abr 19, 2017 | Economia
Campo Grande (MS) – Senai encerra, no próximo dia 28 de abril, as inscrições para os cursos de MBA em Gestão de Negócios e de extensão em Operações Logísticas e Supply Chain oferecidos em parceria com a ESPM nas cidades de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Os interessados devem se inscrever no site www.meufuturoagora.com.br e as informações sobre o processo seletivo, no caso do MBA, e sobre a matrícula, no caso do curso de extensão, serão encaminhadas via e-mail no ato da inscrição.
Segundo o diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero, ambos os cursos atendem à demanda da Indústria local. “Trata-se da segunda turma do MBA em Gestão de Negócios. Desde a finalização da primeira turma, em dezembro de 2014, vínhamos recebendo contatos de pessoas interessadas. No caso do curso de extensão, foi feita uma sondagem e, assim, identificada a demanda”, reforçou.
Ele ressalta ainda que a nova oferta de cursos consolida uma parceria antiga com a ESPM de São Paulo. “O objetivo é oferecer às empresas sul-mato-grossenses e aos funcionários das indústrias do Estado uma qualificação do mais alto nível, para que eles possam exercer com excelência as suas atribuições. A vantagem é a expertise do Senai e o diferencial que a ESPM proporciona ao ofertar um curso de MBA em Campo Grande aos preços de São Paulo”, frisou.
Para o pró-reitor de pós-graduação Lato Sensu da ESPM, Tatsuo Iwata Neto, a Fiems é a única federação industrial com que a ESPM mantém parceria. “Nossa avaliação a respeito da relação entre a ESPM e o Senai de Mato Grosso do Sul é extremamente positiva. Tanto que ela é encarada como um excelente cartão de visitas para projetos futuros”, frisou.
Tatsuo Iwata lembrou ainda que a ESPM nasceu de uma preocupação que as empresas tinham de desenvolver o mercado por meio da formação de seus profissionais, ideologia compartilhada pelo Senai. “Esse convênio está totalmente alinhado ao nosso objetivo de encontrar parcerias estratégicas que tenham convergência de propósitos”, afirmou.
Saiba mais
O curso de MBA em Gestão de Negócios terá duração aproximada de 18 meses com aulas presenciais às sextas-feiras, das 18h30 às 22h30, e aos sábados, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas. As aulas terão início no dia 5 de maio em Campo Grande e em Três Lagoas, enquanto em Dourados a primeira aula está marcada para o dia 12 de maio.
O curso possui uma estrutura que concilia o desenvolvimento de competências básicas essenciais para a gestão de negócios com a formação executiva, buscando sempre o equilíbrio entre conceitos clássicos da administração e suas aplicações práticas. Já o curso de extensão em Operações Logísticas e Supply Chain terá duração aproximada de 1 mês com aulas às sextas-feiras, das 18h30 às 22h30, e aos sábados, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.
As aulas terão início no dia 5 de maio em Campo Grande e em Três Lagoas, enquanto em Dourados a primeira aula está marcada para o dia 7 de maio. O curso oferece aos profissionais que atuam nas indústrias e serviços uma visão ampla de questões e desafios à gestão das cadeias de suprimentos e operações logísticas.
Serviço – Mais informações e inscrições pelo site www.meufuturoagora.com.br
abr 18, 2017 | Economia
Perspectivas mostram que mesmo com a @ mais baixa a atividade está mais lucrativa que em 2016
A Premix, empresa nacional líder em nutrição animal, acredita na pecuária brasileira e na força do agronegócio, e que com conhecimento, uma forte parceria e investimento é possível produzir mais e melhor.
Por confiar em sua capacidade de superar adversidades, de fazer tudo com seriedade, respeito e, acima de tudo, com paixão pelo campo, a empresa sabe que, para se vencer os desafios, é preciso uma atitude positiva sobre o futuro, uma visão otimista para encontrar os caminhos e crescer junto com o produtor.
Para auxiliar os pecuaristas em um momento de incertezas, a Premix lança a campanha Pecuária Positiv@, que apresenta dados que provam que, apesar do preço baixo da arroba do boi, a atividade está mais lucrativa que no ano passado.
Estas informações, acompanhadas de cases de sucesso, são apresentados em uma landing page no site da Premix, contando também com vídeos que ensinam como melhorar a produtividade e aumentar os lucros de forma didática e simples. A landing page pode ser acessada no link http://premix.com.br/pecuaria-positiva/.
