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Bela Vista-MS Sábado, 08 de Agosto de 2026
Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

‘TUDO OU NADA’: Nas disputas eleitorais é tênue a linha separando a coragem extremada e o erro fatal. Posto isso, presume-se que o deputado João Catan tenha total consciência dos riscos que se propõe ousadamente assumir neste cenário. É pertinente concluir que – se derrotado –  possa sair fortalecido para a sucessão da capital em 2028.

VISIONÁRIO?  Alguns acham que ele se encaixaria neste perfil; outros destacam  apenas sua capacidade de vislumbrar tendências de mudanças no quadro eleitoral por fatores e fatos diversos. Catan se coloca como protagonista de eventuais mudanças no presente quadro e também como possível credor antecipado para 2028.

VEJAMOS: Quem mais? Rose Modesto, Marcos Trad e Nelsinho Trad seriam à primeira vista os personagens com maior densidade eleitoral em Campo Grande. É exatamente neste raciocínio de projeções que se encaixaria Catan, dependendo também de seu desempenho nas urnas da capital em 2026. Fora disso não há hoje outras opções.

CONEXÃO: Seria ingenuidade ignorar o elo entre as eleições estaduais e o pleito municipal de 2028, com foco principalmente no oceânico colégio eleitoral da capital. Essa tese está amparada pelos números das últimas eleições onde ficou estampada a  vitalidade do eleitorado de Campo Grande com seus próprios conceitos de escolha.

SEGUNDO TURNO: Dane-se a coerência e as falas do primeiro turno, Trata-se de  nova eleição marcada por alianças espúrias de última hora responsáveis por reviravoltas. O fator rejeição pode ser mais importante que a preferência, com o eleitor votando simplesmente para impedir a vitória de quem ele rejeita. Assim funciona a cabeça dele.

AZARÕES:  A recomendação é para não esquecer deles – que surpreendem com força principalmente na reta final, mesmo com fraco desempenho em pesquisas e opiniões na mídia. Em 2022, além de Zema em Minas, outros azarões venceram o favoritismo consolidado. Casos de Collor contra Lula em 1989 e Jânio em 1985 contra FHC.

JOGADAS: A guerra pelas vagas ao Senado não perde a intensidade. A mente do pessoal é fértil. Ouço hipóteses impublicáveis sobre o que poderia ocorrer ao longo das  curvas da campanha.  Como se diz: boa coisa não seria. Se Vander corre por fora em espaço exclusivo, há ruídos esquisitos na disputa entre Reinaldo, Contar e Nelsinho.

INSISTINDO: Há previsões de que estaríamos apenas no início com chances de ‘tempestades’ neste Outono e Inverno. O episódio do Banco Master pode influenciar ou apenas apimentar as narrativas na mídia? Mas quem garante que novos escândalos não surgirão até as eleições? ‘Matéria prima’ temos em abundância.

‘BATOM NA CUECA’:  A pergunta (ou o conjunto de perguntas) que não quer calar: se o contrato firmado com a advogada e mulher do ministro Alexandre de Moraes foi a compra de proteção para o Banco Master, se o pagamento ao senador Ciro Nogueira foi por serviços prestados por ele ao banco; para que serviu, ou serviria, o dinheiro dado por Daniel Vorcaro a Flavio Bolsonaro para financiar o filme em homenagem ao seu pai”? (Ricardo Noblat) 

OLARTE: Papo reflexivo com o ex-prefeito da capital. Após 2 anos preso usufrui dos benefícios da ‘Condicional’ e comanda seu restaurante popular perto do Parque de Exposições.  Divorciado, aos poucos reconstrói sua vida, na certeza de ter aprendido a lição, mas sempre alegando que teria sido vítima das forças do ‘sistema’. Será?

CONCLUSÃO:  “…Na alegria, todo mundo é gente boa. Na paz, todo mundo é zen. Na tranquilidade financeira, até o cunhado parece simpático. Mas basta a vida apertar o parafuso que o ser humano mostra o que tem dentro e, ‘spoiler’: nem sempre é coisa boa. A verdade é que a dificuldade é o ‘personal trainer’ da alma. (João R. Giacomini)

ANTONIO VAZ: Em 2024 ficou na suplência com13.958 votos; em 2018 se elegeu:  16.224 votos; em 2022 se reelegeu com 19.395 votos. Diante da escalada vitoriosa, ele acredita em novo sucesso, com o partido Republicanos robustecido com a chegada de Beto Pereira, Barbosinha, Pedrossian Neto, Renato Câmara e Hashioka entre outros.

