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Bela Vista-MS Sábado, 12 de Setembro de 2026
Soja: Com adubação foliar, técnico atinge maior produtividade do Centro-Oeste

Soja: Com adubação foliar, técnico atinge maior produtividade do Centro-Oeste

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Soja: Com adubação foliar, técnico atinge maior produtividade do Centro-Oeste

O agrônomo afirma que vai expandir a técnica em MS, com custo de R$ 30 por hectare 

Alterando o programa de adubação da soja associado às boas praticas agrícolas, o agrônomo e consultor técnico, Antônio Cavicchioli Pereira Neto, junto com o agricultor Arthur Exley Edwards, de Ponta Porã (MS), atingiram a melhor produtividade do Centro-Oeste na última safra, com 127,17 sacas por hectare, e objetivam volume ainda superior no atual ciclo. A experiência foi estimulada pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), por meio do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja, que na atual safra tem as inscrições abertas até 15 de janeiro de 2016.

Para vencer o desafio, que acarretou em uma viagem técnica aos Estados Unidos, o consultor técnico e o dono da Fazenda Jaguarundy, separaram uma área de três hectares, e implantaram novas técnicas. Segundo o técnico, o objetivo nesta safra é expandir a experiência para a área comercial. “Nossa produtividade na área comercial foi de 67 sacas por hectare, muito aquém do que podemos incrementar. Neste ano, todo o trabalho desenvolvido nos três hectares inscritos no Desafio do CESB, será aplicado em 100% da lavoura, um total de dois mil hectares”, detalha Pereira Neto, ao afirmar que os custos da ação compensam.

“Revisamos o nosso programa de adubação no solo e principalmente foliar e constatamos ganhos na fase de enchimento e no peso do grão, além de atingirmos a produtividade esperada”, pontua o agrônomo, ao abrir a planilha que indica investimento de R$ 30 por hectare de soja produzida.

Para o Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja safra 2015/16, Pereira Neto, que administra cerca de 40 propriedades que somam 30 mil hectares, pretende aumentar suas chances no prêmio, inscrevendo mais de uma área. Ele quer superar as 127 sacas, mas para isso, depende da colaboração climática, uma vez que a região Sul de Mato Grosso do Sul está com chuvas abundantes, enfrentando inclusive áreas alagadas.

Sobre o CESB

O CESB é uma organização formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas ligadas à sojicultura, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da produtividade brasileira. Por meio do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, o CESB, tem como finalidade, contribuir diretamente com o rendimento das lavouras brasileiras, selecionando e divulgando técnicas viáveis, que possam ser aplicadas em grande escala, com foco na máxima produtividade.

Atualmente, o CESB é composto por 17 Membros e doze entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem, UPL do Brasil, Stoller, Produquimica, Jacto, Instituto Phytus, Mosaic e Aprosoja.

O Comitê é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP)*, nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.

*Uma OSCIP é pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, voltada ao alcance de objetivos sociais e tem necessidade de prestar contas.

Reportagem – Diego Silva

 

Em 10 meses, indústria estadual demite 6,1 mil trabalhadores

Em 10 meses, indústria estadual demite 6,1 mil trabalhadores

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Em 10 meses, indústria estadual demite 6,1 mil trabalhadores

De janeiro a outubro deste ano, o setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, demitiu 6.126 trabalhadores, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. De acordo com o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, outubro registrou o 8º mês consecutivo com redução de postos de trabalho na indústria sul-mato-grossense, com saldo negativo de 295 vagas.

Ainda de acordo com Ezequiel Resende, no ano, as maiores reduções foram registradas na indústria da construção (-2.361), indústria têxtil e do vestuário (-1.267), indústria química (-975), indústria de produtos alimentícios e bebidas (-785), indústria mecânica (-635) e indústria metalúrgica (-393). “Apenas no mês de outubro os segmentos industriais que apresentaram as maiores reduções foram indústria química (-393), indústria da construção (-208) e indústria têxtil e do vestuário (-149)”, detalhou.

Ele ressalta que, no conjunto da economia estadual, no mês de outubro foram abertas somente 41 vagas, enquanto no acumulado do ano o resultado aponta o encerramento de 2.667 postos de trabalho. “Contudo, a média para o período, considerando o intervalo de 2005 a 2015, é 20.384 vagas abertas. Ou seja, o desempenho de janeiro a outubro deste ano é 113% menor que o resultado médio historicamente obtido para o mesmo intervalo”, explicou.

