fev 2, 2024 | Colunistas
Há duas ferramentas que são essenciais para um bom líder utilizar e ajudar a criar uma imagem positiva e forte da sua marca e negócio: o marketing e o branding. O marketing cria estratégias e técnicas para promover e vender produtos ou serviços. Já o branding é a gestão da marca, é o processo de criação de uma marca forte e que se destaca entre seus concorrentes gerando valor e credibilidade.
Enquanto o marketing visa gerar venda de produtos e serviços, o branding tem o objetivo de associar a presença da marca aos melhores momentos das pessoas. As duas estratégias são responsáveis por conquistar e fidelizar clientes.
Para um líder, esses dois fatores são fundamentais para estabelecer a reputação da empresa e gerar um vínculo emocional com o seu público. Ter uma marca forte e bem posicionada ajuda a se destacar no mercado, gerando confiança, pois sua empresa será bem vista.
Além disso, essas ferramentas também podem ajudar a atrair bons colaboradores para o seu negócio, já que a boa reputação e posicionamento fazem com que uma empresa seja vista como um bom lugar para trabalhar e desenvolver seus potenciais.
Muitas vezes na prática, o líder nem sempre é a pessoa que mais aparece, pois existem várias formas de liderança. Mas para conquistar mercado, você precisa ser visto pelas pessoas e precisa ser reconhecido como uma referência na sua especialidade.
Lembre-se: todas as escolhas de uma organização, como, por exemplo, a criação de logotipo, discurso, tom de voz, valores da empresa, ajudam a construir a personalidade do seu negócio.
Crie e utilize essas técnicas. Tanto seu negócio quanto você, como líder, terão mais sucesso. Busque por profissionais que te ajudem a crescer e alavanquem seu negócio. Assim, você poderá ter um diferencial nos seus resultados e em como seu público e colaboradores te enxergam.
(*) Leonardo Chucrute é Gestor em Educação, CEO do Zerohum, Professor de matemática, ex-cadete da AFA e autor de livros didáticos.
Agência Drumond – Assessoria de Comunicação – Joyce Nogueira
jan 31, 2024 | Colunistas
O ilusionismo sempre abrilhantou o circo, mas um nome ficou marcado na história. E eu como um bom salesiano, não poderia deixar de contar uma das versões. Dom João Melchior Bosco — nascido em 1815 e falecido em 31 de janeiro de 1888, em Turim, Itália — também protetor de Brasília, que recebeu o título de “Padroeiro do Ilusionismo” por iniciativa de mágicos da Espanha, para celebrar o santo que teria praticado truques de mágica além de malabarismos e acrobacias na adolescência, para auxiliar no sustento da família.
Como era muito religioso, pregava o evangelho depois de suas apresentações acreditando que as bênçãos financeiras que recebia do público vinham pela pregação da palavra de Jesus. Outro hábito do jovem era convidar as pessoas para rezarem o terço, o que se tornou uma constante em suas apresentações, o que atraía sempre novos adeptos. Em 1934, foi canonizado santo da Igreja Católica, pelo papa Pio XI.
A mágica é a técnica e a arte de entreter e surpreender o público envolvendo basicamente a prestidigitação, prática de atuar ágil e habilidosamente com as mãos. Ao longo do tempo, diversos recursos foram desenvolvidos, com jogos de espelhos e equipamentos cada vez mais sofisticados e tecnológicos, e muito treinamento.
No Brasil, considera-se que o precursor do ilusionismo tenha sido João Peixoto dos Santos. Nos anos 1920, J. Peixoto – como ficou conhecido. Foi o fundador e presidente do Círculo Mágico Internacional. Cito internacionalmente, o grande mágico francês Jean Eugène Robert-Houdin (1874-1926), considerado o “Rei das Fugas”. Suas mágicas se baseavam em trancar-se em baús inclusive imerso na água e em alguns segundos aparecer tranquilamente do lado de fora.