APAZIGUADOR:  O deputado Caravina vai se revelando um político moderado, articulado. Nos embates frequentes entre colegas da direita e esquerda, ele tem se colocado bem na missão de amainar os ânimos, com expressões e intervenções inteligentes. Ele se justifica creditando os méritos à filosofia moderada do PSDB.

LAMENTÁVEL: Os acadêmicos do Curso de Direito da UEMS de Bataguassu saíram decepcionados com o nível dos embates que assistiram na sessão da Assembleia Legislativa na última quinta-feira. Conversando com eles ao final constatei a surpresa negativa pelo que assistiram e ouviram. Vindos de tão longe, mereciam algo melhor.

NO BURACO? Esse escândalo que explodiu na operação ‘Buraco Sem Fim’ na capital dando margem a várias especulações sobre as consequências políticas e os personagens que poderão sofrer desgastes. É muita grana nesta jogada que nos remete ao episódio das malas com dinheiro no apartamento do ex-deputado Gedell. O Brasil é um só.

CARONA AMIGA: A presença do governador em cidades do interior movimenta as comunidades e aglutina suas lideranças. De olho nos dividendos eleitorais, os deputados e candidatos em geral conseguem tirar proveito expondo suas imagens e mantendo contatos proveitosos. Neste último giro de Ridel pelo Cone Sul não foi diferente. É a cara da política.

ATENÇÃO: Até 4 de junho, dirigentes sindicais e de conselhos profissionais terão que deixar os seus cargos para serem candidatos. Já para os servidores públicos o prazo previsto é de 3 meses antes do pleito com e direito a remuneração. O calendário da Justiça Eleitoral marca para 1º de agosto o início da propaganda. Nosso calvário. 

PILULAS DIGITAIS: 

Vorcaro é a mãe do ano.

Flavio Bolsonaro, Vorcaro e o filme mais caro do Brasil.

Paciência não é conformismo.

Polarização: Odd e Limpol fecham coligação para para encarar Ypê nas eleições (The Piaui Herald)

Ciro desistiu de disputar a presidência. Pena! Seria o único doido varrido inteligente na disputa.

Toda indignação moral tem só 2% de moral, 48% de indignação e 50% de inveja. (Vitório de Sica)

Estamos sempre nos preparando para viver, mas nunca vivemos. (Ralp Emerson)

Quando a dor é muito grande, o sofrimento é dolorido. (Rubem Fonseca)

Nesta altura da vida achei que estaria ajudando os mais pobres e não me juntando a eles.

O verdadeiro conflito de interesses é a confissão de que a conversa definitiva ficou para mais tarde.

Quando a desculpa é gaguejada, é porque a explicação está errada. (Stalisnaw Ponte Preta)

O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser realista esperançoso. (Ariano Suassuna)

Guerra de Narrativas: Por Bosco Martins

Guerra de Narrativas: Por Bosco Martins

Em entrevista, Lula disse a Trump que trava com ele uma “guerra na narrativa”. O termo define a disputa pela interpretação da realidade: grupos moldam a opinião pública não pela verdade objetiva, mas por storytelling que elege heróis e vilões.

No episódio do Banco Master (Daniel Vorcaro), Lula inverteu a narrativa bolsonarista: associou a busca por recursos privados para um filme sobre Bolsonaro à antiga crítica da direita à Lei Rouanet. Flávio Bolsonaro contra-atacou, deslocando o debate para supostas relações entre Vorcaro, Lula e Alexandre de Moraes.

Davi Alcolumbre rejeitou a CPMI do Banco Master para controlar o tempo político e evitar arena permanente de polarização.

O caso mostra que a política contemporânea depende menos dos fatos e mais da produção de imagens simbólicas. A disputa é sobre qual contradição ficará na memória pública. A guerra de narrativas envenena a sociedade, dividindo-a entre “nós” e “eles”. Resta saber quem é quem no final dessa história.

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

Leia Coluna Amplavisão: Eleições: sustos, azarões, surpresas e traições?

