Você já teve vontade de ‘se jogar’ em uma aventura capaz de marcar sua vida? O sul-mato-grossense Daniel Palomares, 51 anos, decidiu fazer a viagem dos seus sonhos em seu motorhome. Saindo de Bela Vista, no interior de Mato Grosso do Sul, ele pretende cruzar a América Latina e do Norte para chegar ao seu destino: o Alasca.
A viagem é um sonho de criança, mas para ser cumprida à risca precisava ser de carro. Daniel conta que já esteve nos EUA antes, mas fez a viagem de avião. Contudo, a sua paixão mesmo é por estrada e aventura, tanto que há anos faz viagens longas de moto pelo Brasil.
“Desta vez, decidi realizar um antigo sonho de criança: pegar a estrada até os EUA com meu carro, uma SW4 que adaptei como um minimotorhome. Além disso, sigo muitos viajantes que fazem esse percurso de motorhome, e sempre achei incrível a liberdade e as experiências que esse tipo de viagem proporciona”, conta.
O destino final foi uma escolha que considerou as paisagens do local e possibilidade de visitar dois grandes amigos de infância. Assim, essa jornada também une a realização de sonhos e oportunidade de reencontro com pessoas queridas.
“Escolhi o Alasca justamente por ser um lugar único, que mistura natureza exuberante com um toque de tecnologia e infraestrutura. Amo esse contraste de montanhas, florestas, animais selvagens, mas também com estrutura para receber viajantes. Além disso, aproveitarei a viagem para visitar dois grandes amigos de infância que moram em Boston, nos Estados Unidos”, explica.
Carro foi adaptado para virar um motorhome
O percurso será todo feito com o carro de Daniel, uma Toyota SW4 flex, que foi adaptada para se tornar um minimotorhome. Nela, é possível dormir, cozinhar e descansar com conforto durante a viagem. Uma parte importante da viagem é a bicicleta, que o viajante levara para fazer exercícios diários ao longo do caminho.
“A única parte em que o carro não pode seguir por terra é no Estreito de Darién, entre a Colômbia e o Panamá. Nesse trecho, terei que embarcar o carro em um navio para cruzar até o Porto do Panamá, onde começa oficialmente a América do Norte”, diz Daniel.
A aventura tem data para começar: no dia 10 de junho. Daniel partirá de Bela Vista (MS), passará em Campo Grande para se despedir dos filhos, e seguirá viagem. Da capital, a próxima parada será Cuiabá, seguida de Porto Velho, Manaus, Boa Vista, até entrar na Venezuela.
“Depois, sigo para a Colômbia, onde atravessarei o Estreito de Darién com o carro embarcado em um navio até o Panamá. De lá sigo por San José, na Costa Rica, depois Honduras, Guatemala, México, até entrar nos EUA por Laredo. A partir daí, planejo passar por cidades como Nova Orleans, Washington, Nova York e finalizar essa grande jornada em Boston, Massachusetts, onde moram dois amigos de infância”, explica.
Depois de reencontro com amigos, viajante segue para o Alasca
Depois de alguns dias de descanso e reencontro com seus amigos em Boston, Daniel dará sequência à aventura rumo ao Canadá, até chegar ao Alasca. Essa será a etapa mais desafiadora da viagem, pois apesar de passar por paisagens incríveis, os trechos são longos e mais isolados. “É realmente o ponto alto desse sonho que venho alimentando há anos”, conta com alegria.
A viagem será feita toda sozinha, portanto será também uma jornada de autoconhecimento. Recém-divorciado, Daniel resolveu tirar um ano sabático para viver essa aventura com mais liberdade. Apesar de receber muito apoio de amigos e familiares, sabe que será um desafio superar a distância de quem ama.
“Meus filhos, irmãos e meus pais estão torcendo por mim e me incentivando bastante. Eles veem essa viagem como um verdadeiro recomeço de vida. Meus amigos também estão na torcida, me dando força, fé e palavras de incentivo para que tudo dê certo. Esse suporte emocional tem sido fundamental para eu seguir com coragem nesse projeto. Mas acredito que meu maior desafio nessa viagem será lidar comigo mesmo, superar a distância da família e enfrentar momentos de solidão”, conta.
