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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 09 de Julho de 2026
Epilepsia: especialista dá dicas para ajudar uma pessoa em crise 

Epilepsia: especialista dá dicas para ajudar uma pessoa em crise 

Para quem enfrenta a doença tão importante quanto o tratamento é a empatia das pessoas à sua volta  

Falar de epilepsia ainda é tabu em várias partes do mundo. Por isso, todos os anos o assunto vem à tona como forma de informar e conscientizar a sociedade sobre o assunto. Para quem enfrenta a doença tão importante quanto o tratamento que lhe garanta qualidade de vida, é a empatia das pessoas à sua volta.

A doença que pode acometer tanto adultos como crianças, afeta em torno de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, representa 2% da população.

Neurologista da Unimed Campo Grande, Dr. Nilson Moro, esclarece algumas dúvidas sobre a doença.

Causa  

“A maioria dos casos não tem uma causa definida, no entanto, as crises podem surgir por predisposição genética, após traumatismos cranianos, Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmicos ou hemorrágicos, uso exagerado de álcool e drogas, tumores, entre outros fatores”.

Sintomas  

As crises epilépticas, segundo o especialista, normalmente duram menos de cinco minutos e podem ser parciais (fracas). “Quando ficam restritas a um local do cérebro, a pessoa pode ter sensações estranhas, como movimentos involuntários de algum membro, sentir cheiros estranhos, tonturas e déjà-vu (expressão francesa que significa “já visto”), com melhora espontânea”.

No entanto, Dr. Nilson afirma que existem crises mais intensas. “Nesses casos a pessoa perde a consciência (desmaia), podendo evoluir com movimentos repetitivos dos membros associado a sialorreia (produção excessiva de saliva) e liberação esfincteriana (perda do controle urinário). Esta crise é chamada de convulsão”, pontua o médico.

Tratamento 

O especialista destaca que com tratamento adequado, a maioria das pessoas diagnosticadas com a doença leva uma vida normal, e que alguns hábitos saudáveis ajudam a evitar a epilepsia.

“Não há como saber se teremos ou não epilepsia. Porém, se evitarmos o abuso de álcool e drogas, mantermos uma dieta balanceada, não passarmos noites em claro e evitarmos fatores de risco que possam levar ao AVC, por exemplo, podemos reduzir a chance de ter epilepsia”.

Dicas para ajudar uma pessoa em crise 

– Mantenha a calma!

– Cuide a pessoa para que ela não se machuque, protegendo sua cabeça

– Segure o seu corpo quando estiver se debatendo

– Não dê água ou remédios

– Não coloque os dedos entre os seus lábios na tentativa de “desenrolar” a língua. Apenas vire sua cabeça de lado e espere a crise passar

Importante! Se a crise durar mais que cinco minutos, acione o socorro para que a pessoa receba atendimento de um especialista.

Nutrição Infantil: comer de tudo pode ser saudável e divertido  

Nutrição Infantil: comer de tudo pode ser saudável e divertido  

A disciplina alimentar está totalmente ligada ao cuidado oferecido à criança desde o início do seu desenvolvimento    

Alimentar-se de forma equilibrada, incluindo todos os grupos de alimentos, é essencial para manter o bom funcionamento do nosso organismo e para garantir saúde e qualidade de vida em todas as fases da vida. Isso é indiscutível! Mas criar essa rotina com as crianças não é uma tarefa fácil, tanto que é bastante comum ouvir pais, avós e educadores se queixando da dificuldade em fazê-las comer bem.

O cuidado e a dedicação da família e de quem convive no dia a dia com os pequenos é fundamental para ajudá-los no processo de alimentar-se da forma correta e necessária para o seu desenvolvimento saudável.

Para falar sobre esse assunto que, com certeza, tira o sono de muita gente, conversamos com a nutricionista infantil Camila Garcia e a Natalia Claudino, enfermeira instrumentadora e mãe da Maria Clara, de 5 anos.

Rotina  

Natalia Claudino – enfermeira instrumentadora e mãe da Maria Clara    

É uma construção, de quebrar tabus pessoais e de ofertar para a criança alimentos que eu não​comia, mas que para ela é importante. Além disso, ter uma rotina alimentar é essencial para a saúde dela.

Carregar marmitinhas para onde for, com alimentos preparados para cada momento da refeição das crianças também ajuda a manter a rotina.

Recusa Alimentar  

Camila Garcia – nutricionista infantil    

A recusa alimentar acontece em várias fases da vida da criança e pode ser por mudança na rotina escolar, viagens, clima muito quente, entre outros fatores, mas é algo pontual ou momentâneo e é muito comum, mas é preciso saber lidar com isso, caso contrário, pode evoluir para uma seletividade alimentar.  Seletividade 

Camila Garcia – nutricionista infantil    

Diferente da recusa, a seletividade alimentar é quando a criança realmente não come determinado alimento ou grupos alimentares, como frutas ou legumes, por exemplo. Neste caso é preciso tratar essa seletividade com a ajuda de um profissional.