‘TUDO OU NADA’: Nas disputas eleitorais, é tênue a linha separando a coragem extremada e o erro fatal. Posto isso, presume-se que o deputado João Catan tenha total consciência dos riscos que se propõe ousadamente assumir neste cenário. É pertinente concluir que, se derrotado, possa sair fortalecido para a sucessão da Capital em 2028.

VISIONÁRIO? Alguns acham que ele se encaixaria neste perfil; outros destacam apenas sua capacidade de vislumbrar tendências de mudanças no quadro eleitoral por fatores e fatos diversos. Catan se coloca como protagonista de eventuais mudanças no presente quadro e também como possível credor antecipado para 2028.

VEJAMOS: Quem mais? Rose ModestoMarcos Trad e Nelsinho Trad seriam, à primeira vista, os personagens com maior densidade eleitoral em Campo Grande. É exatamente neste raciocínio de projeções que se encaixaria Catan, dependendo também de seu desempenho nas urnas da Capital em 2026. Fora disso, não há hoje outras opções.

CONEXÃO: Seria ingenuidade ignorar o elo entre as eleições estaduais e o pleito municipal de 2028, com foco principalmente no oceânico colégio eleitoral da Capital. Essa tese está amparada pelos números das últimas eleições, onde ficou estampada a vitalidade do eleitorado de Campo Grande com seus próprios conceitos de escolha.

SEGUNDO TURNO: Dane-se a coerência e as falas do primeiro turno. Trata-se de nova eleição marcada por alianças espúrias de última hora, responsáveis por reviravoltas. O fator rejeição pode ser mais importante que a preferência, com o eleitor votando simplesmente para impedir a vitória de quem ele rejeita. Assim funciona a cabeça dele.

AZARÕES: A recomendação é para não esquecer deles, que surpreendem com força principalmente na reta final, mesmo com fraco desempenho em pesquisas e opiniões na mídia. Em 2022, além de Zema, em Minas, outros azarões venceram o favoritismo consolidado. Casos de Collor contra Lula, em 1989, e Jânio, em 1985, contra FHC.

JOGADAS: A guerra pelas vagas ao Senado não perde a intensidade. A mente do pessoal é fértil. Ouço hipóteses impublicáveis sobre o que poderia ocorrer ao longo das curvas da campanha. Como se diz: boa coisa não seria. Se Vander corre por fora em espaço exclusivo, há ruídos esquisitos na disputa entre ReinaldoContar e Nelsinho.

INSISTINDO: Há previsões de que estaríamos apenas no início, com chances de ‘tempestades’ neste outono e inverno. O episódio do Banco Master pode influenciar ou apenas apimentar as narrativas na mídia? Mas quem garante que novos escândalos não surgirão até as eleições? ‘Matéria-prima’ temos em abundância.

‘BATOM NA CUECA’: A pergunta, ou o conjunto de perguntas, que não quer calar: se o contrato firmado com a advogada e mulher do ministro Alexandre de Moraes foi a compra de proteção para o Banco Master; se o pagamento ao senador Ciro Nogueira foi por serviços prestados por ele ao banco; para que serviu, ou serviria, o dinheiro dado por Daniel Vorcaro a Flávio Bolsonaro para financiar o filme em homenagem ao seu pai? (Ricardo Noblat)

OLARTE: Papo reflexivo com o ex-prefeito da Capital. Após 2 anos preso, usufrui dos benefícios da ‘condicional’ e comanda seu restaurante popular perto do Parque de Exposições. Divorciado, aos poucos reconstrói sua vida, na certeza de ter aprendido a lição, mas sempre alegando que teria sido vítima das forças do ‘sistema’. Será?

CONCLUSÃO: “…Na alegria, todo mundo é gente boa. Na paz, todo mundo é zen. Na tranquilidade financeira, até o cunhado parece simpático. Mas basta a vida apertar o parafuso que o ser humano mostra o que tem dentro e, ‘spoiler’: nem sempre é coisa boa. A verdade é que a dificuldade é o ‘personal trainer’ da alma.” (João R. Giacomini)

ANTONIO VAZ: Em 2024, ficou na suplência com 13.958 votos; em 2018, se elegeu com 16.224 votos; em 2022, se reelegeu com 19.395 votos. Diante da escalada vitoriosa, ele acredita em novo sucesso, com o partido Republicanos robustecido com a chegada de Beto PereiraBarbosinhaPedrossian NetoRenato Câmara e Hashioka, entre outros.