Já no século 20, quem iniciou dominando esse universo foi Doug Henning (1947-2000). Henning já se interessava por mágica desde a infância, assistindo programas na televisão. Começou a pesquisar e quando adulto montou seu primeiro espetáculo, combinando mágica, música e história. Seus truques principais consistiam em fazer um elefante desaparecer.
David Copperfield (1956-) desafiou o mundo do ilusionismo com truques insuperáveis. Ele fez desaparecer a Estátua da Liberdade, em um programa de televisão, levitar sobre o Grand Canyon (EUA), e passar através da Muralha da China.
No caso de interessar assistir filmes sobre o assunto sugiro “O Incrível Mágico Burt Wonderstone (2013)”, Burt Wonderstone (Steve Carell) é um mágico popular, que apresenta seu show em Las Vegas. Entretanto, ele enfrenta sérios problemas quando, subitamente, perde seu parceiro de cena. Burt inicia uma busca para encontrar um substituto, pois terá que enfrentar seu rival, o também mágico Steve Haines (Jim Carrey). No filme “O Grande Truque (2006)”;Robert Angier (Hugh Jackman) e Alfred Borden (Christian Bale) se conhecem há muitos anos. Desde então eles vivem competindo entre si, o que faz com que a amizade com o passar dos anos se transforme em uma grande rivalidade. Quando Alfred apresenta uma mágica revolucionária, Robert, então, fica obcecado em descobrir como ele consegue realizá-la. Mas de todos estes, talvez o mais lembrado e inclusive esteve no Brasil em novembro passado foi Mister M, que na verdade é Val Valentino, nome artístico de Leonard Montano. O americano hoje com 67 anos nascido em Los Angeles, lutou contra um câncer de próstata entre 2011 e 2019 e ficou conhecido por suas participações no Fantástico, entre 1997 e 1999. O “príncipe negro das trevas,” como narrava Cid Moreira, se referindo às vestes do personagem, marcou a infância de milhares de crianças Por fim apenas um lembrete: Que a mágica de viver revele, sempre, a alegria dos nossos corações!
*Membro Imortal da ALPAS Academia Literária Internacional de Artes, Letras e Ciências.
jan 26, 2024 | Colunistas
CARLOS MARUN: Sugerido o nome do ex-ministro para reforçar a equipe do prefeito paulistano Ricardo Nunes neste ano eleitoral. A ideia é aproveitar seu estilo combativo e marcante durante o Governo Temer. Não houve convite oficial, mas Marun diz que antes de decidir teria que ouvir a família e companheiros políticos do MS.
‘BATEU LEVOU’: Pelo seu estilo eficiente no Congresso Marun foi chamado de ‘pit-bull’ Nos embates do Congresso ele se destacou. Aos 64 anos de idade, admite estar ficando velho para ser um pit-bull. Ele classifica a gestão de Nunes como eficiente para precisar atuar na defesa. E arrematou: “Se for o caso, vamos jogar no ataque”.
COMBATIVO: Trocou Campo Grande por Porto Alegre. Após deixar o Conselho da Itaipu Marun se dedica a advocacia, mantendo laços com o MDB local. Se aceitar o eventual convite de Nunes fará falta na campanha de André Puccinelli. Mas com o seu partido desidratado e rachado também aqui, não conseguirá operar grandes milagres.
OBSERVE: Ano de eleições é tempo de mudança de hábitos dos políticos. Passarão a cumprimentar de modo afetivo os eleitores com abraços e tapinhas nas costas; usarão carros com os vidros laterais abaixados; enviarão cumprimentos de aniversário. Alguns voltarão a frequentar a igreja, os botecos do bairro e até reconhecerão os vizinhos.
DISTANTES: Políticos encontrando dificuldades nas tentativas de conseguirem filiações para seus respectivos partidos. As justificativas por essa apatia natural estariam centradas em conhecidos pilares: a decepção com a atuação e distanciamento de seus representantes, além dos escândalos/desmandos nas gestões públicas.
