(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Sexta-Feira, 04 de Abril de 2025
Leia Coluna Amplavisão: A Lei de Murphy explica os desastres nas eleições

Leia Coluna Amplavisão: A Lei de Murphy explica os desastres nas eleições

BELEZA:  Analisando as declarações de vereadores da capital ao justificarem a troca de partidos, percebe-se de que com a abertura da janela partidária, alguns deles pulam pra fora e outros pra dentro. Mas o interessante ou curioso nisso tudo é que eles jamais batem a cabeça. Ao final todos eles devem sair levando alguma vantagem.

LEI DE MURPHY:  “Se algo tem a chance remota de dar errado, certamente dará errado”. A tese do engenheiro americano pode ser aplicada na estratégia eleitoral. Por analogia é maior a chance da fatia do pão cair com a parte da manteiga virada para a parte de baixo. Concluindo: é algo que não deu certo e que poderia ter sido evitado.

ENTENDA: O engenheiro Edward Murphy foi chamado para investigar as causas da desaceleração rápida em pilotos de aeronaves que registrava a frequência cardíaca e a oxigenação deles. Descobriu que a instalação do aparelho estava errada e aí disse aquela frase conclusiva. Também na política – a escolha equivocada remete-nos a Lei de Murphy.

CLARO!‘ É cedo para avaliação conclusiva’. Até que se registrem as candidaturas a prefeito vai tempo. No caso da capital, os dirigentes partidários não podem ignorar o ‘clima fora das salas refrigeradas a ar’.  A opinião pública há de ser levada em conta. Ela pode descobrir e denunciar o erro como relata a Lei de Murphy, evitando o pior (nas urnas).

PERGUNTAS: Quem será o candidato a vice da prefeita Adriane Lopes? O PT caminhará com Rose Modesto ou lançará Camila Jara? Qual o rumo do MDB? Tenta o último suspiro com Puccinelli ou será mero coadjuvante? Qual o vice mais provável de Beto Pereira? Quais partidos nanicos conseguirão ter candidatura própria? Como se comportarão as lideranças do PL?

SORAYA THRONICKE: ‘Ex-senadora do Bolsonaro’.  No saguão da Assembleia Legislativa perguntaram-me: ‘em qual palanque ela estará nestas eleições? ’ Apesar de filiada ao Podemos, não tem espaço nos grupos políticos. Impressionante, no lugar de atrair votos pode até provocaria desgastes. Chegando ao final da linha. Lei do retorno.

ATENTOS: Os deputados Lia Nogueira (PSDB), Pedro Caravina (PSDB) e Rinaldo Modesto (Podemos) criticaram o conteúdo do livro ‘Avesso da Pele’ distribuído pelo MEC à Rede Estadual. A obra faz abordagem inadequada da sexualidade aos alunos do ensino médio. Indignados, pediram a sua imediata retirada das bibliotecas estaduais, o que aconteceu na quinta feira por determinação direta do governador Riedel.

BEM-VINDO:  O número de personalidades presentes à posse do deputado Paulo Duarte (PSB) reflete seu prestígio. De perfil técnico ligado as finanças, Paulo terá papel importante nas tratativas da futura regulamentação da Reforma Tributária. Avesso ao radicalismo, ele transita bem entre todas as cores partidárias. Uma boa aquisição.

REPARAÇÃO: No art. 225 § 4º da Carta Magna, constam como patrimônio nacional a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira. O atento deputado Roberto Hashioka (União Brasil) tem proposta para alterar o texto incluindo o termo Pantanal Sul-Matogrossense que foi omitido no texto oficial. Ato que valoriza nossa cultura, pois dois terços do pantanal está no MS.

DOURADOS: Após as últimas eleições o PL de Dourados está embalado e quer ser protagonista no pleito municipal. Neste sábado, o presidente do diretório municipal, deputado federal Rodolfo Nogueira e sua mulher Gianni Nogueira – presidente do Diretório Mulher, comandam ato de filiação na Câmara Municipal. Fala-se em união e entusiasmo da militância.

TEMPESTADE: O anteprojeto da Reforma do Código Civil que pretende refundar a visão social de pessoa e de família causando revolta entre juristas católicos. Algumas premissas no texto aparentam perverter a essência da sociedade, atendem os anseios progressistas de grupos identitários sem buscar o contraditório.  Incentivo a divisão do país entre esquerda e direita.

