Polícia Militar Ambiental de Porto Murtinho captura serpente peçonhenta da espécie jararaca em residência no centro da cidade e a reintroduz no habitat
Policiais Militares Ambientais de Porto Murinho capturaram uma serpente peçonhenta da espécie Bothrops jararara (conhecida como jararaca-da-mata), depois de serem acionados ontem (26) às 20h00, por uma moradora da rua Doutor Costa Marques, no centro da cidade. A mulher (30) telefonou para a PMA, quando avistou a serpente em no quintal de sua residência em meio a plantas, depois que os cães acuaram o animal.
Uma equipe da PMA foi ao local e a serpente peçonhenta, ainda um filhote com aproximadamente 0,5 metro, foi capturada com uso de uma pinça especial e foi colocada em uma caixa de contenção. O animal não apresentava ferimentos e foi solto em uma reserva florestal distante da cidade.
PMA de Porto Murtinho captura jiboia de dois em frente a uma academia ao ar livre frequentada por várias pessoas em na cidade e a solta em seu habitat
Policiais Militares Ambientais de Jardim capturaram uma serpente em frente a uma academia ao ar livre, à rua XV de Novembro, no bairro Vila Célia hoje (24) no início da manhã. Pessoas que estavam fazendo exercício na academia acionaram a PMA para realizar a captura da serpente que afirmavam ser de grande porte.
Os Policiais Militares Ambientais foram ao local e verificaram tratar-se de uma serpente da espécie Boa constrictor (jiboia) com aproximadamente dois metros de comprimento e com uso de uma pinça especial efetuaram a captura do animal. A jiboia não apresentava ferimentos e foi solta no seu habitat, em uma reserva florestal distante da área urbana.
A jiboia é pacífica e não é peçonhenta. Raramente passa de três metros de comprimento. Alimenta-se principalmente de aves, mamíferos pequenos e lagartos grandes. Engole a presa pela cabeça. Vive nas florestas densas da América do Sul e passa a maior parte do tempo nas árvores.
As exportações de produtos, principalmente de soja pelo terminal portuário de Porto Murtinho devem bater recorde neste ano em Mato Grosso do Sul, superando as 700 mil toneladas. Até o momento o porto privado localizado no município movimentou 122.400 toneladas, um marco no transporte do grão. Além disso a empresa tem contratado até o final do ano o equivalente a 675 mil toneladas.
No ano passado foram mais de 300 mil toneladas de soja e açúcar movimentados no porto. O bom desempenho das movimentações de cargas na hidrovia do rio Paraguai se deve a melhoria das condições de navegação com o maior volume de chuvas na região e também pelas políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado.
O secretario de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Inovação e Tecnologia (Semadesc), Jaime Verruck, destacou a importância desta retomada da movimentação de cargas. “É um momento positivo para Mato Grosso do Sul, já que o transporte pela hidrovia tem menor custo e permite a redução no tráfego de caminhões pela rodovia”, frisou.
Um dos fatores para este crescimento no transporte hidroviário em Mato Grosso do Sul, segundo o secretário é o Proex. “O Proex foi um programa que nós criamos de incentivo à exportação. Isso mostra que a política pública do Governo deu resultado” salientou Verruck.
Movimentação de cargas pela hidrovia do rio Paraguai deve aumentar neste ano com a melhora nas condições da navegabilidade – Toninho Ruiz
Atualmente a movimentação de cargas é feita pelo Terminal Portuário do Grupo FV, que foi inaugurado em 2020, apostando na hidrovia como estratégia de escoamento de grãos. O terreno do terminal abrange 50 ha, possuindo o total de 26 ha de área útil, sendo 500 metros de frente para o Rio Paraguai.
A capacidade de fluxo de embarque é de mil toneladas por hora para o transbordo de soja, milho e açúcar, assim como a importação de fertilizantes. Sua estrutura tem a capacidade de movimentar até dois milhões de toneladas de grãos por ano. O Terminal também está apto a movimentar outros produtos, trazendo outras oportunidades de novos negócios para quem busca uma solução logística em escoamento. No ano passado foram movimentados ainda açúcar e fertilizantes.
