set 24, 2015 | Campo Grande

Nasce no Mato Grosso do Sul a Primeira Mídia Especializada do Mundo Fitness
Cada vez mais pessoas no mundo buscam melhorar seu bem estar físico, sua beleza, sua estética corporal e acima de tudo sua Saúde, diante dessa demanda o Mundo Fitness cresceu muito nos últimos anos. Mato Grosso do Sul foi um dos estados Brasileiro que mais evoluiu nesse seguimento, logo após ser divulgado pelo Fantástico na Rede Globo de Televisão, que o estado era o mais obeso do Brasil a população respondeu rápido a essa triste realidade, a saúde dos sul-mato-grossenses caminhavam para um abismo sem fim, diante do problema surgiu à solução, e hoje através das atividades físicas e vários esportes que condicionam as pessoas para um físico desejado e a saúde em dia, Mato Grosso do Sul esta livre dessa estatística.
A mídia esta contribuindo de forma exemplar com esse crescimento, com ampla cobertura a eventos, campanhas e informações necessárias, as pessoas ganham um importante aliado, com essa evolução, Nasce no Estado a Primeira Mídia Especializada do Seguimento Fitness, a “Revista Vida Fit”, com 68 paginas e distribuição gratuita e editorial 100% voltado para o setor, a Revista chega aos leitores trazendo assuntos interessantes em suas pautas, Esportes de Fisiculturismo, Alimentação Saudável, Estética Corporal, Suplementos e Alimentação para Atletas, Esportes de Lutas, Treinamento físicos personalizados e muitos outros assuntos relacionados ao Fitness.
“Estamos lançando nossa primeira edição. Trazer para os leitores uma mídia 100% voltada para o seguimento Fitness é um desafio enorme” Disse o Representante da Revista Val Franco.
A Revista Vida Fit tem como missão informar e entreter os leitores, o esporte de fisiculturismo é uns dos assuntos que será tratado com muita responsabilidade, com a busca constante do Shape do Perfeito existem muitas informações desencontradas, dessa forma prejudicando o esporte e os profissionais que trabalham sério com o Esporte. Entrevistas, Cobertura de Eventos, Palestras entre outras atividades terão cobertura especial da Revista.
“Queremos crescer junto com nossos leitores, estaremos abertos para ouvir e entrevistar profissionais de todas as áreas que cerca o seguimento Fitness”. Completou Val Franco. A Revista trará um editorial de fotos em cada edição, de mulheres lindas e com Shape Perfeito, com fotos extremamente profissionais e muito bem produzidas, a idéia do editorial é mostrar que uma mulher sarada como se diz na gíria, também é feminina e sensual ajudando a quebrar o paradigma do preconceito que ronda as mulheres saradas.
A primeira Edição trás como musa de Capa a Multi Campeã de Fisiculturismo a Atleta Juliana Foscasches, uma linda mulher que é fisiculturista e tem um corpo super feminino, e sensual. “criar um editorial de fotos com o objetivo de mostrar para ao grande publico, que um corpo sarado é bonito, sensual e acima de tudo saudável é perfeitamente alcançado por qualquer pessoa.
Histórias de superação e dedicação aos vários esportes que buscam valorizar a vida e o bem estar, serão contadas em nossas edições” Disse o Diretor de Produção e arte da Revista Michel Franco.
O lançamento da Revista Vida Fit acontecera dia 25 de Setembro em Campo Grande/MS no espaço de eventos da Rota 67, concessionária Harley Davidson na Avenida Afonso Pena N- 4548, as 20 h. A Revista Vida Fit tem origem em Campo Grande, Mato Grosso do Sul com a missão de informar e entreter, e com as bênçãos de Deus iremos contribuir com uma vida mais saudável aos nossos leitores.
set 23, 2015 | Campo Grande

Conexão Mundo finaliza 3ª fase de ensino de inglês por meio de redes sociais
Os 113 alunos matriculados no EBEP (Educação Básica do Sesi Articulada com a Educação Profissional) do Sesi e Senai em Corumbá, Dourados e Três Lagoas que participam do Conexão Mundo finalizaram a 3ª fase do Programa, que ensina a língua inglesa por meio das redes sociais Google, Facebook e Hangouts. Desde o início do ano, eles já tiveram atividades a distância utilizando as redes sociais, aulas presenciais com coaches norte-americanos e agora finalizam as atividades a distância, preparando-se para a avaliação que apontará os cinco melhores alunos para fazer intercâmbio nos Estados Unidos.