APAZIGUADOR: O deputado Caravina vai se revelando um político moderado, articulado. Nos embates frequentes entre colegas da direita e esquerda, ele tem se colocado bem na missão de amainar os ânimos, com expressões e intervenções inteligentes. Ele se justifica creditando os méritos à filosofia moderada do PSDB.

LAMENTÁVEL: Os acadêmicos do Curso de Direito da UEMS de Bataguassu saíram decepcionados com o nível dos embates que assistiram na sessão da Assembleia Legislativa na última quinta-feira. Conversando com eles ao final, constatei a surpresa negativa pelo que assistiram e ouviram. Vindos de tão longe, mereciam algo melhor.

NO BURACO? Esse escândalo que explodiu na operação ‘Buraco Sem Fim’ na Capital dá margem a várias especulações sobre as consequências políticas e os personagens que poderão sofrer desgastes. É muita grana nesta jogada, que nos remete ao episódio das malas com dinheiro no apartamento do ex-deputado Gedell. O Brasil é um só.

CARONA AMIGA: A presença do governador em cidades do interior movimenta as comunidades e aglutina suas lideranças. De olho nos dividendos eleitorais, os deputados e candidatos em geral conseguem tirar proveito, expondo suas imagens e mantendo contatos proveitosos. Neste último giro de Riedel pelo Cone Sul, não foi diferente. É a cara da política.

ATENÇÃO: Até 4 de junho, dirigentes sindicais e de conselhos profissionais terão que deixar os seus cargos para serem candidatos. Já para os servidores públicos, o prazo previsto é de 3 meses antes do pleito, com direito a remuneração. O calendário da Justiça Eleitoral marca para 1º de agosto o início da propaganda. Nosso calvário.

Pílulas digitais:

Vorcaro é a mãe do ano.

Flávio BolsonaroVorcaro e o filme mais caro do Brasil.

Paciência não é conformismo.

Polarização: Odd e Limpol fecham coligação para encarar Ypê nas eleições. (The Piauí Herald)

Ciro desistiu de disputar a Presidência. Pena! Seria o único doido varrido inteligente na disputa.

Toda indignação moral tem só 2% de moral48% de indignação e 50% de inveja. (Vittorio De Sica)

Estamos sempre nos preparando para viver, mas nunca vivemos. (Ralph Emerson)

Quando a dor é muito grande, o sofrimento é dolorido. (Rubem Fonseca)

Nesta altura da vida, achei que estaria ajudando os mais pobres e não me juntando a eles.

O verdadeiro conflito de interesses é a confissão de que a conversa definitiva ficou para mais tarde.

Quando a desculpa é gaguejada, é porque a explicação está errada. (Stanislaw Ponte Preta)

O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser realista esperançoso. (Ariano Suassuna)

Os grandes desafios da Mãe ideal: Por Wilson Aquino

Os grandes desafios da Mãe ideal: Por Wilson Aquino

Enaltecer a importância do papel de Mãe na sociedade em uma data internacionalmente dedicada a ela pode parecer uma tarefa simples. No entanto, mais do que homenagens, este é um momento oportuno para reflexão sobre a grandeza — e também sobre os desafios — daquelas que verdadeiramente fazem a diferença na formação de seus filhos: homens e mulheres bem preparados para enfrentar, com caráter e firmeza, os inevitáveis desafios da vida.

Ser Mãe vai muito além do cuidado físico e do acompanhamento cotidiano. Trata-se de uma missão profunda, contínua e, acima de tudo, formadora. Uma missão que começa ainda na gestação e se estende por toda a vida, influenciando decisivamente a construção moral, emocional e espiritual dos filhos — e, por consequência, de toda a sociedade.

Mãe ideal compreende que educar não é apenas instruir, mas formar. É preparar o filho não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida. É ajudá-lo a conquistar não apenas bens materiais, mas valores que não se corrompem com o tempo como honestidade, responsabilidade, respeito, fé e amor ao próximo e a Deus acima de tudo.

Nesse contexto, a espiritualidade ocupa um papel central. Mãe que reconhece em Jesus Cristo o verdadeiro caminho, a verdade e a vida, e transmite essa convicção aos seus filhos desde a infância, oferece a eles um alicerce inabalável. Não por acaso, as Escrituras orientam: “Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele” (Provérbios 22:6). Em um mundo cada vez mais instável, onde valores são frequentemente relativizados, essa base espiritual torna-se um diferencial decisivo na formação de indivíduos equilibrados, conscientes e resilientes.

