jul 14, 2016 | Economia
Atividade com manejo eficiente sequestra mais gases do que emite, sugere estudo
O Brasil tem saldo positivo na emissão de gases do efeito estufa. Para muitos pesquisadores, a Amazônia seria responsável por esta salvação, mas o que foi descoberto é que a floresta ao Norte do País emite praticamente a mesma quantidade de gases que sequestra. A afirmação é do professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Cassiano Cremon, ao salientar ainda que assim como a agricultura, a pecuária pode produzir sem causar prejuízos ao meio ambiente e até mesmo contribuir.
“Alguns estudos apontam para a vantagem da agropecuária já implantada e bem manejada, que pode sequestrar muito mais gases do que emitir devido aos microorganismos presentes na pastagem”, detalha Cremon. Seguindo o exemplo da agricultura, a pecuária passa a desenhar um novo cenário: “Um dos grandes desafios do setor é o de combater conceitos deturpados quanto à produção de proteína vermelha”, pontua o professor e pesquisador da Unemat
Sob a hipótese de que o manejo adotado no milho, na pastagem e na soja da região sudoeste de Mato Grosso é benéfico para o sequestro de Carbono, pesquisadores da Unemat desenvolvem na Fazenda Ressaca, localizada em Cáceres, pesquisas que poderão comprovar essa e outras possibilidades. Também está em andamento um estudo inédito em terras altas do Pantanal, que vai averiguar a eficácia na produção de girassol para silagem dos animais e para óleo, que poderão se apresentar como alternativas de renda para a região.
Segundo Cremon, que é coordenador do projeto que estuda emissão e características do carbono, as propriedades rurais da região alta do Pantanal têm possibilidade de gerar renda com verba de outros países. O Protocolo de Quioto prevê que os países incapazes de sequestrar gases prejudiciais à atmosfera, entre eles os Estados Unidos e a China, deverão pagar os que desenvolverem essa habilidade. “Trabalhamos sob a suspeita de que a agricultura praticada nessa região, inclusive a pastagem, carrega grande potencial de se apresentar como exímia sequestradora, o que poderá gerar receita para a propriedade nos mercados de carbono mundo afora”, pontua Cremon.
Para os estudos, o time de pesquisadores da Unemat coletará solo de talhões dedicados à soja e ao milho para silagem, culturas consideradas sequestradoras potenciais de Carbono, principalmente quando cultivadas por plantio direto. Também retirarão solo dos espaços destinados à pastagem, mata nativa e pastagem com morte súbita.
Em levantamentos prévios, Cremon já caracterizou o solo das regiões altas do Pantanal como áreas agricultáveis, ou seja, aptas ao cultivo de grãos, sem prejuízos ao bioma, contudo, os resultados definitivos da pesquisa serão publicados no primeiro semestre de 2017.
Girassol para o gado
Além de pesquisar a qualidade do óleo de girassol gerado na cidade de Cáceres, o que poderá ocasionar uma nova fonte de renda, a professora Tanismare Silva, coordena uma equipe também da Unemat que avaliará o teor nutritivo das sementes geradas em terras altas do Pantanal, com a finalidade de fornecer um novo componente para a silagem de animais.
Foi reservada uma área da Fazenda Ressaca onde serão cultivadas as sementes em diferentes épocas do ano para que se desenvolva um comparativo com outras matérias-primas. A expectativa tanto dos pesquisadores quanto da Ressaca, é que em razão ao elevado nível de proteína, o girassol se apresente como um favorável elemento na nutrição animal devido aos componentes e custos.

Diego Silva – Jéssika Corrêa
jul 12, 2016 | Economia

Ao contrário do leite, preço do pão francês não terá reajuste nos próximos 30 dias em MS
Ao contrário do leite, preço do pão francês não terá reajuste nos próximos 30 dias em MS
Campo Grande (MS) – Ao contrário do preço do leite, que teve reajuste de até 21% nos últimos dias, o preço do pão francês não terá aumento nos próximos 30 dias em Mato Grosso do Sul, conforme informou o presidente do Sindepan/MS (Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria do Estado), Marcelo Alves Barbosa. Ele explica que no início deste ano o produto teve uma elevação no valor em decorrência da variação cambial do dólar frente ao real, o que afetou o preço do trigo, mas, de lá para cá, não foi registrada mais nenhuma grande oscilação, permitindo o “congelamento” da tabela.
