dez 16, 2015 | Economia

Outros produtos que tiveram aumentos expressivos correspondem aos do grupo de bebidas alcoólicas – Foto: Reprodução internet
O campo-grandense vai gastar mais para montar a ceia de natal em 2015, aponta uma pesquisa do Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nepes) da Uniderp, realizada durante as duas primeiras semanas de dezembro nos principais supermercados da capital. O levantamento revelou que os produtos tradicionalmente consumidos nas festividades de final de ano – como frutas, peru, bacalhau e panetone – tiveram elevação média de 18,16%, em relação a 2014. No ano passado o índice registrado foi de 10,58% e em 2013, 6%.
O coordenador do Nepes e pesquisador da Uniderp, Celso Correia, analisa que o reajuste supera a inflação acumulada nos últimos 12 meses em Campo Grande, que é de 10,96%. “Percebemos que tudo está muito mais caro em relação ao ano passado e a maioria dos produtos com reajustes muito acima da inflação, o que assusta ainda mais o consumidor. Entre as influências para esse aumento estão a alta do dólar, uma vez que os produtos mais tradicionais sofreram impacto da variação cambial, o clima adverso, que tem prejudicado a produção de produtos hortifrutícolas, o aumento nas exportações de carnes e a elevação do poder aquisitivo do consumidor que, com a melhoria dos salários, prioriza primeiro uma melhor alimentação”, esclarece.
Na avaliação por segmento, as aves foram as que mais dispararam de preço, com alta de 38,97%, em média. O frango resfriado lidera o ranking do grupo, em dezembro de 2014 custava R$ 5,76 e este ano R$ 9,33, ou seja, 61,98% de aumento. O chester (Perdigão) ocupa o segundo lugar com 61,54% de reajuste, passou de R$ 14,25 para R$ 23,02 em um ano. Para contar com o peru na ceia, o campo-grandense também terá que desembolsar mais. As duas marcas pesquisadas, Sadia e Perdigão, reajustaram o valor em 16,80% e 15,55%, respectivamente.
O típico churrasco de final de ano também está, em média, 19,96% mais caro. O contra-filé subiu 36,31%, passando de R$ 18,62, em 2014, para R$ 25,30. A picanha, que custava R$ 29,45 no ano anterior, aumentou 19,59%. Outros cortes, como a capa de contra-filé e a alcatra, subiram 12,58% e 11,35%, respectivamente. A leitoa também sofreu majoração, da ordem de 15,79%. Em 2014, o produto foi comercializado por R$ 23,75% e este ano passou para R$ 27,50.
Para o professor Celso Correia, a valorização da carne bovina também está atrelada à baixa oferta de boi gordo para o abate e a entrada de boi de confinamento que, historicamente, tem preço mais alto que o de engorda a pasto. O custo de produção dos frigoríficos foi muito afetado com o aumento da energia elétrica, em torno de 50%, neste ano de 2015. “Paralelamente, o real desvalorizado frente ao dólar também tem favorecido a exportação do produto, diminuindo a oferta no mercado interno de carne bovina. Além disso, há uma migração de consumidores dos cortes mais caros para cortes mais baratos de carne bovina, bem como, para a carne suína, majorando os seus preços”, explica o pesquisador da Uniderp.
Um dos alimentos mais tradicionais da mesa de Natal, o panetone subiu 18,83%, em média. O maior reajuste foi constatado com a marca Tommy, que saiu de R$ 7,47 em 2014 para R$ 9,51, um aumento de 27,31%. Mais cara, a unidade da Bauduco, que ano passado foi vendida a R$ 13,97, apresentou elevação de 25,63%, em doze meses. Já o panetone Visconte apresentou o menor aumento entre os produtos pesquisados. Passou de R$ 12,19 para R$ 12,99, alta de 6,56%.
“A indústria repassou ao consumidor o aumento de preço dos insumos usados na produção do panetone, como as frutas cristalizadas, açúcar e gordura. Apesar de a farinha de trigo ter reduzido o valor na gôndola, o preço do trigo pago ao produtor na região sul aumentou 6%, o que também impacta na indústria da panificação”. Houve um aumento muito grande no custo de produção com o reajuste de energia elétrica, em torno de 50%, justificando parte desse aumento.
Os preços dos principais peixes consumidos nesta ocasião também foram analisados pelo Nepes da Uniderp, que registrou elevação média de 19,63%. O filé de merluza aumentou 24,72%, o bacalhau do porto teve crescimento de 22,31% e o bacalhau ling registrou alta de 11,88%.