REFLEXO: Em 2023 caiu o número de filiados da maioria das siglas partidárias. PSDB, PDT, MDB, União Brasil, Cidadania foram alguns deles. Vejam que mesmo com a ascensão de Lula o PT cresceu só 1% – contra 6% do PL e 2% do Republicanos. Isso é o que pode ser considerado o desencanto do cidadão comum.
IDEALISMO? Palavra lacrada no nosso dicionário. A vontade de servir pelo objetivo maior de ser útil à comunidade parece utopia hoje em dia. Quase sempre há outros intere$$e$ em jogo. O temor é que o ato de filiação seja estigmatizado por ligá-lo à algum projeto pessoal nebulo$o de poder desconectado da população.
DESCONFIADO: Convenhamos, um termo até generoso para definir o sentimento de quem tem ido as urnas para depositar esperanças e que só tem colhido frustrações. Petrolão, Lava Jato, Dinheiro na Cueca, Mensalão, Malas do Gedel, Petrobras, Propinoduto e os casos locais de corrupção ainda na memória da população.
ARREMATE: Qual o perfil do cidadão que você conhece e que esteja filiado a uma agremiação partidária? Trata-se de um cidadão da iniciativa privada, sem interesses pessoais ou empresariais e acima de tudo patriota idealista – efetivamente preocupado com o presente e futuro da sua comunidade? Ou só olhará pra dentro de si?
UMA PIADA: Consta na Constituição de que todos brasileiros são iguais perante a lei. ‘Faz me rir’. Dados oficiais mostram que no país existem nada mais – nada menos do que 55 mil cidadãos com foro privilegiado. São os chamados intocáveis. Enquanto isso nós, pobres mortais, continuamos com a bolinha vermelha na ponta do nariz.
A VEZ DELAS? Cada partido ou coligação deverá reservar o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo nestas eleições. É obrigatória também a reserva de 30 % dos recursos públicos (Fundão e Fundo Partidário) para as mulheres candidatas. Ainda: elas têm direito a 30% do tempo na propaganda no rádio e TV.
MACHISMO: Mais de 52% do eleitorado é feminino. Nem por isso o sistema foi proporcional na representação política delas cm cargos eletivos. Mas com das regras mais divulgadas e conscientização de que a lei existe para ser cumprida, espera-se que as eleitoras ponham fim na tradição de que as mulheres preferem votar nos homens.
ODORICO PARAGUAÇU: “Prafrentemente. Isso é obra da esquerda comunista, marronzista e badernenta. Essa obra entrará para os anais e menstruais de Sucupira. Vamos dar uma salva de palmas a esta figura trepidante e dinamitosa que foi Seu Nonô. Vai ter confabulância político-sigilista sobre as nossas candidaturas. Seu Dirceu, não fique aí com a cara de Seu Malaquias-cadê-minha farofa! Tome os providenciamentos necessários.”
FOLIA DO ITAMAR: Em 14 de fevereiro de 1994 o presidente Itamar Franco foi notícia ao fazer chamegos na modelo Lilian Ramos (sem calcinha) na Marques da Sapucaí. O episódio, ‘café pequeno’ perto das barbaridades de outros governantes. Mas ele deu a volta por cima com o Plano Real. Como dizia o ‘filósofo grego’ Sinhozinho Malta: “Tô certo ou tô errado? ”
FRASES DO ITAMAR: Os números não mentem, mas os mentirosos fabricam números. Vocês (jornalistas) não me deixam casar. A gente só diz sim ou não no casamento, e ainda assim erra. Do jeito que as coisas vão FHC vende a bandeira nacional até 2002. Como vou fazer para saber se as pessoas estão com calcinha preta, verde e vermelha ou sem calcinha? Se o vento desmancha o cabelo não é problema meu.