Novas formas de preparo  

Natalia Claudino – enfermeira instrumentadora e mãe da Maria Clara    

Quando percebo que a Maria Clara se recusa a comer determinado alimento que antes ela comia, preparo de outras formas e texturas para não deixar de inserir nas refeições dela. Um exemplo disso é a carne. Faço desfiada, com um corte diferente e misturo com o feijão preto que ela ama, assim ela come aquilo que é importante para ela.

Lúdico x Alimentação  

Natalia Claudino – enfermeira instrumentadora e mãe da Maria Clara    

Associar alimentos a características de personagens de desenhos que a criança gosta, contar uma história enquanto ela come, por exemplo, faz toda a diferença na hora dos pequenos se alimentarem.

Camila Garcia – nutricionista infantil    

Quando nós conseguimos unir os alimentos que são essenciais para a criança com o lúdico, elas têm muito mais vontade de comer, porque a criança não come só por fome, mas come também por interesse. Então vale a criatividade nessa hora.

Preferências

Camila Garcia – nutricionista infantil    

Assim como os adultos, as crianças também têm suas preferências em relação aos alimentos, mas é papel do adulto ofertar, apresentar todos os alimentos para que ela os conheça e então forme suas preferências.

Empatia    

Natalia Claudino – enfermeira instrumentadora e mãe da Maria Clara    

Mesmo com todas as dificuldades nesse processo de fazer a criança se alimentar, mesmo no momento de birra, porque isso acontece, é preciso persistência, e o melhor caminho para educar é a empatia, o afeto e o carinho.

Camila Garcia – nutricionista infantil    

Os pais precisam se colocar no lugar da criança. Se naquele momento a criança não quer ou não consegue comer por alguma situação ou alguma dificuldade é preciso entender e respeitar esse momento, sem deixar de lado o seu papel de educador, porque ensinar nosso filho a comer também faz parte da educação e dá trabalho, como tudo na maternidade.

Para saber mais sobre o assunto acompanhe o episódio NUTRIÇÃO INFANTIL: COMER DE TUDO PODE SER SAUDÁVEL E DIVERTIDO do podcast Cuidar de Você. Basta acessar nosso Spotify (https://bit.ly/PodcastUnimedCG) e Youtube (https://bit.ly/PodcastUnimedCGYoutube).

Ginga denuncia violência contra mulher em novo espetáculo.

Ginga denuncia violência contra mulher em novo espetáculo.

Um tema inusitado para a dança foi a escolha do diretor e coreógrafo, Chico Neller para celebrar os 35 anos da Companhia. 

Os desafios de representar com dança a violência contra a mulher pareciam enormes para Chico Neller, diretor e principal coreógrafo da Ginga Cia de Dança quando apresentou a proposta para os bailarinos, mas na prática foi ainda maior.

Depois de mais de um ano de pesquisa, conversas com autoridades, militantes dos Direitos da Mulher, estudos e ensaios, a Companhia está pronta para subir ao palco com seu mais novo espetáculo “Silêncio Branco” celebrando seus 35 anos de atividade.

Em cena, o máximo está sendo exigido do elenco que precisou de muita preparação, inclusive, psicológica para dar vida aos personagens que encarnam. Momentos tão plásticos e tecnicamente lindos, dignos da mais importante Companhia de Dança do Estado, uma das principais e mais longevas do Brasil, quanto brutalmente fortes.

Ana Carolina Brindarolli, Brendon Feitosa, Diógenes Pivatto, Frantielly Icassatt, Maria Fernanda Figueiró, Patrícia Signoretti e Tanara Maciel entregam o máximo de energia e força cênica em cerca de uma hora de espetáculo.

Segundo Chico Neller, todos, inclusive ele, tiveram de se colocar frente a uma realidade muitas vezes mascarada que a sociedade prefere não ver, como um forte clarão tão intenso e presente que tudo cega. Por isso, a escolha do nome: Silêncio Branco.

“Buscamos conversar com as vítimas, tentando entender as estruturas e é tudo tão arraigado que ninguém se abre. Tudo é medo e vergonha. Senti o abismo da ignorância que a sociedade está mergulhada. As informações estão todas aí, consumimos tudo superficialmente como se não nos atingisse. Este trabalho me fez ver o quanto todos estamos ativos nesta engrenagem de violência e seguimos escolhendo nos manter nessa ignorância.”, desabafa Neller.