Ezequiel Resende destaca que o conjunto das atividades industriais em Mato Grosso do Sul encerrou outubro de 2015 com um contingente de 128.557 trabalhadores formalmente empregados, queda de 0,28% em relação a setembro. “Mesmo com a redução ocorrida no mês de outubro, a indústria segue apresentando o 3º maior contingente de trabalhadores formais do Estado. Atualmente, a atividade industrial responde por 19,8% de todo o emprego formal existente em Mato Grosso do Sul, ficando atrás do segmento de serviços, que emprega 192.678 trabalhadores com participação equivalente a 29,6%, e da administração pública, com 130.369 trabalhadores ou 20% do total”, detalhou.

Especificações

Em Mato Grosso do Sul, no período de janeiro a outubro de 2015, ao todo 90 atividades industriais apresentaram saldo positivo de contratação, proporcionando a abertura de 3.504 vagas. Entre as atividades industriais com saldo positivo de pelo menos 150 vagas destacam-se abate de suínos, aves e outros pequenos animais (+584), construção de obras de arte especiais (+271), fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado (+269), distribuição de energia elétrica (+248) e fabricação de açúcar em bruto (+222), fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel (+171) e fabricação de alimentos para animais (+160).

Por outro lado, no mesmo período, 120 atividades industriais apresentaram saldo negativo no Estado, proporcionando o fechamento de 9.630 vagas. Entre as atividades industriais com saldo negativo de pelo menos 150 vagas destacam-se abate de reses, exceto suínos (-1.518), construção de rodovias e ferrovias (-943), fabricação de álcool (-907), obras de engenharia civil não especificadas anteriormente (-663), construção de edifícios (-606), fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico (-485), confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas (-410) e fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico (-393).

Em relação aos municípios, constata-se que em 43 deles as atividades industriais registraram saldo positivo de contratação no período de janeiro a outubro de 2015, proporcionando a abertura de 2.325 vagas. Entre as cidades com saldo positivo de pelo menos 100 vagas destacam-se São Gabriel do Oeste (+346), Nova Andradina (+220), Anastácio (+175), Itaquiraí (+174), Chapadão do Sul (+145), Angélica (+136), Rio Brilhante (+135), Bataguassu (+128), Juti (+111) e Sidrolândia (+109).

No entanto, no mesmo período, em 34 municípios as atividades industriais registraram saldo negativo, proporcionando a fechamento de 8.451 vagas. Entre as cidades com saldo negativo de pelo menos 100 vagas destacam-se Campo Grande (-2.563), Três Lagoas (-1.290), Bataiporã (-650), Nova Alvorada do Sul (-646), Dourados (-636), Naviraí (-457), Paranaíba (-451), Caarapó (-413), Corumbá (-296), Aparecida do Taboado (-208), Eldorado (-160), Ribas do Rio Pardo (-138) e Iguatemi (-106).

Reportagem – Daniel Pedra

Associação de Produtores Orgânicos moderniza sistema de certificação agregando valor a “Carne Sustentável do Pantanal”

Associação de Produtores Orgânicos moderniza sistema de certificação agregando valor a “Carne Sustentável do Pantanal”

Campo Grande (MS) – A grande crise que o setor produtivo de Mato Grosso do Sul atravessou em 2005 serviu de trampolim para que um grupo de pecuaristas da Região da Nhecolândia, no Pantanal, desse um importante salto para a certificação da “Carne Sustentável do Pantanal” – destacando o diferencial e garantindo rendimento aos pecuaristas que se organizaram por meio da Associação Brasileira de Produtores Orgânicos no Estado (ABPO-MS),

A primeira certificação que o grupo procurou foi a orgânica. Para valorizar o homem pantaneiro, sua cultura e os processos produtivos que historicamente preservaram o bioma Pantanal, o sistema de produção da “Carne Sustentável do Pantanal” trabalhou buscando garantir, segundo o atual presidente da ABPO-MS, Leonardo Leite de Barros, o bem-estar animal em todas as fases do processo produtivo, a minimização dos impactos negativos que os processos produtivos possam representar para a sociedade, a conservação dos recursos naturais da biodiversidade e a preservação dos ecossistemas, disponibilizando um produto saudável para o consumidor final.