Outros produtos que tiveram aumentos expressivos correspondem aos do grupo de bebidas alcoólicas, que registrou alta de 17,36%. Há marcas de vinho com majoração de até 40,03% e de whisky com 24,98% de reajuste. A cerveja chegou a ter 19,71% de aumento em relação a 2014. A única queda registrada foi com a Champagne Chuva de Prata, que passou de R$ 14,48 para R$ 11,19, uma redução de 22,72% no preço. No segmento de não alcoólicas, os refrigerantes registraram 13,38% de acréscimo de um ano para o outro.
O grupo hortifrútis seguiu o comportamento de majoração, com índice de 14,55%. As maiores altas foram constatadas com: cebola (83,04%), batata (43,01%), uva passa (42,72%), melancia (25%), nectarina (24,84%), tomate (22,51%), pêssego (16,92%), abacaxi (14,47%) e cenoura (11,44%) com índices superiores que a inflação acumulada de Campo Grande.
Os frios e laticínios aumentaram, em média, 11,53%. O valor do presunto Seara aumentou 19,66%, o queijo Santa Rosa fatiado subiu 14,96% e, em peça, 11,53%, e o queijo minas sofreu alta de 10,68%.
Essenciais no preparo de acompanhamentos da ceia, os itens de mercearia registraram inflação mais baixa entre os grupos, fechando em 10,56%. As maiores altas foram identificadas com os produtos: feijão (46,36%), ameixa em lata (41,18%), biscoito Champagne (28,51%), açúcar cristal (19,22%), arroz (13,71%) e maionese (11,65%). Também foram registradas quedas de valor com o macarrão (-11,06%), lentilha (-10,93%), trigo (-9,67%) e azeite (-3,62%).
A sugestão para economizar na ceia, sem onerar o orçamento, é pesquisar. “Os reajustes variam conforme a marca e local de compra. Com a proximidade do Natal os supermercados realizam promoções para liquidar os produtos empacados, é sempre bom ficar de olho”, finaliza Celso Correia.
dez 15, 2015 | Economia
Agricultores chegam a frear investimentos previstos
Com o dólar próximo de R$ 3,90, alto custo de produção e insegurança na política econômica brasileira, agricultores frearam projetos de expansão da produção na safra de soja, mas o impacto será ainda maior no ciclo seguinte. É o que prevê o Comitê Estratégico Soja Brasil – CESB, ao considerar a continuidade da valorização da moeda americana no momento de aquisição dos insumos da safra 2016/17.
Em contrapartida, a entidade confirma a comemoração dos agricultores com as exportações que devem fechar a conta, devido ao sentido inverso do Real, que torna mais competitiva a soja brasileira. O vice-presidente do CESB, Leonardo Sologuren, aponta a burocracia para aquisição de crédito como entrave do atual ciclo, com reflexo na safra seguinte. “O cenário diminui o apetite de investimentos e, os créditos burocráticos, vinculados aos juros elevados, agravam a situação”, afirma. “Para este ano o agricultor adquiriu insumos a preço suportável, mas a alavancada ainda virá, e reduzirá a margem de lucro, diante dos custos com insumos, cuja valorização deve ultrapassar os atuais 40%”, detalha o consultor.
A valoriação do dólar e a instabilidade econômica frearam muitas plantadeiras pelo País. Na região de Dourados (MS), o presidente do Sindicato Rural, Lúcio Damália, alertou para as consequências da valorização do dólar e a necessidade de se produzir continuamente. “Essa alta beneficia as exportações, mas prejudica aqueles que não estão organizados financeiramente, que acabam por não vender os grãos no momento certo e comprando os insumos em momento de alta”, esclarece. A crise assusta o produtor rural, mas, de certa forma, ele não tem como fugir, acaba sendo obrigado a plantar para estimular sua receita na próxima colheita”.
Para aqueles que pretendiam aumentar a área na região de Dourados, Damália recomendou cautela. “Aqueles que já plantavam determinada área, não diminuiram, mas quem pretendia aumentar, recuou no ritmo e se atentaram ao mercado futuro”, finaliza.
E mesmo com cenário incerto, a situação poderia ser pior com o dólar em baixa, prevê o consultor do CESB. “Com dólar a R$ 2,50, por exemplo, as cotações em Chicago poderiam levar a saca de 60 quilos de soja na casa dos R$ 40 no Centro-Oeste, o que seria muito pior”, finaliza Sologuren, representante do CESB.
Sobre o CESB
O CESB é uma organização formada por profissionais e pesquisadores de diversas áreas ligadas à sojicultura, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da produtividade brasileira. Por meio do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, o CESB, tem como finalidade, contribuir diretamente com o rendimento das lavouras brasileiras, selecionando e divulgando técnicas viáveis, que possam ser aplicadas em grande escala, com foco na máxima produtividade.
Atualmente, o CESB é composto por 17 Membros e doze entidades patrocinadoras: Syngenta, BASF, Bayer, TMG, Monsanto, Sementes Adriana, Agrichem, UPL do Brasil, Stoller, Produquimica, Jacto, Instituto Phytus, Mosaic e Aprosoja MT.
