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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2026
Sheila Mello posa de maiô e exibe corpo escultural em campanha publicitária

Sheila Mello posa de maiô e exibe corpo escultural em campanha publicitária

Sheila Mello posa de maiô e exibe corpo escultural em campanha publicitária

A atriz e ex dançarina Sheila Mello, acaba de posar para uma sessão de fotos que irá ilustrar a campanha publicitária de uma conceituada clínica de estética. Com vários looks de maiôs diferenciados, acompanhamos os bastidores, onde a beldade exibiu boa forma aos 39 anos, ao posar em um estúdio na capital de São Paulo para os clicks da fotógrafa Priscyla Lippert.

Durante anos Scheila Carvalho foi a garota propaganda da Rede Emagrecentro a qual foi fundada em 1986 e é atualmente a maior rede de clínicas de emagrecimento e estética do Brasil. Já atendeu mais de 1 milhão de clientes, estando presente em 21 Estados brasileiros e recentemente deu início à sua expansão internacional, com unidades na Colômbia e em Miami (EUA).

Para segurar o tchan literalmente, a novidade é que a partir de agora as duas beldades irão ilustrar juntas as divulgações da rede, pois Sheila Mello é a mais nova contratada da Emagrecentro, que passa a ter as duas ex dançarina do Grupo ‘É o Tchan’ juntas.

Logo após a sessão de fotos, a loirinha não resistiu aos mais modernos procedimentos e aceitou o convite de Janaina Brito, esposa do Dr.Edson Ramuth, proprietário da unidade da clínica de Santo André e se entregou ao procedimento de Lipocavitação, que é o tratamento que destrói as células de gorduras localizadas.

Crédito das Fotos: Priscyla Lippert / Renato Cipriano – Divulgação

Padre Zezinho reage às provocações da TV Globo e aos seus ataques contra a família

Padre Zezinho reage às provocações da TV Globo e aos seus ataques contra a família

“Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos”

Na berlinda por escancarar cada vez mais a sua real posição quanto a temas fundamentais para a sociedade, como famíliaamorsexualidade e conceito de pessoa humana, a rede Globo de televisão tem tido que enfrentar algo incomum para a sua longa hegemonia como canal mais visto do Brasil: crescentes protestos e boicotes de famílias que não aceitam a forma impositiva com que a Globo tem insistido em impor ideologias subjetivistas e relativistascomo se fossem absolutas, tanto em sua programação de entretenimento quanto nos programas supostamente “jornalísticos”.

A emissora acusou o recibo neste mês ao lançar uma nova e peculiar campanha institucional na qual afirma que teria 100 milhões de telespectadores no Brasil, acrescentando que muitos gostam dela enquanto “outros dizem que não“. A ironia é dirigida, obviamente, a quem reage à ideologia que o canal está impondo com sanha cada vez mais incontida.

No entanto, não é só o apelo ao deboche que revela o crescente desespero da emissora diante da reação de quem não está a fim de engolir o seu absolutismo ideológico: os próprios números de audiência são questionados até mesmo em sites dedicados ao mundo da televisão. Mauricio Stycer, do UOL, por exemplo, observou que este número está incluindo os acessos aos sites do grupo Globo.

Outro “detalhe” questionável da campanha é a afirmação de que a Globo supostamente não fala com esses 100 milhões de modo genérico, mas sim com “cada um” dos seus telespectadores. Essa afirmação pode ser contestada pelo próprio fato de que a Globo prioriza defensores da sua visão de mundo em detrimento de quem a questiona, ou, em todo caso, evita dar espaço aos críticos que apresentam os argumentos mais objetivos contra as falácias contidas em suas novelas e matérias ditas “informativas”. Foi o que se viu, por exemplo, numa polêmica edição do Fantástico durante a qual foi disparada contra o público uma aberrante lista de informações manipuladas a respeito do aborto. Confira aqui e aqui.

Recentemente, o bispo Dom Celso Marchiori, da diocese paranaense de Apucarana, foi explícito e contundente ao afirmar que “a Globo é um demônio dentro de nossas casas“.

