Giro Brasil : Após briga em porta de casa de prostituição, homem mata a esposa e comete suicídio
Um agricultor de 44 anos matou a própria esposa, de 36, e cometeu suicídio em seguida após uma briga em frente a uma casa de prostituição na cidade de Franca, em São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, Daniel Ribeiro Jacintho atirou duas vezes contra Noêmia Bordignon Jacintho na região do peito e, depois, uma vez contra si mesmo. Os dois chegaram a ser socorridos, mas morreram no local.
O crime ocorreu às 23h30m, na Rodovia João Traficante, altura do km 9 – próximo à divisa com a cidade de Ibiraci, em Minas Gerais. Segundo informações do boletim de ocorrência, Daniel estava na casa de prostituição e, assim que viu a esposa chegar, foi embora. Cerca de meia hora depois, retornou para buscar o carro, que estava estacionado próximo ao local, e encontrou com ela. A discussão entre os dois teria se iniciado nesse momento.
De acordo com o delegado Márcio Murari, da Delegacia de Investigações Gerais, as circunstâncias do crime ainda são apuradas pela polícia.
— A principal hipótese é que a Noêmia tenha feito o disparo inicial, contra o veículo do marido. Em seguida, ele teria tomado a arma da mulher e atirado duas vezes contra ela. No entanto, ainda vamos ouvir testemunhas e buscar câmeras de segurança para saber o que de fato aconteceu. Também vamos falar com familiares para saber como era o relacionamento entre os dois — explica o delegado.
Segundo Murari, a polícia ainda aguarda os laudos que vão apontar a causa da morte dos dois. O casal foi enterrado no domingo, na cidade de Franca.
Após 224 cirurgias, jovem pede que ex que matou seus filhos não seja solto; foto é forte
Em 7 de novembro de 2013, Bárbara Penna de Moraes e Souza passou pelo maior pesadelo de sua vida. E acordada. A gaúcha, à época com 19 anos, perdeu seus dois filhos e ficou gravemente ferida em um incêndio provocado de forma criminosa pelo então companheiro, João Guatimozin Moojen Neto. Após uma briga violenta com Bárbara, ele despejou álcool por toda a casa e riscou um fósforo – na tragédia, um vizinho que tentou ajudar também acabou morto.
Desde então, o assassino permanece preso. João foi denunciado pelo Ministério Público por três homicídios dolosos qualificados, uma tentativa de homicídio e pelo fato de ter incendiado o apartamento. Encarcerado na Penitenciária Estadual de Charqueadas, já passou por três advogados de defesa.
Isadora tinha 2 anos e João Henrique, 3 meses: crianças morreram sufocadas pela fumaça após seu pai incendiar apartamento. Foto: Arquivo Pessoal
Mas o que poderia ser, pelo menos, um alento de justiça para Bárbara, pode se tornar o recomeço de seu pesadelo. Em seu perfil no Facebook, a jovem fez um desabafo sobre a possibilidade de João responder ao seu processo criminal em liberdade. Motivo: há duas semanas, o advogado Nereu Giacomolli, hoje responsável pelo caso do rapaz, entrou com um pedido de habeas corpus, que será analisado pelo ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
“Peço a TODOS, a imprensa, as pessoas de bem, que tiveram experiências parecidas, que se sensibilizam, que me conhecem ou aquelas que me admiram mesmo de longe, que possam tentar se colocar no meu lugar, em saber que a pessoa que DESTRUIU a minha vida, e que quer me ver num caixão, morta, pode sair, curtir uma praia, ir ao shopping, dividir o acento (sic) do cinema do seu lado, ou até mesmo, namorar a filha de vocês, enquanto espera numa boa. Como se nada tivesse acontecido???”, escreve Bárbara, em determinado trecho de seu post. Confira na íntegra:
Entenda o caso
O casal vivia uma relação turbulenta por conta do ciúme excessivo de João. Após mais uma noite de desentendimento, Bárbara decidiu se recolher em seu quarto, no apartamento em que moravam na Zona Norte de Porto Alegre (RS). Minutos após se deitar, ela sentiu o peso de seu marido sobre suas costas, quando teve seu pescoço puxado para trás, vindo a desmaiar.
Despertou somente após sentir o cheiro de álcool: João, então com 22 anos, havia despejado o líquido por toda a casa e riscado um fósforo. Em um outro quarto dormiam os filhos do casal: Isadora, de 2 anos, e João Henrique, de apenas 3 meses. Bárbara, na tentativa de pedir socorro, já com o corpo em chamas, despencou do terceiro andar. As duas crianças morreram intoxicadas pela fumaça.
A Polícia Civil, à época, ainda confirmou mais um óbito decorrente do crime de João: um vizinho do sexto andar, Mário Ênio Pagliarini, de 76 anos, também morreu sufocado, no corredor do prédio, quando se dirigia ao apartamento de Bárbara para prestar socorro.