O Comitê é qualificado como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP)*, nos termos da Lei n° 9.790, de 23 de março de 1999, conforme decisão proferida pelo Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 04 de dezembro de 2009.
*Uma OSCIP é pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, voltada ao alcance de objetivos sociais e tem necessidade de prestar contas.

Leonardo Sologuren, vice-presidente do Cesb
dez 15, 2015 | Economia

Foto. Divulgação
Campo Grande (MS) – A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) fechou nesta terça feira (15) um balanço parcial que apresentou os números referentes ao cadastro de propriedades que irão cultivar soja no Estado na safra 2015/16.
Com a prorrogação do prazo para que os produtores registrem as áreas onde irão cultivar soja em Mato Grosso do Sul, terminando em 10 de janeiro de 2016, o Presidente da Iagro, Luciano Chiochetta, acredita que os números cheguem o mais próximo ainda do previsto pelo IBGE, que estima que no Estado sejam destinados cerca de 2.234.000 de hectares para o plantio da leguminosa.
Segundo esse levantamento parcial da Agência, 10.660 produtores de 75 municípios já registraram oficialmente no sistema 2.001.540 hectares destinados ao plantio da soja para a safra 2015/16, o que corresponde a 86,10% do previsto pelo IBGE.
Importante ferramenta de gestão para as ações de defesa sanitária vegetal, o cadastro das áreas que serão destinadas para o plantio da soja, obrigatório e previsto em Lei no Estado, serve para balizar o trabalho de verificação do cumprimento do vazio sanitário e alimentar o programa de controle da ferrugem asiática, principal doença que atinge a soja hoje, no País.
Para Luciano, os números demonstram o nível de conscientização dos produtores com relação à importância do registro e a sintonia do Estado com esses produtores. “A integração entre Estado e as entidades que representam a classe produtora tem sido fundamental para que as ações da vigilância sejam cada vez mais eficazes”. Enfatizou o presidente da IAGRO.
Mesmo com os números bastante positivos, a Agência está empenhada para que os demais produtores realizem o cadastro em tempo hábil.
A não efetivação do cadastro dentro do prazo está passível de multa no valor de 200 UFERMS (atualmente cada UFERMS tem o valor de R$ 22,24), que hoje ficaria em torno de R$ 4.448,00.
Para cadastrar sua área o produtor deve entrar no Cadastro Produtor de Soja, no site da Iagro, e seguir as instruções.
Kelly Ventorim, da Assessoria de Comunicação da Sepaf
dez 11, 2015 | Economia

Sicredi Campo Grande entrega mais de 500 brinquedos
No dia 9 de dezembro, a Sicredi Campo Grande entregou mais de 500 brinquedos a crianças da Associação Renasce uma Nova Esperança que foram arrecadados na Campanha Natal da Cooperação, promovida pelo Sistema OCB/MS com o apoio de dez cooperativas da Capital.
A entidade atende crianças que sofrem de doenças graves como hidrocefalia, paralisia cerebral e holoprosenfalia (má formação no cérebro e na face). Em seus atendimentos inclui fisioterapia, serviço social, terapia ocupacional e assistências através de cestas básicas, leite e suplementos. Atualmente a instituição atende diariamente 32 crianças.
Durante a entrega estavam presentes Antônio Kurose, presidente da Sicredi Campo Grande, Wardes Antônio, vice-presidente, Renato Marcelino, Analista de Cooperativismo e Monitoramento do Sistema OCB/MS e foram recepcionados por Iris dos Santos, Coordenadora do Projeto.
A Campanha Natal da Cooperação é uma tradição de final de ano, que está em sua 7ª edição e já presenteou milhares de crianças por todo o Estado.
“O sistema cooperativo preza pelo bem da comunidade e acredita num desenvolvimento sustentável com equilíbrio social. O grande propósito é proporcionar um momento lúdico, de alegria para as crianças nesse Natal, em especial as mais carentes, sendo um ato de cooperação”, declarou Kurose, presidente da cooperativa.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados e 1.360 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 96 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.
dez 10, 2015 | Economia

Sicredi apresenta resultados positivos em 2015
Presidentes, Diretores e Assessores do Sicredi dos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, e Tocantins analisam os objetivos alcançados em encontro em Goiânia
Nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, o Sicredi realiza em Goiânia-GO o Seminário de Planejamento Estratégico, o qual irá apresentar o resultado atingido no ano de 2015 e o planejamento para os próximos cinco anos (2016-2020). . O evento é destinado a Presidentes, Diretores e Assessores da Central Sicredi Brasil Central e Cooperativas filiadas dos estados de Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins.
