out 23, 2015 | Campo Grande

Mara Caseiro repudia boicote e diz que carne e soja de MS têm suor do produtor
A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) repudiou hoje (22) campanha que está sendo divulgada não apenas no Brasil, mas também em países da Europa, de boicote contra a carne e a soja de Mato Grosso do Sul, entre outras commodities.
A alegação do Cimi (Conselho Indigenista Missionários) e de outras instituições similares é de que esses produtos não devem ser consumidos por serem banhados com sangue de indígenas. A ideia também foi defendida em plenário por Sônia Guajajara, coordenadora da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), o que foi repudiado por diversos parlamentares.
De acordo com Mara Caseiro, essa é uma declaração irresponsável, que denigre a imagem de Mato Grosso do Sul e põe em risco sua economia.
“Eles querem denegrir a imagem de nossos produtores e também desta Casa. Não podemos permitir que pessoas entrem aqui na Assembleia e falem mentiras. Essa mensagem proferida aqui, e levada para fora do País, é calúnia, é difamação. Nossa carne e nossa soja não têm sangue indígena, isso é uma mentira enorme. Têm sim o suor e a lágrima de nossos produtores rurais”, disparou.
Para a deputada, que é presidente da CPI do Cimi, Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga se o órgão é culpado por incitar e financiar invasões a propriedades particulares no Estado, a ideia desse boicote, classificado por ela como “absurdo”, surgiu do Cimi.
“Quando você abre o site do Cimi, já vê logo estampada essa matéria sobre o boicote à nossa soja e nossa carne. De onde será que veio essa ideia? Ontem chegaram a publicar uma charge, uma coisa absurda, onde esta Casa tem sua imagem denegrida, como se estivesse cometendo crimes e assassinando indígenas. Não podemos permitir isso”, afirmou.
Mara Caseiro apoiou a ideia proposta pelo deputado Paulo Corrêa (PR), relator da CPI do Cimi, de que um fundo seja criado e abastecido com recursos do governo do Estado para pagamento de dívidas ao governo federal. A verba seria revertida para a aquisição de terras para os povos indígenas, o que colaboraria para o fim do conflito.
A parlamentar reafirmou ainda que a CPI do Cimi não foi criada para atacar os povos indígenas.
“A CPI não é para violar direitos indígenas. Foi criada para investigar o Conselho Indigenista Missionário, que de missionário não tem nada. Temos que dar condições dignas para nossas comunidades indígenas, mas que as terras sejam compradas dos proprietários que têm suas terras tituladas”, disse.
Mesmo assim, Mara Caseiro acredita que a ampliação do território não é sinônimo de melhorias para a vida dos indígenas de Mato Grosso do Sul, a exemplo dos Kadiwéu, que têm quase 350 mil hectares legalizados para apenas 3 mil índios. No entanto, vivem na pobreza na região de Porto Murtinho.
Ela defendeu que seja feita uma espécie de reforma agrária indígena e que a eles seja oferecida assistência técnica para o plantio, colheita e manejo de animais.
GASTOS DO CIMI
Mara Caseiro apresentou em plenário uma ata da 14ª Assembleia Geral do Cimi, onde consta uma prestação de constas dos anos de 1999 e 2000.
Em 1999, o órgão angariou R$ 6,1 milhões e gastou 4,2 milhões, tendo superávit de R$ 1,8 milhão.
Já em 2000, foram R$ 4,7 milhões arrecadados com despesa de R$ 4,9 milhões, um déficit de R$ 208 mil. Mara Caseiro questionou a origem e o destino desses recursos.
“De onde vem e para onde vai todo esse dinheiro que entra para o Cimi? É o que queremos saber, pois não vemos melhorias na vida de nossas comunidades indígenas”, finalizou.
Reportagem – Fernanda França: Foto. Patricia Mendes
out 21, 2015 | Campo Grande

Produtores entregam à CPI provas da presença do Cimi em invasões
Proprietários da fazenda Buriti, no município de Sidrolândia, Ricardo e Jucimara Bacha comprovaram, por meio de vídeos e documentos, a presença do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) em invasões na região. Os dois foram ouvidos esta tarde (20) pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga se o órgão é culpado por incitar e financiar invasões de propriedades particulares em Mato Grosso do Sul.
O vídeo exibido durante a sessão mostra imagens de um fotógrafo e do coordenador regional do Cimi em Mato Grosso do Sul, Flávio Vicente Machado, durante invasão da fazenda Buriti, em 2003. Em outro vídeo, gravado em 2012, Flávio admite que o papel principal do órgão é a “recuperação territorial e luta pela terra”.
Ricardo Bacha também entregou aos membros da CPI um documento, encontrado em 2009 na propriedade de seu tio, Munir Bacha, que também foi invadida por indígenas. Trata-se de uma ata, onde consta o nome de dois membros do Cimi: Rogério Batalha Egon Heck.