NA MOSCA:  Tributação elevada é um convite para evasão fiscal. Um exemplo disso é o tabaco. Sua desproporcional tributação, no Brasil, produziu um gigantesco mercado ilegal. Como não paga impostos, esse mercado desfruta de uma enorme vantagem competitiva sobre o mercado legal. O mais grave é que os mais pobres são os que mais consomem esses produtos ilegais. (Everardo Maciel – ex-secretário da Receita Federal)

CONTINHAS:  Só quem é organizado percebe os estragos dos chamados pequenos valores, que somados, formam um montante razoável. Normalmente parte da receita mensal do cidadão acaba comprometida com débitos autorizados ou com os cartões de credito. Com tanta facilidade em gastar é difícil formar um patrimônio.

CONCORDO: A vida de hoje é mais sedutora através do marketing comercial que induz o consumidor a gastar até o que ele ainda não ganhou. Ignora os juros embutidos (por dentro) nas prestações fixas do automóvel, TV e geladeira. É o apelo convincente de que esse é o caminho de sucesso do capitalismo feliz.

JOSÉ SARAMAGO: “Até aqui cheguei. De agora em diante, Cuba seguirá seu rumo e eu fico onde estou. Discordar é um direito que se encontra e se encontrará inscrito com tinta invisível em todas declarações de direitos humanos passadas, presentes e futuras. Discordar é um ato irrenunciável de consciência (…) Cuba não ganhou nenhuma batalha fuzilando esses três homens, mas perdeu minha confiança, fraudou minhas esperanças, destruiu minhas ilusões. ”  (escrito em 2003)

COMPARAÇÃO:  De volta da Argentina um amigo conta: “O metrô de Buenos Aires ( então com 1,5 milhão habitantes) foi inaugurado em 1913 (de São Paulo em 1974 com 6 milhões de habitantes). Em 1863 B. Aires tinha 875 kms de rede elétrica para 3 mil bondes em operação. Em 1908 os ‘hermanos’ possuíam a 7ª. economia do mundo – 65% da população era alfabetizada contra 14% no Brasil.

GRANDEZA: Será que os jogadores brasileiros um dia vão imitá-lo? Sadi Mané ajuda sua vila de 2 mil pessoas no Senegal: construiu um hospital de R$ 3 milhões, doou R$1,8 milhão para uma escola e laptops aos estudantes, distribuiu roupas e acessórios esportivos, construiu agência de correios, paga 70 euros mensais por família, fornece internet 4 G de graça e fundou um projeto para proteger mulheres e meninas.

BRASIL:. Dos 33 partidos, raros tem algum programa partidário e quase todos, independentemente do que pensam ou desejam seus eleitores, gravitam em torno do governo, qualquer governo…( ) Governo e oposição, terminadas as eleições, não perdem tempo em formar um condomínio para compartilhar os cargos e recursos do poder…” (Roberto Brant)

O ADITIVO: O ressurgimento de Donald Trump nas prévias do Partido Republicano contém vários significados em todo mundo e no Brasil deve fortalecer (ou insuflar?) o discurso da oposição ao Palácio do Planalto. Trump vem com apetite e suas falas sobre vários temas parece repetir o carismático fenômeno eleitoral de 2016. A Globo e o PT ficarão pistolas da vida.  

 PILULAS DIGITAIS:

Padre Kelmon – ‘o antídoto contra todos os males’ – para prefeito de São Paulo.

Lula, por coerência moral, deveria indignar-se também com Putin, Maduro e Ortega. (Muniz Sodré)

Nunca apenas siga a multidão, sempre decida por si mesmo. (Margareth Thatcher)

A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta salame. (Friedrich Hayek)

O Brasil de Lula será cúmplice de uma farsa: as eleições na Venezuela. (Mario Sabino)

A primeira vítima da guerra é a verdade. (Ésquilo, dramaturgo da antiga Grécia)

Candidato que não sorri nem para a escova dental, não ganha eleição!