Bárbara durante as diversas fases de sua longa recuperação após a tragédia. Foto: Arquivo Pessoal
Jardim (MS) – À 00h30min da última sexta-feira (11), a guarnição de serviço da Polícia Militar do Distrito de Alto Caracol (11º BPM) realizava policiamento na Rodovia BR 267 quando realizou abordagem ao ônibus da Viação Cruzeiro do Sul de itinerário Porto Murtinho à Jardim.
Os Policiais Militares procederam a vistoria no compartimento de bagagem e no interior do ônibus, logrando êxito ao encontrar uma mochila contendo 5 (cinco) tabletes de maconha, pesando aproximadamente 4,400 Kg.
Diante dos fatos, a droga foi apreendida e entregue na Delegacia de Polícia Civil de Caracol para as providências cabíveis.
Assessoria de Comunicação Social do 11º BPM / CPA-3
Francisco Pinheiro, Thiago Portela e Ezequiel Oliveira, três dos quatro executados em Apuí
A Polícia Civil, familiares, amigos e populares localizaram nesta manhã de sábado (12) os corpos de quatro jovens que estavam desaparecidos desde a madrugada da última quinta-feira, quando foram presos por guarnição da Polícia Militar no município de Apuí (a 453 quilômetros de Manaus). Todos foram executados com tiros na cabeça e seus corpos jogados na mata.
De acordo com informações da Polícia Civil do município ao jornalista Vanderlei Alves, proprietário e editor do portal Apuí Online e colaborador do PORTAL DO ZACARIAS, as vítimas são Thiago Pinheiro Portela, Jaiano Douglas da Silva de Araújo, Francisco Pinheiro da Silva e Ezequiel de Paiva Oliveira.
Os quatro jovens, de idades entre 19 e 24 anos, teriam sido presos por policiais militares, sob o comando do tenente Cantanhede, em um sítio da estrada vicinal chamada Paredão, no rio Juma, no município, na madrugada de quinta-feira. O sítio seria do avô de Thiago, que teria ido ficar com ele para passar o Natal.
Pelo que teria sido apurado pela Polícia Civil, conforme relatado ao repórter, os policiais militares estariam investigando denúncia de porte e consumo de drogas pelos quatro jovens e foram ao sítio às margens do rio Juma à procura dos rapazes. Segundo os familiares, os jovens foram pescar e caçar.
Marcas de tortura e execução com tiros na cabeça
Pessoas que participaram da busca e localização dos corpos disseram ao repórter que todos têm marcas de tortura e foram executados a tiros.
Os familiares acusam frontalmente os policiais militares pela chacina e citam os nomes dos envolvidos, que integravam a guarnição: além do tenente Cantanhede, os soldados Ailton, Adílio e Juarilson e de um guia florestal identificado como Cleverson Pape.
Populares que teriam testemunhado a abordagem da Polícia Militar disseram que, como nada foi encontrado com os jovens após buscas na casa e no terreno do sítio, os policiais começaram a espancá-los impiedosamente. “Em dado momento, um dos jovens reclamou ao tenente que haviam quebrado suas costelas, porém a tortura continuou”, teria dito uma testemunha em depoimento à delegacia da Polícia Civil.
Não foram mais vistos desde a travessia do rio
Após a agressão, os quatro rapazes foram algemados com fitas de PVC para atravessar o rio Juma em uma voadeira (lancha regional). Antes da travessia, os policiais ainda teriam recolhido o telefone celular do proprietário do sítio, o avô de Thiago. Desde então, os jovens não foram mais vistos, e começou a busca desesperada de seus familiares.
Na outra margem do rio estava uma motocicleta usada pelos jovens, que foi incendiada pelos policiais, segundo disseram populares na delegacia.
A Polícia Civil local acompanhou os familiares no resgate dos cadáveres dos quatro jovens para sepultamento na sede de Apuí.
NOTA DE ESCLARECIMENTO DA POLÍCIA MILITAR
A Polícia Militar do Amazonas esclarece que segundo informações preliminares a guarnição de policiais militares com os nomes envolvidos em denúncia de homicídio, lotados no município de Apuí, negam o atendimento da ocorrência e as acusações referentes às quatro vítimas do crime no município.
A Polícia Militar está contribuindo integralmente com a investigação da Polícia Civil a fim de elucidar os fatos.
Fins haver total transparência, legalidade, imparcialidade e isenção, a Polícia Militar instaurará Inquérito Policial Militar para apurar os fatos internamente, encaminhando a Auditoria Militar Estadual a conclusão deste conforme preconiza a legislação peculiar.
DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS
ATENÇÃO! IMAGEM FORTE DOS CORPOS. EVITE VER SE LHE CAUSA DESCONFORTO
Mais Droga presa no Distrito de Vista Alegre. Foto. Cezar Alexandre Piccoli
A Polícia Militar Rodoviária Estadual da Base Operacional de Vista Alegre, distrito pertencente ao município de Maracaju, apreendeu nesta tarde (10), às 13:30h na Rodovia MS 164, km 020, 93,5 Kg (noventa e três quilos e quinhentos gramas) de maconha, divididos em 88 tabletes.