“Apesar do mercado do boi gordo ainda estar em baixa, nos próximos meses teremos redução no preço da saca de milho. Se esta previsão se confirmar e a arroba do boi gordo mantiver o mesmo valor ou subir, a operação de rebanhos em recria, engorda e confinamento será ainda mais lucrativa. Esta é a hora de investir no rebanho e por isto lançamos esta campanha para incentivar os produtores”, destaca Fernando Avona, gerente de Marketing da Premix.
Sobre a Premix
O Grupo Premix tem como objetivo oferecer soluções em nutrição integradas. Com a missão de contribuir para evolução do agronegócio com um olhar no futuro, por meio de inovação, relacionamento e conhecimento compartilhado, o Grupo reúne as empresas Premix, indústria nacional líder em nutrição animal que atua há 38 anos no mercado, Green Fertilizantes e Sementes Paulista, e possui escritório central em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
A companhia oferece produtos de alta qualidade e consultoria especializada, disponibiliza aos clientes o seu know-how e produtos voltados para a qualidade do pasto, manejo correto e nutrição adequada de bovinos de corte e de leite, equinos, ovinos e caprinos conforme o clima e época do ano em cada região do País, categoria animal e fase de desenvolvimento.
Com moderna estrutura de produção e distribuição, a Premix também possui fábricas próprias em Patrocínio Paulista (SP), Presidente Prudente (SP) e Araguaína (TO), além de centros de distribuição em Juara (MT), Itumbiara (GO), Maringá (PR) e Campo Grande (MS). A companhia investe constantemente em inovação e desenvolvimento tecnológico de novos produtos com pesquisas e parcerias com as mais renomadas instituições de ensino do Brasil.
jan 16, 2017 | Economia

Faça de 2017 o ano do seu negócio: planeje e torne-se um empreendedor
Nesta semana, o Sebrae começa série de capacitações para quem quer abrir o próprio negócio
Em 2016, mais de 60% dos empreendedores de Mato Grosso do Sul declararam que o desempenho do seu negócio foi pior que no ano anterior, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae. No entanto, 62,4% projetaram que o próximo ano será melhor, se demonstrando otimistas quanto a 2017.
O ano novo sempre é considerado sinônimo de novas oportunidades, desejos e realizações. A mudança no calendário estimula também a mudança pessoal, mas, na maioria das vezes, as promessas jamais saem do papel. Que tal aproveitar o ano que se inicia para fazer uma transformação?
A técnica do Sebrae Michele Andreza de Freitas Carvalho explica que o começo do ano é o momento ideal para o futuro empreendedor se organizar. “Janeiro é o mês de traçar objetivos, descobrir onde se está e aonde se quer chegar. Se a pessoa quer abrir uma empresa, é importante planejar e colocar tudo no papel. Para quem já tem um empreendimento, é o momento de estipular metas e meios de alcança-las”.
A partir desta semana, o Sebrae começa a oferecer uma série de soluções para ajudar quem quer explorar o que 2017 tem a oferecer para concretizar aquela ideia antiga, que já estava no fundo da gaveta e foi deixada de lado.
Começar com o pé direito
Direcionado a potenciais empreendedores, em busca de capacitação e a microempresas com até dois anos de funcionamento, o ciclo Nascer Bem tem treinamentos para quem quer abrir, gerenciar e melhorar seu próprio negócio.
Em Campo Grande, entre janeiro e fevereiro, são mais de 20 palestras para ajudar a traçar um perfil empreendedor, planejar o empreendimento, adquirir conhecimentos de gestão e verificar a viabilidade financeira da futura empresa. Todas as palestras são gratuitas; apenas as duas oficinas sobre planejamento requerem o investimento de R$ 30.
Também há soluções sem custo para quem quer formalizar o negócio e iniciar uma nova etapa de crescimento e conquistas. Toda segunda e quarta-feira, às 8h30 e às 14h30, a palestra “Saiba como se tornar um Microempreendedor Individual” orienta sobre os primeiros passos na jornada de um MEI.
Às sextas-feiras, acontece a Oficina de Formalização, que auxilia no cadastro como Microempreendedor Individual.
A programação em todo o Estado está disponível no Portal de Atendimento do Sebrae (www.ms.sebrae.com.br), onde é possível fazer a inscrição online. Mais informações também podem ser obtidas no telefone 0800 570 0800.
jul 14, 2016 | Economia
Atividade com manejo eficiente sequestra mais gases do que emite, sugere estudo
O Brasil tem saldo positivo na emissão de gases do efeito estufa. Para muitos pesquisadores, a Amazônia seria responsável por esta salvação, mas o que foi descoberto é que a floresta ao Norte do País emite praticamente a mesma quantidade de gases que sequestra. A afirmação é do professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Cassiano Cremon, ao salientar ainda que assim como a agricultura, a pecuária pode produzir sem causar prejuízos ao meio ambiente e até mesmo contribuir.