ALDO REBELO: “Bolsonaro me apoiou para o ministério da Defesa e votou em mim para presidente da Câmara. A política é muito heterogênea e comporta alianças mais amplas. Afinidades são diferentes de alianças. A esquerda abandonou a ideologia e abraçou a biologia. Sou de uma esquerda nacionalista e desenvolvimentista. A esquerda de hoje abandonou a ideologia e abraçou a questão de gênero e cor da pele. ”
NO ESTADÃO: “ ( )…Com a aniquilação moral de Sérgio Moro e da Lava Jato, tem-se como consequência natural, a redenção moral de tantos quantos foram pilhados em falcatruas diversas ao longo de trepidantes investigações anticorrupção na história recente. Ressalve-se que obviamente não se trata de ver aí uma ação concertada entre os diversos interessados, ainda que seja tentador ligar os pontos, mas é inevitável constatar que há poucos insatisfeitos com o destino de Sergio Moro, desmoralizado por Bolsonaro, desqualificado pelo Supremo e possivelmente despejado do Congresso. Que fim melancólico para aquele que se dispôs a ser a palmatória do mundo. ”
PILULAS DIGITAIS:
A candidatura de Beto Pereira para prefeito da capital decola? (no bar da esquina)
Asas de anjos para políticos. Produto em falta no mercado. (Manoel Afonso)
Eu sempre ouço com atenção o que meu cachorro me diz. Ele é um pastor. ” (Nelson Padrella)
“Não estou aqui para ser simpática. Estou aqui para ser competente. ” (Leila Pereira, presidente do Palmeiras)
STJ gastará mais de R$950 mil na reforma da casa de ministro. (na mídia)
Somos o que fomos, acrescentados de culpa. (Fernando Bandeira de Melo Aranha)
A humildade, se você não tem por virtude, precisa ter por esperteza. (Roberto Marinho)
É bem melhor pensar sem falar do que falar sem pensar. (Jô Soares)
Não tenho possibilidade de consertar nada, mas tenho a obrigação de denunciar tudo. (Chico Anísio)
As más companhias não fazem o homem mau. Na verdade, as más companhias, e sobretudo as péssimas companhias, fazem a gente parecer muito melhor do que é.” (Millôr)
jan 23, 2024 | Colunistas
Janeiro chega trazendo consigo diversos planos e metas para muitos de nós. Lendo essa frase isoladamente, talvez pensemos com certa brevidade em quem não tem planos e metas, mas o sentido aqui empregado é acerca da intensidade e da qualidade, não acerca da presença ou ausência. Explico. Não é que não tenhamos planos e metas, de fato, ainda que implicitamente, todo ser humano vivencia suas experiências relacionando-as ao que aprendeu anteriormente e pensando no que pode vir a seguir.
Alguns traçam planos pensando na saúde física, outros ainda desejando mais a parte estética do que a saúde em si. Há aqueles também que buscam melhores fontes de rendimento, ou alternativas que lhes tragam mais conforto. Mas há quem não trace planos explícitos, com nenhum planejamento financeiro, mas tem o plano, ainda que não declarado abertamente, de sobreviver.
Culturalmente, Janeiro acaba sendo este mês em que as pessoas pensam em recomeços. Neste comportamento de pensar e aos poucos perseguir seus planos é que podemos nos colocar em ciladas armadas por nós e pela cultura desenfreada do consumismo, haja vista precisarmos lidar com inúmeras variáveis intercorrentes.
Falando para uma classe mais favorecida socialmente, podemos pensar em um eletrodoméstico que precisa de conserto, quiçá de outro, já que estamos em tempos descartáveis ou líquidos, como diria Bauman, que nos leva às relações que também podem não seguir o nosso planejado.
Mas por que escrever um texto tão denso em pleno janeiro? Para que tenhamos nossos pés no chão e nossos olhos abertos, senão poderemos entrar novamente em uma escravidão cega, que nos coloca em planos que são inatingíveis, fazendo com que o ser humano permaneça não só alimentando uma cultura, antes dita, desenfreada do consumismo, mas também em uma frustração cíclica.
