(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Quinta-Feira, 25 de Junho de 2026
Universitários de Moda apresentam looks exclusivos para evento LGBT

Universitários de Moda apresentam looks exclusivos para evento LGBT

Serão apresentadas 30 produções de alunos da Anhanguera-Uniderp Neste sábado (27/06), acadêmicos do curso de Moda da Anhanguera-Uniderp participam da “II Semana Cultura Apolo ǀ MS Sem Homofobia ǀ Direito Nosso, Dever do Estado” apresentando looks inéditos para o desfile que integra a programação do evento, promovido pela Rede Apolo – Rede de Homens Gays e Bissexuais de Mato Grosso do Sul com o objetivo de  criar reflexões e estímulos positivos na sociedade quanto à diversidade sexual. O encontro estadual acontece de 26 a 28 de junho, às 19h, no Museu de Arte Contemporânea (Marco), localizado na Rua Antônio Maria Coelho, 6000 – Carandá Bosque.   

Este é o segundo ano com a participação de acadêmicos da Universidade. “Por meio da moda encontramos formas de fortalecer laços e valorizar diferentes públicos, culturas e nichos de mercado”, afirma a coordenadora do curso de Moda da Anhanguera-Uniderp, Carolina dos Santos Debus.

Coleções – Quinze estilistas do curso de Moda da Anhanguera-Uniderp são responsáveis por 30 produções exclusivas do desfile. São seis coleções e algumas com inspirações inusitadas.

A série Encantamento Eterno, por exemplo, apresenta vestidos femininos e look masculino com estilo barroco e as criações tiveram como ponto de partida o filme Drácula de Bram Stoker. Em outro trabalho, o autor mergulhou no oceano e criou uma coleção de vestidos inspirados nas sereias. Peças estampadas, bordadas com paetês e repletas de franjas integram três looks inspirados nas discotecas. E o rústico tecido de juta, associado à criatividade dos acadêmicos, resultará em 10 peças de vestuário criadas nas aulas de materiais têxteis e estamparia. “Teremos ainda uma coleção feita de tecido com algodão cru: nove peças – entre camisas, vestidos, saias e blusas – criadas nas aulas de modelagem”, informa a coordenadora de Moda da Uniderp, Carolina Debus. Completando o desfile estão três produções conceituais criadas pelos acadêmicos do 1º semestre.

A apresentação dos looks será em grande estilo, já que parte dos universitários também subirá à passarela. Um deles é Fábio Batista, de 20 anos, que participa pelo segundo ano do evento. “A edição passada foi muito importante, pois ampliei contatos profissionais e aprimorei conhecimentos sobre diversidade sexual. Agora mais uma vez vou mostrar minha criatividade com as habilidades aprendidas em sala e ainda defender a comunidade LGBT”, revela. Fabio desenhou e costurou três vestidos longos com o fluido tecido musseline e um look conceitual inspirados nas sereias.

Homenagem – Por apoiar e estimular alunos da comunidade LGBT a participarem da I Semana Cultura Apolo em 2014, a coordenadora do curso de Moda da Anhanguera-Uniderp, Carolina dos Santos Debus, será homenageada no dia 26, às 19h – abertura do evento.  “Ela foi escolhida como destaque na Categoria Educação pela sua corajosa atuação, proporcionando inclusão e autoestima a alunos gays e lésbicas, o que representou importante prática de combate à homofobia e às demais formas de discriminação ou pré-conceito contra este público”, afirma o diretor–presidente da Rede Apolo, David Andrade.

Para a professora, a homenagem é bem-vinda e valoriza o papel social do curso de Moda. “É muito gratificante esse reconhecimento, pois demonstra que estamos no caminho certo, unindo aprendizado com função social de integração e abordagem de temas tão importantes como a diversidade sexual,” finaliza.

Serviço

Desfile de Moda

Dia: 27 de junho
Horário: 19h
Local: Museu de Arte Contemporânea
Endereço: Rua Antônio Maria Coelho, 6000 – Carandá Bosque

Entrada gratuita

Renato Câmara pede rapidez na criação da Superintendência Indígena

Renato Câmara pede rapidez na criação da Superintendência Indígena

Renato Câmara se posiciona como representante do PMDB em comissão sobre o ICMS do diesel A ocupação indígena em terras particulares na cidade de Aral Moreira motivou debate entre os deputados na sessão desta quinta-feira (25/6) na Assembleia Legislativa. Em discurso, Renato Câmara (PMDB) ressaltou que as necessidades indígenas vão além do acesso às terras. O deputado também pediu agilidade na criação da Superintendência Indígena prometida pelo governo do estado.