Para a certificação, a ABPO-MS cumpria então as diretrizes vigentes para o padrão de qualidade orgânica, estabelecidas pelo Instituto Biodinâmica (IBD), de Botucatu (SP), com quem trabalha até hoje, a legislação publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que regulamenta a produção e comercialização, além de seu protocolo próprio.

A fazenda de propriedade do primeiro presidente da ABPO-MS, Homero Fligliolini, que foi a primeira a receber a certificação orgânica no Estado para atividade pecuária, também foi uma das primeiras do Brasil. Mesmo com o trabalho em andamento, certificando outras propriedades, a aliança da cadeia produtiva não ocorreu de imediato.

Segundo Leonardo, não existia, à época, o interesse do frigorífico em comunicar uma diferenciação ao consumidor, o que não dava a associação mecanismos para ser melhor remunerada por esse produto. “Para os frigoríficos era mais interessante tratar a carne como uma commoditie e fazer qualquer tipo de seleção dentro da planta frigorífica mesmo”, explicou.

A primeira importante aliança mercadológica só se consolidou anos depois, em 2007, com a empresa JBS, com quem foi firmado o primeiro contrato de fornecimento de animais, que teve duração de sete anos.

Durante todo período dessa parceria, classificada como sucesso pela associação, Leonardo conta que o produto era comercializado com a marca “organic beef” e os associados recebiam 10% a mais, sobre o valor da arroba do boi.

Contudo, o produto permanecia mais como diferencial de portfólio para a indústria frigorífica e o objetivo da ABPO-MS era ter uma série de produtos com qualidade diferenciada. Assim, contando com o apoio de importantes parceiros como a WWF Brasil e a Embrapa Pantanal, ao final do contrato com a JBS, a ABPO-MS começou a focar seus esforços na realização do sonho de alçar voos mais altos.

Entendimentos que já vinham sendo mantidos com a empresa Korim (braço comercial da Igreja Messiânica) se estreitaram durante uma visita de um grupo de pesquisadores e pessoas ligadas essa Igreja há cerca de três anos e resultaram na consolidação de uma parceria comercial que dura até os dias de hoje.

Com a parceria da Korim, empresa que defende o consumo e produção de produtos naturais, a ABPO-MS então começou a procurar meios para certificar a origem dos animais e a Embrapa que já trabalhava no desenvolvimento uma ferramenta que trata de produção orgânica no pantanal contando com a participação direta da associação, se tornou o caminho.

“A empresa usou nossa aliança mercadológica e a produção orgânica para incrementar estudos relacionados ao desenvolvimento de tecnologias adaptadas à região do pantanal e a certificação orgânica e estes estudos resultaram numa ferramenta chamada FPS que é possível que colocaremos em uso em breve”, comentou o presidente, lembrando que a FPS é um projeto cientifico que na prática deve avaliar a questão ambiental das propriedades que estão sendo certificadas.

As especificidades do Pantanal, que tem mais de 30 espécies de gramíneas catalogadas pela Embrapa, transferem para o produto final, a carne, um sabor e um diferencial de solubilidade. Sabendo disso e depois de conhecer os processos de produção dessa carne, a Korim resolveu incrementar a certificação da origem, através de um protocolo próprio, que oferecia ao consumidor final um produto especial.

A “Carne Sustentável do Pantanal”, que já era certificada por um protocolo da ABPO-MS, ganhou então mais atributos com o protocolo da Korim, que adicionou pré-requisitos que a empresa entendia serem demandas do consumidor que eles atendiam.

O protocolo, que então passa a ser chamado de ABPO/Korim, controla desde a proibição do uso de ureia na alimentação dos animais, do uso de agrotóxicos químicos para o combate de invasores na pastagem, até a administração de vermífugos que só podem ser utilizados até os 12 meses, comenta Leonardo, lembrando que ele se baseia em três pilares básicos da sustentabilidade: o econômico, o social e o ambiental.

Segundo explica Leonardo, o pilar econômico trata de todas as questões relacionadas a rentabilidade dessas propriedades, o social trata da convivência com os colaboradores, e tem coisas especificas, como a obrigação dos associados de garantir o acesso a escola para os filhos destes colaboradores e o ambiental que será consolidada com a implantação da FPS, que ao ser utilizada para certificar a propriedade lhe dará o título de “Fazenda Pantaneira Sustentável”.