A campanha de Janeiro branco nos traz o pedido do equilíbrio. Para termos uma saúde emocional em equilíbrio, precisamos continuamente avaliarmos quais são os nossos planos e sonhos. De que eles são construídos? Ao que corroboram? Quando chegarmos nesta lucidez, alcançaremos o tão almejado equilíbrio. (Foto: Divulgação)
*Milena Coelho é docente do curso de Psicologia da Estácio.
jan 22, 2024 | Colunistas
A situação do analfabetismo e do analfabetismo funcional no Brasil é mais alarmante do que as estimativas e estatísticas sugerem. Milhares de jovens, ansiosos para ingressar no mercado de trabalho, e mesmo aqueles já empregados, enfrentam obstáculos consideráveis ao tentar avançar nos estudos além do ensino médio. Muitos sequer conseguem concluir esse ciclo, seja por restrições de tempo e recursos ou, lamentavelmente, por uma certa inércia pessoal.
A influência da família parece estar diminuindo, deixando os jovens desamparados diante dos desafios necessários para conquistar um diploma de nível superior, que ampliaria suas oportunidades de inserção no mercado de trabalho com remuneração mais atrativa. Pais, por sua vez, não costumam dar o exemplo ao demonstrar a importância de ler e estudar para adquirir conhecimento, muitas vezes mantendo-se numa vida de dificuldades financeiras sem buscar aprimoramento profissional.
As autoridades constituídas não oferecem praticamente nenhum estímulo para que os jovens e adultos retornem às salas de aula, buscando uma profissão digna que garanta o sustento familiar com mais qualidade de vida. Pelo contrário, parece existir até um interesse malévolo em manter a população ignorante e carente de instrução adequada, facilitando assim sua manipulação política em benefício de grupos e partidos específicos. Esses procedimentos são lamentáveis e desumanos.
Não é mera coincidência que o Brasil, dotado de recursos abundantes, terras férteis, clima favorável, uma população trabalhadora e criativa, além de vastas riquezas naturais, ainda se veja imerso na miséria, com inúmeras famílias enfrentando a fome. Este cenário evidencia que as autoridades governamentais, em sua maioria, parecem trabalhar no sentido de manter a população desinformada, facilitando assim sua exploração política.
A falta de investimento na Educação é um indício dessa intenção. Um povo educado não se deixa enganar e tem maior capacidade de lutar por condições de vida mais dignas. É desolador testemunhar jovens e adultos presos a profissões precárias, recebendo salários mínimos, sem estímulos ou condições para buscar uma vida profissional e econômica mais satisfatória. A falta de perspectiva faz com que muitos se acomodem nessa realidade, impedindo-os de superar novos desafios, melhorando sua própria profissão ou buscando outras alternativas.
O problema educacional começa na infância, no lar, onde os pais não incentivam a leitura e os estudos adequados, que são prazerosos. A falta de disciplina no tempo dedicado à leitura pode impactar significativamente na formação do indivíduo, determinando, em parte, o seu sucesso profissional futuro. No entanto, é crucial compreender que sempre é tempo de mudar. As famílias podem fortalecer os laços com as crianças desde já, enquanto os adultos precisam perceber que nunca é tarde para buscar conhecimento e avançar na vida profissional.
Falta ousadia dos indivíduos, jovens e adultos, de enfrentar desafios, por maiores que sejam, para conquistar aquilo que se busca. As oportunidades estão aí, expostas a todos. No entanto, para se obter êxito, como em tudo na vida, é preciso muito esforço, trabalho e dedicação. Gosto muito da frase: “Todo esforço tem sua compensação”. Ela não é formada por simples palavras; é como um mantra de uma lei universal que faz justiça aos ousados e destemidos que não se abalam com os obstáculos e adversidades da vida quando estão determinados a seguir um caminho em busca de um sonho.
Jovens e adultos de hoje parecem se esquecer também de que podem contar com dois grandes aliados em sua jornada da vida: Deus e Jesus Cristo, Senhores de todas as coisas. Nossos criadores. Eles estão sempre prontos para nos ajudar e nos dar força para lutarmos pela materialização de nossos sonhos. E tudo o que precisamos fazer é buscá-los em oração e devoção.
