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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 11 de Março de 2026
Simpósio traz palestra sobre alta produtividade da soja

Simpósio traz palestra sobre alta produtividade da soja

Simpósio traz palestra sobre alta produtividade da soja

O 16º Simpósio da Soja ocorre dia 29 de agosto em Naviraí e é promovido pela Copasul. Todos os anos uma vasta  programação é oferecida com diversas palestras sobre o assunto, nesta edição, além da palestra “Cenário Político Atual e o Agronegócio”, com o renomado jornalista Willian Waack,  acontecerá a “Caminhos para soja de alta produtividade” com o Eng. Agrônomo Henry Sako da DK Consultoria.

Ele explica que cada solo tem uma característica e seu próprio desafio. “O manejo do solo precisa ter uma visão mais ampla e não analisar somente os primeiros 20 centímetros. Uma raiz de soja pode chegar a 2 ou 3 metros, analisar maiores profundidades é primordial para desenvolver um trabalho de correção de solo”, explica o agrônomo.

Segundo ele, a agricultura está sempre em evolução e é preciso praticar de forma consciente. “O preparo profundo do solo está dentre as técnicas mais eficientes em combate a erosão, além de importe ferramenta para armazenar a água no solo, o que torna o sistema altamente sustentável ecologicamente, financeiramente e socialmente”, afirma Sako.

Esse conceito já está sendo aplicado na Copasul através do Projeto Construindo Solos, que é um dos benefícios do Programa Fidelidade. O Programa oferece, além de consultoria, softwares de inteligencia agronômica, que facilitam a tomada de decisões e o planejamento do agricultor, em questões, como por exemplo, o enraizamento da planta, ambientes mais produtivos, escalonamento de plantio, e outros itens que contribuem para o aumento da produtividade e rentabilidade.

As inscrições para o Simpósio são  limitadas e no dia  os participantes devem contribuir com um quilo de alimento não perecível, que será encaminhado para instituições locais. Para participar, acesse o site www.copasul.coop.br e inscreva-se. Confira a programação completa:

 Programação – 16º Simpósio da Soja

 7h – Inscrições

8h – Caminhos para soja de alta produtividade – Eng. Agrônomo Henry Sako – DK Consultoria – Piracicaba – SP

9h30 – Intervalo

10h – Previsões Climáticas para a safra 2018/2019 – Marco Antônio dos Santos – Agrometeorologista – Rural Clima – Valinhos/ SP

11h – almoço

13h – Sistemas sustentáveis de produção de soja no Brasil e mitigadores de gases e efeito estufa – João Carlos de Moraes Sá – Universidade Estadual de Ponta Grossa/PR

14h30 – Soja tolerante a percevejos sugadores de semente: Uma nova ferramenta para agricultores no manejo integrado de pragas – Clara Beatriz Hoffmann Campo – Embrapa Soja – Londrina PR

15h30 – Intervalo

16h – Agronegócio, Cenário Econômico e Político: Onde estamos e para onde vamos? – William Waack – Agronegócio – São Paulo/SP

17h30 – Encerramento

Governo de MS tem quatro concursos com 2,3 mil vagas para 2018

Governo de MS tem quatro concursos com 2,3 mil vagas para 2018

Governo de MS tem quatro concursos com 2,3 mil vagas para 2018

Além de promover a valorização de servidores ativos, a gestão do governador Reinaldo Azambuja, candidato à reeleição, já realizou concursos para Polícia Civil, Agepen e Uems

Novas oportunidades de trabalho com diversos níveis de escolaridade serão ofertadas pelo Governo de Mato Grosso do Sul por meio de concursos públicos ainda em 2018. Para o segundo semestre deste ano estão autorizados quatro certames nas áreas de Educação, Segurança Pública, Infraestrutura e Saúde. Há previsão de abertura de 2.333 vagas.

Conforme o secretário de Administração e Desburocratização de MS, Édio Viegas, os editais serão publicados até o final do ano. Na área da Educação serão 1.500 oportunidades, sendo mil para professores e 500 para as carreiras administrativas. Quem tem interesse em atuar na Segurança Pública poderá concorrer a 228 vagas para Gestão de Medidas Socioeducativas – agentes de segurança e analistas, nas formações de Psicologia e Serviço Social; 120 vagas para Peritos – médicos legistas e papiloscopistas; e 220 para agentes de Polícia Científica.

Na área da Infraestrutura serão oferecidos 25 cargos para fiscais de obras públicas – formação em Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia Elétrica e Arquitetura. E na área da Saúde haverá 240 oportunidades para médicos, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas.

