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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 24 de Julho de 2026
Emicida transcende a melodia e deixa seu recado no palco do Festival de Inverno de Bonito: música com contexto social

Emicida transcende a melodia e deixa seu recado no palco do Festival de Inverno de Bonito: música com contexto social

Os ponteiros marcavam a casa das dez horas e trinta minutos quando Leandro subiu as escadas de camiseta aberta. Atrás das cortinas, andava de um lado ao outro enquanto o apresentador animava o público – ao ouvir o pedido de boas energias, ergueu e agitou a mão direita, enquanto a esquerda segurava a flauta. Caminhando em círculos, fez o sinal da cruz e cumprimentou um segurança.

“Falta pouco, Leandro”, deve ter pensado. Anunciado, passou pelas cortinas e finalmente entrou. O show começou ali. Emicida no palco. A penúltina noite de Festival de Inverno de Bonito 2023 foi marcada pela presença e som de um dos principais nomes da cena musical brasileira e negra.

Quinze anos após estourar nos hits nacionais, Emicida – o Leandro Roque, de 38 anos – fez no sábado (26) sua quarta apresentação em Mato Grosso do Sul. A primeira vez em nosso solo aconteceu há 13 anos, quando o então jovem rapper, de camisa branca surrada, foi desafiado em batalha na antiga sede da Torcida Garra Operariana. Não deu pra trás e seguiu firme mesmo sendo ‘forasteiro’.

Assim como o single que o fez ganhar o Brasil em 2008, a carreira de Emicida é um triunfo. Aclamado pela revista Rolling Stones por reunir agressividade das batalhas e fome de vitória na canção, repetiu ao longo dos anos o comportamento, não sendo diferente no show em Bonito.

Misturando a pegada MPB contemporânea que o consolidou no mainstream com batidas típicas da sua origem no rap e hip hop, Emicida falou de amor, de superação, falou de violência, de preconceito, de racismo, falou da vida. Emicida fez crítica social e não deixou de passar o seu recado. “De joelhos clamamos: nos tirem tudo, menos a vida, menos a música”, incendeia no palco. “Eu vou continuar esse show até os caras me mandarem embora”, completa em alto tom.

Já passando da meia-noite, chega ao fim a apresentação que estourou uma hora e meia de duração. Ele não queria ir embora. Fila indiana na porta do camarim. Atendidos, com fotos, abraços e rápidas trocas de palavra, cerca de 120 pessoas. Na plateia, pista e camarote, 20 mil fãs.

Para casa, o paulistano Leandro Roque levou de presente um quadro grafitado em sua homenagem e uma camisa do Operário – esta última entregue por um dos principais nomes do rap sul-mato-grossense, Mano Cley, do histórico Falange da Rima. Agora, acabou. Obrigado, Emicida. Volte sempre.

Confira as fotoshttps://www.festivaldeinvernodebonito.ms.gov.br/show-emicida/

Nyelder Rodrigues, Ascom FIB 2023
Fotos: Saul Schramm

Festival de Inverno de Bonito combina diversão infantil do Mundo Bita e cultura refinada da dança contemporânea

Festival de Inverno de Bonito combina diversão infantil do Mundo Bita e cultura refinada da dança contemporânea

A ponta do pé esquerdo sustenta esse lado do corpo em movimento sincronizado com o calcanhar do pé direito, única parte do membro a tocar o solo. De passo em passo Tita, como Maria Eugênia é conhecida, acelera o ritmo e transforma a oficina em uma verdadeira casa de dança antes de sair por aí como o boneco Cabeção, causando diversas reações em que é abordado por ela, de crianças a adultos, no espaço do Festival de Inverno de Bonito 2023 montado no CMU (Centro de Múltiplo Uso).

No mesmo espaço horas depois, crianças de todas a idades, adolescentes e seus pais se aglomeram perto do palco em busca do melhor lugar para acompanhar a apresentação do Mundo Bita, consagrado projeto de entretenimento infantil que foi criado em 2011 e desde então ganhou o Brasil.

Entre tantas atividades distintas, houve ainda o Batucando Histórias (projeto campo-grandense que une educação, teatro e música com brincadeiras, humor, folclore e cantigas), oficina de breaking e suas vertentes e as tradicionais atividades de desportivas, como vôlei de areia, futmesa, chute a gol, entre outras tantas opções disponibilizadas no local.

