out 24, 2025 | Colunistas
A MISSÃO: “Colocar o governo na rua levando as realizações e ouvindo as demandas populares em todos os estados do Brasil”. A declaração de Guilherme Boulos sintetiza sua missão no Governo; as eleições ganham novo componente ideológico e a militância será despertada. Não se sabe ainda qual será a reação da oposição desunida.
NA ESTRADA: Em 2018 Boulos tentou o Planalto e obteve 617 mil votos. Em 2020 teve 40,6% dos votos válidos para a prefeitura paulistana perdendo para Bruno Covas. Em 2022 foi eleito deputado federal por São Paulo com mais de um milhão de votos. Os números falam por si só de suas intenções e propostas. Boulos tem a ‘caixa de fósforos’.
DÚVIDAS: Quanto tempo a oposição levará para afinar a viola? A queda nas pesquisas mostra tons desafinados, enquanto Lula com Boulos, usará a força dos movimentos sociais. E para azar da oposição, nenhum dos seus nomes ventilados até aqui, encanta ou enche os olhos. Não se enganem: a sucessão presidencial já começou.
PELO PODER: Nossos deputados admitem: a montagem de chapas será complexa por conta das federações partidárias e da regra exigindo desempenho mínimo individual para garantir vagas. Partidos e federações já admitem ‘chapinhas’ para evitar o ‘canibalismo eleitoral’ (disputa interna entre postulantes da mesma sigla).
MUDANÇAS: Desde 2020 foram proibidas as coligações proporcionais, obrigando então os partidos e as federações a concorrerem com chapas únicas – alterando assim o jogo político. É que até 2018, também no MS – os partidos nanicos conseguiam eleger deputados estaduais com votações menores, fato denominado como ‘efeito puxador’.
VOLTANDO? Parece que sim. Nas contas de Junior Mochi, o MDB pode chegar a casa dos 200 mil votos e eleger de 4 a 5 deputados estaduais, com Puccinelli sendo o puxador de votos. Alguns fatores podem pesar nas contas finais ‘de sobras’ para definir os eleitos pelo partido, inclusive devido as várias candidaturas de vereadores da capital.
SACANAGEM: A ingratidão deve se repetir em 2026. Vereadores que se elegeram graças ‘a$ benção$’ financeiras de deputados estaduais, federais e senadores, ao invés de retribuir essa ajuda, agora querem mais recursos financeiros deles para atuarem como cabos eleitorais. Moral da história: acabam faturando duas vezes.
LEILÕES: Sem falso puritanismo. Antes mesmo e ao longo das campanhas, há uma surda e feroz concorrência para conquista de apoios de lideranças que representem votos em maior e menor escala. Há relatos impressionantes da ousadia ou ‘genero$idade’ de candidatos desempenhando o papel de Papai Noel em troca de votos.
JOGO PESADO: Na política os ingênuos não sobrevivem. É mais que provado; nas eleições, apenas os recursos do Fundo Eleitoral e do Fundo Partidário não bastam. Por esse ‘País de Meu Deus’, habitam figuras que resistem ao tempo, despidos de valores patrióticos. Lembram até o personagem Justo Veríssimo – de Chico Anísio.
VERDADES: “Por mais que essa realidade pareça insuperável, não podemos deixar de tratar a política como coisa séria. Afinal, é pela política que se alcança o Poder, e Poder afeta de modo decisivo o destino das pessoas. A filósofa política Hannah Arendt dizia que o mal prospera com a apatia e consegue sobreviver sem ela. ” (Fernando Brandt)
EDUARDO ROCHA: Em 2018 obteve 22.347 votos (14º lugar). Apenas 2.846 votos em Três Lagoas e 1.935 votos na capital. Em 2026 tentará voltar à Assembleia Legislativa, tendo como referência sua atuação na Casa Civil. Um desafio e tanto diante do cenário nebuloso e da forte concorrência nos seus antigos redutos eleitorais.
SIMONE: Suspense! Na última semana a ministra disputou com a personagem Odete Roitman, a atenção pelas variantes do seu destino político. Aliás, a ex-senadora vai se equilibrando – ora com a perna esquerda, ora caminhando mais ao centro. Se a atriz Debora Bloch foi vítima do velho script, Simone segue sob os holofotes, vivíssima.
MARKETING: O governador Riedel chegou ao poder sem populismo demagógico. Sua marca foi o chamado discurso técnico. Mas há quem entenda que ele deva mudar a postura, adotando jeito e linguajar mais populares de fácil assimilação em nosso meio social. Alô alô assessoria: isso contará muito para as eleições de 2026.
A MISSÃO: Apaziguar, aparar arestas ou como se diz ‘passar o pano’. O deputado coronel Davi está consciente de sua complicada tarefa de unir as correntes do PL. Secretário do diretório estadual do partido, o deputado se mostra amadurecido para ouvir a todos, sem prevenção e favorecimento. Convenhamos; haja habilidade!