“Alguns estudos apontam para a vantagem da agropecuária já implantada e bem manejada, que pode sequestrar muito mais gases do que emitir devido aos microorganismos presentes na pastagem”, detalha Cremon. Seguindo o exemplo da agricultura, a pecuária passa a desenhar um novo cenário: “Um dos grandes desafios do setor é o de combater conceitos deturpados quanto à produção de proteína vermelha”, pontua o professor e pesquisador da Unemat
Sob a hipótese de que o manejo adotado no milho, na pastagem e na soja da região sudoeste de Mato Grosso é benéfico para o sequestro de Carbono, pesquisadores da Unemat desenvolvem na Fazenda Ressaca, localizada em Cáceres, pesquisas que poderão comprovar essa e outras possibilidades. Também está em andamento um estudo inédito em terras altas do Pantanal, que vai averiguar a eficácia na produção de girassol para silagem dos animais e para óleo, que poderão se apresentar como alternativas de renda para a região.
Segundo Cremon, que é coordenador do projeto que estuda emissão e características do carbono, as propriedades rurais da região alta do Pantanal têm possibilidade de gerar renda com verba de outros países. O Protocolo de Quioto prevê que os países incapazes de sequestrar gases prejudiciais à atmosfera, entre eles os Estados Unidos e a China, deverão pagar os que desenvolverem essa habilidade. “Trabalhamos sob a suspeita de que a agricultura praticada nessa região, inclusive a pastagem, carrega grande potencial de se apresentar como exímia sequestradora, o que poderá gerar receita para a propriedade nos mercados de carbono mundo afora”, pontua Cremon.
Para os estudos, o time de pesquisadores da Unemat coletará solo de talhões dedicados à soja e ao milho para silagem, culturas consideradas sequestradoras potenciais de Carbono, principalmente quando cultivadas por plantio direto. Também retirarão solo dos espaços destinados à pastagem, mata nativa e pastagem com morte súbita.
Em levantamentos prévios, Cremon já caracterizou o solo das regiões altas do Pantanal como áreas agricultáveis, ou seja, aptas ao cultivo de grãos, sem prejuízos ao bioma, contudo, os resultados definitivos da pesquisa serão publicados no primeiro semestre de 2017.
Girassol para o gado
Além de pesquisar a qualidade do óleo de girassol gerado na cidade de Cáceres, o que poderá ocasionar uma nova fonte de renda, a professora Tanismare Silva, coordena uma equipe também da Unemat que avaliará o teor nutritivo das sementes geradas em terras altas do Pantanal, com a finalidade de fornecer um novo componente para a silagem de animais.
Foi reservada uma área da Fazenda Ressaca onde serão cultivadas as sementes em diferentes épocas do ano para que se desenvolva um comparativo com outras matérias-primas. A expectativa tanto dos pesquisadores quanto da Ressaca, é que em razão ao elevado nível de proteína, o girassol se apresente como um favorável elemento na nutrição animal devido aos componentes e custos.

Diego Silva – Jéssika Corrêa
jul 12, 2016 | Economia

Ao contrário do leite, preço do pão francês não terá reajuste nos próximos 30 dias em MS
Ao contrário do leite, preço do pão francês não terá reajuste nos próximos 30 dias em MS
Campo Grande (MS) – Ao contrário do preço do leite, que teve reajuste de até 21% nos últimos dias, o preço do pão francês não terá aumento nos próximos 30 dias em Mato Grosso do Sul, conforme informou o presidente do Sindepan/MS (Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria do Estado), Marcelo Alves Barbosa. Ele explica que no início deste ano o produto teve uma elevação no valor em decorrência da variação cambial do dólar frente ao real, o que afetou o preço do trigo, mas, de lá para cá, não foi registrada mais nenhuma grande oscilação, permitindo o “congelamento” da tabela.
“O preço do trigo está estável e, em consequência disso, o valor do pãozinho francês também será mantido no atual patamar, ou seja, variando de R$ 8,00 a R$ 12,00 o quilo nas panificadoras de Mato Grosso do Sul”, informou Marcelo Barbosa, completando que o preço do produto ficará inalterado para o consumidor final. “Os níveis de preço do trigo no mercado internacional estão retrocedendo, ultrapassando até mesmo os baixos níveis de 2006 e, como se trata da nossa principal matéria-prima, só temos a comemorar”, ressaltou.
