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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 11 de Março de 2026

Campo Grande registra segunda deflação do ano

Alimentação foi o principal grupo com queda acentuada, segundo o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais da Uniderp

Em julho, o Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) registrou nova deflação e ficou em -0,27%, segundo o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Uniderp. No comparativo da série histórica dos meses de julho, é a menor taxa desde 2013, quando atingiu -0,35%. Em junho deste ano, a deflação ficou em -0,15%.

De acordo com o coordenador do Nepes, Celso Correia de Souza, “o principal responsável pelo resultado do índice foi a Alimentação, que registrou fortíssimas quedas nos preços da carne bovina. Somente os grupos de Habitação e Transportes tiveram índices inflacionários positivos”.

A inflação acumulada nos últimos 12 meses, na capital de Mato Grosso do Sul, é de 2,52%, índice abaixo do centro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%. No período, o maior índice em relação aos grupos é do Vestuário, com 12,61%. Segundo o especialista, “está havendo uma recomposição de preços em relação ao ano passado”.

No acumulado de 2017, ou seja, em sete meses, a inflação registrada caiu de 1,29% para 1,01%, taxa ainda baixa quando comparada com anos anteriores. A maior inflação no período foi com Vestuário: 7,23%. Já o grupo Despesas Pessoais, se destaca pela inflação negativa de -2,74%, o que ajudou a conter a inflação em Campo Grande. “A Alimentação também está tendo uma grande contribuição neste ano para frear a inflação, com um índice acumulado de -2,57%”, esclarece Celso.

Maiores e menores contribuições

Os 10 “vilões” da inflação, em julho:

  • Gasolina, com inflação de 6,21% e contribuição de 0,20%;
  • Energia elétrica, com inflação de 4,06% e contribuição de 0,12%;
  • Diesel, inflação de 2,89% e participação de 0,08%;
  • Calça comprida masculina, com variação de 5,40% e colaboração de 0,06%;
  • Refrigerador, com acréscimo de 4,07% e contribuição de 0,05%;
  • Calça comprida feminina, com aumento de 2,66% e participação de 0,03%;
  • Televisor, com variação de 2,91% e colaboração de 0,03%;
  • Fogão, com acréscimo de 7,32% e contribuição de 0,02%;
  • Tênis com reajuste de 1,76% e participação de 0,02%;
  • Laranja pera, com elevação de 7,13% e colaboração de 0,01%.

Já os 10 itens que auxiliaram a reter a inflação, com contribuições negativas:

  • Batata, com deflação de -41,51% e contribuição de -0,17%;
  • Pescado fresco, com redução de -16,59% e colaboração de -0,12%;
  • Contrafilé, com diminuição de -13,41% e participação de -0,09%;
  • Blusa, com decréscimo de -4,25% e contribuição de -0,05%;
  • Sabão em pó, com baixa de -3,20% e colaboração de -0,04%;
  • Alcatra, com diminuição de -3,24% e participação de -0,04%;
  • Acém, com redução de -4,56% e contribuição de -0,04%;
  • Alho, com decréscimo de -32,59%e colaboração de -0,04%;
  • Ovos, com queda de -13,35% e participação de -0,04%;
  • Feijão, com baixa de -7,01% e contribuição de -0,03%.

Segmentos

O grupo Habitação, que possui o maior peso de contribuição para o cálculo do índice mensal, apresentou alta de 1,65%, motivado, principalmente, pelos aumentos nas contas de energia elétrica, com a mudança da bandeira tarifária para amarela e, também, em alguns eletrodomésticos, puxando a inflação para cima.

Repetindo o comportamento de maio e junho, o grupo Alimentação apresentou queda e fechou julho com -3,49%. As maiores altas de preços ocorreram com: limão (43,45%), pepino (11,49%), pimentão (7,95%), entre outros. Fortes quedas de preços foram registradas com: batata (-41,51%), alho (-32,59%), cenoura (-21,49%), entre outros produtos.