Além de promover a valorização de servidores ativos, a gestão Reinaldo Azambuja a frente do Governo do Estado realizou diversos concursos públicos. Entre eles o da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), que já empossou 438 servidores e tem outros 500 em curso de formação; da Polícia Civil, que integrou 72 delegados e 180 agentes, entre investigadores e escrivães; da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, que está em andamento com 650 vagas; e da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) – que já empossou 126 profissionais, entre técnicos e docentes.

Safrinha: 40% do milho de MS já foi comercializado

Safrinha: 40% do milho de MS já foi comercializado

A comercialização do milho safrinha de Mato Grosso do Sul está avançando junto com a colheita. Dados da Granos Corretora indicam que até o início da semana, 40% da produção estimada em 6,9 milhões de toneladas já havia sido comercializado, enquanto a colheita chega a 66,3% dos 1,7 milhões de hectares cultivados.

Os dados do Sistema de Informações Gráficas do Agronegócio (Siga MS), divulgados pela Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS), mostram que nos últimos dez dias foram colhidos mais de 215 hectares cultivados com o grão, mas o percentual continua atrasado em relação a safra passada, quando na mesma época de 2018 estava 12,9% a frente do status atual.

A região Norte do Estado é a mais avançada em relação a colheita, com média de 94% da área colhida. O centro do Estado está um pouco atrás, com 64,8% da área colhida. Já a região Sul do Estado colheu até agora apenas 56,8%.

Informações do Sistema Famasul mostram que a saca no milho está sendo comercializado a R$ 30,25 em Mato Grosso do Sul, o que representa alta de 85,4% em relação a agosto do ano passado. Apesar do avanço da colheita os preços se mantém em alta, reflexo da incerteza em relação a produtividade e a valorização no mercado internacional.

A Aprosoja/MS estima que a produção total do Estado some 6,9 milhões de hectares, com redução de 29,31% em relação à safra passada. A produtividade média deve permanecer em 68 sacas por hectare, com 1,7 milhões de hectares plantados.

Receita libera nesta segunda-feira consultas ao segundo lote de restituição

Receita libera nesta segunda-feira consultas ao segundo lote de restituição

A Receita Federal libera a partir das 9h desta segunda-feira (9) as consultas ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda 2018.

De acordo com a Receita Federal, o lote também contém restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

Serão beneficiados neste segundo lote 3.360.917 contribuintes. As restituições serão depositadas em 16 de julho e totalizam R$ 5 bilhões.

Para saber se foi beneficiado neste lote, o contribuinte pode acessar o site da Receita, aqui, ou ligar para o 146.

G1

Inflação na Capital disparou em junho

Inflação na Capital disparou em junho

O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) de junho, que representa a inflação da Capital, fechou o mês em 1,17%, de acordo com o Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Uniderp. O indicador é superior à taxa de maio (0,21%) e é o maior da série histórica do Nepes já registrado para junho, desde o ano de 1996, quando foi de 1,57%.

Na avaliação do coordenador do Nepes/Uniderp, Celso Correia de Souza, o mês de junho é, tradicionalmente, um período de inflações muito baixas, mas a greve dos caminhoneiros – que começou no final de maio – fez com que a inflação atingisse um alto patamar, afetando, principalmente, o grupo Alimentação, que fechou junho com uma alta de 3,22%, totalmente atípica para esse período.

“Já não se pode dizer que a inflação acumulada de Campo Grande fechará o ano de 2018 com índice abaixo dos 4,5%, considerado o centro da meta de inflação do Conselho Monetário Nacional (CMN), como era esperado antes da greve dos caminhoneiros. O país sofreu esse impacto da paralisação que, certamente, ainda terá reflexos na inflação dos próximos meses. Além disso, outro problema que pode transcorrer ao longo do ano e influenciar no aumento inflacionário, principalmente, relativo ao grupo de Alimentação, é que a safra agrícola de grãos do biênio 2017/2018 será 7% menor que a anterior, podendo atrapalhar a regulação dos preços de produtos alimentícios”, explica o pesquisador. O alto valor do dólar que, a longo prazo, pode causar inflação devido aos produtos importados como trigo, máquinas de alta precisão, eletroeletrônicos e gasolina, também são elencados por Celso Correia.

O resultado elevado em junho foi reflexo, também, da alta no grupo Habitação, que teve índice de 1,81% e peso de 0,58% para o cálculo do indicador mensal. “A energia elétrica, que teve a bandeira alterada para vermelha nível 2, e o gás de cozinha impactaram fortemente o grupo”, acrescentou Celso. Além da Alimentação, com índice de 3,22% e contribuição para o índice de inflação de 0,66%, a Educação, ficou com taxa de 0,50% e colaboração de 0,05% para a formação do índice e o grupo Saúde, com resultado de 0,47% e participação de 0,04% para a inflação do mês.