“Claro que o show [do Mundo Bita] foi o que nos trouxe aqui, principalmente. Mas não foi só isso. Minha irmã veio ontem e nos avisou que haviam outras atividades, então cheguei antes para que que meu filho pudesse aproveitar”, destaca Ivone Santos, ao lado do pequeno Luiz Neto, de seis anos.

Já Guilherme Santos, sobrinho de Ivone, tem oito anos e dançava, como conseguia, ao ritmo do breaking enquanto aguardava com ansiedade a entrada do Mundo Bita no palco. “Eu gosto de dançar. Gostei dessa música e então estou dançando”, diz o garoto, entre um pulo e outro.

Mas, e a Maria Eugênia? Tita foi a responsável por abrir as atividades desta sexta-feira (25) no CMU, levando a essência da dança para quem quisesse ali acompanhar, e depois usou desses elementos na intervenção do Cabeção, arrancando o riso fácil de quem fosse abordado.

“Trabalho as danças tradicionais brasileiras. Na oficina a gente vivencia alguns passos, alguns ritmos e trejeitos corporais que vem dessas danças, mas a gente procura experimentar eles do nosso modo, de como cada um incorpora esse vocabulário e reproduz a sua maneira”, explica.

Quanto ao Cabeção, o objetivo é o mais legítimo e ingênuo de todos: dar risada. “É um boneco que tem formato curioso e faz movimentos que as pessoas não entendem como é o mecanismo, e não é mesmo mecanismo nenhum. Ele gosta muito de brincar com todo mundo. Mesmo com aqueles que não estão muito preparados para brincar, ele vai cedendo e acaba brincando”, conclui.

Nyelder Rodrigues, Ascom FIB 2023
Fotos: Bruno Rezende

Pela primeira vez em MS, Iza canta sucessos para 24 mil pessoas

Pela primeira vez em MS, Iza canta sucessos para 24 mil pessoas

O Festival de Inverno de Bonito trouxe a Mato Grosso do Sul o fenômeno chamado Iza, que fez o show com maior público: 24 mil pessoas, um verdadeiro mar de pessoas que curtiram sucessos como “Ginga”, “Dona de Mim”, “Meu talismã” e “Fé nas maluca” (sic).

Ela cativou e encantou o público em um show cheio de dança, luzes e sensualidade. Em um dos vários momentos de interação com o público, chamou casais para dançar em cima do Palco das Águas.

“É minha primeira vez em Mato Grosso do Sul, primeira vez em Bonito. Estou muito feliz de encontrar os meus fãs daqui. É um encontro que está sendo esperado por mim há bastante tempo. Para mim, essa vinda para cá já começou como uma festa, sabe? Parece que o show já começou desde a hora que cheguei porque estou já feliz e grata por encontrar a galera daqui e por participar de um festival maneiro, que é incrível, que movimenta a cidade, que traz artistas que a galera fica pedindo nas rádios”, contou antes de subir ao palco.

Iza afirmou que o Festival de Inverno é uma oportunidade de aproximar o público dos artistas. “Quanto mais festivais, melhor para a música, melhor para os nossos artistas, mais pessoas se sentem inspiradas a trabalhar, não só em cima do palco, mas em vários palcos do festival, e acabam fomentando muito a economia da cidade, da galera que trabalha com o atendimento ao público”, disse.

“É muito especial socialmente falando o festival acontecer. E é sempre muito bom que as pessoas tenham acesso direto aos artistas que elas consomem. É muito bom que as pessoas tenham acesso direto à música, que elas se sintam tocadas pela arte. A arte mudou a minha vida e eu tenho certeza que hoje a noite vai ser especial porque são várias pessoas juntas com o mesmo motivo, que é curtir a música”, finalizou.

Com o slogan “onde a arte inspira e a natureza respira”, o Festival de Inverno acontece até domingo em um dos destinos turísticos mais premiados do Brasil.

Silveira

O show de abertura foi do corumbaense Silveira, que apresentou o projeto “Afroafetos”. O artista, que canta desde os 13 anos, fez uma apresentação autoral, que celebra sua ancestralidade, com samba e soul.