JUSTIFICO: Se não bastasse o deputado Marcos Pollon anunciar sua pré-candidatura ao Governo (PL ou NOVO), ele anunciou sua mulher Naiane Bitrncourt (Presidenta do PL Mulher) como pretensa candidata a deputada federal, inclusive com apoio da ex-Primeira Dama Michele Bolsonaro. Durma-se com um barulho desse.
ANTENADO: Ele não se deixa iludir pelos elogios e previsões otimistas de seu desempenho nas urnas em 2026. Aos 83 anos de idade, o deputado Londres revela: está com ânimo de iniciante. Sua equipe se movimenta em várias regiões em busca dos antigos e novos eleitores. Em 2022, ele obteve 25.691 votos (14º lugar).
BARBARIDADE: A agência central dos Correios da capital retrata a decadência da empresa. Após o Governo rejeitar sua privatização, ela só deu prejuízo. Agora querem R$ 20 bilhões de empréstimo! As inovações tecnológicas e o advento do comércio eletrônico – somados à péssima gestão, deu nisso. Adivinhe quem pagará a conta?
OPINIÃO: “ Minha leitura é de que no, curto prazo, o conservadorismo manterá ligeira vantagem. O medo da insegurança, a pressão inflacionária e o apelo religioso fortalecem a direita. Mas a história mostra que nada é definitivo: o crescimento econômico pode devolver fôlego à esquerda; o desgaste da polarização pode abrir espaço ao centro”. (Gaudêncio Torquato)
PILULAS DIGITAIS:
O dinheiro é ótimo. Tira a pessoa da pobreza, mas não tira a pobreza da pessoa.
O Brasil é o país do futuro, mas para tanto é preciso decidir que o ”futuro1 é amanhã. (Margaret Thatcher)
A verdade é que somos filhos da coca-cola, muito mais do que de Marx (Jean Luc Godard)
Vai ficar rico o cara que inventar remédio para matar saudade. (Millôr)
A vida é o que acontece conosco, enquanto fazemos outros planos ( Bem Bagley)
Não há graus de vaidade – apenas graus de habilidade em disfarça-la. (Mark Twain)
Ninguém lembraria do Bom Samaritano se ele tivesse só boas intenções. Ele tinha dinheiro também. (Margaret Thatcher)
A justiça do Rio definiu o culpado pela morte de 10 jovens no Ninho do Urubu: o destino. (Valdeci Lizarte)
Se não vão te regar, você não terá obrigação de ser flor que se cheire. (internet)
out 20, 2025 | Colunistas
A depressão é um dos mais devastadores males da nossa era. Não se vê ao espelho, não sangra, mas sufoca. É uma dor que se instala silenciosamente e, pouco a pouco, apaga o brilho do olhar e o sentido da vida. Muitos a chamam de “a doença do século”, e não é por acaso: ela tem ceifado sonhos, destruído famílias e, infelizmente, levado muitos a desistirem de viver. Mas há caminhos de luz. Há instrumentos, muitos deles espirituais, capazes de devolver esperança, fé e vontade de recomeçar. E entre todos os remédios possíveis, nenhum é mais eficaz que o amor de Deus e o poder do Evangelho de Jesus Cristo.
A raiz de muitas depressões está na perda do sentido de existir. Quando o ser humano deixa de compreender por que está aqui, e quem é de fato, abre-se um abismo interior que nem o sucesso, nem o dinheiro, nem a ciência conseguem preencher. É nesse ponto que as Escrituras oferecem uma das verdades mais libertadoras: nós somos filhos e filhas especiais de um Deus vivo, amoroso e pessoal. Antes de nascermos, já vivíamos com Ele, em espírito, e fomos enviados à Terra com um propósito sublime — aprender, crescer e tornar-nos mais semelhantes a Ele.
Saber disso muda tudo. Se a vida é uma escola divina, as dores que enfrentamos não são castigos, mas lições necessárias para o nosso aperfeiçoamento espiritual. Como ensinou o Senhor a Jeremias: “Antes que te formasse no ventre, te conheci; e antes que saísses da madre, te santifiquei.” (Jeremias 1:5)
A consciência de que viemos de Deus e voltaremos a Ele nos dá força para atravessar qualquer deserto. Somos parte de um plano maior — o Plano de Felicidade estabelecido por Ele — e isso nos torna eternamente valiosos, mesmo quando o mundo tenta nos convencer do contrário.
