Estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Porto Murtinho tiveram a oportunidade de apresentar à comunidade os produtos que desenvolveram em sala de aula por meio da metodologia Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), aplicada pela segunda vez no município através do eixo Educação do programa Cidade Empreendedora – iniciativa executada pelo Sebrae/MS em parceria com a Prefeitura Municipal.
A “Feirinha do JEPP”, como é chamada a ação, foi realizada em sete escolas municipais de Porto Murtinho: Bonifácio Gomes – Polo e Extensões, Thomaz Laranjeira, Nossa Senhora de Caacupê e Cívico Militar Cláudio de Oliveira. A iniciativa foi realizada no sábado (3) e, no total, cerca de 1.381 estudantes participaram.
De acordo com a gestora estadual do programa Educação Empreendedora do Sebrae/MS, Priscila Veloso, a feirinha representa o fechamento do trabalho realizado durante quatro meses com os estudantes na temática do empreendedorismo. Após participarem de uma formação, oferecida pelo Sebrae/MS, os professores abordam o assunto com os alunos em sala de aula, de acordo com a faixa etária de cada turma.
Em 2021, a metodologia já havia sido aplicada nas escolas municipais de Terenos e, neste ano, novos estudantes tiveram a oportunidade de participar da iniciativa. “É o segundo ano consecutivo que a Secretaria Municipal de Educação aplica a metodologia do JEPP nas escolas e com a realização da Feirinha pudemos ver de perto a evolução e a entrega das crianças, bem como o empenho dos professores em fazer todo o projeto acontecer. Além disso, a ação possibilita a confraternização entre a comunidade escolar e permite que os estudantes tenham a vivência do empreendedorismo e como ele pode ser colocado em prática”, destacou Priscila.
Para Simone dos Santos Gonçalves, professora nas Escolas Municipais Nossa Senhora de Caacupê e Thomaz Laranjeira, a iniciativa promove o desenvolvimento de jovens e crianças ao incentivar novas habilidades. “Eu achei a metodologia muito interessante, porque a proposta do JEPP é incentivar os nossos alunos a serem jovens pensantes e com opiniões e a prática de criar e vender os próprios produtos estimula isso e acaba transformando-os em crianças protagonistas na sociedade”, comentou a professora.
Outro ponto positivo da metodologia, segundo Delcio Alex, professor nas escolas Thomaz Laranjeira e Rural Bonifácio Gomes, é apresentar o empreendedorismo para os estudantes como uma possibilidade de carreira. “O JEPP ajuda as crianças a entenderem que é possível gerar renda através da venda de produtos criados de forma sustentável, com base na realidade da cidade onde se vive. Aqui no município, por exemplo, apostamos nas comidas típicas e artesanato. No início eles tiveram um pouco de dificuldade, mas logo começaram a entender e se envolveram com o projeto”, expôs o docente.
Para os estudantes que participaram da metodologia, como Julia Bartolatti Medina, aluna da escola Thomaz Laranjeira, o projeto foi muito positivo e trouxe novos conhecimentos. “Aprendi com o JEPP que é importante manter uma higiene quando formos mexer com alimentos, pois eu e minha turma fizemos doces, bolos e brigadeiros. Outra coisa que eu aprendi foi a mexer com o dinheiro, era algo que eu não sabia muito bem”, comentou a estudante.
Já Luis Gustavo Gamarra Duarte, aluno da Escola Municipal Nossa Senhora de Caacupê, expôs que a metodologia o auxiliou a desenvolver novas habilidades como a criatividade. “O JEPP é um projeto que nos incentiva a ter mais ideias inovadoras e empreendedoras. Para a feirinha eu a minha turma fizemos temperos naturais e vendemos muito bem”, concluiu.
Saiba mais sobre o JEPP
Ensinar as crianças desde pequenas que empreender pode ser uma alternativa de carreira, além de trazer novas possibilidades e fazer com que os jovens desenvolvam habilidades diferenciadas, também é uma forma de incentivar o desenvolvimento dos municípios, por isso, o programa Cidade Empreendedora, oferecido pelo Sebrae/MS, possui como um dos principais eixos, o Educação Empreendedora.
Para os municípios que aderiram ao programa, é oferecida a metodologia Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), voltada para estudantes das escolas municipais que cursam do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Por meio dela, o Sebrae/MS capacita os professores para que a temática empreendedorismo seja trabalhada em sala de aula.
O tema é trabalhado com os estudantes de acordo com a faixa etária, por exemplo, com a turma do 1º ano o tema proposto para a ideia de negócios foi o “Mundo das ervas aromáticas”, quando os alunos são estimulados a cultivar hábitos mais saudáveis e, além disso, desenvolveram produtos a partir dessa matéria prima, como sachês perfumados. A Feirinha do JEPP é o último passo da metodologia, quando os estudantes de todos os anos envolvidos apresentam os produtos desenvolvidos à comunidade.