O que prevê o programa
Pelo Proex até dezembro de 2032 serão concedidos incentivos tributários às empresas que construírem e utilizarem terminais de embarque e desembarque de mercadorias utilizando portos em Corumbá, Porto Murtinho e Ladário. A alteração foi feita na lei que regulamenta o texto do PROEXPRP (Programa de Estímulo à Exportação ou à Importação pelos Portos do Rio Paraguai).
As empresas ao assinarem o Termo de Compromisso, a vigência dos incentivos pode ser até 31 de dezembro de 2032, prazo garantido desde que os produtos exportados sejam por meio de “embarque por meio de infraestrutura portuária construída e mantida pela empresa interessada”. Estes embarques podem ser de produtos da própria empresa que firmar o termo de compromisso ou outras empresas que assinarem contrato para utilizarem a estrutura portuária.
A proposta da empresa para utilizar os benefícios fiscais deve apresentar as especificações da infraestrutura portuária a ser construída e mantida, bem como o local onde será implantada, em área de municípios de Porto Murtinho, Corumbá ou Ladário.
Outro ponto que deve ajudar a ampliar o tranporte hidroviário neste ano é a decisão judicial que mantém a administração do terminal hidroviário de Porto Murtinho sob o controle do Governo de Mato Grosso do Sul. Com a decisão, o ativo permanece com o Governo do Estado, livre de embaraços judiciais para uma nova concessão.
As exportações de produtos, principalmente de soja pelo terminal portuário de Porto Murtinho devem bater recorde neste ano em Mato Grosso do Sul, superando as 700 mil toneladas. Até o momento o porto privado localizado no município movimentou 122.400 toneladas, um marco no transporte do grão. Além disso a empresa tem contratado até o final do ano o equivalente a 675 mil toneladas.
No ano passado foram mais de 300 mil toneladas de soja e açúcar movimentados no porto. O bom desempenho das movimentações de cargas na hidrovia do rio Paraguai se deve a melhoria das condições de navegação com o maior volume de chuvas na região e também pelas políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado.
O secretario de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Inovação e Tecnologia (Semadesc), Jaime Verruck, destacou a importância desta retomada da movimentação de cargas. “É um momento positivo para Mato Grosso do Sul, já que o transporte pela hidrovia tem menor custo e permite a redução no tráfego de caminhões pela rodovia”, frisou.
Um dos fatores para este crescimento no transporte hidroviário em Mato Grosso do Sul, segundo o secretário é o Proex. “O Proex foi um programa que nós criamos de incentivo à exportação. Isso mostra que a política pública do Governo deu resultado” salientou Verruck.
Atualmente a movimentação de cargas é feita pelo Terminal Portuário do Grupo FV, que foi inaugurado em 2020, apostando na hidrovia como estratégia de escoamento de grãos. O terreno do terminal abrange 50 ha, possuindo o total de 26 ha de área útil, sendo 500 metros de frente para o Rio Paraguai.
A capacidade de fluxo de embarque é de mil toneladas por hora para o transbordo de soja, milho e açúcar, assim como a importação de fertilizantes. Sua estrutura tem a capacidade de movimentar até dois milhões de toneladas de grãos por ano. O Terminal também está apto a movimentar outros produtos, trazendo outras oportunidades de novos negócios para quem busca uma solução logística em escoamento. No ano passado foram movimentados ainda açúcar e fertilizantes.
O que prevê o programa
Pelo Proex até dezembro de 2032 serão concedidos incentivos tributários às empresas que construírem e utilizarem terminais de embarque e desembarque de mercadorias utilizando portos em Corumbá, Porto Murtinho e Ladário. A alteração foi feita na lei que regulamenta o texto do PROEXPRP (Programa de Estímulo à Exportação ou à Importação pelos Portos do Rio Paraguai).
As empresas ao assinarem o Termo de Compromisso, a vigência dos incentivos pode ser até 31 de dezembro de 2032, prazo garantido desde que os produtos exportados sejam por meio de “embarque por meio de infraestrutura portuária construída e mantida pela empresa interessada”. Estes embarques podem ser de produtos da própria empresa que firmar o termo de compromisso ou outras empresas que assinarem contrato para utilizarem a estrutura portuária.
A proposta da empresa para utilizar os benefícios fiscais deve apresentar as especificações da infraestrutura portuária a ser construída e mantida, bem como o local onde será implantada, em área de municípios de Porto Murtinho, Corumbá ou Ladário.