Para Diógenes Antônio, um dos mais experientes bailarinos da Companhia, colocar um homem violento em cena está sendo um dos maiores desafios de sua carreira, mas para ele a experiência é como uma dose de elixir. “A arte é curativa. Esperamos tocar o público e despertar, que seja, uma pequena uma transformação”, afirma.

A bailarina Patrícia Signoretti foi uma das inspirações para a montagem do espetáculo. A sua atuação em “Velado”, em parceria com Diógenes, despertou Chico Neller para o tema. “Todo o processo de montagem nos colocou frente a este horror. Mesmo como mulher a violência sempre me pareceu distante, a experiência cênica me mostrou que ela é uma teia e envolve tudo, um Silêncio Branco realmente. Estamos prontos para tocar o público”, provoca Patrícia.

 Serviço

As apresentações serão em Campo Grande, no Teatro Glauce Rocha nos dias 26 e 27 de março, em Dourados no Sucata Cultural no dia 09 de abril e 29 de abril em Corumbá, sempre com entrada franca.

A Ginga Cia de Dança tem o apoio da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), da Prefeitura Municipal de Corumbá, da Sucata Cultural e da Mercearia da Dança.

Tratamentos e terapias trazem qualidade vida às pessoas com Síndrome de Down

Tratamentos e terapias trazem qualidade vida às pessoas com Síndrome de Down

Dia 21 de março é Dia Internacional da Síndrome de Down

A Síndrome de Down é uma alteração genética no cromossomo “21”, que deve ser formado por um par, mas no caso das pessoas com a síndrome, aparece com “3” exemplares (trissomia). Por isso, o dia 21 de março foi escolhido para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down.

Essa data visa chamar a atenção especialmente das pessoas pouco informadas sobre as capacidades das pessoas com a Síndrome de Down e conscientizar a sociedade sobre a importância da luta pelos direitos igualitários, o seu bem-estar e a inclusão das pessoas com a Síndrome de Down na sociedade.

A Síndrome de Down não é uma doença, e não impede, de maneira nenhuma, que o indivíduo tenha uma vida social normal. Hoje em dia, por lei, a criança portadora de Down tem que ser matriculada em escola regular, junto com todas as outras crianças. Além do fato de essa convivência ser extremamente saudável para todos, é a conduta mais eficiente para o aprendizado pedagógico – que se torna um pouco mais demorado devido àquele terceiro cromossomo, mas acontece.

A síndrome de Down (SD) é uma das alterações genéticas mais frequentes. De acordo com o geneticista e pediatra professor dr. Zan Mustacchi, um dos maiores especialistas na síndrome, reconhecido internacionalmente, nós temos dois cromossomos 21, um que vem do pai e outro que vem da mãe. “Eles fazem o papel de maestro das 400 funções enzimáticas do nosso organismo. Na síndrome de Down há três cromossomos 21 em vez de dois, portanto são 600 funções em conflito. Há uma desorganização. Como se em vez de colocar um motor no carro, colocássemos dois. Ou como se numa orquestra houvesse dois pianos a mais.”

“Essa síndrome tem seus primeiros registros em 1505, já em 1865 foi publicado um estudo interessante sobre o assunto. A Síndrome de Down traz algumas alterações, quase metade das crianças com a síndrome nasce com algum problema no coração. Dessas, cerca de 25% conseguem viver normalmente sem necessidade de cirurgia”, explica a neuropediatra Maria José Martins Maldonado.

Ela ainda explica, que no Brasil nasce cerca de 8 mil bebês com a síndrome e pode ser identificada após o nascimento do bebê, por meio da observação de traços físicos característicos de pessoas portadoras da falha, como:

-fraqueza muscular;

-apenas uma linha na palma da mão;

-face plana;

-olhos oblíquos;

-mãos largas e dedos curtos;

-maior distância entre o dedão do pé e os outros dedos;

-pescoço e nariz largos;

-junção das sobrancelhas;

-orelhas pequenas;

-cabelo fino e ralo.

E também têm tendência em a desenvolver problemas de saúde como:

-Atraso no desenvolvimento da criança;

-Cardiopatia congênita (anormalidade que ocorre na estrutura ou na função do coração);

-Hipotonia (diminuição do tônus muscular);

-Problemas auditivos;

-Problemas de visão;

-Problemas de coluna;

-Distúrbios na glândula tireoide;

-Problemas neurológicos;

-Obesidade;

-Envelhecimento precoce;

-Maior risco de desenvolver leucemia.

“Apesar de terem um aprendizado um pouco mais lento, é possível estimular, desde cedo, as crianças com síndrome de down, para que desenvolvam suas capacidades e tenham menos dificuldades no futuro. Por esse motivo, é preciso que haja acompanhamento e instrução, respeitando o tempo de aprendizado de cada um. Desse modo, o exercício da capacidade lógica, de raciocínio, interpretação e organização das informações será, de forma gradativa, melhorada por meio do incentivo da instituição de ensino e dos familiares, que precisam deixar que a criança desenvolva e solucione suas tarefas sozinhas”, explica a neuropediatra.