Segundo a coordenadora do Conexão Mundo no Estado, Márcia Yamazaki, com a conclusão da 3ª fase será iniciado o processo de seleção para o grupo que fará a imersão nos Estados Unidos. “Este é o segundo grupo que trabalhamos e observamos os benefícios que os alunos obtêm. Mesmo os que não seguem para a imersão conseguem bom rendimento no aprendizado do idioma estrangeiro”, declarou.
Ela destacou ainda que para quem participa do Programa chegar a essa fase é uma grande vitória. “Estou me formando este ano no Sesi e no Senai e acredito que o certificado de um idioma estrangeiro só abrirá portas para a minha vida profissional, pois como hoje o mercado está competitivo um certificado a mais vem para somar na nossa carreira”, disse o aluno Silvio Carlos Rondon da Silva, do Sesi e Senai de Corumbá.
Também de Corumbá, Emília Souza Arrua disse que o Programa proporcionou interação com outras turmas, passeios e novas amizades. “Sinto uma saudade de todas as coaches que alegraram nossas tardes e mostraram que a aprender inglês é mais que um caderno, quadro e lápis, mostraram que aprender inglês é fazer uma amizade eterna com muito respeito, carinho e dedicação. Vou levar essas experiências para a vida toda, principalmente para a minha vida enquanto profissional”, disse.
Para o supervisor pedagógico e coordenador do Conexão Mundo do Sesi e Senai de Corumbá, Alexandre Anastácio de Oliveira, a ludicidade junto ao ensinar proporcionou uma boa relação pedagógica. “Eu me emocionei muito com a finalização da etapa presencial, pois confirmei que a educação realmente muda vidas, e mexe com a sensibilidade de todos”, pontuou.
Em Dourados, a aluna do Sesi e Senai, Bianca Delmondes, destacou que quando iniciou no Programa o inglês era básico e que percebeu a evolução após o curso. “Ampliou meus conhecimentos de forma muito significativa e o melhor foi que aprendemos de uma maneira divertida e interessante”, disse.
A supervisora pedagógica e coordenadora do Conexão Mundo do Sesi e Senai de Dourados, Maria Cristina Giraldi, contou que acompanhou as aulas e momentos de descontração dos professores e alunos. “Foi muito bom verificar como as aulas são inusitadas, onde todos fazem o possível para serem compreendidos e o desenvolvimento dos alunos foi notável, dia após dia eles se soltaram e a pronuncia em inglês era aperfeiçoada. A parte social foi trabalhada em aulas, toda semana um novo tema a ser discutido. Fiquei muito lisonjeada por ser escolhida para acolher esse programa em nossa unidade”, declarou.
Para o aluno Alisson Kelvin Pereira Borges de Freitas, do Sesi e Senai de Três Lagoas, o aprendizado foi além de outro idioma. “Tive diversas lições sobre o futuro, família, determinação e trabalho em equipe, essas lições realmente me tocaram e tudo isso me divertindo e aprendendo o inglês ao mesmo tempo”, pontuou.
Gabrielle Rodrigues de Souza, também do Sesi e Senai de Três Lagoas, coloca que o Conexão Mundo proporcionou muito benefícios. “Conhecer os coaches foi sensacional, o contato com a língua estrangeira me trouxe benefícios tanto na escola, quanto na vida praticando a confiança em si mesmo, determinação, coragem e motivação”, apontou.
O supervisor pedagógico e coordenador do Conexão Mundo do Sesi e Senai de Três Lagoas, Sidney Evangelista de Oliveira, destacou a importância do preparo para o mercado de trabalho e para as relações interpessoais. “O Conexão Mundo transcende as necessidades de mercado e qualificação profissional. Ele nos aproxima de um estado de conhecimento da língua Inglesa, utilizando uma metodologia ao qual podemos dizer que se apoia no aprender a aprender, despertando um ‘sentimento de pertence’ em seus atores, que faz os mesmos, se entregarem e se apaixonarem de forma muito sadia e profissional pelo programa”, declarou.