O Salvador Jesus Cristo não apenas nos redimiu do pecado, mas também carregou nossas dores, angústias e enfermidades emocionais. O profeta Isaías descreveu-O como “homem de dores, experimentado nos trabalhos” (Isaías 53:3). Isso significa que Ele sabe exatamente o que sentimos quando a tristeza parece não ter fim. Ele compreende o cansaço da alma, o choro silencioso da madrugada e o desânimo de mais um dia igual ao anterior.
Cristo não é um espectador distante — Ele é o Médico Celestial, o Consolador, o Amigo que nunca nos abandona. E Ele mesmo nos convida, em uma das mais ternas passagens do Novo Testamento: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mateus 11:28)
Quando tudo parecer perdido, quando a escuridão interior parecer intransponível, ajoelhe-se e ore. Não com fórmulas prontas, mas com o coração aberto, sincero, como um filho que busca socorro no colo do Pai. A oração tem um poder silencioso, porém extraordinário: ela abre caminhos onde só havia muros, traz calma onde havia tormenta e, sobretudo, nos faz sentir novamente amados e compreendidos.
Outro instrumento poderoso no combate à depressão é o amor genuíno — aquele que acolhe, escuta e não julga. Deus age muitas vezes por meio das pessoas: um abraço, um telefonema, um gesto simples de empatia podem ser o sinal de que Ele continua presente. O Livro de Mórmon ensina que “os homens existem para que tenham alegria” (2 Néfi 2:25), e essa alegria não é um estado permanente de euforia, mas a paz interior de saber que estamos cercados de amor — de Deus e de nossos semelhantes.
Muitos que sofrem da depressão não precisam de discursos, mas de presenças. Um ombro amigo, um ouvido paciente, um “estou aqui” dito com sinceridade, valem mais do que qualquer conselho. É nesse exercício de amor e solidariedade que se cumpre o mandamento do Salvador: “Amai-vos uns aos outros; como eu vos amei.” (João 13:34) Quando o amor é praticado, ele cura — tanto quem o recebe quanto quem o oferece.
É importante reconhecer que a depressão é também uma doença do corpo e da mente, e não apenas do espírito. Assim, buscar ajuda médica e psicológica não é sinal de fraqueza espiritual, mas de sabedoria. Deus, que inspirou profetas e apóstolos, também inspirou médicos, terapeutas e cientistas para nos ajudar em nossa jornada. Fé e ciência não se opõem — se completam. O tratamento adequado, acompanhado de oração, leitura das Escrituras e uma vida de fé, cria o equilíbrio ideal entre o cuidado físico e o fortalecimento espiritual.
A depressão quer nos fazer acreditar que a vida acabou, que não há mais futuro. Mas o Evangelho de Cristo proclama o contrário: sempre há esperança! Como disse o salmista, “o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30:5). E essa alegria, quando vem, é mais pura, mais firme, mais verdadeira — porque nasce do reencontro com Deus, com a própria alma e com o propósito da vida.
Mesmo nas horas mais sombrias, Cristo está ali, estendendo a mão.
E um dia, ao olharmos para trás, veremos que foi Ele quem nos sustentou, mesmo quando não tínhamos forças para caminhar. Ele não nos livra de todas as tempestades, mas sempre nos dá abrigo durante elas.
A depressão é um inimigo real, mas não invencível. Os instrumentos de combate estão ao nosso alcance: a fé, o amor, a esperança, o serviço ao próximo e a lembrança de que somos filhos amados de Deus. Quando esses elementos se unem, a alma se fortalece e a vida recupera o brilho que parecia perdido.
Se você enfrenta esse desafio, não se envergonhe, não se culpe e, acima de tudo, não desista. Levante os olhos. Ore. Permita que Cristo entre em sua vida. Ele conhece o seu coração, entende as suas lágrimas e promete: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27) A paz de Cristo é o remédio que o mundo não pode oferecer — é a cura da alma, a reconstrução do ser e a certeza de que, com Ele, tudo se faz novo outra vez.
Jornalista e Professor
out 17, 2025 | Colunistas
RONALD REAGAN: ‘Mocinho’ de faroeste, economista, sociólogo, líder sindical, governador da Califórnia e presidente de 1981/1089. Em 1995 foi a impressa revelar que era portador do Mal de Alzheimer e pediu desculpas por eventuais declarações desconexas. Respeitado até a morte (2004) aos 93 anos de idade. Outro povo, outra cabeça.
VISÃO: “Como é horrível a arquitetura dos prédios funcionais, caixotes modernos a vender praticidade que serve apenas ao desejo de lucros dos empreendedores e seus projetos mirabolantes. São feios, frios, impessoais, desprovidos de vida, cinzentos e sem conforto. O que se dá na cabeça de quem inventou tamanho desastre estético? ”(Mario Montanha T. Filho)
MAU GOSTO: O padrão das construções mudou para pior nas últimas décadas. Em nome do lucro e maior rapidez das obras, optou-se pelo estilo sem criatividade. Se você, mesmo por imagens fotográficas, comparar as obras comerciais e residências de ontem e de hoje, concluirá que o nível de qualidade também regrediu.