Os outros três grupos do IPC/CG apresentaram deflações e ajudaram a segurar que a elevação da inflação de junho fosse ainda maior. Foram eles: Transportes (-0,56%), Despesas Pessoais (-0,44%) e Vestuário (- 0,54%). “Fatores que poderão ajudar na redução da inflação este ano são, infelizmente, a continuidade do alto nível de desemprego no país, os altos juros praticados na economia, o alto nível de endividamento da população, fazendo com que haja queda de demanda, inclusive, em produtos de alimentação”, revela o professor da Uniderp.

No acumulado de 2018, ou seja, o total de seis meses, a inflação passou para 2,10%, um índice já muito próximo de 2,25%, que é a metade do centro da meta do CMN para o ano todo. “Não dá para afirmar que a inflação neste ano de 2018 ficará abaixo dessa meta de 4,5%, como aconteceu no ano passado, ano de 2017, em que a inflação anual foi de 2,60%”, complementa Celso. No acumulado dos 12 meses, a taxa ficou em 3,43%.

Maiores e menores contribuições

Os 10 “vilões” da inflação, em junho:

  • Gasolina, com inflação de 7,39% e contribuição de 0,31%;
    • Energia elétrica, com inflação de 4,39% e contribuição de 0,25%;
    • Gás em botijão, com inflação de 8,77% e participação de 0,22%;
    • Batata, com variação de 50,34% e colaboração de 0,13%;
    • Leite pasteurizado, com acréscimo de 9,34% e contribuição de 0,10%;
    • Pilha, com variação de 22,32% e colaboração de 0,05%;
    • Acém, com acréscimo de 5,92% e contribuição de 0,05%;
    • Papelaria, com reajuste de 4,85% e participação de 0,05%;
    • Costela, com elevação de 7,96% e colaboração de 0,04%.
    • Alcatra, com acréscimo de 3,29% e contribuição de 0,04%;

Já os 10 itens que auxiliaram a reter a inflação, com contribuições negativas foram:

  • Diesel, com deflação de – 9,54% e contribuição de – 0,35%;
    • Etanol, com redução de – 1,64% e colaboração de – 0,04%;
    • Cinema, com decréscimo de – 6,68% e contribuição de – 0,04%;
    • Calça comprida feminina, com baixa de – 3,84% e colaboração de – 0,02%;
    • Paleta, com queda de – 7,36% e participação de – 0,02%;
    • Bebidas não alcoólicas, com redução de – 2,06% e contribuição de – 0,02%;
    • Blusa, com decréscimo de – 2,02% e colaboração de – 0,02%;
    • Absorvente higiênico, com queda de – 7,60% e participação de – 0,02%;
    • Short e bermuda masculina, com diminuição de – 3,08% e participação de – 0,02%;
    • Sapato feminino, com baixa de – 3,45% e contribuição de – 0,02%.

Segmentos

O grupo Habitação, que possui o maior peso de contribuição para o cálculo do índice mensal, apresentou inflação expressiva: 1,81%, puxada pela elevação de preços do gás em botijão, devido à greve dos caminhoneiros, e da energia elétrica, devido a implantação de bandeira vermelha nível 2, por conta da entrada em operação de usinas termoelétricas que produzem energia elétrica a um custo mais elevado.

Pelo segundo mês consecutivo, o grupo Alimentação registrou alta e fechou com índice de 3,22%, um resultado completamente atípico para essa época do ano, na avaliação do professor Celso. “Essa fortíssima inflação foi devido à greve dos caminhoneiros, iniciada final do mês de maio, que provocou desabastecimento de produtos, provocando aumentos generalizados nos preços. É possível que nos próximos meses, com a normalização da distribuição de produtos de alimentação, os valores voltem aos patamares anteriores, pois, o nível de emprego no país tende a não crescer nesse curto período, os juros continuam altos, como também, o endividamento da população, que acabam afetando o consumo”, analisou.

Os maiores aumentos de preços que ocorreram em produtos desse grupo foram: batata (50,34%), mamão (29,39%), limão (28,40%), entre outros. Fortes quedas ocorreram com: cebola (-12,54%), presunto (-8,51%), milho para canjica (-7,75%), entre outros.

Dos quinze cortes de carnes bovina pesquisados pelo Nepes/Uniderp, onze aumentaram de valor. São eles: picanha (11%), coxão mole (9,51%), costela (7,96%), cupim (7,16%), acém (5,92%), filé mignon (5,43%), alcatra (3,29%), patinho (3,04%), músculo (2,33%), vísceras de boi (1,54%) e peito (0,38%). Quedas de preços ocorreram com paleta (-7,56%), lagarto (-5,67%), contrafilé (-2,50%) e fígado (-1,80%).