Daniel Pedra
set 21, 2015 | Campo Grande

Mara Caseiro
Muitos tentaram, a qualquer preço, derrubar na Assembleia Legislativa a criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o CIMI (Conselho Indigenista Missionário), mas fomos vitoriosos. Qual meu intuito como mulher, cidadã, mãe, política? Fazer justiça, promover uma vida digna à comunidade indígena sim, mas respeitando nossas leis, os direitos elencados na Constituição Federal do Brasil.
Não podemos admitir que forças ocultas, ONG’s Internacionais, pessoas, lideranças ou políticos que estejam mal intencionados, se aproveitem da pobreza e da situação vulnerável pelas quais passam as comunidades indígenas para fazer disso meio de vida, ou seja, ganhar dinheiro às custas dessas comunidades. Isso é inadmissível.
Hoje temos muitos elementos infiltrados nas aldeias incitando os indígenas à prática do crime, da invasão, e que ainda colocam na linha de frente, como verdadeiros escudos humanos, crianças e mulheres, com o claro objetivo de sensibilizar o mundo.
Assim, eles podem ganhar dinheiro por meio de recursos que vêm de fora do País, que, em tese, deveriam ser revertidos para melhorar a vida dessas comunidades. Entretanto, ao que me parece, esses recursos não chegam até as reservas indígenas, pois as poucas melhorias aparentes são resultado do trabalho dos governos municipal, estadual e federal, que, timidamente, atuam pelo desenvolvimento social e econômico nas aldeias.
Aliás, o que podemos notar, é que o CIMI e a Funai (Fundação Nacional do Índio), ao contrário do que pregam, não querem que o indígena seja civilizado, independente, culto e preparado para ganhar seu próprio sustento. Para eles, é muito mais conveniente que ele seja dependente e vulnerável, ou seja, massa de manobra, usado como peça de uma guerra étnica e social que traz o conflito para o campo, principalmente para as áreas mais produtivas, a insegurança jurídica e o enfraquecimento do setor produtivo.
E mais uma vez reafirmo que não vamos permitir em nosso estado as mentiras e atrocidades que essas organizações vêm praticando. Defendo o desenvolvimento humano de forma geral, sem discriminar indígenas, negros, brancos, amarelos, italianos, japoneses, portugueses, árabes, espanhóis ou italianos, entre outras raças e nacionalidades que aqui vivem e trabalham honestamente para construir um estado melhor.
Defendo o trabalhismo, a ética, a moral, o respeito às diferenças culturais, mas, jamais defenderei a mentira, a desordem e a manipulação de um povo em benefício de quem quer que seja.
Se o CIMI não deve nada, e se só trabalha pelo bem das comunidades indígenas, como prega, não há o que temer. A CPI poderá, inclusive, colaborar para mostrar quem realmente é o culpado por incitar as comunidades indígenas a invadir propriedades particulares em Mato Grosso do Sul e assim forçar o governo Federal a resolver de uma vez por todas os conflitos em nosso Estado.
E para concluir também quero deixar bem claro que não me escondo atrás de siglas, instituições ou movimentos sociais. Sou Mara Caseiro e emito os meus pareceres, defendo as minhas convicções mostrando a cara e me expressando com autenticidade, exercendo o meu direito de cidadã de buscar a verdade por meio da CPI do CIMI.
Hoje, tentam denegrir minha imagem, desmoralizar minha trajetória de vida e minha atuação como parlamentar, se escondendo atrás de siglas, páginas de Facebook, sites e organizações. Isso para mim é no mínimo covardia, coisa de quem não tem coragem de mostrar a cara.
Mas creio que a verdade aparecerá, mais cedo do que imaginamos. Todas as atrocidades cometidas serão apuradas. Prefiro perder a vida defendendo o que acredito do que viver covardemente.
Não temo a homens, pois Deus é meu Senhor.
MARA CASEIRO -Deputada Estadual
set 15, 2015 | Campo Grande
Mais de 70 campi da Instituição participam do evento, promovendo palestras, oficinas, ações culturais e diversos atendimentos nas áreas de saúde, direito, entre outros.