“O preço do trigo está estável e, em consequência disso, o valor do pãozinho francês também será mantido no atual patamar, ou seja, variando de R$ 8,00 a R$ 12,00 o quilo nas panificadoras de Mato Grosso do Sul”, informou Marcelo Barbosa, completando que o preço do produto ficará inalterado para o consumidor final. “Os níveis de preço do trigo no mercado internacional estão retrocedendo, ultrapassando até mesmo os baixos níveis de 2006 e, como se trata da nossa principal matéria-prima, só temos a comemorar”, ressaltou.
O presidente do Sindepan/MS reforça que, além disso, o reajuste no preço do leite devido à escassez do produto no mercado, não seria viável aumentar o valor do pão francês, principalmente, porque provocaria uma grande evasão de clientes nos estabelecimentos de Campo Grande e do interior do Estado. “O empresário, devido à evasão de consumidores, opta por manter o preço para não prejudicar ainda mais as vendas”, reforçou.
Leite
No entanto, conforme informações do Conselho Paritário entre Produtores e Indústrias de Leite do Estado (Conseleite/MS), no mês passado o valor pago ao pequeno produtor pelo litro do produto foi de R$ 0,99 e neste mês a estimativa é de R$ 1,05, reajuste de 6%. Para os produtores maiores, a projeção é ainda mais expressiva, podendo chegar a 32,2%, provocando uma verdadeira escalada de preços, chegando a até R$ 1,21. Porém, na prática, as indústrias estão pagando mais porque existe uma falta de leite muito grande no mercado.
jul 2, 2016 | Economia
Aproveitando queda do juros, pecuarista quer acesso ao crédito e elevar qualidade do leite
A busca dos pequenos produtores rurais de Mato Grosso do Sul pelo acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), pode dobrar, segundo estimativa do gerente do Banco do Brasil ao Norte de MS, Zilvânio Theodoro de Souza. Só em Figueirão (MS) o Programa somou o acesso de R$ 22 milhões de crédito no período de um ano, para investimento e custeio, agora, com sua reformulação e queda dos juros de 5,5% para 2,5% ao ano, a estimativa do gerente é que se dobre o acesso, em curto prazo. A expectativa do representante do Banco do Brasil foi exposta nesta sexta-feira (1), para cerca de 150 pecuaristas que participaram do 2º Simpósio da Pecuária Leiteira, realizado pela Prefeitura Municipal de Figueirão.
Gerente do Banco do Brasil, agência Costa Rica, Flávio Guilherme Alcantu
Segundo o também gerente do Banco do Brasil, agência Costa Rica, Flávio Guilherme Alcantu, assim como Figueirão, os municípios de Alcinópolis, Costa Rica e Camapuã, também devem elevar a busca pelo Pronaf. “Esses municípios, possuem altíssimo potencial produtivo. O agronegócio na região tem muito a crescer, o que falta é que os próprios produtores rurais acreditem no seu empreendedorismo e trabalhem o melhoramento genético do rebanho, estimulando tanto a pecuária de corte, como a de leite, grandes aptidões da região”, pontua Alcantu.
Durante o 2º Simpósio de Pecuária Leiteira o pecuarista, Carlos Adriano Carneiro, que com recursos próprios, elevou sua produção de leite em quase 360%, passando de 18 mil litros por ano, para 84 mil litros, mostra-se atraído pela baixa no juros e pretende o acesso à linha de crédito voltada para pequenas propriedades rurais. “Sem linha de crédito tive picos de produção que chegaram a 420 litros de leite em um dia, com 42 vacas. Mas quero chegar a 500 litros por dia e ainda implantar uma área de pastagem com irrigação, aumentando volume e qualidade do leite”, enfatiza Carneiro, que trabalha sob uma área de 100 hectares, investindo em raças como girolando e holandesa.