Os vereadores já andam pela cidade com os vidros do carro abertos. (facebook)

Como tornar o mundo jurídico descomplicado: Gabriella Ibrahim

Como tornar o mundo jurídico descomplicado: Gabriella Ibrahim

A comunicação no mundo jurídico é uma das mais complicadas do mercado. Termos técnicos demais e palavras em latim, por exemplo, criam grandes obstáculos. Felizmente, há diferentes métodos que podem mudar esse cenário e facilitar a vida de muitas pessoas.

Um deles é a aplicação do design thinking na comunicação jurídica. Um dos principais benefícios é resolver problemas de maneira criativa e inovadora, incorporando a linguagem do visual law e do legal design no cotidiano dos advogados.

Muitas vezes, os documentos jurídicos são complexos e repletos de terminologia técnica, o que dificulta a compreensão por parte do público em geral. Ao utilizar elementos visuais e simplificar a linguagem, essas abordagens tornam os documentos mais acessíveis e compreensíveis para todos.

Além disso, contribuem para a experiência do usuário. Ao lidar com documentos jurídicos, o público pode se sentir sobrecarregado e confuso. No entanto, ao utilizar elementos visuais e simplificar a apresentação das informações, essas práticas tornam a experiência mais agradável e menos intimidadora.

Uma das maneiras criativas pelas quais essas ferramentas podem melhorar a comunicação é por meio do uso de infográficos e linhas do tempo. São representações visuais de informações complexas que facilitam a compreensão do leitor. Dessa forma, é possível transmitir informações de forma clara e concisa, tornando-as mais fáceis de entender e visualmente atraentes. Por óbvio, sempre considerando o público-alvo do documento em questão.

A acessibilidade é também um outro grande detalhe valioso. Muitas pessoas não têm qualquer conhecimento jurídico. Por isso, acabam enfrentando resistência ao lidar com petições ou contratos com um linguajar mais tradicional. Essas abordagens tornam os documentos mais acessíveis para todos, independentemente de suas habilidades.

Independentemente se o profissional de Direito é novato ou experiente, a aplicação do Legal Desing e do Visal Law será um diferencial na carreira e no atendimento do escritório. Além disso, vai auxiliar na relação entre advogado e cliente. Portanto, que a clareza na comunicação seja sempre a chave de tudo!

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Site: https://gibrahim.com.br/bio/

Não dê mole para seus filhos! Wilson Aquino*

Não dê mole para seus filhos! Wilson Aquino*

As últimas estatísticas do IBGE, que revelam mais de 10 milhões de jovens brasileiros entre 15 e 29 anos que não estudam nem trabalham, não apenas expõem um grave problema socioeconômico nacional, mas também evidenciam uma lacuna na educação e orientação proporcionadas pelas famílias, especialmente pelos pais, que estariam fracassando no cumprimento de suas responsabilidades.

O erro muitas vezes começa na infância, quando tendem a superproteger seus filhos, privando-os das experiências que os ajudariam a crescer e aprender. Além disso, cedem aos desejos imediatos das crianças, sem ensinar sobre o valor do esforço, do merecimento e da conquista. Esta superproteção, assim como o descaso e a negligência, podem criar jovens despreparados para enfrentar os desafios da vida adulta, contribuindo para o ciclo de desemprego e inatividade que vemos hoje.

A influência negativa também vem de fora da família, com valores distorcidos sendo promovidos na sociedade até mesmo por autoridades públicas, que buscam implantar ideologias nefastas, inescrupulosas, que visam apenas o enfraquecimento da família e da sociedade, para que, dessa forma, exerçam o domínio e poder sobre as pessoas. Essas influências contradizem os princípios morais e espirituais que deveriam ser fundamentais na formação dos jovens, tornando ainda mais desafiadora a tarefa dos pais de bem educar e orientar seus filhos.

Os pais têm o dever de prepara-los para serem cidadãos honestos, trabalhadores e responsáveis. Isso significa ensinar valores como integridade, respeito, perseverança e empreendedorismo desde cedo. Além disso, é essencial mostrar a importância do estudo e do trabalho como meios de alcançar seus objetivos e contribuir para o desenvolvimento da sociedade.

É alarmante ver tantos jovens sem perspectiva, sem ambição e sem vontade de lutar por um futuro melhor. Os pais não podem se eximir de sua responsabilidade, mesmo diante das dificuldades econômicas e da pressão do dia a dia. É necessário dedicar tempo e esforço à educação e orientação dos filhos, mesmo que isso signifique fazer grandes sacrifícios pessoais.