Ensinar princípios morais sólidos é outro pilar indispensável. Mãe ideal não apenas orienta, mas exemplifica. Seus gestos, suas escolhas e sua postura diante da vida são lições silenciosas, porém poderosas. É ela quem ensina o valor de um “não” dito no momento certo, formando filhos capazes de lidar com frustrações, respeitar limites e tomar decisões com responsabilidade. Como ensina o apóstolo Paulo, “tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama… nisso pensai” (Filipenses 4:8) — princípios que começam a ser cultivados dentro de casa.

Vivemos tempos desafiadores, em que muitas vozes disputam a atenção e a formação das novas gerações. Ideologias, modismos e influências políticas, muitas vezes contrárias aos princípios mais básicos de bom senso e espiritualidade, encontram terreno fértil onde há ausência de orientação firme dentro do lar. Por isso, o papel de Mãe torna-se ainda mais relevante: ela é a primeira e mais influente formadora de consciência.

Mãe ideal não cria filhos para o mundo — ela os prepara para transformá-lo. Ensina a pensar, a discernir, a escolher o bem, mesmo quando isso exige coragem. Forma cidadãos que não se deixam levar por qualquer corrente, mas que possuem identidade, propósito e valores bem definidos. Nesse sentido, a própria Palavra de Deus reforça a importância do exemplo familiar ao afirmar: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15), estabelecendo um compromisso que começa dentro do lar e se reflete na vida dos filhos.

Além disso, há um aspecto frequentemente negligenciado: o exemplo de amor verdadeiro. Um amor que não é permissivo, mas educativo; que não é frágil, mas firme; que não apenas acolhe, mas também corrige. Esse equilíbrio entre amor e disciplina é um dos maiores desafios da maternidade — e, ao mesmo tempo, uma de suas maiores virtudes.

Não se trata de exigir perfeição — afinal, nenhuma Mãe é isenta de falhas. Trata-se de reconhecer o esforço diário, muitas vezes silencioso, de mulheres que renunciam a si mesmas em inúmeros momentos para garantir que seus filhos tenham um futuro melhor. São verdadeiras construtoras de destinos.

Quando uma Mãe cumpre bem o seu papel, os frutos ultrapassam os limites do lar. Eles alcançam a escola, o ambiente de trabalho, a sociedade e, por fim, as futuras gerações. Uma boa Mãe não forma apenas bons filhos — ela ajuda a construir uma sociedade mais justa, equilibrada e humana.

Neste Dia Internacional das Mães, mais do que flores e homenagens, que haja reconhecimento consciente da missão grandiosa que é ser Mãe. E que cada mulher que exerce esse papel com dedicação, fé e compromisso continue sendo instrumento de Deus, na transformação de um mundo que, mais do que nunca, precisa de valores sólidos.

Porque, no fim das contas, o futuro da humanidade passa, inevitavelmente, pelas mãos — e pelo coração — de uma Mãe.

*Jornalista, Professor e Escritor

wilsonaquino2012@gmail.com

Make Brazil and America Great Again

Make Brazil and America Great Again

**Bosco Martins é escritor e jornalista*

O encontro entre Lula e Donald Trump, os dois maiores líderes políticos das Américas, ocorreu em um momento de profundas transformações geopolíticas. Mais do que um gesto diplomático, a reunião mostrou que a política externa voltou a ser guiada pelos interesses econômicos e estratégicos.

O Brasil tenta reduzir impactos tarifários, preservar espaço em cadeias produtivas e ampliar sua força de negociação. Já os Estados Unidos observam com preocupação o avanço chinês na América Latina e passaram a enxergar o Brasil como peça importante na disputa global por influência, recursos minerais e estabilidade regional.

As exportações brasileiras para os EUA diminuíram, enquanto as vendas para a China cresceram. O forte superávit comercial brasileiro comprova que o país conseguiu redirecionar parte de suas commodities — soja, minério e petróleo — para um mercado que já dependia desses produtos. Isso não significa alinhamento automático com Pequim nem rompimento com Washington. Significa pragmatismo.

