (18/08), as novas tecnologias de produção e armazenamento de alimentos expostas na Expo Milão, uma feira mundial realizada na cidade italiana que começou no dia 1º de maio e vai até o dia 31 de outubro deste ano.

“A Expo Milão nos surpreendente a todo momento, pois os países expositores nos trazem o que há de melhor em termos de sustentabilidade e inovação na produção de alimentos”, declarou o presidente da Fiems, Sérgio Longen, que integra a missão empresarial composta por lideranças do setor produtivo de Mato Grosso do Sul.

Ele acrescenta que durante os três primeiros dias de visita à feira mundial na Itália já foi possível vislumbrar tendência do setor de produção de alimentos que podem ser aplicadas no Brasil. “Além das novas tecnologias de armazenamento e produção de alimentos, conhecemos o supermercado do futuro, onde podemos acompanhar desde o cultivo do produto colocado à venda até como ele se comporta na cadeia alimentar”, explicou.

Ainda de acordo com o presidente da Fiems, cada liderança está coletando informações de interesse do seu setor. “Assim como eu estou levantando informações para a indústria, os representantes da Famasul, Fecomércio, Faems e Sebrae estão colhendo dados para a sua base. Com certeza, todos nós vamos sair daqui com algo de novo, pois precisamos superar a fase da crise com oportunidades e novos desafios”, reforçou, lembrando que na segunda-feira (17/08) a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, visitou a Expo Milão.

O evento

A Expo Milão 2015 tem uma área de exposição de 1,1 milhão de m² distribuídos em 80 pavilhões posicionados em dois eixos ortogonais, 200 mil m² de área verde, 12 mil árvores, 130 mil m² destinados ao espaço expositivo dos países participantes, mais de 145 países e três organizações internacionais envolvidas – ONU (Organização das Nações Unidas), União Europeia e Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear -, mais de 20 milhões de visitantes esperados, 1,3 mil operários, 10 mil trabalhadores em escala nacional e internacional, €$ 575 milhões investidos pelos anfitriões, €$ 1 bilhão investido pelos países participantes e mais de €$ 350 milhões arrecadados por meio de parcerias firmadas com empresas nacionais e internacionais.

O evento é plataforma para a troca de ideias e soluções compartilhadas sobre o tema da comida, estimular a criatividade entre os países e promover inovações para um futuro sustentável. A exposição oferece a todos a oportunidade de conhecer e saborear os melhores pratos do mundo e descobrir a excelência da comida tradicional e gastronomia de cada país. Para a duração do evento, a cidade de Milão e da Expo será animada por artísticos e musicais eventos, conferências, performances, workshops e exposições.

Figueirão é exemplo em aplicações de recursos do último Plano Safra

Figueirão é exemplo em aplicações de recursos do último Plano Safra

Figueirão é exemplo em aplicações de recursos do último Plano Safra

Campo Grande (MS) – Por ser um município de pequeno porte, Figueirão que fica distante a 226 km de Campo Grande, é exemplo de boa gestão em recursos do Plano Safra da edição 2014/15. Com a aprovação de R$ 2 milhões em projetos pelo  Pronaf (Programa Nacional da Agricultura Familiar), a cidade foi considerada a primeira no ranking de liberação de linhas de crédito, entre as comarcas que possuem a agência do Banco do Brasil de nível 6. A média nacional em liberação de investimentos em postos bancários desse tamanho fica abaixo de R$ 1 milhão.

Os dados foram repassados ao diretor-presidente da Agência, Enelvo Felini, pelo prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin e o coordenador municipal da Agraer, Fernando Barbosa Martins, durante reunião realizada no gabinete da Prefeitura, na última sexta-feira (7). “Temos aqui uma cidade modelo. É a comprovação de que o tamanho não é motivo para empecilhos de se conseguir ótimos resultados no campo. Com uma boa administração se chega a ótimos resultados”, observou Felini.

Nessa data, Enelvo esteve pelo interior do Estado em cumprimento a sua agenda de visitas para conhecer as instalações do escritório da Agraer de Figueirão, Chapadão do Sul e Costa Rica.