COMPARANDO: Nas cidades paulistas principalmente, prédios de colégios, fóruns e delegacias de polícia da década de 60 desafiam o tempo. Amplos, com pisos de boa qualidade, paredes idem, janelas e telhado de material de primeira. Hoje, poucos anos após, os prédios já apresentam problemas. Coitado: o mutuário vira mortuário.
UTOPIA-1: Temos 1 presidente,1 vice, 81 senadores, 513 deputados, 27 governadores, 27 vices, 1059 deputados estaduais, 5.568 prefeitos (com vices), 58.818 vereadores. Cada senador tem 54 assessores, totalizando 4.374 deles; cada deputado federal tem 25 assessores, totalizando 12.805. Mais 26 mil assessores de deputados estaduais e 600 mil assessores de vereadores.
UTOPIA-2: Essa esbornia custa R$ 248 mil por minuto – igual a R$14.8 milhões por hora – ou R$ 357 milhões por dia, que dá R$ 10,8 bilhões por mês – ou R$130 bilhões anuais. Soma-se a isso mais R$ 1 bilhão do Fundo Partidário e a cada 2 anos R$ 5 bilhões do Fundo Eleitoral Por isso, a conta não fecha apesar dos altos impostos.
A PROPÓSITO: Sobre o custo eleitoral gigantesco e sobre a verba de R$5 bilhões endereçada ao ‘Fundão’, Valdemar da Costa Neto (‘cap do PL’) argumenta que o país tem dimensões continentais com mais de 5.500 cidades, muitas localizadas em locais ermos, sem estrutura para o exercício da política em pról da democracia.
NO CONGRESSO: A jogatina não nasceu ontem e é tão forte quanto as bancadas da bala, da bíblia e do agro. O recente jogo de braço no Congresso mostrou o quanto o jogo tem crédito com nossos ‘augustos’ representantes. As casas de apostas soltaram foguetes: vão continuar faturando alto e pagando merreca de impostos. Esse é o Brasil!
IMPERADOR? Se depender do deputado Caravina o deputado Geraldo Resende não será o novo presidente do PSDB. Caravina diz que seu colega cria arestas, não agrega e só olha o próprio umbigo. Lembra ainda que Geraldo está focado na candidatura de sua filha à Assembleia Legislativa e não estaria comprometido com o futuro do partido.
A PODEROSA: Se Nelsinho percorre o interior distribuindo recursos, o deputado Gerson Claro costura apoios junto aos deputados – também na esperança de viabilizar sua candidatura ao senado. Mas ouvi nos corredores da Assembleia de que o candidato numero 2 (ao lado de Reinaldo) será escolhido pela senadora Tereza Cristina (PP) Portanto…
DOURADOS: La se vão 48 anos e ela obteve apenas avanços razoáveis em termos de representação política. ‘Equívocos’ eleitorais mesclados a escândalos inclusive, atrapalharam projetos e afugentaram outros personagens com potencial de liderança. Agora, por vários fatores, poderá aumentar sua bancada estadual. Eu disse poderá!
LOCOMOTIVAS? Puccinelli, Rose Modesto e Mara Caseiro são vistos como puxadores de votos em 2026 e que poderão ajudar seus respectivos companheiros a se elegerem. Mas volto a lembrar sobre o atual quadro eleitoral – que só tomará forma definitiva com a janela eleitoral entre abril e maio próximos. Até lá, só oba oba.
HAJA GÁS: Em ano pré-eleitoral a notícia rende desgastes. Enquanto o salário do governador Riedel é de R$ 35.462,27 mensal, a presidenta Cristiane A. J. Schmidt, da MS-Gás – recebe R$58.500,00 e verbas generosas a título de diárias. Fatos como esse aumentam o estigma sobre o ‘modus operandi’ das ‘gloriosas’ empresas públicas.
ELEIÇÕES: Em 2022 tivemos 397 candidatos a deputado estadual; em 2026 teremos 175. Para a Câmara Federal serão apenas 63 postulantes contra 172 em 2022. Esse corte de candidaturas se deve as novas regras, incluindo as chamadas federações partidárias. PL, PP, PSDB, REP, MDB, PSD e PT são as chapas possíveis.
CONCLUSÃO: Com menos candidatos será preciso mais votos do que os exigidos no último pleito. Sobre o assunto, fica estampada essa preocupação nos deputados. Sorte deles, é que ainda terão bastante tempo para pensar e repensar sobre qual partido a ser escolhido. Nesta hora pode valer a experiência ou a pura sorte mesmo.