Mato Grosso do Sul tem, segundo dados do Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a segunda maior população indígena do país. No último ano, o estado foi palco de confrontos entre fazendeiros e índios que resultaram em mortes.

Nas discussões entre os deputados, Renato Câmara lembrou da Superintendência Indígena prometida pelo governo estadual, “é necessário agilidade na criação dessa superintendência para que o estado possa mediar as questões de interesse indígena de maneira mais próxima a essa população. A necessidade dos nossos índios vai além da terra, eles querem e têm o direito à saúde, educação, dignidade e respeito. Eles querem exercer a cidadania e o estado tem que entender os verdadeiros anseios dessa população”.

A posição defendida pelo deputado vai ao encontro com a maior pesquisa já realizada com a população indígena, encomendada pela Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil em 2012, que revela que o acesso à terra não é prioridade para os índios, apenas 24% dos indígenas consideram a questão fundiária uma preocupação. O desejo da maioria (67%) é ter formação universitária e, para 79% deles, é a saúde o verdadeiro problema.

O deputado ainda falou da importância na representação dos interesses na superintendência “com a superintendência vamos conseguir evitar o conflito direto entre os índios e os produtores. Os proprietários de terras se sentirão mais seguros e os indígenas poderão ter um espaço de discussão no governo”.

O cuidado e atenção com as questões indígenas não são novos para Renato Câmara, seu pai, Nelito Câmara, já havia manifestado sua disposição às causas indígenas diversas vezes. Uma das ações de Nelito foi determinar, por meio do decreto em 1999, que que os poderes executivos estadual e municipal, em parceria com a Fundação Nacional dos Índios (Funai), adotassem providências para reconhecer e proteger as terras, tradições e costumes dos grupos indígenas em prol de sua sobrevivência física e cultural.

Vereador José Chadid votou a favor do Plano Municipal de Educação

Vereador José Chadid votou a favor do Plano Municipal de Educação

Vereador Como educador, psicólogo e ex-secretário de educação do município, o vereador José Chadid votou favorável ao Plano Municipal de Educação, na sessão desta terça-feira, que foi aprovado depois que trechos polêmicos – como os que versavam sobre a ideologia de gênero e  diversidade de orientação sexual – foram retirados do documento, a exemplo do que ocorreu no Senado e na Câmara Federal. A sessão foi acompanhada por diversos segmentos da sociedade civil e religiosa.
O plano, enviado à Câmara Municipal no prazo limite, tem prazo para ser sancionado pelo prefeito até amanhã (24)  a fim de que seja repactuado repasses financeiros para o cumprimento de metas  estabelecidas na adequação do plano.
Chadid reafirmou a importância do Plano Municipal de Educação, lembrando ainda que a proposta, conforme o MEC, tem como base o desenvolvimento da educação não só do país e do Estado, mas também do município, norteado por um processo cuidadoso e democrático.
Eli Morais de Brites – Assessoria de Imprensa do Vereador
Emendas parlamentares do vereador José Chadid contemplam dez instituições da Capital

Emendas parlamentares do vereador José Chadid contemplam dez instituições da Capital

Vereador As áreas de saúde e assistência social de dez instituições de Campo Grande foram beneficiadas com emendas parlamentares do vereador José Chadid, neste primeiro semestre. O parlamentar tomou posse no dia 1 de janeiro deste ano e no período tratou de viabilizar os recursos que somam R$ 120 mil oriundos do Fundo Municipal de Incentivo Social (FMIS).
Essa verba, segundo o vereador, será para aplicação na compra de materiais ou ampliações, assim como aparelhos necessários para essas entidades. ”Do total dos recursos, foram destinados R$ 60 mil para o social e R$ 60 mil para a saúde. Gostaria de contemplar muito mais instituições, mas os valores foram divididos para atender dez delas. Tenho certeza que serão bem aplicados”, afirmou José Chadid.
Na área social foram beneficiados o Instituto Viver Bem, o Centro de Educação CEACA, Instituto IDE, Instituto Pioneiros, enquanto para a saúde as emendas contemplaram a APAE, o Instituto Nosso Lar, o Instituto Meimei, a AACC, Associação tagarela e o Instituto Sirpha.
Eli Morais de Brites – Assessoria de Imprensa do Vereador
Seminário de Vereadores debate Marketing Político e Redes Sociais 