A disciplina corretiva também desempenha um papel fundamental na formação dos jovens. Como diz o provérbio bíblico, “Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo” (Pv. 13:24). Isso não significa apenas punir, mas também ensinar e orientar de forma firme e amorosa.

Sou grato aos meus pais por me ensinarem desde cedo a valorizar o trabalho e o estudo. Eles me mostraram que nada vem fácil na vida e que é preciso esforço e dedicação para alcançar nossos objetivos. Seus ensinamentos moldaram meu caráter e me ajudaram a enfrentar os desafios da vida adulta com determinação e confiança. Me ensinaram principalmente pelo exemplo.

Mesmo em meio às adversidades, os pais não devem perder de vista sua missão de educar e orientar seus filhos. É importante estar presente na vida deles, ouvir suas preocupações e orientá-los com amor e sabedoria. Como diz outro provérbio (22:6) bíblico, “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”.

Além do papel fundamental dos pais na educação e orientação dos filhos, é essencial reconhecer o valor do fortalecimento espiritual da família. A religiosidade e o amor a Deus e Jesus Cristo proporcionam uma base sólida para enfrentar os desafios da vida, especialmente para os jovens. Através da fé, os indivíduos encontram conforto, orientação e esperança, permitindo-lhes desenvolver uma visão positiva do futuro e uma maior resiliência diante das adversidades.

A prática da religião não apenas fortalece os laços familiares, mas também promove valores como compaixão, perdão e solidariedade. Ao cultivar uma conexão espiritual, os jovens desenvolvem um senso de propósito e significado, o que os capacita a fazer escolhas conscientes e responsáveis em suas vidas. Portanto, investir no desenvolvimento espiritual da família é essencial para criar um ambiente onde todos possam florescer e desfrutar de uma vida plena e abundante, enraizada no amor divino e na fé.

Russell M. Nelson, presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, declarou recentemente que: “As famílias merecem orientação do céu. Os pais não podem aconselhar adequadamente os filhos com base na experiência pessoal, no medo ou na simpatia. O lar deve ser o centro de ensino do Evangelho”.

É hora de os pais assumirem sua responsabilidade na formação dos futuros cidadãos deste país. Devemos trabalhar juntos para criar uma geração de jovens comprometidos com os valores da honestidade, da integridade e do trabalho duro, para que assim possamos construir um futuro melhor para todos.

*Jornalista e Professor

Leia Coluna Amplavisão: Candidatos a vereança: o funil mais estreito

Leia Coluna Amplavisão: Candidatos a vereança: o funil mais estreito

SÓ SORRISOS:  Em 2023 o presidente Jerson Domingos do TCE-MS ousou com  o projeto ‘Primeira Infância’. Sonho que virou realidade. Agora com o PL do Executivo enviado ao Legislativo, o Governo Estadual garante recursos para não deixar uma só criança fora da escola. Elogiado pela classe política e opinião pública, Jerson tem bons motivos para comemorar.

CONFISSÃO: Durante o Congresso de Vereadores em curso, o presidente Jerson admitiu: “…Essa é a melhor notícia que eu recebi na minha vida pública. Cuidar das nossas crianças, melhorar a sua formação, para mim, é o mais importante legado que deixo em toda a minha vida pública. Fico grato ao governador e toda a sua equipe”.

‘ DÚVIDA’: Punição ou premiação? A concessão de aposentadoria aos juízes de direito por infrações no cargo é uma bizarrice e revolta a opinião pública. Portanto, é oportuna a PEC do ex-senador Flavio Dino (PSB-MA) contra essas aposentadoriasescabrosas. Masessa PEC será mesmoaprovada?A OAB na moita. Nem um pio.

NO ALVO: O deputado Gerson Claro (PSDB) é autor de proposta que obriga os bancos a cumprirem as regras do Banco Central sobre a gratuidade de alguns serviços. Além de não informar os direitos do chamado pacote gratuito ao cliente quando da abertura da conta, o banco se aproveita cobrando taxas ao longo da relação. Caso de Procon.