Desse documento, constam o registro de armas, elencadas por numeração, o nome de lideranças indígenas destinadas a portar essas armas, e detalhes sobre o processo de organização para a invasão.
“Esse livro ata apresenta o revezamento de pessoas, o número de balas usadas, de armas, os livros de presença nas reuniões, enfim, reflete o nível de organização que eles tinham”, relatou Bacha.
Também foi apresentada aos membros da CPI uma cartilha do Cimi afirmando, entre outros pontos, que os suicídios entre os indígenas só vão acabar “com a implementação de um sólido programa de atuação continuada, visando a recuperação dos territórios tradicionais e a reconstrução do modo de ser e de viver dos Guarani e Kaiová”.
Ainda de acordo com a cartilha, “não existe outra perspectiva senão essa, retomar áreas perdidas para desafogar as áreas superlotadas”.
Bacha e sua esposa fizeram um relato emocionado do dia em que a fazenda Buriti foi invadida e todo o processo que antecedeu essa invasão. De acordo com eles, a relação com os índios era amistosa desde a aquisição da terra, nos anos 20, até o fim dos anos 90, quando começaram a chegar notícias da articulação dos indígenas para invadir fazendas na região.
A família sofreu as primeiras invasões nos anos de 2000 e 2003. No entanto, a inocência demonstrada pelos indígenas, de acordo com Lucimar e Ricardo Bacha, apontava que eles não articularam sozinhos as invasões, tendo forças maiores por trás de todo o processo.
“Meu sentimento é de que havia algo orquestrado”, disse Lucimara.
A invasão mais violenta aconteceu em 2013, quando centenas de indígenas cercaram a sede da fazenda Buriti, jogaram bombas dentro da casa, aterrorizaram a família, empregados e seguranças. Acuados, Bacha, Lucimara, familiares e funcionários tiveram que ser retirados à força do local pela Polícia Federal, pois mesmo aterrorizados, não queriam deixar a propriedade. Durante a batalha entre policiais e indígenas, perdeu a vida o índio Oziel Gabriel.
“Antes, eles tinham um tipo de organização, agora têm outra, tenho certeza de que é um movimento de fora para dentro”, colocou a produtora rural.
Ao serem retirados do local pela Polícia Federal, Bacha e Lucimara afirmam ter visto várias pessoas não indígenas filmando e fotografando a situação. “Passamos tudo isso em um país democrático”, protestou.
Após assistir ao vídeo que demonstra a presença de Flávio Machado e de um fotógrafo do Cimi na invasão da fazenda Buriti, o deputado Onevan de Matos (PSDB), membro da CPI, disse que não tem mais dúvidas sobre a participação do órgão nas invasões de propriedades particulares em Mato Grosso do Sul.
“Diante desse vídeo que eu desconhecia e tive oportunidade de ver, não tenho duvida participação do Cimi nas invasões. Isso é uma afronta total ao direito de propriedade, esse é o meu ponto de vista pessoal. Não tinha um ponto de vista formado antes, agora não tenho mais dúvida”, afirmou.
Relator da CPI, Paulo Corrêa (PR) disse que não há prova mais concreta da presença do Cimi nos processos de invasão. “Tem gente que acha super normal ser tirado de casa a base de bomba. Isso é tática de guerrilha, foram treinados”, disse.
Presidente da CPI do Cimi, a deputada Mara Caseiro (PTdoB) questionou se Lucimara Bacha tinha conhecimento da realização de duas reuniões da Grande Assembleia Terena, nos dias 8 e 11 de maio de 2013, antes da invasão, e se ela tem ciência de que essas reuniões são promovidas para definir o que os indígenas chamam de “estratégia de retomada”. A resposta para as duas perguntas foi positiva.
Por unanimidade, os membros da CPI decidiram que as provas apresentadas pelos dois depoentes serão incorporadas no processo de análise da CPI.
CONVOCAÇÃO
Ainda segundo a presidente da CPI, outros nomes já foram aprovados para as próximas oitivas. São eles: Flávio Vicente Machado (Cimi); Cleber César Buzatto (Cimi); vereador Percedino (Dois Irmãos do Buriti); Malcir Paulete, Nereu Shneider e Olívio Mangolim (escritores); Egon Reck; Luiz Henrique Eloi Amando; Otoniel Guarani; Orlando Lopes; Daniel Lopes; Elizeu Lopes; Alberto Vinícius Jorge (Aldeia Buriti); Dionedson Terena; cacique Edson Candelário (Aldeia Cachoeirinha); cacique Ramão (Nioaque); professor Estevinho (indígena de Taunay); procurador do Ministério Público Federal Emerson Kalif Siqueira; Dirce Veron (Aldeia Taquara); Inocêncio Pereira e Cacilda Pereira.
