set 28, 2015 | Campo Grande

Pixuleco atrai milhares de pessoas e consegue mil assinaturas
O boneco inflável de 15 metros de altura com a caricatura de Lula vestido com roupa de presidiário atraiu mais de duas mil pessoas nos últimos dois dias na Capital (26 e 27). Com ele, o Movimento Pátria Livre conseguiu mil assinaturas para o projeto do Ministério Público Federal que defende 10 medidas contra a corrupção e pretende reunir ao todo 1,5 milhão de assinaturas em todo o Brasil.
O Pixuleco ficaria em Campo Grande até hoje. À tarde, estaria na Praça Ari Coelho, centro da cidade. Mas foi levado para Brasília a pedido dos coordenadores nacionais para marcar presença num protesto em frente ao Superior Tribunal Federal.
A vinda do Pixuleco representa a indignação dos brasileiros ao fatiamento da Operação Lava-Jato pelo STF e o apoio ao juiz Sérgio Moro e procuradores da força-tarefa, cujo trabalho já levou delatores a devolver R$ 1,5 bilhão.
A inscrição “13-171” na roupa do boneco faz menção ao número do Partido dos Trabalhadores, 13, e ao artigo 171 do Código Penal o desejo da população em ver o chefe do “Petrolão” atrás das grades.
Reportagem – Cláudia Ferreira
set 28, 2015 | Campo Grande

Caso foi registrado na Depac Piratininga, em Campo Grande – Foto: Arquivo
Inauguração de salão de festa de igreja acabou em pancadaria e na morte de Mateus William Avalo França, 29 anos, por esfaqueamento. O motivo do desentendimento, conforme a polícia apurou, foi passional. Ainda na confusão, o irmão de Mateus, Mário Luiz França Júnior, 28, também foi atingido a facada e segue internado. O crime ocorreu ontem (27), no Assentamento Patagônia, na cidade de Terenos – distante 28 quilômetros de Campo Grande.
A mãe das vítimas contou à polícia que ela, juntamente com os filhos e duas jovens, uma delas namorada de Mateus, estavam sentados em uma mesa, no leilão que era promovido no assentamento em inauguração de um salão de festas de igreja católica, quando, em determinado momento, um homem que estava em outra mesa se aproximou da namorada de Mateus dizendo que iria esperá-la do lado de fora.
Enciumado, Mateus foi tirar satisfação na mesa do homem e logo voltou para onde estava a família. Depois disso, a namorada do rapaz teria escutado o desconhecido chamá-la de vadia e ela se levantou, foi até ele e lhe deu um tapa no rosto. Agressão que fora revidada com uma cadeirada na cabeça da jovem.
Revoltados com a situação, Mateus e Mário partiram para briga que foi apaziguada por coordenadores do leilão.
SEGUNDA LUTA CORPORAL E MORTE
Logo, a família decidiu ir embora. Quando saía do salão uma mulher, identificada como Cláudia, interceptou a namorada de Mateus dizendo: “Por causa de você a briga começou sua vadia”, o que ocasionou uma nova briga.
Na sequência, o esposo de Cláudia, conhecido como Gilson e que seria motorista da pá carregadeira, foi até o local armado com faca, segundo registrado pela polícia.
Nos relatos da mãe das vítimas, para se proteger Mateus pegou uma muleta de um amigo que está com um pé quebrado e tentou acertar Gilson, mas errou o alvo. Foi quando Gilson, primeiramente, atacou Mário com uma facada, acertando-o em um dos braços. Posteriormente, atingiu Mateus com um golpe na região do coração.
Mateus chegou a ser socorrido por ambulância que estava no local e levado ao Posto de Saúde do Coophavila II, em Campo Grande. No entanto, quando chegou já estava em óbito.
O irmão dele foi socorrido por terceiros e passou por cirurgia.
O crime de homicídio foi registrado na Delegacia de Atendimento Comunitário (Depac) da Vila Piratininga, na Capital.
Reportagem – Correio do Estado
set 28, 2015 | Campo Grande