NA INTERNET: As redes sociais permitem que cidadãos façam abordagens de temas diversos. Sorte deles. É o caso do ex-deputado Fabio Trad, usando o facebook para discorrer sobre temas de cunho eleitoral. Nesta semana, ele critica a postura do governador Tarcísio no episódio das bebidas adulteradas. Democracia é isso.
VERDADES: A memória curta da opinião pública sobe escândalos é um fenômeno complexo, influenciado por fatores que vão desde o ciclo de notícias até a saturação de informações. Embora a percepção de esquecimento possa gerar frustração, é resultado de diversos mecanismos psicológicos, políticos e midiáticos. (Inteligência Artificial)
CASSEMS: Nas últimas sessões da Assembleia Legislativa ela foi alvo de debates. Destaque para manifestação do deputado Zé Teixeira ao abordar o papel importante da empresa no cenário da medicina de serviços no MS. Citou as áreas atendidas e o nível estrutural da Cassems, elogiando a unidade de Dourados inclusive. Saiu aplaudido.
FRASES DE RONALD REAGAN:
“A política é a segunda profissão mais antiga, muito semelhante a primeira. ”
“Eu já notei que todos os que são pelo aborto já nasceram.”
“Contribuinte é quem trabalha para o governo sem ter feito concurso público.”
“O mal é impotente se os bons não tiverem medo. ”
“Recessão é quando seu vizinho perde o emprego. Depressão é quando você perde o seu.”
O maior líder não é quem faz as maiores coisas. É o que faz as pessoas realizarem as maiores coisas.
Venha aqui para este portão! Sr. Gorbachev, abra esse portão! Derrube esse muro!”
“Na América, nossas origens importam menos do que nosso destino, e é disso que trata a democracia.”
“O governo não é uma solução para o nosso problema, o governo é o problema.”
“A América precisa de empregos e oportunidades, não de ócio e distribuição.”
“As melhores mentes não estão no governo. Se alguma estivesse, os negócios a roubariam.”
“O coração e alma do conservadorismo é o liberalismo.”
“Você não pode tributar os negócios. Negócios não pagam impostos, apenas recolhem impostos.”
Você não pode tributar os negócios. Negócios não pagam impostos, apenas recolhem impostos”.
“A liberdade individual depende de manter o governo sob controle.”
out 16, 2025 | Colunistas
Campanha do Dia Internacional das Cooperativas de Crédito destaca inclusão financeira e impactos positivos promovidos pelo setor
No dia 16 de outubro, o Brasil se une a mais de 117 países para celebrar o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito (DICC), data reconhecida anualmente na terceira quinta-feira de outubro. Em 2025, o tema definido pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU) é Cooperação por um mundo próspero, e busca reforçar o papel dessas instituições como agentes de transformação econômica e social.
Para marcar a data, as cooperativas de crédito brasileiras, em conjunto com o Sistema OCB, se uniram para lançar uma campanha nacional e colaborativa que vai levar o segmento para a rotina dos brasileiros. Inspirada na pergunta comum realizada em qualquer estabelecimento quando se realiza uma compra— “No crédito ou no débito?” —, a resposta vai ganhar novo sentido: “No coop!”. O conceito mostra que optar pelo cooperativismo de crédito é escolher prosperidade coletiva, desenvolvimento local e impacto positivo para toda a sociedade.
A campanha inclui filme institucional, conteúdos digitais para redes sociais, depoimentos reais de cooperados de diferentes cooperativas de crédito e uma mobilização colaborativa entre o Sistema OCB, cooperativas financeiras e parceiros estratégicos. Entre eles, o Banco Central do Brasil, que entrará com uma ação especial para destacar seu papel como órgão de regulação e fiscalização. Todo o material estará disponível nas redes sociais do movimento SomosCoop.
“Celebrar o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito é também reafirmar que o sistema financeiro pode ser mais humano e inclusivo. Ao escolher o coop, cada pessoa participa de uma rede que reinveste nas comunidades, fortalece a economia local e contribui para um mundo mais justo, equilibrado e sustentável”, destaca Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.
Protagonismo
No Brasil, o cooperativismo de crédito tem se consolidado como protagonista em inclusão financeira. São 20,1 milhões de cooperados, atendidos por 689 cooperativas espalhadas pelo país, que oferecem mais de 10 mil pontos de atendimento físico. Em 469 municípios, elas são a única instituição financeira com agência física, garantindo acesso a serviços modernos, taxas justas e educação financeira para milhares de famílias.
“As cooperativas de crédito estão onde as instituições financeiras tradicionais não chegam, oferecem serviços de qualidade e mantêm um compromisso real com o desenvolvimento local. Quando uma comunidade tem acesso a uma cooperativa, todos prosperam”, acrescenta Márcio Lopes de Freitas.