O coordenador do Nepes esclarece que este grupo é o melhor termômetro para o comportamento da inflação ao longo do ano, pois tem a segunda ponderação na formação do índice inflacionário. “Com a melhora do clima no país, vários dos produtos de alimentação têm diminuído de preços, principalmente, os hortifrútis. Se a tendência continuar, certamente a inflação ficará em torno, ou mesmo, abaixo da meta do CMN para o ano de 2017, de 4,5%”, expõe Celso Correia.

Queda de preços também foi constata com a carne vermelha bovina. Treze, dos 15 cortes pesquisados pelo Nepes da Uniderp apresentaram reduções. São eles: contrafilé (-13,41%), coxão mole (-9,24%), lagarto (-6,44%), acém (-4,56%), fígado (-3,54%), costela (-3,43%), alcatra (-3,24%), peito (-2,75%), músculo (-2,09%), patinho (-1,48%), picanha (-1,30%), cupim (-1,26%) e vísceras de boi (-0,55%). Filé mignon e paleta subiram 3,30% e 1,01%, respectivamente.

“O cenário de quedas expressivas foi motivado pelo baixo consumo de carne em nossa cidade e às dificuldades em exportar o produto devido aos problemas sanitários e com frigoríficos de maiores portes do MS, que não vêm abatendo regularmente. O início da entressafra e a redução de pastagem também fizeram com que a oferta de bois aos frigoríficos aumentasse o que, consequentemente, impactou para a baixa do boi gordo pago ao pecuarista, refletindo também no varejo”, explica o professor.

Quanto aos cortes de carne suína, todos os tipos pesquisados baixaram de preços: costeleta caiu -9,01%, bisteca -2,82% e pernil -0,96%. A carne de frango congelada também teve queda de -1%, bem como os miúdos de frango, -0,78%.

Diferente da Alimentação, o grupo Transportes apresentou uma forte inflação em seu índice: 1,74%, devido a aumentos nos preços dos combustíveis, com os aumentos das alíquotas dos impostos Pis e Cofins, que resultaram na elevação média de gasolina em 6,21% e do óleo diesel em 2,89%.

O grupo Educação também apresentou alta e fechou julho com índice moderado de 0,05%, devido a pequenos aumentos nos preços de produtos de papelaria.

O grupo Despesas Pessoais foi outro grupo com queda: -0,19%. Alguns produtos/serviços que tiveram aumentos de preços foram: absorvente higiênico (1,45%), protetor solar (0,96%), produto para limpeza de pele (0,72%), entre outros. Já as principais reduções ocorreram com fio dental (-2,60%), sabonete (-2,12%) e hidratante (-2,04%). O grupo Saúde seguiu a mesma tendência e ficou em -0,20%, devido a promoções oferecidas ao consumidor pelas farmácias, como anti-infeccioso e antibiótico (-1,58%) e vitamina e fortificante (-1,39%).

Completando o estudo, Vestuário encerrou o mês com primeira deflação desse grupo: -0,84%, que vinha aumentando de preços no sentido de recompor as quedas que aconteceram no ano de 2016. Os maiores aumentos de preços foram registrados com a calça comprida masculina (5,40%), sandália/chinelo feminino (3,98%), e sandália/chinelo masculino (2,67%). Quedas de valor ocorreram com: camisa masculina (-5,14%), sapato masculino (-4,90%), short e bermuda masculina (-4,36%), entre outros.

IPC/CG

O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) é um indicador da evolução do custo de vida das famílias dentro do padrão de vida e do comportamento racional de consumo. O IPC busca medir o nível de variação dos preços mensais do consumo de bens e serviços, a partir da comparação da situação de consumo do mês atual em relação ao mês anterior, de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos. A Uniderp divulga mensalmente o IPC/CG via Nepes.