Mesmo com todas as incertezas de se aventurar dessa forma, Daniel conta ao Jornal Midiamax que está empolgado com o projeto. Isso porque irá conhecer lugares novos e ter experiências que devem marcar sua vida para sempre. “Se tudo correr como planejado, devo começar essa jornada por volta do dia 10 de junho”, planeja.
Viagem foi planeja por dois anos
O projeto vem sendo idealizado há dois anos, mas só agora, após o divórcio, o viajante decidiu colocá-lo em prática. Para se planejar, Daniel contou com ajuda de influenciadores que também pegam estrada no motorhome. As dicas da internet foram, então, essenciais para agilizar as documentações e fechar a rota que será seguida.
“Isso foi essencial para reunir informações sobre documentos, vistos, exigências de cada país e toda a logística envolvida. A inspiração, no entanto, sempre veio de dentro. Desde moleque eu já fazia pequenas viagens de bicicleta entre cidades vizinhas, e já naquela época sonhava: ‘um dia ainda vou até os Estados Unidos de carro’. Agora chegou a hora de transformar esse sonho em realidade”, diz.
A ideia é ficar cerca de um ano na estrada. Desse período, seis meses serão nos Estados Unidos para explorar o caminho e percorrer rotas, como a famosa Rota 66. A volta, no entanto, será por Miami, onde despachará o carro em um navio.
Documentário sul-mato-grossense propõe olhar sensível e potente sobre a mulher pantaneira e os impactos das mudanças climáticas na maior área alagada do planeta
Após meses de pré-produção, chegou a hora de botar o pé na estrada e o barco na água e dar início às filmagens do documentário sul-mato-grossense Quatro Luas Pantaneiras. A equipe deixou Campo Grande no dia 7 de maio rumo à região do Paiaguás, onde começaram as captações, e irá passar depois pelo Amolar, Paraguai-Mirim e Albuquerque. É lá que vivem as personagens dessa história.
O longa-metragem irá retratar a vida de quatro mulheres reais, “pantaneiras-raiz”, que nasceram, cresceram e fizeram morada no coração do Pantanal, lançando um olhar sensível e potente sobre suas trajetórias. As fases da Lua dão o tom da narrativa, guiando simbolicamente a construção dos quatro blocos que compõem o filme.
A Lua é personagem silenciosa no céu escuro do Pantanal. Uma força invisível, porém pulsante, luminosa, imensa, que regula com sutileza os ritmos que mantém o bioma vivo: o ciclo das águas, o comportamento dos bichos, as crenças e rituais humanos. Como quem reflete o próprio Sol, ela também rege o relógio cada vez mais imprevisível da natureza.
Com seus 200 mil quilômetros quadrados, o Pantanal se estende pelos territórios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, enquanto o bioma Pantanal abrange cerca de 620 mil quilômetros quadrados e alcança partes do Paraguai e da Bolívia. Como maior área alagada do mundo, o Pantanal desempenha um papel fundamental na estabilização do clima e na sustentação da vida no planeta, o que lhe rendeu o título de Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera pela Unesco.
Esse cenário de dimensões continentais tem enfrentado a maior seca das últimas quatro décadas. O desmatamento para exploração agrícola nos planaltos de entorno facilita a expansão do fogo, que tem devastado a região. Até a virada do ano 2000, o bioma Pantanal era o mais preservado do mundo, com cerca de 80% de sua cobertura original. Para se ter uma ideia, o Pantanal abriga 325 espécies de peixes, 53 anfíbios, 98 répteis, 656 aves, 159 mamíferos e 3,5 mil espécies de plantas (Fonte: Imasul – Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).
Entrelaçando temas como força da mulher, identidade, trabalho, lazer, sonhos, vaidades, desafios, e os impactos profundos das mudanças climáticas no ecossistema pantaneiro, Quatro Luas Pantaneiras é um rico mergulho nas belezas, riquezas e mistérios do Pantanal.