Seminário de Vereadores debate Marketing Político e Redes Sociais 

Seminário de Vereadores debate Marketing Político e Redes Sociais  De que forma utilizar assertivamente o Marketing Político e as Redes Sociais para a divulgação das ações legislativas? Como gerenciar crises no ambiente virtual? Esses e outros temas serão debatidos durante o XI Seminário de Vereadores de MS, que será realizado dias 25 e 26 de junho, na Assembleia Legislativa, em Campo Grande. “Vivemos um momento peculiar na política e, mais do que nunca, os legisladores precisam estar inteirados e sempre se informando”, afirmou a diretora da Escola do Legislativo Senador Ramez Tebet, Cheila Vendrami, que organiza o evento. Segundo ela, um dos objetivos é proporcionar aos vereadores do Estado informações sobre o bom uso das ferramentas e utilidades das redes sociais ao mandato parlamentar, de forma a também aproximar a população das Câmaras Municipais.

Cheila ressaltou ainda que, além de garantir capacitação e promover o debate democrático, o Seminário representa oportunidade de integração. “Temos a participação de vereadores de todo o Estado, que podem conversar, trocar informações e experiências, firmar parcerias, o que também contribui para uma atuação mais correta e eficaz em seus respectivos municípios”, explicou. A participação é totalmente gratuita.

A abertura solene do XI Seminário de Vereadores de MS será realizada quinta-feira (25/06), às 19h30, no Plenário Deputado Júlio Maia, na Assembleia Legislativa, com apresentação do coral formado pelos servidores da Casa de Leis. Logo após, o presidente, Junior Mochi (PMDB), fará a palestra magna com o tema “A sociedade contemporânea e o atual quadro político no Brasil”.Palestras e debates – A programação recomeça na sexta-feira (26/06), às 8h, com a palestra “Estratégias de Marketing Político e as Mídias Sociais no Mandato e na Campanha”, a ser proferida pelo subsecretário de Comunicação do Governo do Estado, Rodrigo Mendes Ribeiro, que também é sociólogo e cientista político, pós-graduado em Marketing e com especialização em Comunicação Pública e mestrado em Ciências Políticas. Ribeiro é autor dos livros Marketing Eleitoral: Aprendendo com campanhas municipais vitoriosas e Marketing Político – O poder da estratégia nas campanhas eleitorais.

Em seguida, às 10h, o advogado Orlando Moisés Fischer Pessuti, de Curitiba (PR), falará sobre “Reforma Política”. Haverá intervalo para o almoço e, às 14h, apresentação cultural. Logo depois, o deputado federal Fabio Paulino Garcia (PSB/MT) palestrará sobre o “Pacto Federativo”. O parlamentar é membro titular da Comissão Especial do Pacto Federativo, destinada a analisar e apresentar propostas relacionadas à partilha de recursos públicos e respectivas obrigações da União, Estados, Municípios e Distrito Federal.

Segundo Garcia, desde a Constituição de 88 as atribuições, que eram exclusivas do Governo Federal, passaram aos municípios sem a contrapartida dos recursos devidos. “Houve o enfraquecimento do pacto, o que está sendo revisto na nova proposta, com diretrizes que garantam a distribuição de competências e atribuições entre os agentes públicos”, afirmou o deputado no último mês de abril, durante reunião para debater o tema, na Federação das Indústrias de MS (Fiems), em Campo Grande.

A programação do XI Seminário de Vereadores de MS terminará com o pronunciamento do presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, previsto para 16h30 de sexta-feira. 
O evento conta com o apoio da União das Câmaras de Vereadores de MS (UCV/MS) e parceria da Câmara dos Deputados e do Governo do Estado. As inscrições devem ser feitas via site:www.escoladolegislativo.al.ms.gov.br. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3389-6261.

Diretoria de Comunicação Social – foto: Roberto Higa/ALMS
Câmara retira pontos polêmicos sobre LGBT e aprova Plano Municipal de Educação

Câmara retira pontos polêmicos sobre LGBT e aprova Plano Municipal de Educação

Houve protestos na Câmara em razão dos pontos polêmicos - Foto: Valdenir Rezende/Correio do EstadoPor 25 votos a dois, a Câmara aprovou, nesta terça-feira (23), o Plano Municipal de Educação. O projeto foi aprovado com 18 emendas – entre supressivas e modificativas – que tratavam sobre identidade de gênero, além de uma delas que modificava percentual do PIB em relação ao investimento em educação. Ao todo, foram retirados 12 pontos polêmicos do plano.