Mais de 70 campi da Instituição participam do evento, promovendo palestras, oficinas, ações culturais e diversos atendimentos nas áreas de saúde, direito, entre outros.
Em Campo será beneficiada a Comunidade Quilombola Sítio Buriti.
A Estácio vai realizar, de 14 a 19 de setembro, a 3ª Semana de Sustentabilidade e Responsabilidade Social, com mais de 400 atividades gratuitas para a população em 22 estados e no Distrito Federal. Mais de 70 campi da Instituição participarão do evento promovendo atrações culturais, palestras e mesas redondas com especialistas em sustentabilidade e instituições parceiras e oficinas diversas, além de ações sociais, promovidas por alunos e professores, e diversos atendimentos para a população local. A Semana de Sustentabilidade acontece em paralelo à campanha de responsabilidade social da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior. As unidades participantes irão receber o selo de Instituição Socialmente Responsável.
Esta é o terceiro ano consecutivo que a Estácio promove, durante uma semana inteira, ações de sustentabilidade e responsabilidade social em todo o país. O objetivo é informar, não só aos alunos, mas também aos colaboradores e a comunidade sobre o consumo consciente de água e energia, coleta seletiva de resíduos, doação de alimentos, desperdício de alimentos, descarte de eletrônicos, plantio de árvores, além de prestar serviços à comunidade nas áreas da saúde, nutrição, jurídica, entre outros.
Programação Campo Grande
No dia 19/09 (sábado), das 8 às 12h, o campus TV Morena irá atender a Comunidade Quilombola Sítio Buriti, que fica a 27 km de Campo Grande. Ao todo serão 50 famílias beneficiadas com atendimentos de professores e acadêmicos dos cursos de Fisioterapia, Farmácia, Enfermagem, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil e Engenharia Ambiental e Sanitária.
A coordenadora do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, professora Karla Nadai, conta que desenvolve um projeto de produção de hortaliças na comunidade desde 2008. “Hoje os moradores do Sítio Buriti são empreendedores e beneficiam outras famílias com a produção e a doação de alimentos. São jovens protagonistas que estudam e trabalham com muita dedicação”, conta. A coordenadora diz que neste ano será feita uma orientação sobre a prática da reciclagem e da reutilização de materiais.
Para a professora Ciela Gimenez, coordenadora da Blitz da Saúde, será realizada a aferição de pressão arterial, medição de circunferência abdominal, peso e altura, além de orientações gerais de saúde para a melhoria da qualidade de vida. Os acadêmicos exercitam na prática o que aprenderam em sala de aula, sempre com a orientação de professores. “Escolhemos uma comunidade isolada por não terem atendimento de saúde nas proximidades. A ideia foi também reunir várias ações em um só dia, em uma força-tarefa de diversas especialidades”, explica Ciela.
O curso de Direito fará o atendimento por meio do NPJ (Núcleo de Práticas Jurídicas) e o curso de Ciências Contábeis programou uma palestra sobre Contabilidade Familiar. Já o curso de Engenharia Civil ficará responsável pela instalação de fossa séptica em residências.
“A Semana de Sustentabilidade e Responsabilidade Social é uma oportunidade de colocar em prática a missão de Educar para Transformar, envolvendo alunos, colaboradores, docentes e a comunidade no entorno por meio de atividades que promovam a cidadania e a conscientização de temas relevantes para a sociedade”, afirma Cláudia Romano, Diretora de Responsabilidade Social e Parcerias do Grupo Estácio.
Reportagem – Juliana Feliz
set 11, 2015 | Campo Grande

Deputado destaca Projeto “Pintando a Educação com Liberdade”
O líder do Governo, deputado Professor Rinaldo (PSDB), usou a tribuna na sessão desta quinta-feira (10) para dar destaque ao Projeto “Pintando a Educação com Liberdade”, projeto idealizado pelo juiz da 2ª Vara de Execuções Penais de Campo Grande, Dr. Albino Coimbra Neto, que nesta quarta-feira (09), entregou a reforma da Escola Estadual Flavina Maria da Silva, localizada no Jardim Botafogo, em Campo Grande.