Com investimentos na produção Carneiro agregou valor ao produto. Com contribuição do andamento do mercado o litro do leite, que há dois anos, ele entregava para o laticíneo por R$ 0,40, atualmente comercializa por R$ 1,35. “O mercado ajudou, mas o que vejo como diferença foi o investimento em genética, pastagem, silagem e modernização da propriedade, estimula pelo Programa Produzir Mais”, ressalta o pecuarista.
De acordo com o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, 16 pecuaristas participam atualmente do Produzir Mais, Programa que avalia e dá assistência técnica gratuita às propriedades do município. “Essa é nossa primeira etapa, e em menos de um ano o programa já rendeu bons fruto, principalmente à pecuária leiteira. Com o acesso ao crédito, os pecuaristas da região vão poder elevar a qualidade e se empenhar em uma produção ainda mais eficaz”, finaliza Rosalin.
O 2º Simpósio de Pecuária Leiteira contou com a participação do presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Luciano Chiochetta, e do proprietário da Hana Latin América Importação e Exportação, Masaharu Shimizu.
Diego Silva – Assessoria de Comunicação
jun 9, 2016 | Economia

17 estados disputam o título de maior produtividade da soja
CESB apresentará em Maringá vencedores do Desafio da safra 2015/16
O estado do Paraná repetiu a liderança no número de inscrições que disputam o maior volume de grãos de sacas por hectare no ciclo 2015/16, com 1.674 agricultores inscritos. Seguido por Rio Grande do Sul (1264), Mato Grosso do Sul (308), Mato Grosso(249), Goiás (240) e outros 12 estados, as inscrições somaram 4.400 áreas, de 799 municípios, na concorrência pelo Desafio de Máxima Produtividade da Soja. O Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), definiu o espaço Cocamar, em Maringá (PR), como palco da divulgação dos campeões desta safra, onde reunirão cerca de 400 sojicultores, no dia 29 de junho para o anúncio.
Tido como responsável pela queda na produtividade nacional nesta safra, o clima, segundo o Comitê, não intimidará o resultado do Desafio que, segundo a organização, mesmo com intempéries, promete surpreender. “O último levantamento divulgado aponta para 2,3% a menos na produtividade nacional, principalmente, pelo excesso de chuvas durante a colheita ao Sul e escassez no desenvolvimento da soja no Centro-Oeste e na região Matopiba”, pontua o presidente CESB, Luiz Nery Ribas, lembrando a estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Mesmo assim, as auditorias do Desafio de Máxima Produtividade, apontam para produtividades elevadas, com surpresas em todas as regiões”, destaca.
No total foram 121 auditorias em propriedades de possíveis vencedores do Desafio de Máxima Produtividade da Soja, número semelhante ao das edições passadas. “ Muitas dessas práticas adotadas pelos campeões do CESB, além do próprio aumento de produtividade, possuem custos/benefícios interessantes e serão estratégicos para as lavouras se tornarem cada mais eficientes e contribuir na sustentabilidade do negócio agrícola.”, afirma o coordenador técnico do CESB, Henry Sako.
Além do campeão nacional, com a maior produtividade de soja do Brasil, no dia 29 de junho serão conhecidos os campeões das categorias Soja Irrigada Nacional e Não-Irrigada por região.
Sobre o CESB
O CESB é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estratégicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da sojicultura brasileira. O CESB é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.
Atualmente, o CESB é composto por 19 Membros e 16 entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, Jacto, Mosaic, TMG, Stoller, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem, UPL do Brasil, Aprosoja MT, Produquímica, Instituto Phytus, DuPont e Timac Agro.
Diego Silva – Assessoria de Imprensa
jun 3, 2016 | Economia
Campo Grande (MS) – Consciente de que para incentivar a cadeia produtiva do leite é preciso inovar em tecnologias de melhoria genética e alimentação que atendam o rebanho da pequena, média e grande propriedade, o governo do Estado por intermédio da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) está desenvolvendo um programa de inseminação artificial de embriões bovinos de alto potencial produtivo a partir de suas matrizes (óvulos e sêmens).