Além dos cursos superiores, existem inúmeras opções de cursos rápidos e técnicos, de curta duração, capazes de proporcionar ganhos financeiros consideráveis. A chave está na iniciativa de buscar, correr atrás daquilo que se gosta e seguir adiante. Investir na educação é o caminho para transformar o Brasil em uma nação poderosa, oferecendo qualidade de vida para todos os seus cidadãos.
*Jornalista e Professor
jan 19, 2024 | Colunistas
COMPARANDO: A origem da riqueza de alguns políticos no país é misteriosa. Neste ponto o ex-prefeito Ludio Coelho era elogiado pela postura coerente. Não escondia sua riqueza -comparado ironicamente aospolíticos da‘economia subterrânea’, usuários dos chamados ‘laranjas’. O perigo: emcaso de óbito, a viúvas se negam a devolver o patrimônio ao chefe (legítimo/imoral dono).
TRANSPARENTE: A citação de Ludio como referência se justifica por vários fatores. Seu ‘DNA familiar’ era conhecido, a exemplo de sua evolução patrimonial. Ludio tratava do assunto com naturalidade oceânica até nas conversas informais. Não tinha porque esconder ou fingir que não era rico. Tudo era limpo, sem mutretas.
‘LARANJAIS’: Espalhados pelo Brasil beneficiam líderes políticos de todos níveis: de poderosos do Planalto a prefeitos. Fazendas, Bovinos e equinos P.O, imóveis, empresas de fachada e aplicações terceirizadas constituem esse universo nebuloso. Políticos espertos usam as brechas da lei para a ‘multiplicação dos pães’.
ARTHUR LIRA: O escândalo envolvendo o poderoso político alagoano e sua ex-mulher na partilha de bens mostra a realidade decorrente de manobras diversas. Pasmem! Ela alega que o patrimônio dele em 2006 seria de R$13 milhões, mas no TSE era só de R$695 mil. O presidente da Câmara Federal seria mais um exemplo?
PRAGA: É mundial! Documentos vazados revelam ‘segredos financeiros’ de 35 atuais e de antigos líderes mundiais, além de 300 ocupantes de cargos públicos em mais de 90 países. Na extensa lista, o rei da Jordânia, presidentes do Equador, Ucrânia, Quênia e o ex-ministro Tony Blair e Vladimir Putin. Enfim, muita gente graúda nestabarcaça.
MUTRETAS: Cabe bemo lembrete popular de que ‘na vida do político brasileiro o bom contador é uma figura indispensável’. Cito aqui a histórica prisão do lendário gangster Al Caponegraças ao fiscopor sonegar o Imposto de Renda. E pergunto: você conhece alguém que mofou na cadeia por esse motivo?Soltos, já pedem votos por aí.
DOURADOS: Agora no comando do PL local, Rodolfo Nogueira busca unificar os discursos e ações para as eleições municipais. Eleito com 41.773 votos o deputadoquer agir com sensibilidade e democracia – ouvindo as lideranças da sigla em sintonia com os cidadãos do 2º colégio eleitoral do MS. Ele sabe:Dourados, una, incomparável.
XICO GRAZIANO: “Embora alguns produtores rurais ainda percam o sono com medo do comunismo bater a sua porta, a maioria percebeu que entra governo, sai governo, o agro é maior que o poder de plantão. Seu sucesso depende mais de si que do que o beneplácito de outrem. O agro não tem dono, nem depende de mitos, nem suporta qualquer algoz…(-).”
A PERGUNTA: No seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras(1999) o ex-embaixadorRoberto Campos se referiua pergunta que lhe fez o presidente John Kennedy (1961): “ Por que, no Brasil e na América Latina, há um viés favorável entre artistas, escritores e estudantes, ao modelo soviético, maquilado de “socialismo real”?
