jul 1, 2015 | Emprego
jun 30, 2015 | Emprego
O presidente da Fiems, Sérgio Longen, reuniu-se, na noite desta segunda-feira (29/06), com as lideranças comunitárias de Campo Grande para alinhar a realização do Programa Ação Cidadania, desenvolvido em parceria com a TV Morena e com o apoio de outras entidades e empresas privadas para levar até os bairros da Capital os serviços de saúde, cidadania, educação e cultura oferecidos pelo Sesi, bem como os cursos gratuitos de qualificação profissional disponibilizados pelo Sesi e Senai e o encaminhamento de estudantes para estágio pelo IEL.
As reuniões foram na sede da Associação de Moradores do Jardim das Hortências, na Rua Gerbeira, 796, no setor 6 do Aero Rancho, e na área de esportes do setor 6 do Aero Rancho, na Rua Evangelo Vavas, 337, por concentrarem as lideranças da primeira região a receber o Programa no próximo sábado (04/07), das 8 às 15 horas, em terreno localizado no quadrilátero formado pelas ruas Arquiteto Vila Nova Artigas, Caladio, Primota e Gerbera, na divisa entre os bairros Jardim das Hortências e Aero Rancho. Durante o encontro, Sérgio Longen detalhou que as ações previstas no Programa já são desenvolvidas pelo Sistema Fiems, por meio do Sesi, Senai e IEL, e agora serão intensificadas nos bairros de Campo Grande
“O evento agendado para o próximo sábado marcará o início de um novo formato de disponibilização dos cursos gratuitos de qualificação profissional do Sesi e Senai e do encaminhamento de estudantes para estágio pelo IEL, expandindo as nossas ações para os bairros e envolvendo a comunidade com os serviços do sistema na Capital”, informou o presidente da Fiems, destacando a expertise do Sesi na realização de eventos de cidadania em conjunto com a TV Morena e parceiros.
Aprovação
As lideranças de várias regiões de Campo Grande que participaram do encontro aprovaram a iniciativa. Esse é o caso do presidente da Associação de Moradores do Aero Rancho Setor 3, Jaílson Nabhan. “A parceria com a Fiems já é de longa data e desde que chegaram ao nosso bairro a vida dos moradores mudou porque tivemos oportunidade de qualificação e trabalho”, comentou. Assim também pensa o presidente da Associação de Moradores do Guanandi 2, Jorge Alves da Silva. “Os cursos só trazem benefícios para a população, pois tiram os nossos jovens da rua. Essa proximidade facilita muito, porque muitas vezes somos esquecidos pelo governo”, falou.
Para o presidente da Associação de Moradores do Jardim das Hortências, Israel Eduardo Corrêa, mais conhecido como Bozó, as duas reuniões serviram para demonstrar às lideranças a importância do Programa para os moradores dos bairros da Capita. “Recebemos mais de 80 pessoas e, após a reunião, ficou claro que o Programa da Fiems vai dar certo. As pessoas estão muito carentes de ações nesse sentido, ainda mais quando elas trarão também a
qualificação profissional”, avaliou, prevendo um grande público na ação do próximo sábado.
Já o presidente da Associação de Moradores do Aero Rancho Setor 4, Iris Pires, enfatizou que o Sistema Fiems leva melhoria para a qualidade de vida e avanços para quem deseja aprender. “Temos uma carência de atendimento e o povo quer atenção para conseguir emprego, para ter mais saúde, que, aliás, é uma prioridade aqui”, pontuou. Também participaram das reuniões o presidente da Associação de Moradores do Dom Antônio Barbosa, Rubens Alcântara, a presidente da Associação de Moradores do Jardim Pênfigo, Luzeni Fonseca, e o presidente da Associação de Moradores do Jardim Santa Emília, Júlio Cesar Gonçalves.
Moradora do bairro Aero Rancho, Denise de Araújo, 39 anos, acredita que a chegada do Sistema Fiems com as ações trará oportunidades para os jovens. “A gente ouve os políticos com promessas, mas não acontece. E aí, chega uma oportunidade assim e, com certeza, a gente vai aproveitar”, afirmou. Para Carlos Augusto Marinez, 65 anos, morador da região, a ação chega em boa hora. “Estamos esquecidos pelo poder público, precisando dos cursos, de atendimento de saúde, de atividades para as crianças”, declarou.
O Programa
O Programa Ação Cidadania tem duas etapas, sendo a primeira uma manhã inteira de serviços nas áreas de saúde, cidadania, educação e cultura oferecidos pelo Sesi na região beneficiada, enquanto a segunda levará diretamente aos moradores os cursos profissionalizantes gratuitos do Senai, os cursos gratuitos de inclusão digital do Sesi e o encaminhamento de estudantes para estágio pelo IEL. Para viabilizar esses procedimentos, o Sistemas Fiems disponibilizará as salas de aula móveis e as carretas do Senai, bem como o ônibus e a van de inclusão digital do Sesi, além das sedes das associações de moradores dos bairros quando necessária.