Semana de comemorações para agricultura familiar

Semana de comemorações para agricultura familiar

chamada-_capa_materiaA Lei que instituiu a agricultura familiar no Brasil (Lei nº 11.326/2006) completa 11 anos nesta segunda-feira (24). Além dessa comemoração, a semana é marcada por outras datas importantes para os agricultores familiares do país. Por isso, a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) traz uma série de matérias em homenagem aos nossos produtores rurais. Para começar, vamos celebrar o Dia do Suinocultor, também comemorado em 24 de julho. Essa é uma atividade que faz parte da vida de milhares de famílias no campo. É com a suinocultura, então, que a Sead dá o ponta a pé inicial à série de reportagens, que será publicada no nosso site até o dia 28 de julho, Dia do Agricultor.

A diversidade é uma das características da agricultura familiar. Nas produções familiares, encontramos o cultivo de diversos produtos, entre eles, a carne suína. A atividade é digna de comemoração, pois já coloca o Brasil como o quarto maior produtor de carne suína do mundo. Os dados são do anuário brasileiro da agricultura familiar 2016, que ainda mostra que o Brasil é o terceiro país com o maior potencial de crescimento na produção de carnes nos próximos anos. Do que depender da agricultura familiar brasileira, o país só tem a subir nesse ranking. Segundo o último Censo Agropecuário, a agricultura familiar é responsável por cerca de 59% do plantel de suínos nacionais.

A atividade faz parte da vida de muitas famílias brasileiras, como a família de Joézio Rezende, do município de Patu, no Rio Grande do Norte. Joézio trabalha com a suinocultura há 15 anos e não está sozinho nessa. Tudo começou com o incentivo do pai, que iniciou sua criação com 8 cabeças. Do pai, Joézio ganhou um bicho para começar sua produção. Hoje, os dois juntos, já possuem mais 40 cabeças. “Para mim trabalhar com porco é muito bom. O preço aqui está bom. Não sou rico, mas graças a Deus conquistei minhas coisas com o meu suor”, ressalta.

De trabalhar Joézio afirma que a família jamais correu. Acordar cedo para colocar comida para os bichos já faz parte da rotina. A suinocultura virou de fato um negócio de família. Além dele e do pai, os irmãos e os primos também decidiram apostar na criação de suínos para garantir a renda da família, tanto que os bichos são criados na propriedade do primo, que usou recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para comprar 11 porcos de raça. A novidade se espalhou e a família já é procurada pelos vizinhos. “Tem muita gente vindo para reproduzir os bichos e a gente deixa, não cobramos, apenas a alimentação”, conta o agricultor. Leia mais sobre o Pronaf aqui.

Joézio garante que os porcos da família já têm fama de bons na região. Os suínos são vendidos para marchantes do estado. “Os marchantes não vêm nem olhar os bichos mais porque já sabem que são bons”, garante. Joézio afirma ainda que está vendendo seus animais por um bom preço.

A experiência de Joézio como suinocultor tem sido compartilhada com outros agricultores da região. Hoje, técnico agrícola, Joézio atua como extensionista bolsista no Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (Emater-RN) e compartilha todo o seu conhecimento com outros produtores, sem deixar sua produção de lado.

O produtor ressalta que é filho de agricultor, que sempre viveu nesse ramo e tem amor pelo que faz e sabe da importância da atividade dele e da família “A agricultura está crescendo e a produção dos agricultores faz o PIB crescer também. Lutamos dia a dia com a seca, suamos trabalhando, mas é uma atividade que dá gosto. Gosto muito disso. A agricultura é o que dá sustentabilidade a nós todos”, destaca.

Semana do agricultor

A agricultura familiar é um importante segmento para o desenvolvimento do Brasil. São aproximadamente 4,4 milhões de famílias agricultoras, o que representa 84% dos estabelecimentos rurais brasileiros. Os números traduzem a importância da agricultura familiar para o desenvolvimento do país. Nessa direção, a Sead disponibilizou R$30 bilhões para serem investidos na safra 2017/2018, como prevê o Plano Safra da Agricultura Familiar 2017/2020, lançado em maio deste ano. Acesse a cartilha do Plano Safra aqui.