Segundo o prefeito Rogério Rosalin, os números chamaram tanto a atenção que em junho deste ano o superintendente Estadual do Banco do Brasil de MS, Evaldo Souza, fez questão de viajar até a cidade. “A notícia chegou até a Capital e o superintendente fez questão de conhecer a prefeitura e a agência para ver de perto os trabalhos realizados”, disse.

Leite Forte

Mas os bons índices de Figueirão não se limitam apenas a boa gerência dos recursos do Pronaf. No campo, a quantia de leite ordenhado diariamente também é sinônimo de satisfação. “Se contabilizar todas as pequenas propriedades são cerca de 35 mil litros mês que são produzidos no município”, afirmou a veterinária que trabalha pela Agraer, Marciana Ramos.

Para o coordenador municipal da Agraer de Figueirão, Fernando Martins, o segredo está no tratamento dado ao rebanho. “Alimentação eficiente à base de cana-de-açúcar e silagem, por exemplo, associada a um bom trabalho de assistência técnica da Agraer ajuda na estabilidade da ordenha mesmo em período de entressafra”, avaliou.

De acordo com informações da Agraer local, os trabalhos na região não param e o município já segue com o processo para instalação do selo SIM (Serviço de Inspeção Municipal) e para a criação da primeira feira da agricultura familiar.

Atualmente, Figueirão conta com os produtores oriundos de pequenas propriedades e da comunidade remanescente quilombola Santa Tereza. Entre meio rural e urbano a cidade contabiliza cerca de 3 mil habitantes.

Fonte: Aline Lira/ Assessoria de Comunicação – Agraer

 

Retração do consumo faz indústria laticínia segurar preço do leite

Retração do consumo faz indústria laticínia segurar preço do leite

Retração do consumo faz indústria laticínia segurar preço do leite

A retração do consumo em decorrência da crise econômica está obrigando a indústria laticínia de Mato Grosso do Sul segurar o preço do litro de leite em plena entressafra, quando o produto começa a faltar e, historicamente, faz com que os valores sejam reajustados. De acordo com o Conseleite/MS (Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite de Mato Grosso do Sul), o valor do litro do leite pago pelas indústrias aos produtores está em R$ 0,8109, mas alguns empresários alegam pagar valor acima do estipulado.

Segundo o diretor-presidente dos Laticínios Imbaúba, Edgar Rodrigues Pereira, o valor cobrado pelo litro do leite chega a R$ 1,00. “Agosto é um mês crítico e de seca, mas, em decorrência da crise financeira, o preço já está bastante elevado, inviabilizando um novo reajuste no valor final. Além disso, o aumento de custo para o consumidor é proporcional ao aumento de custo para o produtor”, disse.

A empresária Milene Nantes, dos Laticínios Tradicional, disse que não há sinais de aumento apesar do período de seca. “Mesmo com a diminuição da produção, também há um cenário de mercado retraído e ainda não absorvemos essa falta, porque o consumo também caiu”, declarou. Já o diretor dos Laticínios Rincão, Deolindo Carlos Marques, a expectativa é de baixa nos preços, já que as vendas também estão em ritmo fraco. “O preço pago ao produtor chega a R$ 0,90 e o produto final chega ao mercado a R$ 1,95 para o leite de saquinho”, comentou.

No mercado de derivados, houve aumento crescente nos preços médios do leite durante todo o período das águas, porém, a cotação da mussarela também não acompanha esse mesmo movimento e há uma retração no preço, conforme apontou o gerente da Alvorada Laticínios, Jean Carlos Francischini. “O valor do leite por litro é de R$ 0,98. A valorização foi continua nos últimos meses e a demanda pouco aquecida”, disse.

Reportagem -Daniel Pedra

Exportação estadual de industrializados continua em queda e redução chega a 22% no ano

Exportação estadual de industrializados continua em queda e redução chega a 22% no ano

Exportação estadual de industrializados continua em queda e redução chega a 22% no ano

A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul continua em queda e redução chega a 22% nos primeiros sete meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, diminuindo de US$ 2,17 bilhões para US$ 1,69 bilhão, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems.