Outro ponto que deve ajudar a ampliar o tranporte hidroviário neste ano é a decisão judicial que mantém a administração do terminal hidroviário de Porto Murtinho sob o controle do Governo de Mato Grosso do Sul. Com a decisão, o ativo permanece com o Governo do Estado, livre de embaraços judiciais para uma nova concessão.
Porto Murtinho deve bater recorde de movimentação neste ano – Crédito: Toninho Ruiz/Divulgação
0 comerciante indígena Elísio Rosa Veiga, 34, foi morto na noite de terça-feira (7/3) na frente da esposa e do filho, com quatro tiros. O caso ocorreu por volta de 19h, no estabelecimento comercial de propriedade da vítima, na Aldeia São João, em Porto Murtinho.
A esposa e um filho dele, de quatro anos, estavam no imóvel, na hora do crime.
Conforme o site Jardim MS News, a vítima estava no comércio, quando um cliente, igualmente indígena, chegou ao local. Sem dizer nada, o suspeito sacou uma arma e atirou duas vezes contra o comerciante, que foi ao solo. Mesmo caída, a vítima levou mais dois disparos do agressor.
A esposa da vítima disse que Enízio não tinha rixa ou desentendimento com ninguém. O corpo foi levado para o IML de Jardim. O caso será investigado pela Polícia Civil de Bonito.
Natural de Ivinhema, município localizado na região de Nova Andradina no Leste do Estado, o empresário Giovany Molina chegou a Porto Murtinho em 2018, apaixonou pela cidade e aqui resolveu fincar raízes, estabelecendo um empreendimento que presta serviços visando facilitar a vida do homem do campo, que é o grande responsável pelo desenvolvimento das atividades agropastoris, principal segmento da economia do município.
Filho de Giomar Jusuíno dos Santos e dona Clenir Aparecida Molina, o empresário é proprietário do Grupo Terra Viva, especializado na prestação de serviços no ramo da terraplanagem de áreas rurais preparadas para o cultivo agrícola e para o desenvolvimento da pecuária de cria, recria e engorda.
empresário Giovany Molina
Ainda muito jovem, Giovany chegou a Murtinho. Contava com 31 anos e, hoje, aos 36, disponibiliza uma frota formada por máquinas de última geração o que lhe permite oferecer os melhores serviços aos produtores rurais murtinhenses seja na abertura de áreas com serviços de destoca e terraplanagem, seja na conservação das estradas vicinais, de importância vital para o escoamento da produção agropastoril.
Em contato com a imprensa, Giovany relatou que sua empresa possui 29 veículos, entre máquinas pesadas, tratores e outros tipos de veículos e, somando, entre borracheiros, operadores, cozinheiros e serviços administrativos, o Grupo Terra Viva gera 36 postos de trabalho de forma direta, além dos empregos indiretos que uma empresa deste porte gera naturalmente.
Para o empresário, que acreditou e investiu no potencial de Porto Murtinho, “trabalhar e viver aqui é um verdadeiro privilégio” diz, admitindo que o tão aguardado boom provocado pelas obras da Rota Bioceânica ainda está por vir. “Para Porto Murtinho, a Rota Bioceânica é uma grande conquista, é um sonho que se realiza”.
Apesar desse comentário amplamente favorável às obras que interligarão o Brasil ao Oceano Pacífico através de Porto Murtinho, Giovany diz que a população murtinhense ainda não sentiu os reflexos socioeconômicos que a Rota Bioceânica trará ao município.
“Cremos que a concretização da Rota Bioceânica será um marco divisor histórico da nossa querida Porto Murtinho que, aos 110 anos, terá um novo momento de glória” afirma Giovany que registra o fato de Murtinho ser habitado por gente hospitaleira que a todos recebe de braços abertos e ser um celeiro de histórias relativas ao Sul de Mato Grosso que há pouco mais de 40 anos se tornou Mato Groso do Sul.
“Podemos afirmar seguros de que, aos 110 anos de emancipação político-administrativa, Porto Murtinho viverá um novo e próspero ciclo de desenvolvimento trazendo oportunidades para a gente daqui e aos que certamente virão somar com esse povo trabalhador e altaneiro” frisou o empresário Giovany Molina finalizando.