Um Doc Sobre Mulheres Feito Por Mulheres
Além de retratar o universo feminino, Quatro Luas Pantaneiras tem uma equipe composta majoritariamente por mulheres. Começou em 2003, com uma ideia das profissionais e amigas Ana Carla Loureiro, diretora de audiovisual, e Linda Benitez, produtora cultural. O que era pra ser um livro, um filme e uma coletânea de fotografias ficou adormecido por mais de duas décadas, e ressurge agora na forma de documentário, com roteiro e direção geral de Ana Carla Loureiro, jornalista sul-mato-grossense que atua há mais de 20 anos com documentários institucionais e campanhas de marketing político nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, e que estreou sua primeira produção audiovisual independente em 2023, com o documentário “A Alma da Nossa Música – Marcelo Loureiro”, viabilizado pelo Fundo de Incentivo à Cultura de 2022.
A direção de fotografia será da gaúcha Wlacyra Lisboa, pioneira entre as mulheres brasileiras na produção audiovisual sobre natureza e ecologia. Wlacyra é também a primeira repórter cinematográfica do país, contratada pela Globo Rio. Integrou projetos como “Terra Azul”, série de Paula Saldanha veiculada pela TV Manchete que retratou os diversos ecossistemas brasileiros; fez SBT Realidade, com Ana Paula Padrão, série que retratou a Cuba pós renúncia de Fidel Castro; assinou a fotografia de Destino Brasil – Teatro e Cinema, série apresentada por José Wilker no Canal Brasil; e fez a direção de fotografia do documentário Piranhas – True and Myth (EUA); em 2015, Wlacyra Lisboa ganhou o prêmio The Exposure Documentary Awards, do Museu do Louvre, em Paris.
Por detrás das câmeras, estão Elis Regina Nogueira e Kojiroh. Elis Regina é jornalista e fotógrafa sul-mato-grossense, diretora do documentário “Sabores sem Fronteiras” (em produção). Dirigiu a série “Rota Gastronômica Pantaneira” e o documentário “Cozinha Lugar de Saberes e Sabores”. Fez still e making of nos filmes “Olho Nu”, de Joel Pizzini, “Em Nome da Lei”, de Sérgio Rezende, “Cabeça a Prêmio” de Marco Ricca e “Brava Gente Brasileira”, de Lúcia Murat. Kojiroh, videomaker e fotógrafo sul-mato-grossense, fez direção de fotografia da série de TV “Mitos Vivos”, e dos longas “Do Sul, a vingança!” e “Do Sul, Mato Grosso do Sul!”, de Fábio Flecha, além de pilotar a câmera em “A Alma da Nossa Música – Marcelo Loureiro”, de Ana Carla Loureiro, e Lendas Pantaneiras, também de Flecha.
Na direção de produção, Rogério Elton Hermes, proprietário da Cist, produtora à frente do projeto, que também participou da produção de “A Alma da Nossa Música – Marcelo Loureiro”, atuou no Festival de Inverno de Bonito 2023, nas transmissões do carnaval de Campo Grande 2024 e 2025 e produziu o DVD da dupla Marcos e Adriano, entre outros projetos.
Na pesquisa de personagens e produção local, em Corumbá e no Pantanal, está Bianca Machado, que fez a produção local de “Brava Gente Brasileira”, “Cabeça à Prêmio”, de Marco Ricca, de “As Marias”, de Dannon Lacerda, e produção geral do curta Vípuxovuko, de Anderson Terena e Dannon Lacerda.
O som direto será executado por Adriano Jara; a assistência de câmera é de Liel Gaeth; direção de arte por Luciana Duailibe e assessoria de comunicação e redes por Thamara Rezek.
Incentivo à Cultura
Quatro Luas Pantaneiras é uma realização da produtora Cist em coprodução com a Quíron 5 Filmes, viabilizada com recursos da Fundação de Cultura de MS, Governo de MS, Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal. Conta ainda com apoio da Pantanal Film Commission.
Como contrapartida, foram realizadas duas palestras bate-papo com a diretora de fotografia do documentário, Wlacyra Lisboa, franqueadas ao público, nos dias 5 e 6 de maio na UFMS e Uniderp, voltadas para profissionais, estudantes das áreas de comunicação e produção audiovisual e para mulheres interessadas na produção de vídeos.