Talvez o aspecto mais importante da reunião esteja justamente no que não foi dito. A diplomacia moderna deixou de ser movida por afinidades ideológicas e passou a funcionar pela necessidade. Quando adversários dialogam para evitar prejuízos maiores, a realidade passa a impor limites às paixões políticas.

Trump elogiou Lula sem abandonar sua lógica empresarial e transacional. Lula, por sua vez, buscou fortalecer o protagonismo internacional do Brasil preservando a tradição diplomática de autonomia. O encontro funcionou como um pacto de conveniência entre governos diferentes, mas com interesses momentaneamente convergentes.

A reação de parte da imprensa brasileira mostrou mais uma vez certo provincianismo e viralatismo político. Enquanto a imprensa internacional tratou o encontro como relevante, alguns setores locais tentaram minimizar sua importância.

O Brasil demonstrou maturidade ao dialogar com uma superpotência sem submissão e sem radicalismo retórico.

No fim, prevaleceu o bom senso. Fazer política é conversar, negociar e buscar soluções. Lula mostrou experiência política e Trump revelou seu pragmatismo empresarial. O Brasil não precisa escolher entre Washington e Pequim. Precisa usar a disputa entre potências para atrair investimentos, tecnologia, indústria e empregos qualificados.

O mundo precisa menos de radicalismo e mais de diálogo, diplomacia e equilíbrio.

Leia Coluna Amplavisão: Ufa! Assembleia respira o clima de eleições

Leia Coluna Amplavisão: Ufa! Assembleia respira o clima de eleições

DELCÍDIO: Pagou caro pelas suas travessuras, além de provar da Covid-19, malária, chikungunya e dengue. Na Rede Top de Rádio admitiu ‘sonha em voltar’, mas não há ambiente. Sem mandato e grupo, só tem a esperança, igual ao fundo daquele jarro com todos os males que Zeus dera à Pandora, como narra aquela lenda da mitologia grega.

DAGOBERTO-1: Otimista com apoio de 31 prefeitos. Lembra que os candidatos com mandato levam vantagem sobre os candidatos estreantes. Em 2006 obteve 98 mil votos; em 2010 chegou aos 480 mil (ao Senado); em 2014 bateu nos 54 mil; em 2018 foram 40 mil – em 2022 obteve 46 mil. Em 2012 perdeu como candidato a vice de Giroto.

DAGOBERTO-2: Sobre a influência da sucessão nacional no pleito local, acha que é preciso separar duas situações: a influência resultante do notável prestígio pessoal de Lula e a rejeição notória do PT junto ao eleitorado estadual. Essa tese de transferência de votos aos candidatos do PT não se sustentaria. Maior a rejeição do que a aceitação.

DO LEITOR: “O ‘Desenrola Brasil’ é eleitoreiro, incentiva o consumo a curto prazo e beneficia os bancos com aval do Governo. E mais, pune o bom pagador e incentiva a  cultura do calote. Pior; não é a solução definitiva – apenas estanca o sangue e ainda cria uma insegurança financeira ao sistema permitindo o uso de 20% do FGTS. ”

EMPLACA?  Na Assembleia Legislativa muitas dúvidas quanto ao sucesso de Jaime Verruck como candidato a deputado federal. Faltaria o cacoete necessária para a missão, o sorriso fácil, abraços generosos, paciência e o discurso vibrante para encantar o eleitor que anda tão cético nestes tempos. O conhecimento técnico nem sempre basta.

FABIO TRAD: Em um mês cresceu 2,5% nas pesquisas, Neste ritmo chegaria em julho perto de 20%. Assim, dizem os observadores que iniciaria a campanha com índice razoável para enfrentar um Governo em ‘céu de brigadeiro’, sem oposição até aqui. Claro que isso são suposições sujeitas a chuvas, trovoadas e ‘outras cositas’.

NOVIDADE: Sobre a candidata a deputada federal Viviane Souza (PSDB) alguns dados coletados: Natural de Campo Grande, cursou História e Desenvolvimento local, fez doutorado em Antropologia no Canadá; residiu nos ‘USA’ e foi Secretaria da Cidadania neste governo. Expectativa quanto a sua campanha e eventuais apoiadores.