“De uns anos para cá, a sobrevida aumentou muito, devido às cirurgias e as terapias, tendo uma qualidade de vida. Alguns chegam aos 65 anos e conseguem ter certa autonomia nas suas atividades”, completa a médica.

Receita Saudável: mousse de abacate com chocolate  

Receita Saudável: mousse de abacate com chocolate  

Sobremesa leva apenas quatro ingredientes e fica pronto em minutos   

Para deixar o fim de semana mais doce, hoje compartilhamos uma receita rápida, fácil, que leva poucos ingredientes e é uma ótima opção para matar aquela vontade de comer doce.

A base da nossa receita é o abacate, uma fruta vista até pouco tempo como bastante calórica, mas que caiu no gosto de nutricionistas e entrou de vez para cardápios mais saudáveis. Isso porquê além dos diversos tipos, tem um sabor peculiar, ótimo valor nutricional, garante benefícios para o coração e é muito versátil, servindo de ingrediente principal para receitas doces e salgadas.

“É uma receita rápida e prática de fazer para quando surge aquela necessidade de comer um docinho durante o dia. O abacate é rico em gorduras benéficas para o organismo, como o ômega-3, que ajuda na diminuição do colesterol e a prevenir o surgimento de doenças cardíacas”, explica a nutricionista da Unimed Campo Grande Allessyane Cleyti.

Confira a receita!

Mousse de Abacate com Chocolate   

Ingredientes  

-2/3 de 1 abacate

-½ xícara de cacau em pó 70%

-½ xícara de mel

-100 ml de água

Modo de preparo  

-Bata tudo no liquidificador até observar uma consistência cremosa

-Decore com raspas de chocolate meio amargo

Dica: Para ficar com consistência de sorvete, leve ao freezer por, pelo menos, duas horas

Oncologista esclarece dúvidas sobre o câncer de colo do útero 

Oncologista esclarece dúvidas sobre o câncer de colo do útero 

“Chance de cura chega a 92% quando diagnosticado no início”, diz especialista  

Em março, mais do que nunca, os olhares estão voltados para as mulheres, tanto pelas lutas enfrentadas até aqui como pelas conquistas já alcançadas, mas o mês também reforça a importância de cuidar da saúde feminina, em especial sobre como prevenir o câncer de colo do útero.

“A doença é um dos tipos mais frequente entre as mulheres, mas também possui grandes possibilidades de cura quando diagnosticada e tratada logo no início”, destaca Dr. Eric Iasuji Higa, oncologista da Unimed Campo Grande, que esclarece diversas dúvidas sobre o assunto. Confira!

1 – O vírus Papilomavírus Humano, conhecido como HPV, é um dos principais fatores para o desenvolvimento do câncer do colo uterino.   

Dr. Eric: O vírus HPV é transmitido principalmente pelo contato sexual e é tão comum que afeta cerca de 80% das pessoas sexualmente ativas no mundo todo. Existem mais de 150 tipos diferentes de HPV, sendo os do tipo 16 e 18 são os responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo do útero.

2 – Além da transmissão pelo HPV, outros fatores também contribuem com o desenvolvimento desse tipo de câncer.  

Dr. Eric: Sim! Histórico familiar, tabagismo, início precoce da vida sexual, múltiplos parceiros, uso prolongado de anticoncepcional, remédios imunossupressores, corticoides e baixa imunidade são fatores que aumentam o risco de desenvolver a doença.

3 – A vacina contra o HPV é principal forma de prevenção ao câncer de colo uterino.  

Dr. Eric: É verdade! A vacina é uma das principais formas de prevenção para este tipo de câncer e está disponível gratuitamente nos postos de saúde para meninas de 9 a 14 anos e para os meninos de 11 a 14 anos de idade.

4 – O preventivo é o exame ginecológico mais comum para identificar o câncer do colo de útero.   

Dr. Eric: Como o câncer de colo do útero se desenvolve lentamente e, na maioria das vezes, é silencioso na fase inicial, é através do exame preventivo que ele será detectado.

5 – Mulheres que já iniciaram a vida sexual devem fazer o exame preventivo.  

Dr. Eric: No Brasil, a indicação é que mulheres entre 25 e 64 anos que já iniciaram a atividade sexual consulte um ginecologista anualmente e realizem este exame.

6 – O câncer de colo do útero é um tipo da doença de grande possibilidade de cura.  

Dr. Eric: Quando diagnosticado no início, as chances de cura chegam a 92%. Portanto, a prevenção é sempre a melhor maneira de combater o câncer de colo do útero e outras doenças.