De janeiro a julho de 2015 as maiores reduções ocorreram nos grupos “Extrativo Mineral”, “Complexo Frigorífico”, “Couros e Peles”, “Óleos Vegetais”, “Papel e Celulose” e “Alimentos e Bebidas”, que registraram, no comparativo com igual período de 2014, diminuição das receitas equivalentes a US$ 208,5 milhões, US$ 198,1 milhões, US$ 45,1 milhões, US$ 40,3 milhões, US$ 12,6 milhões e US$ 2,1 milhões, respectivamente, totalizando uma queda superior a US$ 506 milhões.

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, quanto à participação relativa do setor industrial sobre tudo o que foi exportado por Mato Grosso do Sul no acumulado do ano chegou a 58%. “Com receita equivalente a US$ 266,1 milhões, julho de 2015, registrou o pior resultado para o mês dos últimos quatro anos da série histórica da exportação de produtos industriais de Mato Grosso do Sul”, pontuou, informando que, em relação ao volume, no acumulado do ano, a queda foi de 13%.

Detalhamento

No período de janeiro a julho deste ano, 97,7% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior ficou concentrada, basicamente, nos grupos “Papel e Celulose”, “Complexo Frigorífico”, “Açúcar e Etanol”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais”, “Couros e Peles” e “Alimentos e Bebidas”. A receita de exportação do grupo “Papel e Celulose” totalizou US$ 6921,3 milhões, indicando queda de 2% sobre igual período de 2014, quando as vendas foram de US$ 633,9 milhões.

O resultado verificado teve como principal influência a diminuição das aquisições em importantes mercados compradores da celulose sul-mato-grossense, com destaque para a Holanda, Estados Unidos e Coreia do Sul que, somados, compraram US$ 43,2 milhões a menos, quando comparado com igual período do ano passado. Bem como, na mesma comparação, pela redução de 10% do preço médio da tonelada da celulose.

No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação alcançou o equivalente a US$ 509,4 milhões, apontando queda de 28% sobre igual período do ano anterior, quando a receita foi de US$ 707,5 milhões. A redução observada se deu, principalmente, por conta da forte diminuição das compras em importantes mercados para as carnes de Mato Grosso do Sul, com maior peso para a Rússia, que sozinha foi responsável por uma redução superior a US$ 176,6 milhões.

Na sequência, na mesma condição, aparecem Hong Kong, Japão, Holanda, Arábia Saudita, Venezuela e Chile com menos US$ 40,2 milhões, US$ 8,3 milhões, US$ 6,1 milhões, US$ 5,50 milhões, US$ 4,40 milhões e US$ 3,10 milhões, respectivamente. Quanto ao grupo “Extrativo Mineral” a receita de exportação alcançou o equivalente a US$ 120,8 milhões, indicando recuo de 63,3% sobre igual período de 2014, quando as vendas foram de US$ 329,3 milhões.

Resultado fortemente influenciado pela queda de 55% no preço médio da tonelada do minério de ferro, bem como pela redução de 31% no volume comercializado do produto. Em valores, o preço médio da tonelada caiu de US$ 77,3 em 2014 para US$ 34,5 em 2015, enquanto em relação ao volume o total vendido em 2015, até o momento, alcançou o equivalente a 2,7 milhões de toneladas, contra 3,92 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado. Por fim, os minérios exportados por Mato Grosso do Sul tiveram a Argentina como principal destino com 98,3% do total ou US$ 118,7 milhões.

Outros grupos

Já o grupo “Óleos Vegetais” fechou com receita equivalente a US$ 118,8 milhões, apontando queda de 25,3% sobre o mesmo intervalo de 2014, quando as vendas foram de US$ 159,1 milhões. O desempenho foi fortemente influenciado pela queda de 53% nas compras realizadas pela Tailândia e Holanda, sendo que os dois países eram os principais destinos das vendas de Mato Grosso do Sul, com participação equivalente a 63,0%. Em valores, a soma das aquisições dos dois principais destinos alcançava US$ 100,9 milhões.

Somado a isso, também houve a diminuição do preço médio da tonelada dos principais produtos do grupo, que são as Farinhas e pellets, da extração do óleo de soja e os Bagaços e outros resíduos sólidos, da extração do óleo de soja que tiveram quedas de 28,4% e 20,8%, respectivamente. Quanto aos compradores em 2015, os principais até o momento são a Tailândia com 35,9% ou US$ 42,6 milhões, Indonésia com 29,6% ou US$ 35,2 milhões e o Vietnã com 14,3% ou US$ 16,9 milhões.