O anúncio foi feito durante a solenidade do “Leite da Manhã”, no gabinete da presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, que reuniu diversas autoridades dos poderes Executivo e Legislativo Estadual, governador Reinaldo Azambuja, deputados estaduais e federais, entre outras lideranças.
O objetivo primário do projeto de melhoria genética do gado leiteiro é aumentar a eficiência de produção e qualidade láctea. O diretor-presidente da Agraer, Enelvo Felini, afirma que apesar da agricultura familiar necessitar de incentivos, alguns produtores de leite apresentam ordenha acima da média estadual. “Dados do IBGE constam que o Estado tem uma média de ordenha por vaca de 3 litros/dia. Mas através dos nossos profissionais, a Agraer tem conhecimento de que há municípios que registram 7 litros de leite por vaca. O projeto vem para melhorar estes números”, afirmou.
Felini informou que o projeto, ainda em fase de elaboração, consistirá em inseminar 5 mil vacas/ano, com o propósito de aperfeiçoar em quatros anos as características genéticas de boa parte dos animais alocados nas pequenas propriedades rurais que usam os serviços estaduais de Ater – Assistência Técnica e Extensão Rural. “Trata-se de um projeto que terá uma atenção à cadeia produtiva do leite, em especial o pequeno produtor. Queremos recuperar a qualidade do rebanho e ainda minimizar a quantidade dos chamados ‘tiradores de leite’, para que todo pequeno produtor tenha um ordenhamento considerável”, ressaltou.
Atualmente, Mato Grosso do Sul caiu três casas no ranking brasileiro de produção leiteira, saindo da 12º para a 15º posição. “Essa margem de insegurança mostra a situação do Estado em declínio na produção. Entre 2005 e 2015 o Brasil aumentou a captação de leite em torno de 40.7%, enquanto, o Mato Grosso do Sul diminui 20.7%. Nós baixamos de quase 240 milhões de litros/ano para captarmos algo em torno de 190 milhões. Então, nós estamos diminuindo a nossa produção, enquanto, o resto do País cresce”, alertou o coordenador da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite, Rodney Guadagnin ao fazer uma análise panorâmica do setor.
Atentos ao percentual e confiante na vivência de sua equipe técnica, a Agraer por deliberação do governo do Estado vem tomando medidas que fortifiquem as pequenas propriedades da porteira para dentro. “O governador Reinaldo Azambuja nos deu carta branca para formar na Agraer um time de profissionais capacitados apenas para cuidar da cadeia produtiva do leite. Estamos com 40 técnicos responsáveis por atenderem este setor em especifico. Com isso a nossa meta é atingir uma melhoria de 20% na produtividade. Nos últimos anos, outros estados foram mais competitivos. Entendemos que é preciso reverter isso”, disse Felini.
Reversão que vem sendo gerada a partir das politicas públicas de desenvolvimento rural. “Nós devemos olhar para o produtor tecnificado, sim. Mas, também, devemos dar uma atenção ao pequeno produtor. Devemos investir em um banco de touro e de embriões”, afirmou o governador que, ainda, aproveitou o momento para destacar outras ações paralelas a melhoria genética. “Não adianta ter um gado geneticamente forte, se para ele não há oferta de uma boa alimentação. É aí que entramos com outros programas como o ‘Terra Boa’, que visa a melhoria de pastagem, terra degradada”.
Melhoramento genético, recuperação de solo improdutivo e alimentação balanceada seria, então, o tripé básico para o progresso da produção de leite no Estado . No cocho dos animais, por exemplo, o uso de silagem é um detalhe que faz a diferença na balança produtiva, conforme avaliação do dirigente da Agraer. “Substituir a braquiária por uma gramínea de qualidade superior é importante. A Agraer, nas visitas de campo ou capacitações, orienta o produtor a trocá-la por outras forrageiras que apresentam um melhor nível proteico, algumas chegam 17% a mais. São iniciativas assim que ajudam na produção e podem tornar o Mato Grosso do Sul mais competitivo frente a estados como Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul”, avaliou Felini.