De acordo com a Fiems, o objetivo é buscar nos bairros a mão de obra em falta nas indústrias da Capital, pois muitas pessoas deixam de fazer os cursos gratuitos oferecidos por Sesi e Senai por falta de recursos financeiros para se deslocar até o centro da cidade. No caso do Sesi, são 1.000 vagas nos cursos gratuitos de informática básica, administre seu dinheiro de forma consciente, saúde do homem, saúde da mulher, hipertensão, prevenção ao câncer de pele, noções básicas de segurança de alimentos, entre outros, enquanto o Senai disponibiliza 3.763 vagas em 21 cursos gratuitos, incluindo assistente de contabilidade, ajustador mecânico, almoxarife, costureiro eclético, eletricista instalador residencial, mecânico de máquina reta e overloque, mecânico de manutenção e motores ciclo otto, pedreiro, pintor, operador de computador, entre outros.
jun 29, 2015 | Emprego
Em Mato Grosso do Sul, pelo menos 20% dos 80 mil trabalhadores no comércio, ou seja, 16.000 comerciários, não têm registro em carteira. Eles são prejudicados pela falta de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, principalmente nos municípios do interior do Estado. A denúncia e estimativa é do presidente eleito da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS, Pedro Lima, que toma posse esta semana, com o propósito de mudar esse quadro.
Pedro Lima é presidente também do Sindicato dos Empregados no Comércio de Dourados – SECOD/MS. À frente da Fetracom, ele pretende desencadear uma campanha para acabar com esse problema, para que os comerciários não sejam prejudicados e não tenham sonegados os benefícios e direitos que o registro em carteira concedem.
“Não podemos admitir que nesses tempos de hoje, com todos os meios de comunicação nunca vistos, em pleno vigor, tenhamos empregados sendo usurpados em seus direitos trabalhistas fundamentais, sem que as autoridades competentes para impedir isso, hajam no cumprimento da lei”, explica o presidente eleito da Fetracom que tão logo assuma a direção da entidade, já na próxima semana, vai encaminhar ofícios ao Ministério do Trabalho e Emprego e também ao Ministério Público do Trabalho comunicando essa estimativa da federação, de que pelo menos 20% dos empregados no comércio de MS não têm registro em carteira.
Para chegar a esse número, Pedro Lima percorreu vários municípios, conversou com lideranças sindicais dos comerciários e visitou também cidades que não tem sindicatos, conversou diretamente com trabalhadores, até chegar a essa estimativa de que pelo menos 16 mil dos 80 mil trabalhadores que o comércio do Estado emprega, são lesados seus direitos básicos de registro em carteira.
CAMPANHA – Pedro Lima disse que vai procurar somar forças com outras entidades como a Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC, com sede em Brasília, para sensibilizar o Governo para a tomada das devidas providências de fiscalização e punição de comerciantes que insistirem em não registrar todos os seus funcionários.
Pedro Lima disse também que a nova diretoria da Fetracom vai visitar todos os sindicatos dos comerciários do Estado, em suas bases, para conhecer a realidade de cada um e estabelecer um planejamento de luta em benefício da categoria, de acordo com a necessidade e realidade de cada região.
A Fetracom vai visitar também aqueles municípios que não tem sindicato, mas que têm comerciários que precisam do apoio da entidade. “Nós estamos assumindo a direção dessa federação com o firme propósito de lutarmos pelos direitos de todos os trabalhadores no comércio e serviços de todo Estado”, afirmou Pedro Lima, que toma posse no sábado, em solenidade em Campo Grande.
DIRETORIA – Além de Pedro Lima, na presidência da Fetracom, a entidade está composta pelos seguintes sindicalistas: Idelmar da Mota Lima (atual presidente), diretor tesoureiro; Dorival Pereira, diretor secretário; Estevão Rocha dos Santos, diretor de Patrimônio; Douglas Rodrigues Silgueiro, diretor social; Clodoaldo Fernandes, diretor de Recreação e Cultura; Orlando Terredor, diretor de Assuntos Econômicos; Divino José Martins, diretor de Legislação Sindical; Daniel de Araújo Ramalho, diretor de Legislação de Trabalho e Rubia Maria Nascimento Santana, diretora de Legislação Previdenciária. Pedro Lima e Idemar da Mota Lima, serão delegados junto à CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio).