Os resultados comprovam essa força. Em 2024, as cooperativas de crédito movimentaram R$ 455 bilhões em operações de crédito e ultrapassaram R$ 885 bilhões em ativos, um crescimento de 21,1% em relação ao ano anterior. Além de facilitar o crédito, elas contribuem diretamente para a redução da pobreza, impulsionam o empreendedorismo, aumentam a renda per capita e financiam projetos sustentáveis — com uma carteira verde que já supera US$ 10 bilhões.
Para Márcio Lopes de Freitas, esse é um diferencial que conecta o setor às grandes demandas do presente. “As cooperativas de crédito conquistaram a confiança das pessoas porque estão presentes no dia a dia delas. São instituições que escutam, acolhem e oferecem soluções que realmente fazem sentido para cada comunidade. Essa proximidade é o que garante a prosperidade coletiva”, acrescenta.
Mais informações:
Assessoria de Comunicação – Sistema OCB
Raquel Sacheto – assessoria@ocb.coop.br | (61) 99961-3715
out 15, 2025 | Colunistas
Até onde a ausência de escrúpulos do homem, movido pela ganância, pode levá-lo na busca do enriquecimento ilícito a qualquer custo? O metanol — o grande vilão do momento — tornou-se manchete porque seus efeitos foram imediatos e devastadores. Dezenas de pessoas perderam a vida ou ficaram com sequelas após ingerirem bebidas alcoólicas adulteradas com essa substância altamente tóxica. Um veneno disfarçado em copo de festa, resultado direto da combinação mortal entre a negligência e a ambição humana.
Mas o metanol é apenas a ponta visível de um iceberg de contaminações silenciosas. O que dizer de tantos outros produtos, também consumidos no dia a dia, cujos efeitos nocivos se manifestam de forma lenta, sorrateira, e muitas vezes jamais são descobertos? É o caso recente de uma fábrica de laticínios do Rio Grande do Sul que, segundo a Vigilância Sanitária, utilizava soda cáustica e água oxigenada na produção, inclusive de leite em pó que eram distribuídos às escolas públicas. Um escândalo que assusta, mas que infelizmente não surpreende.
O ser humano, quando perde o senso de ética, torna-se capaz das piores atrocidades em nome do lucro. E isso não é novidade. Lembro-me bem, ainda no início de minha carreira jornalística, nos anos 80, quando aprendi que a boa notícia nasce do cultivo de fontes seguras e confiáveis. Foi assim que, em contato com a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), descobri laudos técnicos que denunciavam fraudes em marcas renomadas do mercado. Em muitas delas, além dos grãos de café, encontrava-se madeira, milho, cascas e até terra misturada ao pó. Terra! Um verdadeiro atentado à dignidade do consumidor, que, sem saber, tomava um “café” que pouco tinha de café.
O mesmo ocorria nas fiscalizações do Inmetro, que acompanhei de perto em supermercados e açougues. As balanças, coincidentemente, sempre, pendiam contra o consumidor. E as bombas de combustíveis, então? Muitos postos vendiam — e ainda vendem — misturas adulteradas com solventes, excesso de álcool e até água. Tudo em nome do lucro rápido e da ilusão do “jeitinho”, que tanto mal faz à nossa nação.
Essas práticas não são apenas ilegais — são espiritualmente condenáveis. A Bíblia já nos adverte que “balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu deleite” (Provérbios 11:1). Desde os tempos antigos, o Criador já denunciava as fraudes comerciais e a exploração do próximo como pecados graves contra a justiça e a verdade.
Hoje, em plena era tecnológica, em que a ciência avança e as comunicações são instantâneas, a malandragem industrial parece se reinventar com a mesma velocidade. A cada nova operação da Vigilância Sanitária ou do Ministério Público, descobre-se uma fábrica clandestina, uma manipulação criminosa, uma fraude com rótulo bonito e publicidade enganosa. Enquanto isso, milhões de brasileiros continuam consumindo, sem saber, produtos alterados, nocivos e muitas vezes fatais.
E há também a sutileza das “meias-verdades” comerciais. Os produtos “tipo” alguma coisa — “tipo queijo”, “tipo presunto”, “tipo manteiga” — são um disfarce legal para composições baratas e químicas que nada têm do alimento original. São novos produtos com velhos nomes, embalagens atraentes e letras miúdas que escondem a verdade. Talvez por isso tantas crianças e adultos hoje convivam com alergias, intolerâncias e distúrbios que antes eram raros.
No caso das bebidas falsificadas, o problema é ainda mais grave. Garrafas originais, recolhidas por bares e restaurantes, viram moeda valiosa no mercado clandestino. São preenchidas com líquidos baratos, coloridos e aromatizados para enganar os sentidos. E como o consumo de álcool é intenso e constante, o perigo se espalha com facilidade. Cada gole pode ser um risco.