Para Everton Ferreira, subsecretário da Agricultura Familiar da Sead, ao investir na agricultura familiar se está investindo em mais alimentação e em preços melhores. “A agricultura familiar é um importante elemento na distribuição de renda, no crescimento social, no combate à pobreza e na sustentabilidade no campo”, ressalta Everton.

Os agricultores familiares representam o Brasil que dá certo. Eles fazem a comida chegar até a mesa de cada brasileiro; produzindo mais 50% dos produtos da cesta básica; não faltam com seus compromissos e provam isso com uma taxa de inadimplência no Pronaf que não passa de 1%; sabem gerenciar seus empreendimentos, comercializar, obter renda.

São os agricultores familiares os representantes do Brasil nas maiores feiras de orgânicos do mundo. Levam o nome do país em produtos com qualidade orgânica e desenvolvimento sustentável para eventos como a Biofach, realizada na Alemanha, a Bio Brazil Fair, realizada no Brasil, a Saitex, na África do Sul e a Expoalimentaria, no Peru.

Saiba mais sobre a participação da agricultura familiar nas feiras internacionais neste link.

Exportação de industrializados de MS tem alta de 6% e chega a US$ 1,14 bilhão no ano

Exportação de industrializados de MS tem alta de 6% e chega a US$ 1,14 bilhão no ano

????????????????????????????????????Campo Grande (MS) – A receita com as exportações de produtos industrializados de Mato Grosso do Sul registrou alta de 6% no período de janeiro a maio deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, aumentando de US$ 1,08 bilhão para US$ 1,14 bilhão, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems. Já na comparação de maio de 2017 com maio de 2016 o crescimento é de 19%, saltando de US$ 181,4 milhões para US$ 216,5 milhões.

Quanto ao volume exportado, na comparação dos cinco primeiros meses deste ano com os cinco primeiros meses do ano passado, há uma redução 9%, diminuindo de 3,66 milhões de toneladas para 3,33 milhões de toneladas. Já em relação à participação relativa, no mês, a indústria respondeu por 56% de toda a receita de exportação de Mato Grosso do Sul, enquanto no acumulado do ano, na mesma comparação, a participação ficou em 58%.

Segundo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, é sempre muito positivo anunciar o avanço dos dados positivos do setor industrial sul-mato-grossense. “Entendo que é o início da recuperação, com aumento da contratação de mão de obra e outros indicadores extremamente favoráveis. Essa alta de 6% no ano também é um percentual bastante significativo nas exportações de produtos industrializados do nosso Estado, um crescimento considerável em relação ao ano passado e, por isso, temos que comemorar. O Brasil precisa superar essa fase e avançar economicamente”, analisou.

Desempenho

Já o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, destaca que, de janeiro a maio, os principais destaques ficaram por conta dos grupos “Celulose e Papel”, “Complexo Frigorífico”, “Açúcar e Etanol”, “Extrativo Mineral”, “Óleos Vegetais” e “Couros e Peles”, que, somados, representaram 96,8% da receita total das vendas sul-mato-grossenses de produtos industriais ao exterior.

O grupo “Celulose e Papel” somou US$ 411,9 milhões, apontando queda de 6% sobre igual período de 2016, quando as vendas atingiram US$ 438 milhões. A redução observada se deu principalmente pela diminuição nas compras em importantes mercados para a celulose de Mato Grosso do Sul, com destaque para a China, Itália e Espanha, e em razão da redução do preço médio da tonelada da celulose, que passou de US$ 421,08 em 2016 para US$ 407,36 em 2017.