Confira as fotos:https://www.festivaldeinvernodebonito.ms.gov.br/show-iza/.

Paulo Fernandes, Ascom FIB 2023
Fotos: Bruno Rezende

Incluídas pela primeira vez, mulheres surdas se emocionam ao assistir mito guató no Festival de Inverno

Incluídas pela primeira vez, mulheres surdas se emocionam ao assistir mito guató no Festival de Inverno

No palco, as luzes se dividem entre o bailarino que segue o ritmo do canto e da intérprete de Libras que transmite a narrativa do mito. O Palco da Praça da Liberdade abre as cortinas para o espetáculo “Guadakan” de dança contemporânea e orquestra, do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, e arranca sorrisos e brilho nos olhos de quem pode assistir, pela primeira vez, ao festival.

Luzia, Thais, Élida e Lucimara são quatro mulheres surdas que, apesar de morarem em Bonito há anos, apenas agora, na edição do Festival de Inverno de 2023, se sentiram parte do público.

“Foi a primeira vez que senti toda a emoção do teatro. Foi muito especial, gostamos bastante. A comunidade surda achou super bacana e ficamos admirados de como teve toda essa clareza”, conta a estudante Lucimara Gonçalves Silva, de 42 anos.

No palco, a intérprete de Libras Larissa Duragon traduzia não só as palavras como o sentimento trazido pela música que, junto do cenário e da iluminação, ofereciam a experiência única de estar diante de um verdadeiro espetáculo de arte.

“Guadakan” foi concebido a partir de um mito guató, aprendido e ensinado de geração em geração, que o Pantanal tem um “dono” e suas regras.

“No princípio era a simplicidade. Os antigos aprenderam e passaram a ensinar aos seus que tudo tem um dono no Pantanal. Estes seres não são humanos, sobrenaturais ou divinos, que devem ser respeitados e exigem uma conduta ética para que ali todos possam viver em equilíbrio com os recursos por eles fornecidos. Quando se quebram regras, punições serão proferidas”, anuncia a apresentação.

Em cada ato, os bailarinos expressavam o que foi, o que é e, principalmente, o que o Pantanal deixou de ser.

É difícil imaginar como é a experiência de assistir a um festival contando com os outros sentidos, além da audição. Surda, Thaís dos Santos, de 23 anos, tenta nos explicar, e prova o quanto a arte deve ser inclusiva.

“A Libras ajuda a gente a conseguir perceber, nós focamos e por mais que a gente não tenha audição, é igual a um show. O sentimento, a sensação que a gente tem, não precisa ouvir para sentir”, descreve.

A felicidade no rosto das mulheres era tamanha que se mesclava com a emoção de um espetáculo que clama, usando a arte, para falar de natureza. Nascida em Bonito e com 34 anos de idade, Luzia Brand teve a primeira oportunidade de assistir a uma dança com acessibilidade somente na noite desta quinta-feira.

“Antigamente não tinha, agora consigo assistir. É a primeira vez que tem no festival essa acessibilidade”, assegura.

Ponte para que a comunicação chegue a todos, Larissa é a intérprete que trouxe ao palco duas reflexões: o apelo do Pantanal depois dos incêndios que destruíram parte do bioma, e da necessidade de fazer um festival acessível a todos.

“A gente tenta passar essa emoção, precisa sentir primeiro e depois transmitir. Cada pessoa sente a arte de uma forma diferente, mas acredito que todo espetáculo, a partir do momento que você tem o tradutor transmitindo ao mesmo tempo o que está rolando de imagem, as pessoas conseguem ter uma percepção melhor”, resume Larissa.

Confira as fotoshttps://www.festivaldeinvernodebonito.ms.gov.br/danca-guadakan/

Paula Maciulevícius, Ascom FIB 2023
Fotos: Marithê do Céu

Na transversalidade de um MS tão plural, cultura, cidadania, esporte e turismo se entrelaçam nos palcos de Bonito

Na transversalidade de um MS tão plural, cultura, cidadania, esporte e turismo se entrelaçam nos palcos de Bonito

De um Mato Grosso do Sul tão pujante em cultura, povos e histórias, o Festival de Inverno de Bonito 2023 se torna a vitrine do celeiro de farturas, onde a cidadania encontra a população em meio à arte e à natureza. Na transversalidade de um estado tão diverso, o caminho pelos saberes tradicionais revela quantos muitos somos em um só território: oito etnias indígenas, povos quilombolas, de terreiros, população LGBTQIA+, idosos, pessoas com deficiência, juventude e mulheres.