Os policiais rodoviários, quando em fiscalização e policiamento na rodovia visualizaram o veículo GM/Corsa, cor prata e placas CSQ-3360 de Chapecó/SC, ainda com o motor quente, estacionado às margens da rodovia, sentido Maracaju.
Ao ser realizado a vistoria constatou que o veículo estava vazio, contudo os policiais perceberam um forte odor de maconha que exalava do seu interior, dando-se início as buscas pela vegetação próxima.
Após a varredura do terreno, a dois quilômetros de distância, foi descoberto à droga camuflada na vegetação.
Os policiais suspeitam que o autor tenha visualizado o bloqueio policial e tentado se desfazer da maconha para buscar em outra oportunidade.
O veículo e a droga foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Maracaju, para as providências necessárias. (Com informações da Policia Militar Rodoviaria Estadual).
Acabou a brincadeira, Juiz Federal Sergio Moro é quem vai investigar contas de Campanha de Dilma e Lula
Ministro do STF acabou de decidir, (06/09 – as 19:00 horas) encaminhar para o juiz Sérgio Moro documentos com indícios de arrecadação ilegal.
Podemos dizer que DEFINITIVAMENTE os dias de Dilma e LULA no poder do Brasil estão com os dias contatados. O STF acabou de decidir. SERGIO MORO vai bater o martelo. O inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência, Edinho Silva, não será a única frente de apuração de supostas irregularidades nas campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff.
O ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava-Jato no tribunal, já decidiu encaminhar para o juiz Sérgio Moro, em Curitiba, documentos que apontam suspeitas de arrecadação ilegal por parte das coordenações das campanhas de Lula em 2006 e de Dilma em 2010. Edinho foi o tesoureiro em 2014 e, por ser ministro, tem foro privilegiado junto ao STF.
Entre os citados que poderão ser investigados em novos inquéritos na primeira instância da Justiça Federal estão o ex-deputado e ex-secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo José de Filippi Júnior e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, segundo fontes com acesso às investigações. Filippi foi tesoureiro da campanha de Lula à reeleição em 2006 e da campanha de Dilma em 2010. Vaccari só deixou a Secretaria de Finanças do PT após ser preso na Operação Lava-Jato, em abril deste ano. Os dois foram citados em depoimentos prestados na delação premiada do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa.
Segundo Pessoa, a campanha de Lula em 2006 contou com repasses de dinheiro em espécie, sem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O dinheiro seria proveniente de um consórcio com obras no exterior, integrado pela UTC. A entrega foi feita no comitê da campanha, conforme o empreiteiro. Pessoa também relatou entregas de dinheiro a pedido de Vaccari.
O GLOBO apurou que a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba já foi avisada sobre o compartilhamento da delação do dono da UTC, em que o empreiteiro detalha supostas irregularidades nas campanhas petistas. A expectativa dos investigadores no Paraná é receber esses depoimentos até a próxima quarta-feira. Os casos serão analisados individualmente e poderão resultar em inquéritos diferentes.
O ex-ministro Antonio Palocci já é investigado em inquérito na primeira instância por conta de suspeitas de arrecadação ilegal na campanha de Dilma em 2010, delatada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. O encaminhamento das acusações à Justiça Federal no Paraná também foi feito por Teori, na primeira leva de inquéritos judiciais abertos na Lava-Jato, em março deste ano.
Costa declarou que recebeu um pedido do doleiro Alberto Youssef e que autorizou o uso de R$ 2 milhões destinados ao PP, desviados de contratos da estatal, na campanha de Dilma. O pedido teria partido de Palocci, conforme a delação de Costa. Youssef desmentiu o depoimento do ex-diretor. Mesmo assim, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entendeu que “a suposta solicitação da vantagem deve ser apurada em relação a quem a teria feito”. O inquérito está em andamento em Curitiba. Dilma não foi alvo de investigação. Janot alegou “vedação constitucional” para analisar o caso, por ele ser anterior à sua gestão como presidente.
Na semana passada, a Polícia Federal concluiu as investigações contra dois políticos com foro privilegiado: os deputados Vander Loubet (PT-MS) e Nelson Meurer (PP-PR). Nos relatórios encaminhados ao STF, a PF concluiu que ao menos parte da propina recebida pelos dois, proveniente de contratos da Petrobras, foi transformada em doação eleitoral.
A PF chegou à mesma conclusão em relação às investigações contra o deputado Arthur Lira (PP-AL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, e o senador Benedito de Lira (PP-AL), pai dele. No relatório enviado ao STF, a polícia afirma que Arthur Lira encontrou o doleiro Alberto Youssef “com a finalidade de solicitar o pagamento de dívidas de campanha e apanhar recursos em espécie, oriundos do esquema de corrupção da Petrobras”. Para a polícia, os parlamentares praticaram corrupção passiva, que é o recebimento de propina, e lavagem de dinheiro, configurada nas artimanhas para ocultar o primeiro crime.
No sábado, outros dois inquéritos foram abertos no STF para investigar supostas doações por caixa dois. São alvos o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que disputou o governo de São Paulo em 2010, e o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), eleito para o cargo naquele ano.