Líderes religiosos de diversos credos têm denunciado abertamente as manipulações veiculadas pela emissora.

Desta vez, um dos sacerdotes mais conhecidos e queridos do Brasil, o Pe. Zezinho, também divulgou a sua opinião sobre os ataques da Globo contra o conceito natural de família, a assim chamada “família tradicional”.

Reproduzimos o seu texto a seguir:

Os novelistas da Globo e a Família Tradicional

Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.

A Globo não tem medo de nós e nós também não temos medo da Globo.

Não sei se você percebeu, mas o conflito e a ojeriza que se instalou entre a família tradicional e a família “mutante e avançada” foi causado pelos novelistas da Globo.

A Globo ganhou rios de dinheiro com as audiências que os novelistas lhe deram. E eles foram ficando cada dia mais ousados.

Quando veio a reação, lenta, mas inquietante para quem moveu bilhões de $$$, a Globo não sabe como voltar atrás.

O SBT, a RECORD e a BANDEIRANTES, não porque sejam mais respeitosas em outros programas, mas porque nas suas entrevistas e outras mensagens defendem a família tradicional, estão carreando para si a audiência das famílias feridas na sua autoridade, na sua fé e nos seus conceitos de homem, mulher e filhos.

Foi e continua sendo uma guerra de conceitos. E os novelistas, na sua maioria, vestiram a camisa da Globo; e, com exceção de alguns artistas, a Globo vestiu a camisa e a nudez dessas novelas.

Quando levaram o debate para auditórios entre o que é “avançado” e o que é “tradição”, o conflito atingiu os artistas, porque estes agora já não estavam representando o que os novelistas escreviam, mas sim defendendo, como artistas, as suas próprias ideias. Sobrou para os artistas.

Agora, o povo religioso – são milhões, mais do que a audiência da Globo – distingue entre deputados, artistas e diretores sérios e os inimigos de pais, mães, filhos e família.

Se o conflito persistir, não haverá governo para subsidiar as perdas deste canal!

Se existe uma coisa que um canal de TV teme é a perda de audiência e de anunciantes. E acho que é isso que vai acontecer quando as igrejas baterem de frente contra essas mensagens que as desrespeitam.

A Globo está perdendo o coração e a cabeça do povo!

Perdendo muito. Não adianta dizer que chegam a 100 milhões de telespectadores. As igrejas chegam a 180 milhões, embora nem todos frequentem. E nem os 100 milhões são fanáticos pela Globo.

Duvido que os atuais novelistas sejam capazes de mudar os seus temas e o excesso de erotismo e sexo que tanto incomodou as famílias nestes últimos vinte anos!

Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.

Não é a modernidade contra o passado: são 4 mil anos de fé judaica e cristã contra o ateísmo de quem acha que pai e mãe não têm mais poder.

A babá-TV está perdendo o seu charme.

Religiosos de todas igrejas, divulguem isso: vocês têm força. Nós temos força! Cansamos de ver sem reagir!

Pe. Zezinho, scj

Pedro Chaves garante que não haverá foro privilegiado para militares

Pedro Chaves garante que não haverá foro privilegiado para militares

Pedro Chaves garante que não haverá foro privilegiado para militares

Brasilia (DF) – O Senado aprovou na noite de terça-feira (10) projeto que transfere à Justiça Militar o julgamento de crimes cometidos por membros das Forças Armadas em missões de garantia da lei e da ordem (GLO), como a que ocorre atualmente o Rio de Janeiro. O PLC 44/2016, que teve como relator o senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS),  impede o julgamento de militares pela Justiça comum em crimes dolosos (intencionais) contra civis, quando envolverem ações de Estado.