O deputado afirmou que já são quatro escolas entregues pelo projeto, além da Escola Estadual Flavina Maria da Silva, já foram beneficiadas com o “Pintando a Educação com liberdade”, as escolas estaduais Delmira Ramos, no Bairro Coophavilla II; Brasilina Ferraz Mantero, no Jardim Leblon, e Padre Mário Blandino, no Aero Rancho. A estimativa de economia para o Estado é de cerca de R$ 1,5 milhão com a parceria.
Para Professor Rinaldo, o Projeto vai além da economia financeira, “esse Projeto está ganhando reconhecimento nacional, a iniciativa contribui para diminuir o preconceito com os detentos e aumentar a chance de reinserção dos mesmos ao mercado de trabalho, gerando um grande benefício social”, concluiu.
A iniciativa consiste na utilização de mão de obra prisional para a reforma de escolas públicas de Campo Grande. O projeto teve início em janeiro do ano passado, por meio de uma parceria entre a 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) do Estado do Mato Grosso do Sul e a Secretaria de Estado de Educação. A ideia central do projeto é garantir o trabalho e oportunidade de ressocialização aos presidiários e, ao mesmo tempo, fazer com que eles ofereçam um benefício à sociedade.
Reportagem e foto: Ely Silveira
set 10, 2015 | Campo Grande
Pouca gente sabe, mas é Lei: é obrigatório apresentar abertas as encomendas para postagem a partir de agências de Correios situadas em cidades de Faixa de Fronteira. No caso de cartas, não há essa restrição.
De acordo com a Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 20, inciso XI, parágrafo 2º, são consideradas fronteira os municípios brasileiros com área total ou parcialmente localizada na Faixa de Fronteira, que é a faixa interna de 150 km de largura, paralela à linha divisória terrestre do território nacional com cada país circunvizinho.
No caso de Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 44 municípios de nosso estado estão contidos em Faixa de Fronteira: Amambai, Anastácio, Antônio João, Aquidauana, Aral Moreira, Bela Vista, Bodoquena, Bonito, Caarapó, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Deodápolis, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Itaporã, Itaquiraí, Japorã, Jardim, Jateí, Juti, Ladário, Laguna Carapã, Maracaju, Miranda, Mundo Novo, Naviraí, Nioaque, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Ponta Porã, Porto Murtinho, Rio Brilhante, Sete Quedas, Sidrolândia, Tacuru, Taquarussu e Vicentina.
Note que, mesmo alguns municípios distantes da divisa Brasil-Bolívia e Brasil-Paraguai fazem parte da Faixa de Fronteira, porque ao menos os seus limites estão contidos nesta borda de 150 quilômetros de largura.
Como previsto na Lei Postal Brasileira, as encomendas a serem postadas em agências dos Correios situadas em municípios em Faixa de Fronteira devem ser obrigatoriamente apresentadas abertas e somente são aceitas suas postagens se forem satisfeitas as condições de remessa determinadas pela Receita Federal do Brasil. Vale reforçar que no caso das cartas, não há necessidade de postagem aberta do envelope. Essa prática se refere apenas às encomendas.
A ECT, por força do artigo 13 do Decreto-lei nº 509/1969 (Decreto de Criação), tem o dever legal de cumprimento das leis, motivo pelo qual regulamentou em suas normas internas as condições de aceitação de encomendas, especialmente aquelas postadas em região de fronteira. As normas internas dos Correios atendem à legislação federal e são válidas em todo o território nacional.
Os Correios brasileiros atuam em parceria com os órgãos fiscalizadores do Governo Federal no combate ao contrabando, descaminho e remessa de itens ilegais. Deste modo, além do trabalho feito por nossos atendentes no momento da postagem, em entendimento conjunto e amparados pela legislação, a Polícia Federal e a Receita Federal do Brasil têm autonomia para vistoriar encomendas com destino nacional ou internacional, postadas em todas as agências dos Correios. Essa medida traz mais segurança aos cidadãos, que são os maiores destinatários de nossos esforços, e aos Correios.
João Rocha – Diretor Regional dos Correios em Mato Grosso do Sul