E no que tange a agricultura familiar, a competitividade no leite não tardará a chegar graças ao contínuo diálogo do governo do Estado com a Agraer. “Nossa preocupação junto da Agraer é quanto à qualidade do leite e a qualificação dos pequenos produtores seja na lida dos animais como na ordenha e armazenamento do leite. O leite tem de chegar com a qualidade necessária nos laticínios para ser processado”, enfatizou Azambuja.
Leite da Manhã
O Leite da Manhã faz parte da programação alusiva ao Dia Mundial do Leite, celebrado hoje, 1º de Junho. A data foi criada em 2.001 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação.
Por esta razão, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul instituiu a “Semana Sul-Mato-Grossense do Leite”, com o intuito de divulgar a importância do leite no cenário econômico e social, e, também, estimular o consumo de produtos lácteos.
Na edição deste ano, foram incluídas diversas ações na programação como a Corrida do Leite, promovida no domingo (29), o seminário “ A Cadeia Produtiva do Leite”, que será realizado amanhã (2) e o “19º Encontro Técnico do Leite”, agendado para a sexta-feira (3), no Sindicato Rural de Campo Grande. No dia 5, as atividades alusivas a Semana do Leite serão encerradas oficialmente.
A Semana do Leite foi estabelecida em 2010, por meio de uma lei de autoria do deputado estadual Junior Mochi (PMDB), atual presidente da Casa de Leis do Estado.
Em reconhecimento a dedicação e a promoção de ações para o fortalecimento da classe produtora e o desenvolvimento econômico da pecuária leiteira no Estado, a Assembleia Legislativa concedeu o Diploma de Mérito a cinco personalidades. São elas: Antônio de Souza Salgueiro, Edgar Rodrigues Pereira, Pedro Guerbas, Guido José dos Reis (in memorian) e Wilson Igi. Ao final do evento, foi feito o tradicional brinde “leite do amanhã” com as autoridades presentes.
Aline Lira – Assessoria de Comunicação Agraer/ Fotos: Dunga
maio 31, 2016 | Economia

O Campus Jardim do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) abre a Semana do Meio Ambiente 2016 nesta terça-feira, 31. O evento será realizado pela instituição em nove municípios até sábado, 4, com parte da programação aberta ao público externo.
A cerimônia de abertura da Semana em Jardim será às 19h, no Centro de Convenções Oswaldo Monteiro, com uma palestra sobre reciclagem e empreendedorismo ministrada por Marcos Vinícius Oliveira, consultor nessa área.
No dia 1º, estudantes dos cursos técnicos integrados em Edificações e Informática farão uma visita técnica à Estação de Tratamento de Efluentes do município vizinho, Bonito. No dia seguinte, será feito o plantio de mudas de Ipê na sede definitiva do Campus Jardim, que está sendo construída na BR-060, Fazendo Jardim de São Francisco.
O evento será encerrado com a palestra “Bacia Hidrográfica do Rio Miranda, Comissões e Ações Ambientais”, com os professores da UEMS, Sidney Kuerten e Vera Lúcia Freitas Marinho, além de representantes da Polícia Militar Ambiental e da Promotoria do Meio Ambiente. Será no dia 2, às 19h30, também no Centro de Convenções.
Semana do Meio Ambiente – Com o tema “IFMS e Comunidade: desafios e práticas para proteção ambiental”, o evento é uma alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.
Até sábado, 4, a Semana será realizada pelo IFMS também em Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Coxim, Dourados, Nova Andradina, Ponta Porã e Três Lagoas.
Em Naviraí, o evento será entre 13 e 18 de junho, por conta da suspensão das atividades de ensino no município como forma de prevenção à gripe H1N1.
A Semana é coordenada pela Pró-Reitoria de Extensão (Proex), que este ano lançou edital de apoio financeiro à realização das atividades nos campi.
Assessoria de Comunicação Social do IFMS