fev 8, 2016 | Polícia

Deputada pede “pelo amor de Deus” pela volta do Exército a áreas de conflito
A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) apelou mais uma vez para que o governo Federal reenvie a Força Nacional para as áreas de conflito entre indígenas e produtores rurais na região do Conesul e fronteira com o Paraguai.
O último conflito de grandes proporções na região teve início esta semana na fazenda Madama, em Coronel Sapucaia, envolvendo 30 famílias da etnia Guarany-kaiowá que viviam no acampamento Kurussu Ambá. A mesma propriedade já havia sido invadida pelo grupo em junho de 2015.
O Exército deixou a área de conflito em novembro de 2015, dois meses após iniciarem os trabalhos. A tensão teve início no fim de agosto, na região de Antônio João, quando cerca de 80 indígenas ocuparam cinco fazendas vizinhas à Aldeia Campestre, às margens da MS-384. Um índio foi morto no conflito. Mesmo com grande tensão na linha de fronteira com o Paraguai, o Exército foi retirado do local.
“Fizemos todas as gestões possíveis em Brasília, imploramos para que o Exército não fosse retirado, mas nada adiantou. O governo federal atua dessa forma: primeiro deixa as coisas acontecerem, pessoas serem mortas, para depois começar a atuar. É muito descompromisso, muita negligência. O que transparece é que eles não se importam com a perda de vidas de índios e não índios aqui em Mato Grosso do Sul”, disparou a parlamentar.
CPI DO CIMI
Mara Caseiro aproveitou para protestar contra a decisão do juiz da 4ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande, Pedro Pereira dos Santos, que determinou a suspensão dos trabalhos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga se o Cimi (Conselho Indigenista Missionário) incita e financia invasões de propriedades particulares no Estado.
“Estou indignada, foi um equívoco, porque não estávamos legislando sobre causa indígena, e sim averiguando as denúncias que nos chegaram, com muito comprometimento e responsabilidade. Estávamos tentando mostrar às comunidades indígenas que uma organização como essa não pode pregar o ódio em nosso Estado, tirando a paz e causando uma insegurança jurídica como essa”, comentou.
Ela reafirmou que as assessorias jurídicas da Assembleia Legislativa e da CPI já estão tomando todas as providências para recorrer em todas as instâncias possíveis e reverter a situação.
Fernanda França – Fotos: Patrícia Mendes
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fev 5, 2016 | Polícia

Líder de gangue de 19 anos, ‘Carolzinha’ morre após cuspir e atirar na PM
A bandidinha de apenas 19 anos, já havia sido presa 22 vezes. Depois de ser revistada em um baile funk, ela voltou armada e atirou em dois militares; eles não correm risco de morte. Sarah Carolina da Silva de Souza, conhecida como Carolzinha, era líder de uma gangue do Morro Vermelho, em Contagem, onde atuava no tráfico de drogas.
Nesta madrugada, Carolzinha estava em um baile funk no bairro São Caetano quando policiais decidiram revistar os frequentadores. Ela foi liberada e voltou armada com uma pisolta 380, na garupa de uma moto, e passou atirando.
Um PM foi ferido no joelho e o outro foi salvo pelo colete à prova de balas ao ser atingido na altura do peito. Os militares revidaram e pediram reforço para a perseguição. Ela foi cercada no aglomerado e, segundo os PMs apontou o revólver. Nesse momento, foi ferida na barriga e na perna.
No B.O. (boletim de ocorrência) foi registado que ela chegou a cuspir nos policiais e falou que eles “não valiam nada”. Carolzinha chegou a ser socorrida para a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) Teresópolis, mas não resistiu aos ferimentos. A arma utilizada por ela (uma pistola calibre 380), foi apreendida. Agora, a polícia militar ainda procura pelo comparsa da suspeita, que conseguiu fugir depois do tiroteio e ainda não foi encontrado.