“A redução do valor da carne nos primeiros meses do ano de 2018 fez com que aumentasse a demanda pelo produto, provocando uma reação nos preços. Esse produto não foi muito afetado pela greve dos caminhoneiros, pois, sua produção é regional. Por outro lado, esse aumento pode estar acontecendo devido a escassez de boi gordo para abate com o início da entressafra desse produto”, considera o professor.

Quanto aos cortes de carne suína, todos os cortes tiveram quedas de preços, sendo a costeleta -3,61%, o pernil -2,55% e bisteca -2,35%. O frango resfriado teve aumento de preço de 2% e os miúdos de 5,96%.

O grupo Transportes apresentou deflação de -0,56%, resultado motivado, principalmente, pela queda de preço do diesel (-9,54%), concedida pelo governo após a greve dos caminhoneiros. Reduções de preços também ocorreram com passagens de ônibus intermunicipal (-1,84%) e etanol (-1,64%). Já os destaques de aumento foram com a gasolina (7,39%) e passagem de ônibus interestadual (2,61%).

A Educação fechou maio com índice de 0,50%, devido a aumentos de preços em artigos de papelaria (4,85%).

O grupo Despesas Pessoais fechou em -0,44%. Entre os itens com elevação estão: protetor solar (3,14%), creme dental (3,02%), sabonete (0,70%), entre outros. Quedas de preços ocorreram com cinema (-7,60%), hidratante (-6,68%), papel higiênico (-2,48%), entre outros.

Já o grupo Saúde encerrou o mês com 0,47%, puxado por aumentos de produtos como o antigripal e antitussígeno (1,24%) e o anti-inflamatório e antirreumático (0,31%). Reduções foram identificadas com o curativo (-3,74%) e radiografia (-2,99%).

Finalizando o estudo, Vestuário foi outro grupo que ficou em baixa: – 0,54%. O resultado está ligado às liquidações de coleções no varejo de Campo Grande.

IPC/CG

O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG) é um indicador da evolução do custo de vida das famílias dentro do padrão de vida e do comportamento racional de consumo. O IPC busca medir o nível de variação dos preços mensais do consumo de bens e serviços, a partir da comparação da situação de consumo do mês atual em relação ao mês anterior, de famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos. A Uniderp divulga mensalmente o IPC/CG via Nepes.

MEI tem até a próxima semana para fazer Declaração Anual

MEI tem até a próxima semana para fazer Declaração Anual

Microempreendedores Individuais (MEIs) têm até o dia 31 de maio para fazer a Declaração Anual (DASN-SIMEI) referente a 2017. Para estar em dia com suas obrigações legais, o empresário deverá informar os valores brutos faturados no ano passado. O processo é totalmente gratuito e obrigatório para qualquer MEI.

A Declaração Anual pode ser feita pela internet, no Portal do Empreendedor, mas o Sebrae oferece apoio a quem tem dificuldades em acessar o site. O empreendedor receberá orientações sobre os campos que devem ser preenchidos e as informações necessárias. Para receber o atendimento, é preciso levar ao Sebrae ou à Sala do Empreendedor do município o faturamento da empresa anotado, CNPJ e documentos pessoais (RG e CPF).

Quem não fizer a declaração fica sujeito a pagar multa de aproximadamente R$ 50 por ano não declarado e impossibilitado de participar de licitações. “Muitos MEIS correm o risco de ter o CNPJ cancelado porque não fizeram nenhuma declaração anual nos últimos dois anos. Esse é o momento para ficar em dia com as obrigações. O Sebrae vai realizar os atendimentos até o dia 30 de maio, aproveite e não deixe para alinhar a situação de última hora”, destaca Carlos Henrique de Oliveira, técnico do Sebrae/MS.

Se você, Microempreendedor Individual, tem dúvidas de como realizar a declaração online, acesse o Portal do Sebrae ou ligue no 0800 570 0800.

Novos valores

O faturamento anual máximo para se enquadrar como MEI foi alterado, por isso é preciso ficar atento. “O valor a ser declarado este ano deve estar dentro do teto de R$ 60 mil. Com a mudança, o montante passa a ser de R$ 81 mil, que será declarado apenas em 2019”, afirma Carlos.

O MEI é automaticamente enquadrado no Simples Nacional e está isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, paga apenas o valor fixo mensal de R$ 48,70 (comércio ou indústria), R$ 52,70 (prestação de serviços) ou R$ 53,70 (comércio/indústria e serviços) – destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS; montante atualizado anualmente, conforme o salário mínimo.

Além disso, quem deseja se tornar um microempreendedor individual não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular. Pode-se ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.