Os vereadores Eduardo Romero (PTdoB) e Luiza Ribeiro (PPS) foram os únicos contrários ao plano depois das modificações, por compreenderem que ele limita alguns aspectos relacionados ao gênero que não têm relação com questões da comunidade LGBTT.

“Não vivemos o desenho de uma família tradicional e é preciso que os direitos humanos sejam assegurados por uma discussão não apenas ideológica do ponto de vista da fé”, declarou Romero.

Antes de se posicionarem a favor do plano, os vereadores fizeram reunião a porta fechadas, onde fecharam acordos pra que as emendas fossem aprovadas. Durante esse “intervalo”, pessoas ligadas à igreja católica distribuíram cartazes enquanto cantavam “abençoa senhor as famílias”.

Para Dom Dimas, que participou da sessão, a proposta original colocava em risco o “pátrio poder dos pais em educar seus filhos, transferindo à escola questões de gênero e de sexualidade”.

O presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB/MS, Julio Valcanaia, reforçou que excluir o fator de gênero é “complicado” porque este também contempla questões sociais, além das ligadas ao público LGBTT, como a diferença salarial entre homens e mulheres. Segundo ele, a forma como esses pontos foram tratados foi restritiva e impediu o reconhecimento das diferenças de gênero.

Professores que ocupavam o plenário, desde o início da manhã, deixaram o local durante a votação do plano. Quando questionado, o presidente do Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública (ACP), Geraldo Alves, declarou que “é mais importante cumprir a lei do piso salarial, do que apenas prever em um plano a valorização do professor”.

CONFIRA OS PONTOS POLÊMICOS RETIRADOS DO PLANO:

1.7.2 promover programa de formação continuada de Educação em Gênero e Sexualidade, conforme estabelece o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos;

2.14 fomentar e apoiar políticas de promoção de uma cultura de direitos humanos no ensino fundamental, pautada na democratização das relações, respeitando as diversidades de orientação sexual e identidade de gênero, e na convivência saudável com a comunidade escolar;

2.15 implementar políticas de prevenção à evasão, motivada por preconceito e discriminação racial, por orientação sexual ou identidade de gênero, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão;

3.3.1 assegurar que a Educação em Gênero e Sexualidade seja contemplada, como tema transversal, conforme estabelece o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos;

7.1.1 assegurar que a Educação em Gênero, Étnico racial e Sexualidade seja contemplada conforme estabelece o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos;

7.1.2 implementar políticas de promoção de direitos humanos no Ensino Básico, pautada na democratização das relações, respeitando as diversidades de orientação sexual e identidade de gênero, e na convivência com respeito as diferenças na comunidade escolar;

7.17.4 promover medidas que assegurem o respeito à identidade de gênero das pessoas travestis e transexuais no cotidiano do ambiente escolar;

7.23.2 elaborar e distribuir, em parceria com os órgãos competentes, material didático para educadores (as), estudantes e pais e/ou responsáveis sobre direitos humanos, promoção da saúde e prevenção das IST/AIDS, alcoolismo e drogas,em sua interface com as questões de gênero e sexualidade, questões étnico-raciais e geracionais;

7.23.5 implementar ações de orientação e informação que assegurem o tratamento não excludente aos estudantes, funcionários e profissionais da educação, por motivo de orientação sexual ou identidade de gênero;

7.37 criar e qualificar uma equipe multidisciplinar para avaliação de livros e materiais didáticos e pedagógicos ofertados nos sistemas de ensino públicos e privados, que versam sobre orientação sexual, identidade de gênero e étnico racial e estimular a confecção de materiais de divulgação sobre diversidade, orientação sexual, identidade de gênero e étnico racial, contemplando todas as diversidades, e estabelecendo parcerias com as instituições de pesquisa;

7.38 orientar as unidades escolares quanto à aquisição de acervos bibliográficos que contribuam para o respeito e o reconhecimento da diversidade de orientação sexual, identidade de gênero e étnico racial para os públicos infanto-juvenil e adulto;

12.9.1 estabelecer parcerias para a realização de estudos e pesquisas sobre as relações de gênero e sexualidade, para formação de toda a esfera educacional, a partir da articulação com núcleos de estudos acadêmicos e pesquisas sobre educação em gênero, sexualidade e orientação sexual;

Correio do estado