Com 70 minutos de duração e filmado em resolução 6K, o longa tem estreia prevista para o segundo semestre de 2025 em Campo Grande e Corumbá.
O Projeto Quatro Luas Pantaneiras – Termo de Execução Cultural no 1287/2024, Lei Complementar no 195/2022, Decretos no 11525/2023 (decreto Lei Paulo Gustavo) e 11.453 (decreto de fomento) – também prevê a oferta de exibições com palestras em escolas de cidades pantaneiras.
Ponta Porã (MS) – O corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado na manhã deste sábado (10) nas proximidades do Rodoanel de Ponta Porã, região de fronteira com o Paraguai.
Segundo o Amambay Ahora equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e peritos criminais estiveram no local realizando os primeiros levantamentos. Até o momento, não há informações sobre a identidade da vítima nem sobre as circunstâncias da morte, que ainda são consideradas um mistério pelas autoridades.
O caso segue sob investigação e novas informações devem ser divulgadas à medida que os laudos periciais forem concluídos.
Em cada corredor do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), pulsa mais do que atendimento e tecnologia: pulsa amor — especialmente o amor de mãe. Nesta semana em que é comemorado o Dia das Mães, o HRMS homenageia mulheres cuja dedicação e estímulo ultrapassam os limites da maternidade tradicional e se tornam parte essencial na vida de seus filhos.
Uma dessas histórias é a da servidora Iracema Martins Correa Pistorio, 60 anos, e do servidor Domingos Sávio Correa Pistorio, 43 anos. Iracema se tornou mãe aos 17 anos e, hoje, trabalha com o filho no hospital, preparando o caminho para mais um membro da família no HRMS: o neto, que está concluindo a faculdade de Enfermagem.
Iracema entrou no HRMS há 21 anos, após passar em um concurso público. Quando se inscreveu no processo seletivo, o objetivo era um só: incentivar o filho mais velho a estudar e fazer a prova. “Não tinha a intenção de trabalhar no hospital. Naquela época, trabalhava em uma creche e gostava muito. Fiz o concurso para incentivá-lo”, relembra a mãe.
O estímulo deu certo! Mãe e filho foram aprovados no concurso. Domingos Sávio conta que tinha a intenção de ir embora para Porto Velho (RO), mas decidiu seguir o conselho da mãe, também para ficar mais perto da família. A primeira passagem de Domingos pelo HRMS durou quase oito anos, até que ele decidiu pedir demissão para ajudar o irmão a cuidar de um negócio da família, após o pai infartar.
Mas, ouvindo o conselho da mãe e da esposa — que também trabalha no hospital —, Domingos Sávio voltou ao HRMS durante a pandemia como contratado, até que, em 2024, com a abertura de um novo concurso público, decidiu participar novamente do processo seletivo e, mais uma vez, foi aprovado. Hoje, ele trabalha no setor de Compras do hospital, enquanto a mãe atua no SAME (Serviço de Arquivamento Médico), atendendo pacientes que procuram por exames ou prontuários, por exemplo.
“É bom saber que uma parte da família está perto. Para eles, é bom também saber que estamos aqui”, resume Domingos sobre a experiência de trabalhar próximo da mãe e da esposa.
Para Iracema, a chegada do Dia das Mães é motivo de comemoração. “É muito bom poder comemorar mais um Dia das Mães. Adoro comemoração, mas o Dia das Mães é mais especial ainda”, garante.
Uma jornada de dedicação
Dos cinco dias úteis da semana, em quatro deles, Guaracyara Nascimento dos Santos, 32 anos, e a pequena Eloah Vitória, de um ano, saem de Aquidauana, a 144 km de Campo Grande, rumo ao HRMS. Às segundas, terças, quintas e sextas, são quase 300 quilômetros diários em busca de um tratamento iniciado logo após Eloah ter alta. Por semana, são mais de mil quilômetros percorridos em busca de um sonho: que a pequena Eloah ande e continue se desenvolvendo bem.