OPINIÃO de R. Campos: “Deveria ser o contrário. Os estudantes adoram mudanças e a sociedade mais experimental são os Estados Unidos, com sua multiplicidade de raças e religiões, pluralismo político e abertura a inovações. Quanto aos escritores e artistas presume-se que desejem liberdade criadora de pensamento e expressão.E isso inexiste na União Soviética. ”
SABIA? Roberto Campos nasceu em Livramento (distrito de Cuiabá). A família morou na zona rural de Corumbá e depois São Paulo visando educar os filhos. Sua mãe Honorina foi trabalhar de costureira. No auge do café mudaram para Guaxupé (MG) e depois Juiz de Fora. Com boa formação cultural de seminarista ingressou no Itamarati e em 1939 casou-se em Batatais (SP) onde residira ainda solteiro.
SUPERADOS? Sem mandato,políticos ensaiam candidaturas ao executivo e ao legislativo em várias cidades, inclusive na capital. Ouço seus argumentos de sede de poder. Entendo seus sonhos maslembro das mudanças na cabeça do eleitor e dos riscos de vexame. Eles, preferem mentiras leves de bajuladores do que as verdades duras.
APOSTA: Para Reinaldo Azambuja (PSDB) vencerão os candidatos com as melhores propostas para suas cidades. O ex-governador entende que o peso do apoio de lideranças políticas não seria o fator decisivo. ‘Data vênia’, não seria bem assim. Valem também o currículo dos candidatos e a ‘mão mágica’ no final de campanha. Sabe como é…
‘BOLSA DE VALORES’: As eleições municipais nas pequenas cidades deste ‘Brasil de meu Deus’ inflacionam a cotação do voto. Claro, quanto menos votos na cidade mais eles valem. Aí o eleitor espertalhão aproveita para tirar vantagem. O surreal é que esse eleitor comercializa (promete) o voto para vários candidatos à vereança principalmente.
INVESTIMENTO? Há candidatos que fazem as contas para saber se vale mesmo a pena gastar na candidatura a vereança. Eles querem saber quantos meses de salários serão necessários para conseguirem reaver o dinheiro que foi investido na campanha (presume-se vitoriosa). Já ouvi vários relatos de vereadores neste sentido.
RENOVAÇÂO: Quase sempre ela ocorre. Mais pelo sentimento de renovação do eleitor. Troca-se seis por meia dúzia. É o velho longa metragem exigidos a cada 4anos onde só mudam os protagonistas. Sem atinar à questão do quociente eleitoral, o eleitor atira num passarinho e acerta um jacaré. Em resumo: vota no Zé e elege o João.
“A PARTILHA”: A ‘guerra’ entre herdeiros abordada na peça teatral de Miguel Falabella é reprisada agora na herança de Pelé. Nestas horas a falta de pudor não prioriza, nem discrimina classes sociais. Divergências, mágoas, roupas sujas expostas no varal da mídia. Como se diz: terapia não resolve. Quero uma boa herança.
MARIO SABINO: “Lula resolveu apoiar a denúncia contra Israel. Os israelenses estariam cometendo genocídio em Gaza. O Brasil está em boa companhia: entre os apoiadores estão Bolívia, Malásia, Jordânia, Maldívas, Namíbia, Paquistão, Colômbia, a Liga Árabe, Arábia Saudita e Irã, entre outras nações civilizadíssimas e muito respeitadoras dos direitos humanos…( – ).”
FRASESDEGUIMARÃES ROSA em ‘Grande Sertão Veredas’.
“A vida dá muitas voltas, a vida nem é da gente. ”
“O espírito da gente é cavalo que escolhe estrada. ”
“Medo não, mas perdi a vontade de ter coragem. ”
“Obedecer é mais fácil que aprender. ”
“Natureza da gente não cabe em nenhuma certeza”.
“O bom da vida é para cavalo, que vê o capim e come”.
“A morte é para os que morrem”.
“Deus é paciência. O contrário é o diabo”.
“Quem desconfia fica sábio”.
“Tive medo não. Só que abaixaram meus excessos de coragem”.
“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”.
“Onde é que está a verdadeira lâmpada de Deus, a lisa e real verdade”.
“Cavalo que ama o dono até respira do mesmo jeito”.
“Como não ter Deus?!”
“A colheita é comum, mas o capinar é sozinho. ”