No “Complexo Frigorífico”, a receita de exportação alcançou o equivalente a US$ 372,8 milhões, um aumento de 16% sobre igual período de 2016, quando o total ficou em US$ 322,3 milhões. O crescimento observado se deu principalmente pelo aumento de 13% no preço médio da tonelada das carnes exportadas pelo grupo, que passou de US$ 2.440,83 em 2016 para US$ 2.762,78 no mesmo período de 2017.

Outros grupos

 No grupo “Açúcar e Etanol”, a receita de exportação de janeiro a maio de 2017 alcançou o equivalente a US$ 173,6 milhões, aumento de 84% sobre igual período do ano passado quando a receita foi de US$ 94,6 milhões. Resultado influenciado principalmente pelo aumento das compras realizadas por Malásia, Estônia, Bangladesh, Iraque, Egito e Geórgia, que somados apresentaram incremento de US$ 90,1 milhões, e pela elevação do preço médio da tonelada do açúcar de cana, único produto do grupo com registro de vendas ao exterior no acumulado deste ano.

 O grupo “Extrativo Mineral” está com receita de exportação acumulada em US$ 72,3 milhões, indicando aumento de 36% sobre o mesmo período de 2016, quando as vendas foram de US$ 53,1 milhões. O resultado se deu pela alta de 156% no preço médio da tonelada do minério de manganês, que em 2017 está em US$ 155,89 contra US$ 60,84 em 2016.

Em relação ao grupo “Óleos Vegetais”, o período de janeiro a maio de 2017 fechou com receita equivalente a US$ 39,5 milhões, indicando queda de 55% sobre o mesmo intervalo de 2016, quando as vendas foram de US$ 87,7 milhões, tendo a Tailândia como principal responsável pela redução observada com uma retração nas compras equivalente US$ 39,0 milhões. Já no grupo “Couros e Peles” a receita de exportação de janeiro a maio de 2017 totalizou o equivalente a US$ 37 milhões, tendo redução de 28% sobre igual período de 2016, quando as vendas foram de US$ 51,7 milhões.

 Resultado influenciado pela diminuição das compras efetuadas pela China, Vietnã e Holanda, que somados apresentaram redução de 3,5 mil toneladas ou 72% de toda retração ocorrida no volume de venda, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Encerrando, o grupo “Siderurgia e Metalurgia”, que fechou o período de janeiro a maio de 2017 com receita equivalente a US$ 14,7 milhões, indicando aumento de 226% na comparação com o mesmo período de 2016, quando as vendas foram de US$ 4,5 milhões, graças, principalmente, pela elevação das compras feitas pela Argentina.

Senai encerra dia 28 inscrições dos cursos de MBA e de extensão em parceria com ESPM

Senai encerra dia 28 inscrições dos cursos de MBA e de extensão em parceria com ESPM

meu futuro agoraCampo Grande (MS) –  Senai encerra, no próximo dia 28 de abril, as inscrições para os cursos de MBA em Gestão de Negócios e de extensão em Operações Logísticas e Supply Chain oferecidos em parceria com a ESPM nas cidades de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Os interessados devem se inscrever no site www.meufuturoagora.com.br e as informações sobre o processo seletivo, no caso do MBA, e sobre a matrícula, no caso do curso de extensão, serão encaminhadas via e-mail no ato da inscrição.

 Segundo o diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero, ambos os cursos atendem à demanda da Indústria local. “Trata-se da segunda turma do MBA em Gestão de Negócios. Desde a finalização da primeira turma, em dezembro de 2014, vínhamos recebendo contatos de pessoas interessadas. No caso do curso de extensão, foi feita uma sondagem e, assim, identificada a demanda”, reforçou.

Ele ressalta ainda que a nova oferta de cursos consolida uma parceria antiga com a ESPM de São Paulo. “O objetivo é oferecer às empresas sul-mato-grossenses e aos funcionários das indústrias do Estado uma qualificação do mais alto nível, para que eles possam exercer com excelência as suas atribuições. A vantagem é a expertise do Senai e o diferencial que a ESPM proporciona ao ofertar um curso de MBA em Campo Grande aos preços de São Paulo”, frisou.