Sem deixar ninguém para trás, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul trouxe a Bonito todas as pautas para que cada tema tivesse seu espaço e lugar de fala. Na Praça da Liberdade, a Cidadania se faz presente.

Entre chocalhos, colares, brincos, presilhas e cocares, dona Lucila Juca, indígena kaiowá da aldeia Jaguapiru, em Dourados, oferece mais que peças, uma parte da sua cultura e vivência estão ali.

Quem se achegar e perguntar vai saber que ela cuida voluntariamente de crianças na comunidade, é parteira, rezadeira, e uma figura de muita sabedoria e ancestralidade.

“Aqui você leva para não jogar vento na sua casa, não desabar. No caminhão, se estiver dirigindo, nunca vai ter desastre”, profetiza. O chocalho é um instrumento de fé e que sai das mãos de Lucila abençoado. Esta é a segunda vez que ela participa do festival.

Povos originários

Técnico da Subsecretaria de Políticas Públicas para Povos Originários, Josias Terena, cacique da aldeia urbana Marçal de Souza, em Campo Grande, ressalta a importância da cultura indígena participar do evento.

“Há uma troca de saberes dos povos. Somos oito etnias no Estado hoje, com culturas diferentes, que estão em ambientes diferentes, mas que aqui se encontram e dialogam em línguas diferentes, artesanatos diferentes. Isso é o mais importante e que mostra para Bonito e para o Festival que nós povos originários estamos presentes”, pontua.

Artesã de Furnas de Dionísio, comunidade quilombola de Jaraguari, Luzia Balbina dos Santos, trouxe na mala produtos feitos no quilombo. Tem farinha, açúcar mascavo e rapaduras, além de artesanato como peneiras de taboca e de sementes do cerrado.

A participação dela no Festival é encarada como a possibilidade de ser uma vitrine e falar das maravilhas que se encontram na região. “Lá é um lugar aconchegante, que tem onde você se hospedar, tem cachoeira. Pra mim, vir aqui está sendo uma grande conquista, porque eu tenho orgulho de mostrar que a gente trabalha numa comunidade que contribui com a melhoria de todos”, descreve.

Igualdade racial

Subsecretária de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, Vânia Lúcia Baptista Duarte completa que a população negra está no festival mostrando sua cultura através das peças, roupas e demais produtos. “Estamos trazendo essa expressão afro para o evento e que é resultado das parcerias que temos feito na subsecretaria”, explica.

Da cidadania para o esporte, a atividade física também é destaque no festival, que pela primeira vez promove a ala “Bonitinho”, dedicada às crianças e famílias. Correr, pular, jogar, brincar, fazer trilha, se divertir. Coordenada pela Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul), são diversas as opções de esporte e lazer oferecidas no CMU (Centro de Múltiplo Uso).

Diretor-presidente da Fundesporte, Herculano Borges destaca a inovação deste Festival de Inverno de Bonito. “Com uma produção especial pensada pela Fundesporte, trouxemos profissionais de Educação Física para orientar todas as ações. São muitas opções para a meninada aproveitar bastante até o último dia de festival. Os pais podem trazer seus filhos que a diversão é garantida e totalmente gratuita”, enfatiza.

Água e saúde

Dentro dos pilares do Governo do Estado, de trabalhar por um Mato Grosso do Sul próspero, inclusivo, verde e digital, um estande foi preparado com muito carinho para levar água tratada e informação ao público. Com painéis instagramáveis e frases como “Água para beber, mergulhar e preservar”, a Sanesul convida a população a entender sobre o trabalho de tratamento de água.

Supervisora de Ação Socioambiental da Gerência de Meio Ambiente da Sanesul, Camila de Oliveira Pinto, explica que o estande está com atividades voltadas à educação ambiental. “São cartilhas educativas e joguinhos com conteúdos, que de uma forma bem lúdica, fala dos cuidados com um sistema de abastecimento de água e de esgotamento sanitário”, conta Camila.