Mara Caseiro aciona a polícia contra agressões sofridas na Assembleia por baderneiros
A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) acionou nessa quinta-feira (24) o Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros) contra as agressões sofridas durante e após a sessão plenária. O depoimento teve início no fim da tarde e se estendeu até a noite.
Ela foi chamada de “assassina” e de “contrabandista” por manifestantes que estiveram na Casa para protestar contra a instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi (Conselho Indigenista Missionário). O grupo de manifestantes era formado por poucos indígenas e muitos integrantes de movimentos sociais, sobretudo ligados ao PT.
Após as agressões à deputada, o presidente da Casa, Júnior Mochi (PMDB), chegou a encerrar a sessão, na tentativa de acalmar os ânimos. Entretanto, os manifestantes continuaram hostilizando Mara Caseiro com xingamentos e palavras de ordem.
“Eles tinham o nítido objetivo de impedir o funcionamento da CPI do CIMI, visto que seria indicado o quinto integrante, do PMDB. Diante da arruaça deliberada, acabou não acontecendo tal indicação, o que causou um grave prejuízo para a sociedade sul-mato-grossense”, afirmou Mara Caseiro.
Ao fim da sessão, um tumulto generalizado se instalou na saída da Casa. Em seguida, o advogado Rogério Batalha, um dos líderes do tumulto, alegou ter sido agredido a mando da parlamentar, conforme matérias veiculadas na imprensa.
Mara Caseiro desmentiu o fato, reforçando que não deu ordem alguma para que seguranças agredissem qualquer manifestante.
Ela registrou um Boletim de Ocorrência pedindo rigorosa investigação do caso e o enquadramento dos responsáveis pelos crimes cometidos sob pretexto do exercício do direito à liberdade de expressão.
“Sou uma deputada democrata e acho que todos têm direito a se manifestar. Eu nunca determinaria que um segurança agredisse quem quer que seja. O que eu não concordo é com agressões verbais, com a mentira, pessoas me ofenderem moralmente, por isso registrei o BO diante da calúnia, difamação, injúria e ameaça de morte que sofri”, disse.
CPI
Após reclamações da bancada do PT de que não há fato determinado para a abertura da CPI, Mara Caseiro voltou a ocupar a tribuna da Casa para justificar o pedido.
Ao requerimento que solicita a abertura da CPI, ela anexou documentos e vídeos que provam que o Cimi não apenas incita, mas financia invasões a propriedades particulares no estado.
Para a deputada, ONGs internacionais tem se aproveitado desse momento de fragilidade das comunidades indígenas para agir em benefício próprio.
Mara Caseiro também lembrou que já apelou mais de uma vez ao ministro da Justiça, por uma solução pacífica para o conflito no campo em Mato Grosso do Sul, sem retorno.
“Entendo que quem tem a caneta, ou seja, o poder de decisão, é a Presidente da República, e que ela poderia, se tivesse vontade política, e respeitando a nossa Constituição Federal, já ter dado uma solução à esse conflito de décadas em nosso país”, disparou.
O líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Rocha, informou hoje que os nomes do titular e do suplente serão anunciados na próxima terça-feira, completando os cinco membros titulares e os cinco suplentes necessários para o funcionamento da CPI.
Reportagem: Fernanda França – Foto: Patrícia Mendes
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set 25, 2015 | Campo Grande

Ação oferta serviços para familiares atendidos pelas APAE’s da Capital
Campo Grande (MS) – O Centro de Educação Especial Girassol (CEDEG/APAE) realiza amanhã (25), na Capital, o evento “Cuidando de Quem Cuida”, com o apoio da Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast). A ação é voltada para mulheres que possuem filhos, netos e sobrinhos em atendimento ofertados pelas APAE’s de Campo Grande, e acontece na Rua Joana D’Arc, 1450, Bairro Santa Branca, das 8h às 17h.
Agregando e prestando serviços, a ação contará com ações de beleza, orientações para o consumidor, e diversos outros esclarecimentos prestados pelos parceiros como a Secretaria de Estado de Saúde; Cassems; 67º Promotoria de Direitos Humanos; CAO Direitos Humanos; Unigran; Hospital do Cancer Alfredo Abraão Siufi; Hospital do Câncer de Barretos; Base Área de Campo Grande; Óticas ReviverCasa da Mulher Brasileira; Agência Estadual de Habitação (Agehab); Procon; Senac; Escola de Cabeleireiro Flavinho, Fonte de Beleza Designer, além da Sedhast.
CEDEG/APA – Presta serviços à comunidade há 45 anos, e atualmente atende aproximadamente 400 crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência mental e/ou associada. A instituição oferece desde a alimentação orientada por nutricionista, atendimento médico, odontológico, psicológico, fisioterapêutico, fonoaudiológico, transporte, e todo apoio necessário para a promoção e defesa dos direitos de cidadania da pessoa com deficiência e a sua inclusão social.
Leomar Alves Rosa (Assessoria Vice-Governadoria e Sedhast)
set 24, 2015 | Campo Grande