Para o pró-reitor de pós-graduação Lato Sensu da ESPM, Tatsuo Iwata Neto, a Fiems é a única federação industrial com que a ESPM mantém parceria. “Nossa avaliação a respeito da relação entre a ESPM e o Senai de Mato Grosso do Sul é extremamente positiva. Tanto que ela é encarada como um excelente cartão de visitas para projetos futuros”, frisou.

Tatsuo Iwata lembrou ainda que a ESPM nasceu de uma preocupação que as empresas tinham de desenvolver o mercado por meio da formação de seus profissionais, ideologia compartilhada pelo Senai. “Esse convênio está totalmente alinhado ao nosso objetivo de encontrar parcerias estratégicas que tenham convergência de propósitos”, afirmou.

Saiba mais

O curso de MBA em Gestão de Negócios terá duração aproximada de 18 meses com aulas presenciais às sextas-feiras, das 18h30 às 22h30, e aos sábados, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas. As aulas terão início no dia 5 de maio em Campo Grande e em Três Lagoas, enquanto em Dourados a primeira aula está marcada para o dia 12 de maio.

O curso possui uma estrutura que concilia o desenvolvimento de competências básicas essenciais para a gestão de negócios com a formação executiva, buscando sempre o equilíbrio entre conceitos clássicos da administração e suas aplicações práticas. Já o curso de extensão em Operações Logísticas e Supply Chain terá duração aproximada de 1 mês com aulas às sextas-feiras, das 18h30 às 22h30, e aos sábados, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.

As aulas terão início no dia 5 de maio em Campo Grande e em Três Lagoas, enquanto em Dourados a primeira aula está marcada para o dia 7 de maio. O curso oferece aos profissionais que atuam nas indústrias e serviços uma visão ampla de questões e desafios à gestão das cadeias de suprimentos e operações logísticas.

Serviço – Mais informações e inscrições pelo site www.meufuturoagora.com.br

Campanha Pecuária Positiv@, da Premix, estimula pecuaristas a produzir mais e com melhores resultados

Perspectivas mostram que mesmo com a @ mais baixa a atividade está mais lucrativa que em 2016

A Premix, empresa nacional líder em nutrição animal, acredita na pecuária brasileira e na força do agronegócio, e que com conhecimento, uma forte parceria e investimento é possível produzir mais e melhor.

Por confiar em sua capacidade de superar adversidades, de fazer tudo com seriedade, respeito e, acima de tudo, com paixão pelo campo, a empresa sabe que, para se vencer os desafios, é preciso uma atitude positiva sobre o futuro, uma visão otimista para encontrar os caminhos e crescer junto com o produtor.

Para auxiliar os pecuaristas em um momento de incertezas, a Premix lança a campanha Pecuária Positiv@, que apresenta dados que provam que, apesar do preço baixo da arroba do boi, a atividade está mais lucrativa que no ano passado.

Estas informações, acompanhadas de cases de sucesso, são apresentados em uma landing page no site da Premix, contando também com vídeos que ensinam como melhorar a produtividade e aumentar os lucros de forma didática e simples. A landing page pode ser acessada no link http://premix.com.br/pecuaria-positiva/.

“Apesar do mercado do boi gordo ainda estar em baixa, nos próximos meses teremos redução no preço da saca de milho. Se esta previsão se confirmar e a arroba do boi gordo mantiver o mesmo valor ou subir, a operação de rebanhos em recria, engorda e confinamento será ainda mais lucrativa. Esta é a hora de investir no rebanho e por isto lançamos esta campanha para incentivar os produtores”, destaca Fernando Avona, gerente de Marketing da Premix.