CUIDADO: Lá atrás o fenômeno atingiu partidos que comandavam o Executivo e detinham a maioria das prefeituras e cadeiras na Assembleia Legislativa. Hoje o PSDB é o protagonista da tentativa de comandar a prefeitura da capital. Mas fatores sinalizam que o projeto, tido antes como fácil, enfrenta barreiras.Afadiga de poder’uma delas.

NO RETROVISOR: O MDB foi o ‘ Rei dos Anéis’ com Wilson B. Martins e André Puccinelli. Mas o excesso e tempo de poder cansou e o basta veio em 2012 com o então poderoso Edson Girotto, commega estruturae quase 50% do horário eleitoral (13,26 minutos) que perdeu para Alcides Bernal (PP) com apenas 03,01minutos na TV.

FADIGA: Na política ela fomenta a renovação, sem levar em conta possíveis riscos de insucesso administrativo. O eleitor – as vezes ingrato – ainda continua pragmático, indecifrável, ingênuo, irônico ou vingativo. Por tudo isso os candidatos envolvidos no processo precisam fazer a leitura correta dos propósitos do eleitor. Sob pena de…

ELEIÇÃO: Cada qual com seus personagens e roteiro próprio. Mas uma coisa é certa: indispensável a leitura de pleitos passados, para delas tirar lições a fim de se evitar um final desfavorável. Eleições passadas podem ser comparadas as decisões judiciais através da jurisprudência que mostra o rumo certo.

BOLA DE CRISTAL:  Quem pretende disputar a vereança precisa escolher opartido  ondeterá chances maiores de se eleger. Com as novas regras o partido só pode lançar uma chapa com o número de vagas – mais um candidato. Exemplo: numa câmara de 11 vagas o partido só pode lançar 12 candidatos (4 mulheres). O ‘funil’ ficou mais estreito.

SEM VEZ: Agora serão descartados das chapas aqueles candidatos de poucos votos sabidamente sem chances de se elegerem, mas que antes contribuíam para a soma total. Principalmente nas cidades de porte maior é possível que esses personagens acabem aproveitados como ‘cabos eleitorais’ em troca de promessa de emprego na prefeitura.

INSISTO:  Calculadora na mão. É preciso que o pré-candidato a vereador seja esperto: um olho no potencial dos postulantes do partido que pretende se filiar e outro olho nos adversários. As novas regras vão inclusive repercutir no horário eleitoral gratuito. Com menos gente concorrendo, os candidatos terão mais tempo no rádio e televisão.

‘FINESSE’:  Como presidente da CCJR, a deputada Mara Caseiro (PSDB) mantém a postura de respeitabilidade. Elogiáveis suas justificativas precisas e necessárias quanto a espinhosamissão dela e de seus pares na análise das propostas dos colegas deputados, especialmente em casos da rejeição. Equilíbrio, bom senso na defesa das regras e leis.

ANTECIPADO! Março nem chegou e o tiroteio político começou nas redes sociais. O deputado e pré-candidato a prefeito da capital Beto Pereira (PSDB) é a primeiravítima de postagens através do ‘WhatsApp’ com textos e imagens abordando sua vida pessoal.  Evidente, cada qual faz sua leitura do filmete, arma usual nas eleições.

VERSATIL: Qualidade imprescindível na política onde não se deve rejeitar missões à serviço do partido ou grupo. Neste rol destaco José C. Barbosa (PP), deixando marcas positivas por onde passou. Foi assim na prefeitura de Angélica, na presidência daSanesul, como deputado estadual, na Sejusp – e agora vice-governador atuante. Um senhor currículo.

PREOCUPANTE: Embora o STF já tenha manifestado pela acolhida da ‘Revisão da Vida Toda’, os aposentados temem agora pelas interferências políticas no desfecho do caso.  O temor justifica-sediante de decisões do STF, criticadas por especialistas do direito. Aliás, o anunciado encontro do presidente Lula com os membros da Corte já provoca ‘frio na espinha’ dos aposentados. E com razão.

DE PLANTÃO:  O vereador Carlos A. Borges (PSB), sem negar suas pretensões e posição política,  mantem sua condição de protagonista nas eleições da capital. Em  declarações como presidente do Legislativo, demonstra o bom nível nas relações institucionais com a prefeita Adriane Lopes. Ele não atropela o processo sucessório, mas também não foge dele. Esse é o Carlão.