MARCOS TRAD: “ Porque o PV? Política é coerência, política são valores. Político tem valor, político não pode ter preço. Você pode até mudar de sigla, mas não pode mudar suas convicções. Sigla é um instrumento, formalidade obrigatória da justiça eleitoral.  Minha lealdade não é com a sigla, minha lealdade é com o povo. ”

LULA AQUI? Embora Mato Grosso do Sul seja nanico no contexto eleitoral do país, sua presença é vista pela militância como importante. Mas isso dependerá do cenário nacional, dos compromissos da habitual agenda abarrotada. É possível que fique restrito a gravações e mensagens especificas para motivar a campanha de Fabio e cia.

LEMBRA?  No pleito de 2014 Lula esteve aqui no dia 22 de outubro para reforçar a campanha de Dilma e Delcidio – inclusive com direito a carreata e comício no Aero Rancho.  Apesar de emblemático o episódio, foi tudo em vão nas urnas. Ainda é cedo para estabelecer comparações entre o cenário daquela época com os dias atuais.

O BOLSO: Entenda como quiser, mas sem hipocrisia. No passado os cheques pré-datados fizeram sucesso nas relações entre candidatos e lideranças de cidades ou de comunidades. Com a nova lei e o advento do PIX, há um clima de temor por consequências danosas. Mas a criatividade dos políticos não pode ser subestimada.

AGRADA: Presidir as sessões da Assembleia Legislativa em ano de eleições não é fácil. Coloca a prova a autoridade, conhecimento e habilidade do presidente em situações imprevisíveis que possam ocorrer. O deputado Gerson Claro dosa bem esses três requisitos; impõe-se para evitar excessos, mas sem ferir os direitos de seus pares.

DEBATES:  A temperatura tem subido nas últimas sessões. Educação, saúde e salários do funcionalismo motivando debates e atraindo os deputados. Cada qual com seus argumentos e ótica de análise, o que é natural e salutar naquele espaço próprio para defender, criticar e apresentar projetos. O legislativo vai assim cumprindo seu papel.

BOLA DE CRISTAL: Riedel fatura no 1º turno? Havendo 2º turno, quem seriam os protagonistas? Quais as chances reais de Fabio Trad num 2º turno? João Catan pode tirar votos rachando o eleitorado de Riedel? Num 2º turno entre Riedel e Catan, o eleitorado petista seguiria a orientação de Zeca do PT para votar em João Catan?

TATICAS:  São várias e que interessam aos seus autores. No caso do PT por exemplo, o objetivo é desgastar o máximo possível a imagem do Governo Riedel para atrair eleitores do centro ao PT e impedir a vitória do governador no 1º turno.  O PT joga com a tese de que teria mais chances de ‘êxito crítico’ num eventual ‘Governo Catan’.

ZECA DO PT: Ansioso nas sessões legislativas; usa ‘gancho’ para tecer comparações críticas com elogios ao Governo Lula. Insiste em citar feitos de seu governo e ironiza a atual gestão estadual quanto a política fundiária, dos indígenas e outras classes carentes. O termo ‘fazendeirada’ virou seu mote contra o agronegócio. Em campanha.

ARREMATE:  “ No caso de Lula, ele ocupa a mente do eleitor, é conhecidíssimo desde a primeira eleição da redemocratização em 1989 – vai concorrer ao seu quarto mandato. Então, o eleitor que quer votar em Lula é mais convicto, mais decidido mesmo”. (Opinião de Cila Schulman – diretora do Instituto Ideia)

SOBRE POLÍTICA E POLÍTICOS:

Que é um político? É um ser que simboliza um complexo de ideias: só se pode traí-lo – traindo as ideias que ele representa. (Eça de Queiroz)

Nada mais falsificado nas democracias, do que o título amigo do povo. (Rui Barbosa)

Todo mundo quer ser político, é porque não sabe quanto custa. (Lima Barreto)

Nós escolhemos a esperança em vez do medo. (Barack Obama)

A política divide os homens em duas classes: instrumentos e inimigos.  (Nietzsche)

No final das contas, o valor de um Estado é o valor dos cidadãos que o compõem ( John S. Mill)

A política é a condução dos negócios públicos em proveito dos particulares. (Ambrose Bierce)

Curiosamente, os votantes não se sentem responsáveis pelos fracassos do governo que elegeram. (Alberto Moravia)

É mais fácil convencer uma multidão do que uma só pessoa. (Mussolini)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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