Sobre a Premix

O Grupo Premix tem como objetivo oferecer soluções em nutrição integradas. Com a missão de contribuir para evolução do agronegócio com um olhar no futuro, por meio de inovação, relacionamento e conhecimento compartilhado, o Grupo reúne as empresas Premix, indústria nacional líder em nutrição animal que atua há 38 anos no mercado, Green Fertilizantes e Sementes Paulista, e possui escritório central em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

A companhia oferece produtos de alta qualidade e consultoria especializada, disponibiliza aos clientes o seu know-how e produtos voltados para a qualidade do pasto, manejo correto e nutrição adequada de bovinos de corte e de leite, equinos, ovinos e caprinos conforme o clima e época do ano em cada região do País, categoria animal e fase de desenvolvimento.

Com moderna estrutura de produção e distribuição, a Premix também possui fábricas próprias em Patrocínio Paulista (SP), Presidente Prudente (SP) e Araguaína (TO), além de centros de distribuição em Juara (MT), Itumbiara (GO), Maringá (PR) e Campo Grande (MS). A companhia investe constantemente em inovação e desenvolvimento tecnológico de novos produtos com pesquisas e parcerias com as mais renomadas instituições de ensino do Brasil.

Faça de 2017 o ano do seu negócio: planeje e torne-se um empreendedor

Faça de 2017 o ano do seu negócio: planeje e torne-se um empreendedor

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Faça de 2017 o ano do seu negócio: planeje e torne-se um empreendedor

Nesta semana, o Sebrae começa série de capacitações para quem quer abrir o próprio negócio

Em 2016, mais de 60% dos empreendedores de Mato Grosso do Sul declararam que o desempenho do seu negócio foi pior que no ano anterior, de acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae. No entanto, 62,4% projetaram que o próximo ano será melhor, se demonstrando otimistas quanto a 2017.

O ano novo sempre é considerado sinônimo de novas oportunidades, desejos e realizações. A mudança no calendário estimula também a mudança pessoal, mas, na maioria das vezes, as promessas jamais saem do papel. Que tal aproveitar o ano que se inicia para fazer uma transformação?

A técnica do Sebrae Michele Andreza de Freitas Carvalho explica que o começo do ano é o momento ideal para o futuro empreendedor se organizar. “Janeiro é o mês de traçar objetivos, descobrir onde se está e aonde se quer chegar. Se a pessoa quer abrir uma empresa, é importante planejar e colocar tudo no papel. Para quem já tem um empreendimento, é o momento de estipular metas e meios de alcança-las”.

A partir desta semana, o Sebrae começa a oferecer uma série de soluções para ajudar quem quer explorar o que 2017 tem a oferecer para concretizar aquela ideia antiga, que já estava no fundo da gaveta e foi deixada de lado.

Começar com o pé direito

Direcionado a potenciais empreendedores, em busca de capacitação e a microempresas com até dois anos de funcionamento, o ciclo Nascer Bem tem treinamentos para quem quer abrir, gerenciar e melhorar seu próprio negócio.

Em Campo Grande, entre janeiro e fevereiro, são mais de 20 palestras para ajudar a traçar um perfil empreendedor, planejar o empreendimento, adquirir conhecimentos de gestão e verificar a viabilidade financeira da futura empresa. Todas as palestras são gratuitas; apenas as duas oficinas sobre planejamento requerem o investimento de R$ 30.

Também há soluções sem custo para quem quer formalizar o negócio e iniciar uma nova etapa de crescimento e conquistas. Toda segunda e quarta-feira, às 8h30 e às 14h30, a palestra “Saiba como se tornar um Microempreendedor Individual” orienta sobre os primeiros passos na jornada de um MEI.

Às sextas-feiras, acontece a Oficina de Formalização, que auxilia no cadastro como Microempreendedor Individual.

A programação em todo o Estado está disponível no Portal de Atendimento do Sebrae (www.ms.sebrae.com.br), onde é possível fazer a inscrição online. Mais informações também podem ser obtidas no telefone 0800 570 0800.