ENCURRALADO: As notícias mostram que o presidente Bolsonaro vai ficando em situação cada vez mais difícil. As investigações colhendo materiais diversos e sua postura defensiva em nada ajuda em sua defesa. Seus correligionários não escondem o temor pelo pior. Aí há de se questionar: até onde o chamado ‘efeito Bolsonaro’ refletirá nas urnas?

SABEDORIA: “Evidente que para criticar Netanyahu pelo que acontece em Gaza não havia necessidade evocar Hitler nem usar Holocausto como arma retórica. O Holocausto tem que estar fora dos limites dos jogos retóricos de acusações políticas. É regra moral que não deveria ser transposta, um presidente progressista e humanista deveria saber disso…” (prof. Wilson Gomes da UFB – autor de ‘Crônica de uma tragédia anunciada’.

 

PILULAS DIGITAIS:

 

Já fui indeciso, agora tô na dúvida. ( internet)

As pessoas falam que ninguém é insubstituível.Mas quem substituiu Beethoven? (Abílio Diniz)

A arte de escrever é a arte de descobrir que quase ninguém lê. (Carlos Castelo)

Não é que, com a idade, você aprende mais coisas; você aprende a ocultar o que ignora  (Millôr)

O que é pior: a dor ou o medo? ( internet)

Somos honestos durante o tempo que basta para acusar os adversários e tomar o lugar deles (Leo Longanesi)

Todo mundo, mais cedo ou mais tarde, senta para um banquete das consequências. (Robert L. Stevenson)

O brasileiro, infectado por Dengue, Covid e Gripe – juntas. Pode pedir música no Fantástico. (internet)

Não são as ideias que me assustam, mas os rostos que as representam. (Leo Longanesi)

Apelo aos que se afastaram da Igreja: Wilson Aquino

Apelo aos que se afastaram da Igreja: Wilson Aquino

È evidente o crescente número de pessoas e famílias que se afastam da Igreja Cristã, motivadas por diversas razões. Seja por mera conveniência e evitar a rotina de trabalho espiritual em benefício próprio e do próximo; por falta de esforço em nutrir uma fé em Deus, ou por desentendimentos e decepções com autoridades ou membros da congregação.

Embora esse fenômeno seja compreensível, especialmente em tempos como os atuais, marcados por grandes transformações e desafios sociais, políticos e econômicos, é crucial refletir sobre como resgatar essas “ovelhas perdidas”. Pois não há outro caminho para indivíduos e famílias alcançarem não apenas a salvação eterna – o que é de suma importância – mas também a plenitude e realização pessoal no presente.

Desde o princípio, Deus, em Sua infinita bondade e sabedoria, alertou que “muitos são chamados, mas poucos são escolhidos” para uma vida verdadeiramente significativa e vitoriosa, rumo à salvação eterna. Isso evidencia a dificuldade que muitos enfrentarão ao seguir o caminho que Ele traçou, o qual é o melhor para todos.

Mesmo diante dos maiores obstáculos, inclusive aqueles considerados ‘intransponíveis’, Deus oferecerá auxílio e força àqueles que perseverarem em segui-Lo. Os ambientes mais propícios para fortalecer a espiritualidade são o lar e a Casa do Senhor, onde os convênios podem ser renovados por meio da participação nos sacramentos.

Na comunidade da igreja, ao lado de outros fiéis que compartilham dos mesmos bons princípios morais e espirituais, encontrarão a força necessária para permanecerem perseverantes. O perdão é fundamental; perdoar os erros próprios e alheios, 500 vezes mais se necessário for, e buscar reconciliação, é um passo essencial para a restauração espiritual.

Infelizmente, políticas malignas têm promovido uma verdadeira “guerra” contra as igrejas, visando enfraquecê-las e provocar o afastamento de seus membros como tem acontecido. É fundamental compreender que a igreja é um refúgio após o lar, essencial para o crescimento espiritual individual e familiar.

O resultado desse afastamento muitas vezes se reflete em situações lamentáveis, como o aumento de problemas sociais, como a depressão, dependência química, promiscuidade e violência.