fev 4, 2016 | Polícia

Venda da maconha renderia em torno de R$ 1,6 milhão para a quadrilha – Foto: Externa: Jéssica Nascimento / Interna: Divulg
Dez homens foram presos nesta semana com uma tonelada de maconha que saiu de Mato Grosso do Sul para abastecer o carnaval em Brasília (DF). As prisões ocorreram na BR-070, entre as cidades de Águas Lindas de Goiás e Ceilândia. A droga estava no porta-malas de um veículo Palio Weekend e a apreensão é a maior em 12 meses.
O entorpecente serviria para abastecer o carnaval em Brasília e o tráfico renderia em torno de R$ 1,6 milhão para a quadrilha liderada por José Dário Lima da Silva, 45 anos.
A polícia apreendeu ainda 4 quilos de haxixe, uma pistola calibre .9 milímetros e 50 munições. A suspeita é de que o haxixe renderia de R$ 80 mil a R$ 100 mil neste carnaval.
QUADRILHA EXPERIENTE
Delegado da Coordenação de Repressão às Drogas, Rodrigo Bonach, explicou que o grupo comprava a droga em Ponta Porã (MS). Experiente, a quadrilha agia com cuidado e utilizava cinco carros no esquema, sendo três deles com rádios-escuta.
O carro que transportava a maconha tinha suspensão reforçada e dois jogos de placas diferentes. Bancos traseiros foram retirados e o veículo era “protegido” por quatro batedores, ocupados inclusive por mulheres para despistar a polícia.
Integrantes da quadrilha têm passagem por tráfico de drogas e alguns deles já responderam por homicídio, pirataria, roubo, embriaguez ao volante e violência doméstica. Agora, bando responderá por tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo e adulteração de placa.
A operação durou cerca de dois meses e foi batizada de “Cinderela”, em referência ao apelido do braço direito do líder do grupo, Clesivaldo Pereira, conhecido pelo apelido de Pezinho.
Vânya Santos – Correio do Estado
fev 3, 2016 | Polícia

Esmael Silva conhecido por “neguinho”, esta desaparecido
Esta desaparecido Esmael Silva conhecido por “neguinho”.
Desapareceu nessa Sexta Feita 29-01-16, do Assentamento Santa Marina Esmael Silva “neguinho”,
Telefone para contato , informações 67 9939 8682, o mesmo é irmão do Sgt Fabio Policia Ambiental,
qualquer informação a família agradece.
fev 2, 2016 | Polícia

Carro preso com 76 quilos de maconha
Boqueirão. Na data 01/02/2016, segunda-feira, por volta das 07h30 a guarnição da PM do distrito do Boqueirão realizava bloqueio na BR 060, e abordaram o veículo GM Montana, com placas de Botucatu-SP.
Quando solicitado os documentos de porte obrigatório ao condutor do veículo, o mesmo disse que não estava portando a CNH e que teria deixado na casa de seu tio.
Foi solicitado ao condutor que acompanhasse a guarnição até o Grupamento de Polícia Militar para que fosse feita a checagem do mesmo e também do veículo e durante o deslocamento o condutor tentou empreender fuga retornando sentido a Bela Vista.
Foi realizado acompanhamento tático, sendo o condutor detido aproximadamente 3 km depois. Durante busca minuciosa no veículo foram encontrados vários tabletes de substância com cor e cheiro análogos a maconha, que contados e pesados totalizaram 76,15 quilogramas distribuídos em 105 tabletes.
Em seguida o acusado de 33 anos de idade, informou que comprou a droga pelo preço valor de R$14.000,00 e levaria até a Cidade de São José dos Campos SP onde revenderia.
Diante dos fatos foi dada voz de prisão a homem e em seguida tudo encaminhado até a Delegacia de Polícia Civil de Jardim, acusado, droga e o veículo, para as providências que o caso requer.
Redação – fronteiranews
fev 1, 2016 | Polícia