“A aprovação do projeto não dá foro privilegiado aos integrantes das Forças Armadas”, afirmou Pedro Chaves ao defender a proposta. “A Justiça Militar é especializada e entende as nuances da atuação da tropa. Ela é série, responsável, e não costuma agir de maneira corporativista, nem tolera a violação dos direitos humanos”, argumentou. “ Além disso, é preciso deixar claro que um militar que não estiver em serviço e cometer um crime será julgado pela Justiça comum, como acontece com qualquer outro cidadão”, explicou o relator. O PLC 44 foi aprovado com 39 votos a favor e 8 contrários. Ele segue agora para a sanção do Presidente da República.
Crimes – Atualmente, o Código Penal Militar lista alguns crimes, principalmente relacionados a atividades militares, nos quais o julgamento é feito pela Justiça Militar, exceto se forem dolosos contra civis. Exclui-se dessa regra o abate de aviões que não respondem ao comando de aterrissagem dado por aeronave militar de patrulhamento.
Com o projeto, além das missões de garantia da lei e da ordem, outras situações de crime doloso contra a vida cometido por militares das Forças Armadas contra civis serão julgados pela Justiça Militar: ações no cumprimento de atribuições que lhes forem estabelecidas pelo presidente da República ou pelo ministro da Defesa; em ações que envolvam a segurança de instituição militar ou de missão militar, mesmo que não sejam de guerra; em atividades de natureza militar, operação de paz ou de atribuição subsidiária, realizadas em conformidade com a Constituição, o Código Brasileiro de Aeronáutica ou o Código Eleitoral.
Pedro Chaves defende aprovação de projeto que transfere à Justiça Militar julgamentos dos atos praticados por membros das Forças Armadas em operações de garantia da lei e da ordem

Pedro Chaves defende aprovação de projeto que transfere à Justiça Militar julgamentos dos atos praticados por membros das Forças Armadas em operações de garantia da lei e da ordem

Chaves defende que crime cometidos por militares em operações como a desenvolvida no Rio de Janeiro seja julgados pela Justiça Militar

Brasilia (DF) – O senador Professor Pedro Chaves (PSC-MS) ocupou a Tribuna do Senado para defender a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 44/2016, que trata da competência para julgamento de membros das Forças Armadas. De acordo com o texto, a Justiça Militar da União julgará os crimes dolosos contra a vida de civis quando praticados por militares da Marinha, Exército e Aeronáutica no exercício de suas funções.

Pedro Chaves, que é relator do PLC 44 no Senado, afirmou que o projeto não concede “superpoderes” aos militares, mas insere na lei entendimento do Poder Judiciário sobre a competência da Justiça Militar. Na opinião do senador, o texto confere segurança jurídica à atuação das Forças Armadas em operações para garantir a lei e a ordem, como na recente ocupação da Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.
— Consideradas as dificuldades que temos vivido na área da segurança pública, esta operação na Rocinha não há de ser a última intervenção das Forças Armadas para restabelecer a ordem e promover a paz em nossas comunidades — declarou Pedro Chaves.
O senador sul-mato-grossense lembrou que ainda se faze presente na memória dos brasileiros incidentes como a greve dos policiais militares da Bahia, a ocupação do Morro do Alemão e a operação, em 2014, no Complexo da Maré.
“Em todos esses incidentes a normalidade só foi retomada mediante a ação controlada e resoluta das Forças Armadas, cuja atuação tem-se mostrado cada vez mais imprescindível não só para a retomada da paz, mas, também, para impedir o avanço da criminalidade nos espaços mais vulneráveis do Estado brasileiro. Para desempenhar esse relevante papel, o Exército, a Marinha e a Aeronáutica precisam de segurança jurídica, algo de que não dispõem hoje, em decorrência da falta de clareza da legislação vigente”, observou;
O PLC 44 /2016 estabelece a competência da Justiça Militar da União para julgar crimes dolosos cometidos por militares das Forças Armadas, desde que praticados em três contextos específicos:
1. no cumprimento de atribuições estabelecidas pelo Presidente da República ou pelo Ministro da Defesa; 2. em ação que envolva a segurança de instituição militar; 3. em operações de paz, de garantia da lei e da ordem ou de atribuição subsidiária, quando realizadas conforme o artigo nº 142 da Constituição Federal, ou em conformidade com outras leis.