O presidente do Sindepan/MS reforça que, além disso, o reajuste no preço do leite devido à escassez do produto no mercado, não seria viável aumentar o valor do pão francês, principalmente, porque provocaria uma grande evasão de clientes nos estabelecimentos de Campo Grande e do interior do Estado. “O empresário, devido à evasão de consumidores, opta por manter o preço para não prejudicar ainda mais as vendas”, reforçou.
Leite
No entanto, conforme informações do Conselho Paritário entre Produtores e Indústrias de Leite do Estado (Conseleite/MS), no mês passado o valor pago ao pequeno produtor pelo litro do produto foi de R$ 0,99 e neste mês a estimativa é de R$ 1,05, reajuste de 6%. Para os produtores maiores, a projeção é ainda mais expressiva, podendo chegar a 32,2%, provocando uma verdadeira escalada de preços, chegando a até R$ 1,21. Porém, na prática, as indústrias estão pagando mais porque existe uma falta de leite muito grande no mercado.
jul 2, 2016 | Economia
Aproveitando queda do juros, pecuarista quer acesso ao crédito e elevar qualidade do leite
A busca dos pequenos produtores rurais de Mato Grosso do Sul pelo acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), pode dobrar, segundo estimativa do gerente do Banco do Brasil ao Norte de MS, Zilvânio Theodoro de Souza. Só em Figueirão (MS) o Programa somou o acesso de R$ 22 milhões de crédito no período de um ano, para investimento e custeio, agora, com sua reformulação e queda dos juros de 5,5% para 2,5% ao ano, a estimativa do gerente é que se dobre o acesso, em curto prazo. A expectativa do representante do Banco do Brasil foi exposta nesta sexta-feira (1), para cerca de 150 pecuaristas que participaram do 2º Simpósio da Pecuária Leiteira, realizado pela Prefeitura Municipal de Figueirão.
Gerente do Banco do Brasil, agência Costa Rica, Flávio Guilherme Alcantu
Segundo o também gerente do Banco do Brasil, agência Costa Rica, Flávio Guilherme Alcantu, assim como Figueirão, os municípios de Alcinópolis, Costa Rica e Camapuã, também devem elevar a busca pelo Pronaf. “Esses municípios, possuem altíssimo potencial produtivo. O agronegócio na região tem muito a crescer, o que falta é que os próprios produtores rurais acreditem no seu empreendedorismo e trabalhem o melhoramento genético do rebanho, estimulando tanto a pecuária de corte, como a de leite, grandes aptidões da região”, pontua Alcantu.
Durante o 2º Simpósio de Pecuária Leiteira o pecuarista, Carlos Adriano Carneiro, que com recursos próprios, elevou sua produção de leite em quase 360%, passando de 18 mil litros por ano, para 84 mil litros, mostra-se atraído pela baixa no juros e pretende o acesso à linha de crédito voltada para pequenas propriedades rurais. “Sem linha de crédito tive picos de produção que chegaram a 420 litros de leite em um dia, com 42 vacas. Mas quero chegar a 500 litros por dia e ainda implantar uma área de pastagem com irrigação, aumentando volume e qualidade do leite”, enfatiza Carneiro, que trabalha sob uma área de 100 hectares, investindo em raças como girolando e holandesa.
Com investimentos na produção Carneiro agregou valor ao produto. Com contribuição do andamento do mercado o litro do leite, que há dois anos, ele entregava para o laticíneo por R$ 0,40, atualmente comercializa por R$ 1,35. “O mercado ajudou, mas o que vejo como diferença foi o investimento em genética, pastagem, silagem e modernização da propriedade, estimula pelo Programa Produzir Mais”, ressalta o pecuarista.
De acordo com o prefeito de Figueirão, Rogério Rosalin, 16 pecuaristas participam atualmente do Produzir Mais, Programa que avalia e dá assistência técnica gratuita às propriedades do município. “Essa é nossa primeira etapa, e em menos de um ano o programa já rendeu bons fruto, principalmente à pecuária leiteira. Com o acesso ao crédito, os pecuaristas da região vão poder elevar a qualidade e se empenhar em uma produção ainda mais eficaz”, finaliza Rosalin.
O 2º Simpósio de Pecuária Leiteira contou com a participação do presidente da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Luciano Chiochetta, e do proprietário da Hana Latin América Importação e Exportação, Masaharu Shimizu.
Diego Silva – Assessoria de Comunicação