Nesse período de Carnaval, por exemplo, quantas filhas e filhos de famílias afastadas da igreja, ou que nunca encontraram o Caminho, não se perderão para as drogas, a promiscuidade, a embriaguez e a prostituição?

Quantos pais já não choram pelo vício e perdição de seus filhos, inclusive para a violência e a ociosidade?

Quantos já não lamentam a escolha errada que fizeram ao se afastarem da igreja que os edificava e os fortalecia para viver bem, em segurança e harmonia, na grande jornada da vida, e hoje estão perdidos?

Quantos não choram em desespero enfrentando as mais fortes e violentas tempestades, desejando recuperar aquela bela, saudável e segura vida cotidiana de quando frequentava a Casa do Senhor? Agora, onde estão, parece tão longe, tão distante daquele estado de felicidade sem fim em que viviam.

É hora de refletir sobre a escolha errada de se distanciar da fonte de fortalecimento espiritual e segurança individual e coletiva.

É sempre tempo de mudar, de buscar o perdão e retornar à Casa do Senhor, deixando para trás toda mágoa, ressentimentos e preconceitos. Nada é mais importante do que encontrar o Caminho de volta à presença de Deus e de Seu filho, Jesus Cristo.

Daí esse nosso apelo e esforço de todos os Cristãos, em obediência ao segundo grande Mandamento do Senhor, de “Amar o próximo como a ti mesmo”, e nos empenharmos no resgate dessas pessoas e famílias desgarradas do rebanho do Senhor.

Jornalista, Professor e Cristão SUD

Leia Coluna Amplavisão: Crise no PL da capital beneficia Adriane

Leia Coluna Amplavisão: Crise no PL da capital beneficia Adriane

NO COLO:  Os acenos de Bolsonaro sobre os rumos do PL e o desempenho fraco de seus ‘discípulos’ nas pesquisas da capital, podem beneficiar a prefeita Adriane Lopes (PP). Além de se conduzir bem politicamente, não atravessando o sinal inclusive nas entrevistas, ela tem melhorado bastante sua administração em todos os setores.

ADRIANE: Animadores os índices crescentes de sua gestão. Bem orientada tem boa interlocução com a Câmara Municipal, além de manter uma base sólida naquela casa. Seu ingresso no PP da senadora Tereza Cristina foi uma espécie de passaporte para adentrar a um segmento importante do eleitorado conservador. Isso conta na capital.

NO CAFÉ:  O assunto em pauta, o apoio do PT à  Rose Modesto ( União Brasil)  com o deputado Pedro Kemp (PT) de vice e a tendência do PL caminhar com a prefeita Adriane (PP).  O PT- tem  alta rejeição na capital – a presença de Kemp espantaria ainda mais o eleitorado Bolsonarista. Já o apoio de Tereza Cristina atrairia o eleitor do centro e anti-PT – favorecendo a prefeita.

LUZ PRÓPRIA: Para a opinião pública a senadora Tereza Cristina não depende da narrativa bolsonarista para sobreviver politicamente. Claro, como ministra aproveitou bem o cargo também por méritos próprios. Mas ela tem por trás a tradição familiar reconhecida. Sua presença nas eleições da capital será um fato a ser observado com outros olhos. A credibilidade substitui a popularidade.

EXPECTATIVAS:  Entre 7 de março e abril teremos a janela partidária exclusiva para vereadores – período de troca-trocas e infidelidades. Nas Câmaras a movimentação tende a crescer com partidos e vereadores em busca de maiores chances de vitória. Neste cenário operam os ‘montadores de chapas’. Cada qual com seu olhar e interesses.

AUTOFAGIA: Na montagem de chapa vale mais a coerência pragmática do que a ideologia. Atenção para a evolução do coeficiente eleitoral e nos candidatos à reeleição   que são mais competitivos, saem com vantagem dentro das chapas. Partido e federação com nomes fortes podem eleger mais candidatos, mas a competividade interna aumenta.

LAMENTOS: Os equívocos nas projeções ao optar por um partido ou federação  podem deixar o candidato de fora. São recorrentes os casos em que mesmo obtendo um caminhão de votos – o candidato perdeu a vaga para um concorrente de menor votação. A dica aos candidatos é para que tenham a assessoria competente nesta área.