Reportagem – Wilson Aquino
jun 27, 2015 | Emprego
A prefeitura de Rio Verde de Mato Grosso (MS) abriu inscrições de concurso público para 165 vagas e cadastro de reserva em cargos de vários níveis de escolaridade. Os salários variam de R$ 512,98 a R$ 5.165,89. Há reserva de vagas para pessoas com deficiência.
Confira aqui o edital
Para nível superior, há oferta para advogado, analista de controle interno, auditor de tributos municipais, contador, engenheiro, assistente social, enfermeiro, fiscal de vigilância sanitária, médico, odontólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, professor e médico veterinário.
Os cargos que exigem nível médio são assistente de administração, fiscal de tributos municipais, monitor e recreador, agente de fiscalização sanitária, técnico de enfermagem, técnico de laboratório – análise clínica e técnico de radiologia.
Cuidador de idoso, auxiliar em saúde bucal, inspetor de alunos e auxiliar de farmácia pedem nível fundamental completo. Para nível fundamental incompleto, há vagas para coletor de lixo, coveiro, gari, merendeira, trabalhador braçal, auxiliar de serviços gerais, cozinheiro, mecânico de máquinas e veículos, motorista de ambulância, motorista e operador de máquinas e equipamentos.
As inscrições podem ser feitas até 17h (de MS) do dia 10 de julho pelo site www.idagem.com.br . As taxas são de R$ 50 (nível fundamental completo e incompleto), R$ 70 (nível médio) e R$ 110 (nível superior). A prova escrita será realizada possivelmente no fim de semana dos dias 15 e 16 de agosto. A data, o horário e locais serão confirmados posteriormente por meio de edital publicado no Diário Oficial do Município e no site da organizadora.
O concurso terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado, uma vez, por igual período.
jun 27, 2015 | Emprego
Campo Grande (MS) – Produtores de leite de Angélica, Deodápolis e Glória de Dourados tiveram a oportunidade de conhecer um modelo de sistema de produção do Estado do Paraná, praticado no município de Pato Bragado. Durante a estadia na cidade, o grupo pode visitar propriedades rurais e o parque industrial de uma empresa de implementos agrícolas. Tudo pensado para que os visitantes conhecem a realidade rural da região. A viagem, no dia 23 de junho, foi viabilizada com o incentivo da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf), do Governo de Mato Grosso do Sul.
A ideia do intercâmbio foi encabeçada pelo técnico da Agraer e assessor da Chamada Pública da Sustentabilidade na Cadeia Produtiva do Leite, Paulo Lobo. “Apesar de cansativa, foi uma viagem de altíssimo nível técnico. Nós, extensionistas, nos sentimos realizados ao proporcionar aos produtores rurais essa troca de experiências. Agradeço aos colegas coordenadores municipais e regionais que contribuíram com esse momento”, afirmou Lobo.
Observação de campo – Durante o tempo em que estiveram em Pato Bragado, os participantes conheceram os implementos agrícolas que proporcionam a otimização da mão de obra na propriedade, o resultado é uma maior produtividade por área e, consequentemente, uma maior rentabilidade para as família agrícolas. Equipamentos como o desensilador, o vagão forrageiro e a máquina para corte e colheita de forragens, conhecida como Cata-Capim, puderam ser vistos não apenas em exposição, mas em operação no campo, na realidade da propriedade rural.
“Precisamos inserir esse espírito empreendedor em nossos produtores, logo essa integração vem contribuir e motivá-los, uma vez que observam o quanto podem produzir a partir da otimização da mão de obra e melhor aproveitamento da terra que possuem”, relatou o engenheiro agrônomo da Agraer de Angélica (MS), George Pereira.
Tecnologia de ponta – Além de passar pelo campo, o grupo andou pelo parque industrial da Schemaq Implementos Agrícolas. A visita in loco possibilitou a amostragem, passo a passo, da fabricação dos maquinários que mudam o cenário de produção no campo. “Podemos ainda não ser os maiores fabricantes dos País, mas seremos os melhores aos nossos clientes”, ponderou Márcio Schons, sócio da empresa.
“A oportunidade de presenciar a construção das máquinas e sua utilização nas propriedades mostrou o quanto a tecnificação se faz necessária, uma vez que a mão de obra está cada vez mais escassa e cara”, observou o produtor rural Bruno Costa de Souza.
A viagem contou com o apoio da Cooperativa Agroindustrial Copagril, associação muito atuante junto aos produtores do sul de Mato Grosso do Sul e no noroeste do Paraná.
jun 24, 2015 | Emprego
As centrais sindicais (CSB, Força Sindical, UGT, CTB, CUT e Nova Central) estiveram reunidas na sede do Dieese, em São Paulo, para dialogar sobre a importância da fórmula 85/95 como alternativa aos efeitos do fator previdenciário, que desde 1998 tem reduzido o valor das aposentadorias de milhões de brasileiros.