A pergunta que fica é: o que mais estamos consumindo sem saber? Quantos produtos, dos mais simples aos mais sofisticados, estão contaminados por substâncias invisíveis, criadas pela ganância humana e pela falta de fiscalização eficiente?
É preciso um despertar coletivo. As autoridades precisam agir com rigor, mas o consumidor também deve ser vigilante, informado e exigente. Afinal, o que está em jogo é a vida — e ela não pode ser medida em percentuais de lucro.
As Escrituras são claras ao advertir: “O amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males” (1 Timóteo 6:10). E o Livro de Mórmon reforça que “é por causa de vossas riquezas, vossa ganância pelas coisas vãs do mundo, que destruístes vossos irmãos” (Helamã 7:21). Quando o dinheiro se torna o principal deus do homem, o valor da vida é reduzido a centavos, e a alma se corrompe na mesma proporção do lucro.
Vivemos tempos em que quase tudo é passível de falsificação: alimentos, bebidas, medicamentos e até valores morais. O metanol, que agora assusta o país, é apenas um lembrete doloroso de que o verdadeiro veneno pode estar não só nas garrafas, mas no coração de quem perdeu o temor a Deus e o respeito pelo próximo.
Que essa tragédia sirva de alerta para todos nós — consumidores, empresários e governantes — de que a ética é o ingrediente mais essencial em qualquer produto humano. Sem ela, tudo o que tocamos se contamina.
E, como bem ensina o Livro de Mórmon: “Eis que vossos tesouros perecerão convosco” (2 Néfi 9:30). Que aprendamos, portanto, a medir não o lucro, mas a consciência; não o ganho material, mas a retidão moral. Pois sem honestidade e amor ao próximo, toda prosperidade se transforma em maldição.
*Jornalista e Professor
out 10, 2025 | Colunistas
SALVE-SE QUEM PUDER: Pode acontecer também nestas eleições. A exemplo de anteriores, silenciosamente, candidatos ao Senado, Câmara e Assembleia podem adotar essa postura para se elegerem (ou tentarem). Traição? Talvez sim, talvez não; tudo vai depender da conveniência do eleitor e do candidato. Sem inocentes.
AMARRAS: Hoje, o eleitor pode votar em candidatos de partidos diferentes. Um leque de escolhas para todos os cargos favorecendo também os próprios candidatos ao pedirem o voto. Só olhando o próprio umbigo, deixam o eleitor ‘à vontade’ na escolha de postulantes de cargos majoritários principalmente. Lei da sobrevivência.
ENTENDA: Até a reforma eleitoral em 1985, havia o chamado ‘voto casadinha’ que obrigava o eleitor a votar (de cabo a rabo) nos candidatos da mesma sigla para cargos majoritários e proporcionais. Mas com a nova Constituição, o voto passou a ser direto, secreto, universal e periódico, com o fim do voto vinculado.
VOTO DE LEGENDA: Aos eleitores jovens alerto para a possível confusão do extinto voto vinculado, com o atual voto de legenda. Neste, vota-se apenas na legenda do partido, sem escolha de um candidato específico. Esse voto é contabilizado para a soma dos votos da sigla, que pode pesar na eleição dos postulantes pelo sistema proporcional.
CORRUPÇÃO: “É o uso indevido do poder ou de cargo para obter vantagens pessoais ou para terceiros, com suborno, fraude, nepotismo, desvio de recursos que prejudicam o progresso. Fenômeno complexo e mundial que afeta instituições, sistemas políticos e econômicos, agrava desigualdades, afeta a confiança pública. ” (Inteligência Artificial)
CONCORDA?: Sobre política e propostas de candidatos, é do comediante George Burns uma frase genial: “Pena que todas as pessoas que sabem como governar o país estejam ocupadas a dirigir taxis ou cortar cabelos.” É porque na barbearia e no taxi ouvimos opiniões ‘interessantes’ sobre os políticos, governantes e suas propostas.
LEANDRO KARNAL: “Eu gostaria de dizer, que nós somos profundamente honestos. Somos aquilo que os advogados chamam de probos, pessoas experimentadas na ética; ao mesmo tempo em que somos governados por ladrões. Essa, a frase de Carlos Lacerda em 1954: Somos uma nação de trabalhadores honestos governados por ladrões. ”
NINHADA: Muito oba oba sobre a eleição do diretório do PSDB. Geraldo Resende, Beto Pereira e Caravina, os candidatos. A intenção é montar chapa proporcional competitiva com Lia Nogueira, Caravina, Paulo Duarte, os vereadores Vitor Rocha, Flavio Cabo Almi, Silvio Pitu, mais o vereador Juari, caso não concorra a Câmara Federal. Muitos interesses em jogo.