Atualmente, são 32 municípios integrantes do Cidade Empreendedora em Mato Grosso do Sul e, em todos eles, o JEPP é aplicado: Amambai, Água Clara, Bandeirantes, Bataguassu, Batayporã, Bela Vista, Caarapó, Camapuã, Chapadão do Sul, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados, Inocência, Jaraguari, Jardim, Maracaju, Naviraí, Nioaque, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Paraíso das Águas, Pedro Gomes, Ponta Porã, Porto Murtinho, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Rio Verde de Mato Grosso, Santa Rita do Pardo, Selvíria, Sonora, Terenos.
Mais informações sobre o programa Cidade Empreendedora podem ser obtidas pelo número 0800 570 0800.
Estudos e novos cenários desenhados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com a participação da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), apontam o protagonismo do Estado na estruturação e concepção da Rota Bioceânica, interligado o Brasil com o Paraguai, Argentina e Chile pelos oceanos Atlântico e Pacífico. O envolvimento ativo do Governo do Estado foi citado como fundamental na resiliência do ambicioso projeto.
No resumo do diagnóstico apresentado no Fórum Internacional do Corredor Bioceânico, realizado de 22 a 25 de novembro em Antofagasta (Chile), o pesquisador do Ipea Pedro Silva Barros observa que desde 2017 os projetos de integração de infraestrutura da América do Sul foram paralisados, exceto a do Corredor Bioceânico entre Porto Murtinho e o litoral chileno – que nasceu em um momento de desintegração econômica-comercial no continente.
Delegação de prefeitos de MS cruzando o Deserto do Atacama numa viagem de quase 4 mil km (Foto: Sílvio de Andrade)
“O principal argumento é que essa perenidade se explica pelo poder de atração da demanda da região Ásia-Pacífico, notadamente a China, e pelo envolvimento ativo dos governos subnacionais em estabelecer a agenda junto aos governos centrais do Brasil, Paraguai, Argentina e Chile. Analisa-se com especial atenção a atuação do governo de Mato Grosso do Sul, único estado da Federação diretamente envolvido no projeto”, desta Barros.
Protagonismo do Estado
O projeto do corredor foi formalizado em 2015 com a criação do Grupo de Trabalho (GT), que tem se reunido sistematicamente, apesar “do desmantelamento de organizações regionais e seus respectivos órgãos e a fragmentação política entre os países”, segundo o diagnóstico. “Tem havido significativos avanços e Mato Grosso do Sul vem adotando uma postura mais ativa em relação à integração regional e aos temas de política externa em geral”, sinaliza.
A visão do Ipea corrobora com a posição do governador Reinaldo Azambuja de desenvolver a extensa faixa de fronteira e promover a integração física com os países vizinhos. As articulações políticas do governador com os governos brasileiro e paraguaio, nos últimos anos, foram imprescindíveis na formalização dos acordos binacionais, dos quais nasceu o projeto de construção da ponte internacional sobre o Rio Paraguai, entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta.
Prefeitos de Porto Murtinho, Nelson Cintra, e de Nioaque, Valdir Couto Júnior, com o pesquisador do Ipea Pedro Silva Barros (Foto: Sílvio de Andrade)
Desta forma, o Ipea observa que o corredor Atlântico-Pacífico é o único projeto de infraestrutura que conta com duas declarações presidenciais, com Mato Grosso do Sul, em posição estratégica por localizar-se no coração continental, assumindo seu envolvimento direto como protagonista, “enquanto nos demais países (Paraguai, Argentina e Chile) participam três ou mais entes subnacionais (regiões, departamentos e províncias).”
Interesses pragmáticos
“Na política externa recente – aponta o estudo -, o Mato Grosso do Sul tem papel relevante nas principais agendas do governo. Atualmente, é um dos estados com maior peso nas relações Brasil-China, que em 2020 respondeu por 45% das exportações do Estado. “Nesse sentido, a influência desse Estado serve como contrapeso aos setores notadamente anti-China do governo brasileiro”, completa, destacando o apoio da bancada federal.
O diagnóstico destaca ainda as mudanças do eixo comercial e na percepção dos agentes econômicos, assim como interesses pragmáticos dos políticos do Estado. “A própria agenda do Estado encontra eco nos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura. Há envolvimento de senadores, ministros, conselheiros e representantes das universidades, que faz com que a agenda discutida no GT atenda as principais reivindicações logísticas e comerciais”, analisa.