De acordo com Mara Caseiro, o próximo a depor, na próxima terça-feira (27), será o delegado Alcídio de Souza Araújo, da Polícia Federal.
Reportagem Fernanda França: Foto: Wagner Guimarães
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out 20, 2015 | Campo Grande

Ministério Público coleta assinaturas na Anhanguera em apoio ao combate à corrupção
Pelo menos 500 estudantes devem aderir ao movimento nacional
Na próxima terça-feira, promotores do Ministério Público Estadual (MPE) e procuradores do Ministério Público Federal (MPF) estarão na Faculdade Anhanguera de Dourados para colher assinaturas de estudantes e professores em apoio à campanha nacional 10 Medidas Contra a Corrupção. Promovida pela autarquia, a ação tem o objetivo de motivar o Congresso Nacional Brasileiro a realizar alterações legislativas para aprimorar a prevenção e reprimir a corrupção e a impunidade. A atividade acontece nos períodos matutino, a partir das 7h30, e noturno, a partir das 19h30.
A intenção é colaborar para a meta de 1,5 milhão de assinaturas em prol da apresentação de projetos de lei de iniciativa popular. “Entendemos que o apoio da sociedade é essencial para a aprovação das medidas que visam um país mais justo, por isso estamos incentivando nossos alunos e colaboradores a cumprirem o papel de cidadãos. Nossa meta é conseguir pelo menos 500 adesões”, esclarece o diretor da Anhanguera de Dourados, Cristiano Miranda Cupertino.
Segundo o promotor de justiça, Luiz Gustavo Camacho Terçariol, a Faculdade Anhanguera é a primeira instituição de ensino superior de Dourados a acolher a ação. “Iniciamos os trabalhos em entidades civis organizadas, escolas e no exército. Queremos difundir a ação com quem é ou será formador de opinião, por isso começar pelos bancos acadêmicos, pela massa pensante, é ampliar a divulgação de nossa ideia”, explica o promotor do MPE.
Esta é a segunda vez que a Anhanguera Dourados apoia uma Campanha do MPE. A primeira foi em 2013, com a coleta de assinaturas contra a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 37, que ficou conhecida como “PEC da Impunidade”, instrumento que limita o poder de investigação do Ministério Público nas ações de corrupção desvio de recursos públicos.
A íntegra das propostas e a ficha de assinatura podem ser conferidas no site www.10medidas.mpf.mp.br.
SERVIÇO
Coleta de assinaturas para a Campanha “10 Medidas Contra a Corrupção” na Anhanguera.
Data: 20 de outubro
Horário: às 7h30 e às 19h30
Endereço: Faculdade Anhanguera de Dourados
Rua Manoel Santiago, 1.155, Vila São Luiz – Dourados
Contatos para a imprensa:
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Twitter / Facebook / Youtube:
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PABX: (11) 3027.0237 / 3531.4950 / 67 8222-0000
out 16, 2015 | Campo Grande

Rogério Fernandes: Divulgação Assessoria
“Subjetividade na Pós-modernidade” apresenta textos que tratam de fenômenos sociais cotidianos sob o olhar da sociologia, da antropologia e da ciência política.
Sucesso de vendas antes mesmo de ser lançado, o livro “Subjetividade na Pós-modernidade” do poeta e escritor Rogério Fernandes Lemes, já bateu a marca dos 500 exemplares vendidos para leitores espalhados em 10 estados brasileiros, número atingido em menos de duas semanas. Agora a obra será lançada em noites de autógrafo nas cidades de Dourados, Amambai e Campo Grande. Na capital o evento acontece na próxima terça-feira (20), às 19h30, no Fran’s Café.
Publicado pela Life Editora, o livro apresenta a visão do autor para fatos cotidianos e temas polêmicos na sociedade contemporânea, como preservação do meio ambiente, conflitos internacionais, questões de segurança pública, descriminalização da maconha, violência, racismo, homofobia, dentre outros, em crônicas escritas ao longo de quatro anos. “É como se eu estivesse fotografando o tempo, esse livro é como uma foto daquele momento em que existi, e eu trouxe para ele vários fenômenos do nosso tempo”, explica o autor.
Influenciado por grandes sociólogos como ZygmuntBauman e Norbert Elias, Rogério, que é bacharel em Ciências Sociais pela UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), pretende utilizar seu conhecimento científico em textos de escrita simples, mas que tem o poder de fazer pensar. “Não é um livro que dá respostas, é um livro que faz perguntas”, define. “Tentei trazer o máximo de informações para que o livro continue sempre atual e útil, tanto para fazer pensar quanto para registrar o momento”, completa.