O Sicredi possui mais de 3 milhões de associados, mais de 18 mil colaboradores e 1345 pontos de atendimento em 11 Estados do País (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás). São diversos os benefícios do cooperativismo de crédito para a sociedade. Além de geração de empregos e renda, grande parte do resultado da cooperativa retorna para a comunidade onde está inserida. Este ano, na região do MS, GO e TO, serão levadas para as assembleias decidirem o destino dos R$ 107 milhões em sobras, como é chamado o lucro, que podem ser investidos para o crescimento da cooperativa e também distribuídos entre os associados proporcionalmente às suas movimentações.
O planejamento de 2016-2020 da Central Sicredi Brasil Central prevê a inauguração de mais de 50 unidades, passando de 300 mil associados e contando com a atuação no Distrito no Federal. O Sicredi é referência internacional pelo modelo de atuação em sistema, fator que permite ganhos de escala e aumentando o potencial das cooperativas de crédito para exercer a atividade no mercado financeiro. A instituição tem como diferencial o modelo de gestão que valoriza a participação dos associados, os quais votam e decidem os rumos do negócio. São mais de 3 milhões de pessoas que têm suas vidas financeiras vinculadas ao Sicredi, atraídas pela possibilidade de gerar crescimento coletivo. Todos são donos do negócio. O voto de cada um tem peso igual nas decisões, independentemente do volume de recursos aplicados.
Todos esses números refletem o modelo implantado pelo Sicredi que possui escala nacional com estrutura sistêmica e atuação regional. Entre 2009 e 2015, o Sicredi passou por transformações que marcaram uma etapa de fortalecimento e consolidação de nossa marca. Foram implantados processos inovadores de governança, ampliamos significativamente o nosso portfólio de produtos e serviços (atualmente, são mais de 300) para atender as necessidades dos associados e incrementamos ações que fortaleceram o Sistema e o consolidaram como a organização econômica da comunidade.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados e 1.366 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
Mais informações estão disponíveis no site – sicredi.com.br.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.
dez 10, 2015 | Economia

MS se destaca em relação aos outros Estados, nas ações voltadas a redução da emissão de gases, afirma Assessor do MAPA
Campo Grande (MS) – Durante o encontro do Comitê do Grupo Gestor para elaboração do Plano de Agricultura de Baixo Carbono (Plano ABC) de Mato Grosso do Sul, que aconteceu em Campo Grande no inicio do mês, o assessor de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Edson J. Leite fez questão de destacar o diferencial do trabalho do grupo formado no Estado.
Edson comentou que, diferente do que encontrou em outros Estados, em Mato Grosso do Sul já existem varias ações sendo realizadas buscando a mitigação e adaptação às mudanças climáticas para a consolidação de uma economia de baixa emissão de carbono. “Isso é um ponto muito positivo”. Frisou.
Para a próxima fase do trabalho Edson acredita que o grupo deve concluir a quantificação dessas ações para somar ao que foi produzido neste encontro e então finalizar o planejamento que deve prever as ações para os próximos cinco anos.
O Representante do MAPA destacou ainda a sintonia do grupo e a dinâmica do trabalho que vinha sendo realizado e comentou que com a formatação do plano – que deve acontecer em breve – o Estado então terá condições de buscar recursos junto ao Governo Federal para realização de programas e projetos que vão de encontro aos acordos firmados na Cop 21, quando gestores de 195 países, levaram suas propostas para a redução dos gases de efeito estufa no planeta.
Em consonância, e quase que em tempo real, com as decisões tomadas durante a Conferência do Clima (Cop 21), realizada em Paris no mesmo período, o grupo desenvolveu com grande celeridade o trabalho. Para secretário executivo do Grupo, engenheiro agrônomo Rafael Geraldo de Oliveira Alves, da Secretaria de Estado da Produção e Agricultura Familiar, considerando que a maior parte das propostas levadas pelo Brasil no encontro foram voltadas para o setor da agropecuária, a região Centro Oeste é uma das que mais contribuirão para o seu cumprimento e o trabalho neste sentido já esta bastante avançado. “Em Mato Grosso do Sul já evoluímos muito nas principais tecnologias preconizadas pelo Plano, como a recuperação de pastagens degradadas, Integração Lavoura/Pecuária/Floresta e ampliação das florestas plantadas”.
Durante a reunião do grupo, que aconteceu numa das salas do SEBRAE, dezoito entidades estiveram representadas, tendo a Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Neusa Zimermann, como moderadora dos trabalhos.
As contribuições captadas durante os debates foram recolhidas por Neusa que deve, após formatá-las, repassar aos membros do grupo para que estes possam se debruçar e entrar na fase de detalhamento antes da próxima reunião.
Assessoria de Imprensa – Kelly Ventorim