Em relação à rede de universidades (Unirila), uma das comissões do GT, “o protagonismo e respaldo institucional de Mato Grosso do Sul se evidencia”, segundo o Ipea. A rede é composta por 12 universidades dos quatro países, sendo seis brasileiras, todas de Mato Grosso do Sul. Partiu da UEMS, a iniciativa de redigir o estatuto, criar o website da rede e de oferecer um curso de pós-graduação lato sensu em Transporte Logístico e Direito Aduaneiro.
Infraestrutura e logística de qualidade. Com este lema o Governo do Estado vai realizar a obra de revestimento primário em um trecho de 83,58 km, em estrada localizada no município de Porto Murtinho. Para viabilizar este empreendimento vai investir R$ 30,2 milhões de recursos estaduais.
A obra será em um trecho que faz entroncamento com a MS-458, em uma estrada não pavimentada. O resultado final da licitação já foi homologado, restando agora apenas a assinatura do contrato, para depois dar início às atividades no local.
Este é mais um investimento do Estado em Porto Murtinho, cidade que fica na região de fronteira com o Paraguai. O município é estratégico para Mato Grosso do Sul, já que faz parte da rota bioceânica, que vai ligar o Estado aos países da América do Sul, encurtando o caminho até o Oceano Pacífico.
O prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, afirmou que o Governo do Estado é um grande parceiro do município, com obras estruturantes importantes para toda região. “O Governo abriu as portas para Porto Murtinho, que se transformou em um canteiro de obras. Só temos que agradecer”, descreveu.
Desde 2015 a gestão estadual já investiu R$ 109 milhões em Porto Murtinho, sendo R$ 83 milhões apenas em obras de infraestrutura. As demais ações abrangem todos os setores como saúde, segurança, saneamento, habitação e esporte.
Entre as novas obras na cidade está a pavimentação e duplicação de um trecho de 1,3 km da BR-267, na entrada de Porto Murtinho, que vai melhorar o acesso ao município. Este empreendimento terá um investimento de R$ 7,8 milhões.
“Porto Murtinho está no ápice dos investimentos para preparar aquela região para a concretização do corredor de exportação e importação pela Rota Bioceânica, além do fortalecimento e crescimento dos portos. Uma cidade que terá um desenvolvimento extraordinário”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja.
Um dos protagonistas do Corredor Bioceânico (Atlântico-Pacífico), integrando um movimento há mais de duas décadas pela integração da isolada fronteira de Mato Grosso do Sul com os países vizinhos, o prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, registrou com uma placa comemorativa a viagem realizada entre nos dias 19 e 25 de novembro pela delegação de onze chefes do Executivo municipal de MS a Antofagasta, no Chile.
Nelson Cintra homenageia com placa no Marco Histórico os precursores da Rota Bioceânica
No retorno da cidade portuária chilena, onde a comitiva de Mato Grosso do Sul participou do 2º Fórum Internacional do Corredor Bioceânico, o prefeito murtinhense colocou uma placa no marco histórico instalado em madeira da espécie quebracho no cruzamento das rodovias paraguaias que dão acesso ao Brasil, Argentina e Bolívia. O local é chamado de Cruce Dom Silvio e o monumento registrou a primeira viagem dos sonhadores da rota, em 1996.
“Estamos vivenciando mais um momento histórico na efetivação desse sonhado corredor, que hoje está se tornando realidade graças ao comprometimento do Brasil e do Paraguai na construção da ponte internacional sobre o Rio Paraguai e na pavimentação da rodovia do chaco paraguaio no extremo das duas fronteiras (com o Brasil e Argentina)”, declarou o prefeito. “Finquei esse marco com grandes líderes latinos, como o hoje senador chileno Jorge Soria.”
Cintra disse, emocionado, que a placa simboliza mais que um registro da passagem da comitiva sul-mato-grossense e presta uma homenagem àqueles que, como ele, sonharam com a integração latino-americana e nesse ambicioso projeto do corredor comercial interligando os oceanos Atlântico e Pacífico. O marco, segundo ele, tem uma simbologia de união entre os povos latinos em prol do desenvolvimento da então esquecida fronteira Brasil-Paraguai.
Após pular o muro e conseguir entrar no comércio, o ladrão furtou aproximadamente 2.500 (dois mil e quinhentos reais em moedas e algumas peças de carne. A polícia militar atendeu a ocorrência, e com auxílio das imagens do circuito interno, os policiais já identificaram o suspeito.
Em contato com SGT PM Gregório, o policial pediu a população que ajude a polícia a localizar o suspeito. “Ele deve estar tentando trocar as moedas no comércio da cidade, é bom que fiquem atentos e não façam isso porque podem responder pelo crime de recepção”. Disse o policial.
A polícia segue nas busca do suspeito que já é um velho conhecido da polícia em Porto Murtinho. Um irmão desse suspeito se encontra preso no presídio na cidade de Jardim.