Sobre o Autor
Bacharel em Ciências Sociais pela UFGD, policial Militar e instrutor do Proerd, foi Coordenador-Geral do Comcex/Dourados e atualmente está na Comunicação Social do 3º BPM em Dourados/MS. Autor de outros quatro livros, é membro da Academia Douradense de Letras e da Academia de Letras do Brasil/Seccional MS, e um dos fundadores da Associação dos Cordelistas de Mato Grosso do Sul (Acoms).
Serviço:O lançamento do livro “Subjetividade na Pós-modernidade”, do poeta e escritor Rogério Fernandes Lemes,será realizado na próxima terça-feira, 20 de outubro, às 19h30 no Fran’s Café, que fica na rua Marechal Rondon, 2453 – Centro. A entrada é gratuita, e o livro será vendido na ocasião por R$ 30.
Reportagem – Raquel de Souza
out 15, 2015 | Campo Grande

Professores, alunos e comunidade transformam van abandonada em biblioteca de escola estadual
Campo Grande (MS) – Uma iniciativa de dois professores da Escola Estadual José Serafim Ribeiro tem dado o que falar em Jaraguari – município de 6.341 habitantes, a 43 quilômetros da Capital. Uma van abandonada foi transformada em biblioteca.
A Vanteca supre uma necessidade da escola, que não possuía biblioteca, apenas uma sala de leitura improvisada, também utilizada como sala de vídeo e de reuniões.
“Muitas vezes, a sala de leitura era usada para reunião ou exibição de algum vídeo e os alunos que estavam lendo eram obrigados a sair. Agora, eles vão ter mais acesso à leitura”, contou a diretora Ana Luiza Espindola.
Em uma semana, os estudantes, incentivados pelos professores Miller Dinardi e Flavia Amaral, com a ajuda dos pais e da comunidade, fizeram da sucata de veículo uma biblioteca. “Se não fosse por eles [alunos], não conseguiríamos fazer essa transformação”, disse.
A van estava se degradando no pátio da prefeitura e foi doada pelo Poder Municipal a pedido da escola. O veículo, agora biblioteca, foi colocado entre a sala dos professores e a de tecnologia.
Os alunos adoraram a iniciativa inédita e já demonstram um interesse maior pela leitura. Eles podem emprestar livros, de acordo com as regras da Vanteca.
A Escola Estadual José Serafim Ribeiro possui 482 alunos. A maior parte deles mora na zona rural, em assentamentos.
www.noticias.ms.gov.br
out 15, 2015 | Campo Grande

Servidores do Judiciário de MS encerram greve mas continuam luta
Servidores do poder judiciário federal e Ministério Público da União em Mato Grosso do Sul encerraram a greve, que durou três meses, mas continuam na luta pela derrubada do veto da presidente Dilma Rousseff ao aumento salarial da categoria, aprovado pelo Congresso Nacional. “Temos insistido com nossos parlamentares, do Estado, para que aprovem a derrubada do veto ao nosso aumento, caso o Congresso volte a analisar os vetos presidenciais”, afirmou José Ailton de Mesquita, coordenador jurídico do sindicato da categoria, o Sindjufe/MS.
Essa luta nacional é encabeçada pela federação dos servidores, a Fenajufe, que luta junto à presidência do Senado por uma nova convocação, o mais rápido possível.
Até o momento o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB/SP), tem se manifestado apenas no sentido de que irá seguir o que determina o regimento do Congresso. Nesse caso, uma nova sessão conjunta das casas legislativas seria convocada, apenas, no mês de novembro.
Dirigentes e servidores continuam mobilizados e no corpo a corpo nos Estados, buscando apoios à derrubada do veto 26. Paralisações pontuais e manifestações continuam programadas.
Na avaliação do Comando Nacional de Greve, a postura do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) é inaceitável e desrespeitosa com a categoria, que não aceita ser usada como moeda de troca no jogo de barganha dos partidos e parlamentares, na busca de ministérios, cargos e verbas, bem como para manter a promiscuidade do financiamento de campanhas por empresas.
Cunha condicionou a manutenção do veto 26 à derrubada de outro, das doações empresariais a partidos e candidatos nas campanhas eleitorais, o que foi denunciado ao longo de todo o ato e pressão realizada no interior do Congresso.
Diante da suspensão da greve já verificada em vários estados e do continuo refluxo do quadro de greve naqueles estados que ainda estão em greve, o CNG reafirmou indicativo tirado na semana passada, pela suspensão da greve e continuidade da luta pela derrubada do veto 26 com realização de apagões e mobilizações nas datas em que for convocada sessão do Congresso Nacional.
Por conta do contínuo refluxo na participação nos atos nacionais, o CNG está convocando os estados a enviarem delegações para trabalho de articulação e pressão interna no Congresso Nacional, dialogando com o novo quadro de mobilização.