SEM GRAÇA: Nas eleições nada é permitido. Acabaram com santinhos, cartazes nos postes, faixas nas ruas, comícios festivos, carros de som e outros fatos que alimentavam o clima eleitoral. Até a apuração dos votos ficou sem graça, sem torcida. Culpa do computador! Até o eleitor ‘esfriou’ no debate do potencial dos candidatos.

‘VAPT VUPT’: Com os prazos de manifestações e propaganda eleitoral amputados, além da crescente desilusão do eleitorado com os propósitos dos políticos – quando acordamos as eleições já estão aí. O ceticismo consta do percentual que ainda não se decidiu nas pesquisas sobre os candidatos. Estariam os candidatos nivelados por baixo?

MUDANÇAS: Elas ocorreram na Justiça Eleitoral sob o argumento de que o Brasil precisava sair do período do coronelismo e da corrupção eleitoral que marcavam as eleições. Boa a intenção moralizadora. O diabo é que as práticas imorais continuaram nas administrações públicas através de artifícios sofisticados que burlam a legislação.

MANOBRAS: Uma delas ocorre com as chamadas ‘Emendas Parlamentares’, onde os ‘autores padrinhos’ podem indicar as empresas que vão executar as obras reivindicadas. Por essas ‘simples coincidências’ as empreiteiras estão vinculadas de algum modo aos políticos autores das emendas.  Aí, como se diz -’ tudo fica em casa.’

QUEIJOS & UAI… Alvo da ‘má vontade’ da grande imprensa que ressalta suas falhas e ignora o lado bom de sua gestão, o governador Romeu Zema lembra no facebook que dentre os 320 mil funcionários de Minas Gerais (853 municípios) não há um só parente seu – enquanto Jader Barbalho Filho (MDB) mantem 20 parentes nos cabides do Pará.

‘TREM MINEIRO’:  Pela sua tradição Minas sempre teve ambiente propício a fatos surrealistas. No governo de Benedito Valadares uma pesquisa da antiga Rede Mineira de Viação constatou que o vagão mais atingido nos desastres das linhas era justamente o último. De posse do estudo Benedito decidiu: mandou eliminar o último vagão das composições férreas.

REPROVADO:  Década de 70 em Cassilândia. Valdomiro Gonçalves era o chefe político – Jose Riskalla o Juiz –  havia dúvidas se Urutu, uma figura folclórica local – era alfabetizado. No teste o Juiz pediu-lhe a leitura de uma frase aleatória num papel. Urutu chutou: “Valdomiro é o maior”.  Reprovado, ficou sem o título e Valdomiro sem o voto.

CENSURA? Preocupa a intenção do STF (Alexandre de Morais) quanto a regulação das redes sociais sob argumento de se ‘preservar a democracia’. Mas como ela será feita? Aliás no pleito de 2022 tivemos abusos pelo ativismo do ministro Moraes. Bem, espera-se que a encolhida Ordem dos Advogados do Brasil acorde do sono profundo e tome posição. Contra, é claro!

CARNAVAL & VOTOS:  Profissional da comunicação, pré-candidato a prefeito da capital, o deputado Lucas de Lima (PDT) não perde as chances de vender sua imagem.  Homenageado no carnaval pela Escola de Samba Unidos da Vila Carvalho, Lucas desfrutou do carinho e aplausos do público. Vai se cacifando gradativamente.

O RETORNO:  O  ex-senador Delcídio percorre sua ‘via crucis’ desde a  perda do mandato e do ‘status’. Agora, como presidente do PRD, anuncia sua pré-candidatura a prefeito de Corumbá. Presume-se que tenha a leitura fiel do quadro político de sua terra para assim obter sucesso no projeto. “Ousar é preciso! ” ( Fernando Pessoa)

 

PILULAS DO ARNALDO JABOR:

“Tudo vai melhorar quando a maioria das pessoas de bem forem mais ousadas que as pessoas canalhas”.

“A verdade em que você acredita determina seu caráter”.

“Andamos com fome de beleza em tudo, na vida, na política, no sexo; e por isso, o amor é uma ilusão sem a qual não podemos viver”.

Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser ‘celebridade’ ou usamos esse anonimato irresponsável com o nome dos outros”.

“A internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens”.