Atualmente goleiro titular do NY Red Bulls, Carlos Coronel já jogou até uma edição de Champions League, mas nunca atuou profissionalmente no Brasil. Após começar em times de Porto Murtinho-MS, o goleiro ficou dois anos no Paraná e tentou ingressar na base do São Paulo, mas não deu certo.
“Eu tinha uns 15 anos quando fiquei um mês em Cotia no CT e fui aprovado, mas depois fui dispensado. O motivo exato (da dispensa) eu não consigo te dizer. Talvez tenha acontecido algo entre o meu representante na época e algum diretor do São Paulo”, disse ao ESPN.com.br.
Depois disso, Carlos passou por Desportivo Brasil e Paraná até chegar ao Red Bull Brasil, em 2011. Antes mesmo de estrear no profissional, ele mudou-se para o Red Bull Salzburg e foi cedido por três temporadas ao Liefering, clube satélite que disputava a segunda divisão austríaca à época.
“Era a sede do projeto e viajava bastante para acompanharem meu desenvolvimento. Foi bem importante porque precisava de um tempo para me adaptar ao estilo de jogo, língua e cultura diferentes. É tudo muito parecido com o time principal, se você estiver pronto, sobe”.
Com atuações de destaque, o brasileiro foi incorporado ao elenco principal do Salzburg, mas não teve espaço no time titular nos anos seguintes. Por isso, foi emprestado em 2019 ao Philadelphia Union e ao Bethlehem Steel, ambos dos EUA.
O goleiro voltou ao Salzburg depois que o titular se machucou em um acidente de moto. O brasileiro passou a revezar no banco de reservas até receber uma chance contra o Napoli pela Liga dos Campeões. Ele entrou no segundo tempo na vaga do lesionado Stankovic na derrota por 3 a 2 para os italianos.
“Foi uma coisa que aconteceu muito rápido. É a maior competição de clubes do mundo, todos acompanham. Foi um grande feito na minha carreira e espero jogar mais jogos pela Champions”.
O brasileiro fez mais oito jogos na temporada, incluindo outros dois duelos pela Liga dos Campeões: vitória sobre o Genk por 4 a 1 e o empate por 1 a 1 com o Napoli – ao lado de Erling Haaland, atualmente no Manchester City. Após começar a temporada 2020-21 como reserva outra vez, Carlos resolveu mudar de ares e se transferir para o NY Red Bulls.
“Fiz uma excelente temporada e o então titular voltou para o último jogo da Champions e não nos classificamos. Ele não terminou bem a temporada e não começou bem a outra. Achei que tinha que jogar e pressionei o clube nesse sentido, mas o clube tinha seus interesses. Eles queriam ter retorno com a venda dele”.
“Sentia que estava melhor e isso criava um conflito no grupo pela situação. Resolvi sair porque o treinador não daria oportunidades. Eles me disseram que não iam me utilizar e fui liberado”, contou.
Vida nos EUA
Nas duas temporadas pela equipe norte-americana, ele foi titular absoluto e conseguiu chegar aos playoffs da MLS.
“Gostei do clube, da liga e de morar no pais. Nosso time tem uma base e ano que vem vamos melhorar.”
Agora, ele espera se destacar ainda mais e voltar a jogar as maiores competições de clubes do mundo.
“Chegar à seleção brasileira é um pouco difícil porque temos bons goleiros e penso nisso para o futuro. O próximo passo seria jogar na Europa porque aumentam as chances de convocado. Não chegou algo para mim do Brasil, mas é uma possibilidade. Ficaria muito feliz, mas meu objetivo é voltar para a Europa e jogar em uma das maiores cinco ligas e disputar a Champions”.
Carlos já teve o gosto de enfrentar alguns grandes atacantes em amistosos contra Liverpool e Real Madrid.
“Contra o Liverpool senti um pouco mais de pressão porque tinha Mané, Salah e Firmino no auge depois de vencerem a Champions. Foi bem especial. Joguei também contra o Benzema e fiz algumas defesas. São experiências que agregam muito”.
Em julho deste ano, ele participou de uma partida amigável pelo NY Red Bulls contra o Barcelona, que terminou com derrota por 2 a 0.
“O mais complicado foi o Lewandowski porque ele se posiciona muito bem. Você tenta ler a situação e muitas vezes ele se movimentava muito. Toda bola aérea ele ganhava”.
Por ter saído cedo do Brasil para a Europa, Carlos virou fã de Manuel Neuer, goleiro da seleção alemã e do Bayern,
“A maneira que ele jogava era a mesma que eu precisava atuar na Europa: sair com a bola e ajudar a defesa. Tento colocar no meu estilo”.