665193e4-17ce-4b15-9960-ba1c056d4f69O primeiro encontro entre a equipe da ABPO-MS e da Embrapa para este trabalho, aconteceu nos dias 19 e 20 passados, na Fazenda ‘Nhumirim’ de propriedade da Embrapa, próxima ao município de Corumbá. Nesta primeira etap,a o grupo recebeu treinamento do programa FPS.

Durante os dois dias na Inhumirim, técnicos da própria ABPO-MS e do IBD receberam treinamento para se capacitarem como avaliadores e inspetores. Eles foram orientados sobre os tipos de informações que devem coletar no campo, como essa coleta deve ser realizada, e como as informações são transformadas em certificação.

“Uma coisa é o estudo cientifico e outra coisa é tradução dele numa certificação”, ponderou Leonardo, destacando que o grupo deve incrementar paulatinamente novos itens a essa certificação. Alguns desses itens, serão elaborados com vistas a atender as exigências do Governo do Estado, com quem costuram uma parceria buscando incentivos.

Segundo Leonardo, as conversações estão bastante avançadas e desde que assumiu, o governador Reinaldo Azambuja tem dado demonstrações de grande interesse no apoio ao fomento da atividade de forma sustentável no Pantanal.d3754667-1c57-42c3-b5a4-c177f0b8c31f

“O incentivo que estamos estudamos não contemplará apenas a pecuária do Pantanal, mas toda atividade realizada de forma sustentável naquela região. A ADBO e o Governo do Estado, através da sua equipe da Secretaria de Produção, já estão alinhados. Acreditamos que deveremos ser chamados para sentar e preparar a quatro mãos essa proposta, tendo ainda auxílio das entidades representativas do setor, como a Famasul, a Acrissul, os sindicatos das cidades do entorno do pantanal, entre outros”, comenta Leonardo, lembrando que recentemente esteve junto do vice-presidente da ABPO, Nilson de Barros, na Secretária de Produção conversando com Fernando Lamas e alguns membros de sua equipe.

Ainda na oportunidade daquela reunião o Secretário Fernando comentou que o governador teria lhe recomendado atenção especial a esse projeto, solicitando-lhe que buscasse caminhos para agraciar as atividades sustentáveis no pantanal como a que se apresenta através do sistema da ABPO.

Kelly Ventorim, da Assessoria de Comunicação da Sepaf-MS

Alunas produzem doces e salgados de milho em curso no Sindicato Rural

Alunas produzem doces e salgados de milho em curso no Sindicato Rural

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Alunas produzem doces e salgados de milho em curso no Sindicato Rural

O Sindicato Rural de Três Lagoas realizou no período de 16 a 18 de novembro, o curso de Processamento Caseiro do Milho. A qualificação é promovida mediante uma parceria entre o Sindicato e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-MS).

As aulas foram ministradas pela educadora Brasilina Aparecida de Carvalho, e teve como objetivo preparar artesanalmente produtos derivados do milho, seguindo orientações básicas sobre educação alimentar, nutrição e higiene. “O curso além de promover o ensino e produção de derivados do milho, ele propõe entre os alunos uma troca de experiência, já que todos tem algo a acrescentar”, afirma a educadora.

Durante os três dias de realização, os participantes tiveram a oportunidade de obter informações sobre diversos pratos alimentícios (salgados e doces) que podem ser produzidos com o milho. 

Para a aluna Joelma Aparecida Rodrigues da Silva, que cursa gastronomia em uma faculdade de Três Lagoas, a qualificação complementou sua formação. “Foi maravilho. Na faculdade vejo as técnicas e aqui coloquei em prática. É uma experiência e uma troca de informação muito boa. Pretendo fazer mais cursos”, conclui.

Para saber mais sobre os cursos do Sindicato Rural, acesso o site www.srtl.com.br ou ligue para (67) 3521-4049.

Rede hoteleira aposta em novos serviços em baixa temporada

Rede hoteleira aposta em novos serviços em baixa temporada

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Diretor da rede Druds movimenta os hotéis por meio de eventos e noites românticas

Diretor da rede Druds movimenta os hotéis por meio de eventos e noites românticas

Atravessando um momento de baixa temporada, os hotéis três-lagoenses buscam novas alternativas para manter o bom andamento dos negócios. A rede Druds aposta na locação do salão de eventos e na produção de noites românticas para casais.