Eloah nasceu prematura e, após o nascimento, ficou 30 dias internada no hospital. A alta foi o começo da segunda jornada da pequena e também da mãe, que havia sido diagnosticada com trombofilia e, por isso, já fazia o pré-natal no HRMS, que é referência no atendimento de gestantes de alto risco. Guaracyara, mais conhecida como Guará, também é mãe de Luis Otávio, 9 anos, e Liz Helena, 5 anos.
“Quando saímos daqui, fomos embora com todos os encaminhamentos para voltar e fazer o acompanhamento necessário: fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, gastroenterologista pediátrico e pediatra. Tem dia que saímos de casa de madrugada, tem dia que ficamos o dia inteiro aqui… Só o amor de mãe é capaz de fazer uma pessoa viver pela outra. Eu ando, tenho autonomia, mas, se eu não lutar por ela, pode não andar”, conta a mãe sobre a jornada de dedicação em prol da filha.
Graças ao acompanhamento da equipe multidisciplinar e ao compromisso da mãe e de toda a família com o tratamento da pequena Eloah, aos nove meses chegou-se a um diagnóstico: ela tem paralisia cerebral. “Isso só mostra a importância dessa porta aberta que nós tivemos aqui. Se minha filha não tivesse todo o acompanhamento necessário, ela não ficaria em pé hoje. Talvez, agora é que estaríamos iniciando um tratamento. Ver a minha filha ficando em pé hoje é a recompensa de todo o meu trabalho, e tenho um sentimento de gratidão por isso”, destaca Guará.
Quando chega em casa, depois de um dia cheio de consultas e viagens, Guará vai se dedicar aos dois filhos e ao esposo. “Graças a Deus, tenho uma rede de apoio e um marido que me apoia em tudo, mas também quero me dedicar a eles e deixar tudo pronto para o dia seguinte. Hoje em dia, somos só felicidade e vamos ver a Eloah andar”, garante.
Na manhã desta terça-feira, 6 de maio, o município de Caracol recebeu a visita do Dr. Gabriel Baez Gonçalves, representante da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, para tratar da execução de cirurgias eletivas no Hospital Municipal Rita Antônia Maciel Godoy, por meio do projeto “MS Saúde – Mais Saúde, Menos Fila”.
A ação integra a estratégia de regionalização das cirurgias, promovida pelo Governo do Estado, que visa ampliar o acesso aos procedimentos cirúrgicos e oferecer mais conforto à população. Com isso, os pacientes poderão ser atendidos mais próximos de suas residências, evitando longos deslocamentos até os grandes centros urbanos.
A Prefeitura de Caracol, em parceria com o Estado, segue empenhada em garantir melhorias concretas na saúde pública, buscando sempre o bem-estar e a dignidade da população. A expectativa é de que, com a realização das cirurgias no próprio município, a fila de espera por procedimentos seja significativamente reduzida, beneficiando diretamente os moradores de Caracol e da região.
Moradores de Cassilândia, Anaurilândia, São Gabriel do Oeste e Pedro Gomes ainda podem solicitar a substituição gratuita da parabólica tradicional pela nova parabólica digital. Mais de mil famílias podem ser beneficiadas nessas cidades. O prazo para agendar a troca termina no dia 30 de junho, às 20 horas (horário de Brasília).
As famílias devem procurar a Siga Antenado, uma entidade não-governamental e sem fins lucrativos criada por determinação da Anatel para apoiar na população na migração da tecnologia. Mais de 4,9 milhões de kits gratuitos com a nova parabólica digital já foram distribuídos em todo o país. Todo o processo, do agendamento até a instalação do equipamento, é gratuito.
É importante fazer a substituição para não ficar sem acesso à programação da TV aberta via satélite. Canais de grande audiência já interromperam ou estão prestes a encerrar suas transmissões na parabólica tradicional.
Com a nova parabólica digital, as famílias poderão assistir a mais de 140 canais gratuitos, com som e imagem de alta qualidade, sem interferências.
Para ter direito ao kit com a nova parabólica digital é necessário estar inscrito em algum programa social do Governo Federal, por meio do CadÚnico, e ter uma parabólica tradicional instalada e em funcionamento.
Basta entrar em contato pelo telefone 0800 729 2404 ou acessar o site sigaantenado.com.br, informando o CPF ou o Número de Identificação Social (NIS) no momento do atendimento.