Para a supervisora, é fundamental a participação da Sanesul em festivais onde a população está. “Bonito é um lugar onde os olhos se voltam para a questão da preservação, por estarmos em um local turístico, e é muito importante falarmos sobre as questões de cuidados, preservação ambiental. Temos oferecido capacitações para os profissionais da cidade”, completa.

Verde

No coração do turismo de Mato Grosso do Sul, o que não faltam são ações de sustentabilidade. A Fundação de Turismo trouxe a proposta de reduzir a pegada de carbono durante o festival. Em parcerias com startups, o estande da Fundação de Turismo de MS está fazendo a gestão residual do lixo e também a compensação do crédito de carbono.

“Toda vez que a gente circula, consome energia, anda de carro, a gente emite gás poluente, que é o CO2. Então, aqui estamos registrando de forma voluntária o trajeto de cada um, que no painel vai mostrar a emissão que deve ser compensada, e depois, ao fim do evento, será feito um inventário de quanto de lixo que foi produzido, e num balanço a gente vai compensar esse carbono emitido em uma área de floresta certificada”, explica o consultor da startup, Eleri Paulino.

Ônibus Lilás

Com informações e orientações a respeito das políticas públicas voltadas à proteção dos direitos das mulheres, a Subsecretaria veio com o Ônibus Lilás, que esteve na Praça da Liberdade, em escolas, e distritos próximos falando sobre o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. As ações incluíram palestras e orientações, além de atendimentos.

Da cultura à cidadania e o esporte, Festival de Inverno de Bonito 2023 trabalha a transversalidade de um Estado tão rico em diversidade. (Foto: Bruno Rezende/Ascom FIB 2023)

Sustentabilidade sempre em pauta: Fundação de Turismo e startup vão compensar a emissão de carbono gerada por cada visitante do Festival. (Foto: Bruno Rezende/Ascom FIB 2023)

Confira as fotos: https://www.festivaldeinvernodebonito.ms.gov.br/transversalidade/

Paula Maciulevícius, Ascom FIB 2023
Fotos: Bruno Rezende

A pedido do vereador, André Luís, Dagoberto destina mais de R$ 2 milhões para asfalto na Vila Nossa Senhora Aparecida  

A pedido do vereador, André Luís, Dagoberto destina mais de R$ 2 milhões para asfalto na Vila Nossa Senhora Aparecida  

O vereador, presidente da câmara municipal de Bonito, Andre Luis, que participou do lançamento e entrega de mais de R$ 22,2 milhões em investimentos do Governo do Estado, com a presença do governador Eduardo Riedel, na tarde do dia (25), em Bonito, comemorou o anuncio do deputado federal Dagoberto Nogueira a respeito de investimentos para Bonito.

Dagoberto afirmou que estava destinado recurso para asfalto na Vila Nossa Senhora Aparecida, atendendo um pedido do vereador Andre Luis Ocampos.

A pedido do vereador, André Luís, Dagoberto destina mais de R$ 2 milhões para asfalto na Vila Nossa Senhora Aparecida  

“Em nome de toda a população, queremos agradecer o amigo e deputado Dagoberto por mais essa emenda parlamentar. Estamos felizes por ele acreditar em nosso projeto e por todos os benefícios gerados pelo deputado ao município, sem dúvida, uma conquista para nos motivar a continuar trabalhando”, disse o vereador.

Andre usou a rede social para agradecer ao deputado Dagoberto Nogueira – “Essa foto resume todo o carinho e respeito que temos, hoje foi uma alegria muito grande na entrega das 60 unidades habitacionais.

Momento em que o nosso deputado federal Dagoberto Nogueira anunciou a emenda parlamentar de 2.133.000,00 (dois milhões cento e trinta e três mil reais) para asfalto da Vila Nossa Senhora Aparecida. Obrigado por ter atender nosso pedido, mais uma vez, finalizou André.

O vereador, presidente da câmara municipal de Bonito, Andre Luis, que participou do lançamento e entrega de mais de R$ 22,2 milhões em investimentos do Governo do Estado

Ademir Mendonça – Fronteira News