Ex-advogado do prefeito divulgou diversos áudios com ameaças de retaliação à imprensa e, logo após, jornal foi retirado de circulação
Responsável pela defesa do prefeito Alcides Bernal (PP) em processo judicial contra a Câmara Municipal e secretário municipal de Juventude, o advogado Wilton Acosta divulgou diversas ameaças de retaliação contra a imprensa sul-mato-grossense em grupos de Whatsapp durante o final de semana. São vários áudios em que ele menciona ‘tolerância zero’ e ações judiciais, além de trocas de ofensas pessoais com colunistas conhecidos na Capital.
“Eu estou falando especificamente contra esses jornalecos que são publicados aí e financiados por grupos políticos, por grupos criminosos, que hoje são investigados em nosso Estado e no nosso município e quadrilhas que se formaram nesse Estado e agora continuam a agir como bandidos que são. Que estão financiando ataques à moral e à dignidade das pessoas e de quem estão investidos em cargos públicos. Estes terão tolerância zero sim e, se não tiver dinheiro para pagar indenização, vão parar na cadeia porque lugar de bandido é na cadeia”, diz em um arquivo de voz.
Os áudios começaram a circular nas redes sociais um pouco antes da apreensão da última edição do Jornal Boca do Povo, que seria distribuída neste domingo (31). De acordo com o proprietário do meio de comunicação Benedito Paula Filho, foram recolhidos 5 mil exemplares, de um total de 25 mil cópias impressas, após determinação da juíza Suely Saldanha. A capa do impresso trazia a imagem de uma estátua faraônica com o rosto do atual prefeito e a chamada ‘Bernal: A décima praga’.
Wilton Acosta afirma que a administração pepista sofre com as críticas da imprensa porque não ‘paga para falar bem’, no máximo, compra espaços publicitários. Segundo ele, as críticas são bem-vindas, mas a forma que estão sendo realizadas ultrapassaram todos os limites aceitáveis. Em outro trecho dos diálogos divulgados nas redes sociais, ele chama um colunista de “velho caquético”, “mendigo”, entre outros termos pejorativos, e destaca que possui a profissão de advogado enquanto seu interlocutor seria apenas “jornaleiro”.
“Penso que chegou a hora de acabar com essa brincadeira, com esse faz de conta, e de ficar assistindo levar porrada 24 horas por dia. Como se fosse normal esse tipo de ação, denegrir a imagem das pessoas e ficar por isso mesmo. Ah, que não tem como pagar, que não vale a pena. Vale sim. Acho que é preciso colocar as coisas no seu devido lugar. É preciso e chegou a hora de mudar esse estado de coisas que vivemos em Mato Grosso do Sul e principalmente em Campo Grande. Chega. Tolerância zero sim. É responder com a legalidade, com ação judicial para que isso não continue. É preciso acabar com essa fábrica de calúnia e difamações”, desabafa.

Imagens da apreensão do semanário – Foto: Divulgação
O secretário também comenta a denúncia do MPF (Ministério Público Federal), que apontou o desvio de R$ 647.563,01 de verbas repassadas ao município pelo Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar), para custear a merenda escolar. De acordo com ele, o prefeito e o ex-secretário de Educação, José Chadid, estão esclarecendo a situação judicialmente e, apesar da nomeação do vereador cassado Paulo Pedra na Secretaria de Governo, e do bloqueio de bens determinado pela Justiça, não há membros do Executivo condenados.
“No caso da merenda escolar e o que estiver sendo discutido em juízo, aliás nenhuma sentença condenatória há contra Alcides Bernal ou contra qualquer um dos membros do Executivo municipal, será respondido da Justiça. Com certeza todos os processos estão sendo respondidos na Justiça, dentro da legalidade e com as informações técnicas. Onde a verdade será esclarecida, onde a manipulação política que foi todo processo de cassação, inclusive da CPI do Calote, tudo isso está sendo esclarecido diretamente no processo judicial. Tanto esse do MPF como no outro já teve sentença, inclusive, por duas vezes absolvitória”, completa.
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