Quanto ao grupo “Couros e Peles”, a receita de exportação alcançou US$ 71,4 milhões. Indicando queda de 38,7% sobre o mesmo intervalo de 2014, quando as vendas foram de US$ 116,5 milhões. A queda verificada foi influenciada, basicamente, pela redução das compras efetuadas pela China, Itália, Hong Kong e Tailândia que, somados, proporcionaram receita inferior em US$ 37,4 milhões. Por fim, os principais compradores até o momento são China com 40,0% ou US$ 28,6 milhões, Itália com 27,3% ou US$ 19,5 milhões, Vietnã com 9,0% ou US$ 6,4 milhões, Hong Kong com 8,7% ou US$ 6,2 milhões e Tailândia com 4,1% ou US$ 2,9 milhões.

Por fim, o grupo “Alimentos e Bebidas” fechou com receita equivalente a US$ 13,9 milhões, redução de 13,1% na comparação com igual período de 2014, quando as receitas foram de US$ 15,9 milhões. A queda foi influenciada, basicamente, pela redução das compras feitas pela Bolívia e Alemanha que, somados, proporcionaram receita inferior em US$ 8,85 milhões. É importante ressaltar que, no mesmo período do ano passado, os dois países respondiam por 70,5% das vendas totais de Mato Grosso do Sul ao exterior neste segmento.

Reportagem – Daniel Pedra

Audiência pública na Assembleia Legislativa debate unificação das alíquotas de ICMS

Audiência pública na Assembleia Legislativa debate unificação das alíquotas de ICMS

Audiência pública na Assembleia Legislativa debate unificação das alíquotas de ICMS. Foto. Divulgação

A unificação da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e os impactos da mudança na economia de Mato Grosso do Sul serão discutidos durante audiência pública, segunda-feira (10/08), a partir das 13h, no plenário Deputado Júlio Maia, na Assembleia Legislativa. A proposição do evento é do deputado estadual Eduardo Rocha (PMDB), que demonstrou preocupação em relação à Medida Provisória (MP) nº 683, de 13 de julho deste ano, que cria o Fundo de Compensação e Desenvolvimento Regional para os estados e o Fundo de Auxílio à Convergência das Alíquotas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias. “Essa medida provisória vai quebrar o Estado, os municípios, e vai prejudicar os investimentos em Mato Grosso do Sul”, afirmou.

A MP não ainda não estabelece a unificação das alíquotas interestaduais de ICMS, mas a expectativa é que sejam fixadas em 4% em todo o Brasil, o que eliminará os diferenciais competitivos de cada estado, na avaliação de Rocha. Ambos os fundos terão como agente operador a Caixa Econômica Federal e serão compostos pela tributação de recursos dos brasileiros que foram enviados ao exterior sem pagar tributo no Brasil.
O deputado Rocha também criticou o fato da proposta de unificação das alíquotas não ter sido discutida com representantes da indústria, do comércio e da agropecuária e acrescentou que o fundo, que tem como objetivo amenizar as perdas dos estados, não surtirá o efeito esperado. “É um fundo para tapear Mato Grosso do Sul e que não irá suprir os prejuízos”, disse. O deputado reitera que os incentivos fiscais são decisivos para atrair novos empreendimentos ao Estado e cita como exemplo o município de Três Lagoas. Nos últimos 13 anos, a cidade, que até então tinha a pecuária como principal atividade econômica, recebeu R$ 24 bilhões de investimentos para a instalação de novas unidades e na expansão das indústrias locais.
O parlamentar ressalta ainda que a redução dos benefícios é uma ameaça para o desenvolvimento. “Como vamos competir com São Paulo, Minas Gerais, Paraná? Precisamos da classe política para impedir essa perda, até porque, com o anúncio da medida provisória, as indústrias já têm sinalizado que irão reavaliar seus projetos para Mato Grosso do Sul”, alertou. Devem participar da audiência pública representantes da Federação das Indústrias de MS (Fiems) e parlamentares da bancada federal, como os senadores Waldemir Moka (PMDB/MS) e Simone Tebet (PMDB/MS).