De forma unânime, as centrais reconhecem que a aprovação da fórmula pelo Congresso Nacional representa avanço à luta do movimento sindical pelo fim do fator incorporado às regras da Previdência pelo governo FHC. “A alternativa 85/95 é bem vinda porque há anos lutamos para por um fim nesse famigerado fator previdenciário que tem tirado direitos dos trabalhadores que se aposentaram de 98 para cá”, afirma José Lucas da Silva, coordenador regional da Central dos Sindicatos Brasileiros – CSB em Mato Grosso do Sul.
Idelmar da Mota Lima, coordenador regional da Força Sindical regional MS também vê a alternativa 85/95 como uma conquista importante. “Para os trabalhadores que se aposentarem por tempo de contribuição, a fórmula será um facilitador, pois poderão obter o valor integral da aposentadoria”, afirmou.
Entretanto, por iniciativa da presidenta Dilma Rousseff, a Medida Provisória 676 estabelece uma variação da fórmula 85/95 com implicações progressivas, isto é, a equação base aumentará um ponto em 2017, um em 2019, e, para os anos seguintes, um algarismo até chegar a 90/100 em 2022. Para as centrais, o caráter progressivo da medida irá prejudicar a classe trabalhadora no médio e longo prazo, pois consideram a fórmula de progressividade nociva aos trabalhadores. D
Diante dessas considerações, as centrais já estão trabalhando para que ela seja retirada da MP quando da tramitação no Congresso. A intenção é discutir outras possibilidades que podem resolver os problemas da Previdência e da seguridade social. As entidades vão buscar audiências com os presidentes da Câmara e do Senado para continuar a luta.
Sindicalistas ligados às centrais acreditam que é preciso compreender que a Previdência é um órgão complexo, cujas regras têm impacto direto na vida dos trabalhadores, e, portanto, requer diálogo intenso. As seis centrais consideram que a fórmula é uma vitória, mas todas também entendem que o escalonamento progressivo é um prejuízo. Então, nestes dois anos, enquanto estiver em vigor a fórmula pura, elas vão debater a questão da Previdência de forma sustentável e com profundidade.
De acordo com José Lucas da Silva, da CSB/MS, o movimento sindical também manifesta preocupação com a parcela jovem da população que ingressa no mercado de trabalho com incertezas sobre o futuro, sem muitas perspectivas acerca da aposentadoria. Para garantir a retomada da justiça Previdenciária, as entidades empenharão esforços junto ao Congresso Nacional e ao governo para assegurar a aplicação da 85/95, sem condição progressiva.
ESTRATÉGIA – Na ordem de resoluções do encontro, as centrais ainda deliberaram possíveis encaminhamentos e diretrizes à retomada do crescimento e geração de emprego, cujas pautas poderão integrar o Plano Plurianual (PPA) 2016-2019 – ferramenta de planejamento que traça metas ao governo federal para os próximos quatro anos.
De acordo com Alvaro Egea, da CSB nacional, o movimento sindical, tal como a população, está apreensivo com o atual cenário de retração da economia e de crescimento das taxas de desemprego. “Estamos muito preocupados com a questão da desocupação e com a estagnação das atividades econômicas. A exemplo, apenas na Construção Pesada, mais de 700 mil trabalhadores já foram dispensados. O estado de São Paulo deixou de arrecadar R$ 700 milhões de reais em ICMS [Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços], no mês de maio, e não podemos ficar inertes numa situação como esta”, finalizou.
Deste modo, as entidades propuseram a realização de plenária sindical, programada para o dia 29 de junho, na matriz do Dieese, para apresentar aos ministros do governo uma proposta de agenda política em prol do desenvolvimento do País, em equilíbrio com igualdade e justiça social.
ÍNTEGRA DA NOTA – As centrais sindicais brasileiras – Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CUT e CSB – consideram que a fórmula 85/95 para as aposentadorias por tempo de contribuição é uma grande vitória da luta sindical.
Desde 1998, o Fator Previdenciário tem reduzido significativamente o valor das aposentadorias de milhares de trabalhadores. Com a nova regra, esses trabalhadores e trabalhadoras terão direito ao salário-benefício integral.
Por isso, consideramos que, para os futuros aposentados, a nova regra reestabelece a justiça previdenciária no País.
As Centrais Sindicais discordam da progressividade da fórmula na nova Medida Provisória encaminhada ao Congresso.
De forma unânime, as Centrais envidarão todos os esforços de negociação da MP 676/15 e de tratamento do veto presidencial da MP 664/14, junto ao Congresso Nacional e ao Governo, para garantir a aplicação da fórmula 85/95 sem progressividade.