BOLA FORA: O exemplo do governador Tarcísio de Freitas opinando sobre a falsificação de bebidas mostra o peso da comunicação na administração pública. Tarcísio, pecara antes ao usar o boné do Trump no início do tarifaço e por declarações infelizes sobre a violência policial na Baixada Santista. ‘Quem não se comunica …”
TONHÃO: No 6º mandato de vereador em Três Lagoas ele lembra: O ex-prefeito Guerreiro, tem cacife para 30 mil votos (só lá) para deputado estadual. Antes porém, terá que reverter a sentença que o condenou por improbidade administrativa. O vereador revela: Nelsinho Trad é o senador que mais levou recursos federais para seu município.
MOCHI x AGIOTAGEM: O endividamento dos servidores estaduais é cruel: mais de R$ 6 bilhões, igual a 10 folhas de pagamento do Estado. Financeiras cobram altas taxas nos empréstimos consignados, dificultando a quitação. Mochi sugere a contratação de instituição financeira que compre o estoque de dívidas para cobrar taxas menores. O caso é grave!
UM ALERTA: Repercute nos meios políticos e jurídicos a decisão do STF (após 18 anos) inocentando o ex-governador Zeca do PT no lendário caso ‘Farra da Publicidade’. Agora, além de receber indenização do Estado, ele exigirá que o Governo acione os promotores de justiça responsáveis pela denúncia para restituírem aos cofres públicos esse valor corrigido.
CEDO DEMAIS? Alguns acham que o ex-governador Reinaldo age certo ao colocar agora seu nome para o Senado, pois agrega apoios e ocuparia espaços. Outros, porém, entendem que o excesso de exposição, com discursos de mesmo teor em espaços diferentes, podem provocar desgastes. Avesso a ouvir conselheiros, ele segue em frente.
NOS BASTIDORES: Até onde irá a polarização para escolha do parceiro de Reinaldo na campanha ao Senado? A decisão será baseada em pesquisas, nos acordos partidários do centro e direita, ou ainda nos ventos que soprarem de Brasília? Com tanto tempo pela frente, será que não teríamos fatos novos que poderiam influenciar no quadro?
OPINIÃO: Muita especulação sobre o destino partidário deste ou daquele deputado. Isso faz parte e não poderia ser diferente. Mas na Assembleia Legislativa, é voz corrente que até o início da ‘janela partidária’, entre 7 de março a 5 de abril, não haverá uma definição do quadro eleitoral. Aí sim, teremos muitos embarques e desembarques.
DE VOLTA: Fatores que possibilitam a eventual candidatura de Simone Tebet ao Senado aqui no Estado. Primeiro, porque o MDB sempre conviveu com o grupo que está no poder no Planalto – segundo – devido ao espaço que existe aqui no partido – terceiro – pela falta de novas lideranças e o desgaste sofrido por antigas lideranças, hoje sem mandato eletivo.
SIMONE: Seu projeto é independente. Sua candidatura à presidência deu-lhe asas e possibilidades de ocupar espaço na administração petista. Aliás, ela não é a única emedebista que ocupa cargos de relevância no Governo Lula. Simone ousou jogar e até aqui tem se dado bem politicamente. Se vai ter sucesso em 2026, só o Lula dirá..
HUMOR: O presidente Nasser (Egito) teria infartado ao ler o telegrama da inimiga Primeira Ministra de Israel Golda Meir (80) propondo: “Vamos fazer amor e não guerra?” Impressionado com tantas placas ‘EM OBRAS’ ao visitar o canteiro de obras do metrô, o Presidente da República questionou ao ministro sobre a construtora ‘EMOBRAS. O ministro esclareceu: questão da grafia por falta de espaço nas placas. No lugar de EMOBRAS – EM OBRAS.
PILULAS DIGITAIS:
80% dos problemas do mundo envolvem homens velhos com medo de morrer e se tornar insignificantes, e não querem largar o osso. (Barack Obama)
Na política, entre trair o país ou o eleitorado, prefiro trair o eleitorado! (De Gaulle)
A liberdade de eleições permite que você escolha o molho com o qual será devorado. ( Eduardo Galeano)
Todos clamam por reformas, mas ninguém quer se reformar. (Marquês de Maricá)
Estratégia: Se não puder convencê-los, confunda-os. ( Harry S. Truman)
Nenhum motorista é herói para quem vai do lado. (Millôr)
Pergunte ao seu filho, o que ele quer comer, apenas se ele for pagar. (Fran Lebowitz)
Todos querem comer à mesa do governo, mas ninguém quer lavar os pratos. (Werner Finck)
Na democracia as pessoas são livres para escolher alguém que as frustrarão. (Laurende Peter))
Todas as armas dos suspeitos de matar Odete Roitman eram pistolas do mesmo fabricante. Merchandising é isso! (internet)
Líder é igual sanduiche: sofre pressão de todos os lados. (internet)