Semana Mais Cultura da UFMS começa dia 27
A Semana Mais Cultura da UFMS, promovida pela Coordenadoria de Cultura da PREAE, começa no dia 27 de setembro e vai até 3 de outubro. A abertura será no domingo, 27, às 19h30 com a apresentação de um concerto do Coral da UFMS, e, em seguida, às 20 horas, a Observação do Eclipse Lunar, em frente à Casa da Ciência, que fica no estacionamento do Teatro Glauce Rocha. As atrações acontecem nos períodos matutino, vespertino e noturno, na Cidade Universitária e todos os eventos são gratuitos.
De acordo com o coordenador de Cultura, professor Marcelo Fernandes, a iniciativa tem por objetivo fomentar o diálogo interno sobre a produção artística e cultural da própria instituição. “E isso vai permitir que professores, acadêmicos e técnicos conheçam e desfrutem dessa produção, além de intensificar a interação entre a produção artístico-cultural da UFMS e da comunidade local, abrindo os espaços da Universidade para a produção externa”, explica.
O evento terá cerca de uma centena de intervenções artísticas, que incluem apresentações de grupos musicais, grupos folclóricos, grupos de dança, grupos teatrais, mostras de curtas-metragens produzidos pelos acadêmicos, debates sobre produção audiovisual, exposições de obras plásticas – como gravuras, pinturas, maquetes – e debates relacionando literatura, arquitetura e música.
Durante a Semana, a Casa da Ciência estará aberta todas as noites para observação guiada do céu, exibição de filmes de ficção científica e apresentações artísticas. “Outra intervenção inovadora da Semana será a” vaga verde”, uma proposta dos professores e alunos do curso de Arquitetura, que será instalada em espaços de estacionamento, dentro da UFMS, propondo ocupações mais humanizadas e criativas nos espaços do campus”, revela o coordenador.
Segue a programação completa no anexo.
set 24, 2015 | Campo Grande

Conselheiro federal defende valorização da mulher advogada
Afeife diz que a conquista é todos os que lutam para ver a advocacia cada vez mais respeitada
O Plano Nacional de Valorização da Mulher Advogada, lançado pela OAB nacional, deve ser replicado “com ações que o tornem ainda mais forte e efetivo nos Estados a partir das direções estaduais”, defendeu em Brasília o conselheiro federal AfeifeHajj, representante de Mato Grosso do Sul naquele órgão. Segundo ele, “é uma conquista histórica das mulheres advogadas e da OAB, um passo decisivo na construção da igualdade que precisa agora ganhar os Estados e se tornar realidade com o empenho de todos e de todas”.
AfeifeHajj, que participa em Brasília da reunião do Conselho Federal, considerou as eleições regionais da OAB, marcadas em Mato Grosso do Sul para o dia 20 de novembro, uma grande oportunidade para consolidar essas conquistas. “É quando os advogados se alinham em torno de propostas em busca de novos rumos da entidade, e portanto, os compromissos assumidos pelos candidatos se transformam, ao final, em metas de trabalho”, explica Hajj.
Para o conselheiro, “a valorização da mulher advogada é essencial ao fortalecimento da advocacia como um todo, num ambiente de igualdade de direitos e oportunidades que resultem no respeito a todos os profissionais”. Segundo Afeife, ver o advogado respeitado é o objetivo que deve unir todos os profissionais. “Respeitado pela sociedade, já que defende os direitos do cidadão e da comunidade e respeitado também pela OAB com mais transparência e um trabalho voltado para a sua valorização como é o caso do Plano lançado agora pela OAB nacional”, finaliza Hajj.