O hotel Druds Express já foi palco de varias atrações no município de Três Lagoas, garantindo a sustentabilidade do negócio em época de baixa locação dos apartamentos. “Nosso salão de eventos comporta até 400 pessoas, podendo ser locado para ocasiões menores. Já recebemos aniversários, treinamentos empresariais, stand’up e confraternização. Temos toda estrutura para a realização de grandes eventos”, explicou o diretor do Druds, Leonardo Konno.

Ainda de acordo com Konno, grandes empresas procuram a rede Druds em busca de estrutura para treinamentos e festividades. “Nosso espaço foi utilizado por grandes corporações como, Petrobrás, Fibria, Eldorado Brasil, Metalfrio, Vaccini, Mapfre entre outros”.

Além do espaço para eventos, o Grupo Druds apresenta novidades para casais que pretendem passar a Lua de Mel em Três Lagoas ou comemorar aniversário de casamento e namoro, por meio da Noite Romântica. “Produzimos um grande cenário no quarto do casal, deixando o clima propício aos casais mais românticos. Pétalas de rosas, chocolates e vinho são alguns dos itens encontrados no quarto”, contou Leonardo Konno.  

Por fim, o Hotel conta com o Banzai Japanese Food em suas dependências, “O restaurante é terceirizado, porém faz parte de nosso complexo e por muitas vezes organizamos promoções em conjunto, satisfazendo nossos clientes”, finalizou Konno. 

Reportagem -Eduardo Queiroz

SFA/MS pede a reabilitação das exportações de carne bovina da zona de fronteira para a União Européia

SFA/MS pede a reabilitação das exportações de carne bovina da zona de fronteira para a União Européia

Bovino Sisbov - Foto Valter Loeschner SFA-MS

SFA/MS pede a reabilitação das exportações de carne bovina da zona de fronteira para a União Européia

O esforço conjunto desenvolvido pelos produtores, Governo do Estado (IAGRO), entidades representativas de classes e Superintendência Federal de Agricultura (SFA/MS) na zona de fronteira com o Paraguai e Bolívia, poderá resultar na reabilitação das exportações de carne bovina fresca para a União Européia. Para o Superintendente Celso Martins (SFA/MS) a medida é bem vinda   porque a região é muito expressiva e compreende uma extensa faixa territorial do Mato Grosso do Sul com produção estimada em mais de novecentos mil bovinos, distribuídos em aproximadamente cinco mil propriedades.

O pedido de reabilitação das exportações de carne bovina procedente da zona de fronteira para a UE foi encaminhado pelo Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e protocolado pelo Adido Agrícola junto à embaixada brasileira em Bruxelas. A indicação de reabilitação foi feita em função da possível visita da Missão Européia ao país previsto para o mês de fevereiro. O mesmo pedido também foi encaminhado às autoridades sanitárias chilenas, com o propósito de exportar carne bovina dessa região fronteiriça para aquele país.

O Serviço Veterinário Oficial de Mato Grosso do Sul (IAGRO), juntamente com o Serviço de Saúde Animal da SFA/MS estão articulando ações conjuntas para viabilizar a visita dos membros da Missão Européia a região. Na oportunidade serão apresentados os procedimentos adotados e o efetivo funcionamento das estruturas na fronteira, contribuindo para a conquista desses mercados e melhoria do comércio dos produtos da região.

Outro fator importante para os produtores, que pesa nessa decisão de reabilitação da zona de fronteira, segundo o Fiscal Federal Agropecuário, Elvio Pattat Cazola, Chefe do Serviço da Saúde Animal da SFA/MS, é o fato dessa reabilitação influenciar no aumento de propriedades (ERAS) em condições de exportação para a UE, além de atender a questão de movimentação de animais de uma área não habilitada para uma área habilitada. Hoje a União Européia exige que a carne exportada seja oriunda de animais que permaneceram pelo menos 90 dias na área habilitada e no mínimo 40 dias na última propriedade.

Dados oficiais do SISBOV/MAPA apontam que o estado possui 205 propriedades (ERAS) fora da zona de fronteira e portanto habilitadas à exportação para o bloco. Todas essas propriedades já foram auditadas esse ano pelos fiscais da SFA/MS.

Fonte: GAB/SFA/MS