Trabalhadores dos Correios de SP e RJ aceitam proposta do TST

Nesta quinta-feira (5), os trabalhadores dos Correios de São Paulo e Rio de Janeiro votaram em assembleia pela aceitação do acordo coletivo proposto ontem pelo Tribunal Superior do Trabalho. Mais de mil empregados já retornaram aos seus postos de trabalho hoje, a maioria carteiros. Levantamento desta manhã aponta que, dos cerca de 108 mil empregados, quase 94 mil estão trabalhando em todo o país.

Na tarde desta quarta-feira (4), o vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Emmanoel Pereira, apresentou proposta de Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2018 que contempla reajuste de 2,07% (INPC) retroativo ao mês de agosto de 2017, compensação de 64 horas (8 dias) e desconto dos demais dias de ausência, além da manutenção das cláusulas já existentes no ACT 2016/2017. A cláusula 28, que trata do plano de saúde, continua sendo mediada pelo TST.

Na tarde de hoje, vários sindicatos realizam assembleias em todo o país para votarem a proposta. O prazo máximo para a realização dessas assembleias termina amanhã (6).

Serviço – A rede de atendimento está aberta em todo o Brasil e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o PAC, continuam disponíveis. Apenas os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão suspensos.

Jornalistas se mobilizam contra assédio na profissão

Jornalistas se mobilizam contra assédio na profissão

Tem início nesta terça-feira (26/9) a campanha #JuntosContraoMachismo, promovida pelo coletivo “Jornalistas Contra o Assédio”, que pretende mobilizar os homens no combate a atitudes constrangedoras que as jornalistas ainda enfrentam no exercício da profissão.

A campanha vai até o próximo domingo (8/10), com uma série de seis vídeos que trazem depoimentos de colegas jornalistas sobre frases de assédio ouvidas dentro e fora de redações e assessorias, públicas e privadas, por mulheres jornalistas.

A partir das 10h de terça, será promovido um “tuitaço” com a hashtag #JuntosContraoMachismo. A ideia da campanha surgiu a partir da crônica publicada este mês pelo jornal Correio Braziliense. O texto romantizava o assédio às estagiárias no ambiente de redação.

Depois deste episódio, o coletivo passou a receber relatos de funcionárias e ex-funcionárias do jornal afirmando que a crônica não representava exatamente uma exceção.

“O fato incomodou não só as mulheres, mas também os jornalistas homens que não querem ter sua imagem atrelada a uma prática tão antiquada. Por isso, convidamos os colegas para a luta do coletivo, que começou há mais de um ano, justamente a partir de um caso de assédio contra uma estagiária. Na época, ela foi demitida do portal IG após denunciar um cantor de funk à polícia”, afirmam em nota.

Num grupo de mais de cinco mil jornalistas de todo o país, as jornalistas do coletivo perguntaram que tipo de assédio já tinham sofrido dentro e fora das redações, bem como nas assessorias de imprensa. “Recebemos mais de duzentas frases. Desde frases mais chocantes até outras mais corriqueiras, tão naturalizadas em ambientes machistas”, dizem.

O resultado do levantamento foi entregue para grandes nomes do jornalismo nacional comentarem. Assim, surgiu a série de seis vídeos com pelo menos quatro depoimentos gravados. Cada jornalista repetiu a frase ouvida pelas nossas colaboradoras e registrou o que pensa disso. “É um convite à reflexão e, sobretudo, à ação”, apontam.

Entre os participantes estão nomes que se destacam na política, nos esportes, no entretenimento, na televisão, na internet, em todo lugar. Participam da #JuntosContraoMachismo nomes como Chico Pinheiro, Juca Kfouri, Fernando Rodrigues, Felipe Andreolli, Cazé, Mário Marra, Fábio Diamante, Marcus Piangers, Matheus Pichonelli, Abel Neto, Guilherme Balza, Cauê Fabiano, Nilson Xavier, Thiago Maranhão, Leonardo Leomil, Guilherme Zwetsch, Ricardo Gouveia, Fernando Andrade, Thiago Uberreich, Tiago Muniz, Rafael Colombo, Philipe Guedes, Chico Prado, Reinaldo Gottino e Haisem Abaki.