dez 4, 2017 | Brasil

Juiz se disse frustrado em ver que os políticos não se mobilizaram para combater a corrupção mesmo após a Lava Jato
O juiz Sergio Moro afirmou nesta segunda-feira que a sua maior frustração na condução dos processos da Operação Lava Jato em primeira instância é que a classe política não se mobilizou para combater a corrupção, mesmo após a descoberta de um quadro sistêmico de pagamento de propina e desvio de dinheiro público entranhado nas instituições brasileiras.
“O que se vê é quase uma completa omissão em promover medidas dessa espécie (de combate à corrupção). O que mais me frustrou é que eu tinha uma expectativa de que, diante da magnitude desse problema, ele não ficasse restrito somente às cortes de Justiça. A maior frustração e o que pode levar a retrocessos é nós não irmos adiante”, disse o juiz Sergio durante evento Amarelas ao Vivo, realizado pela VEJA, ao ser perguntado pela redatora-chefe de VEJA Thaís Oyama sobre quais seriam os seus maiores desapontamentos com os rumos da operação.
“Quem reagiu foi a Justiça criminal, a polícia, o Ministério Público e outros órgãos de instituição, mas, para superar esse nível de corrupção, seriam necessárias reformas mais gerais da parte das nossas lideranças políticas. Nem falo de reformas no Código Penal, mas mudanças que diminuíssem os incentivos para a corrupção”, disse o juiz, propondo iniciativas que acabassem com as indicações políticas no loteamento de cargos públicos e a restrição ao foro privilegiado.
Na entrevista, Moro chamou a atenção para a questão do foro privilegiado, que tem “blindado” muitos congressistas investigados na operação e cujo alcance está sendo discutido no Supremo Tribunal Federal. O magistrado pontuou que, apesar das críticas sobre o excesso de prisões preventivas decretadas ao longo do processo, a “omissão é grande” e ainda há “muitas pessoas” para ser responsabilizadas criminalmente.
“Não foi possível ainda realizar todo o trabalho. Temos uma parcela significativa de investigados com foro privilegiado que respondem no Supremo. Só depois disso poderemos ter um diagnóstico completo de até onde foi a Lava Jato”, afirmou.
Frustrações à parte, o juiz considerou como os dois maiores legados da Lava Jato o “rompimento da tradição de impunidade” no país e a atenção da opinião pública para o problema dos crimes de colarinho-branco.
O juiz também falou sobre uma de suas decisões que foram mais contestadas à frente da 13 Vara Federal de Curitiba – a de divulgar um grampo telefônico em que os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva falam sobre a posse do segundo como ministro da Casa Civil, em março de 2016. A publicização do áudio teve repercussão imediata nas ruas e no meio político – um mês depois, a Câmara dos Deputados aprovaria o impeachment de Dilma, que seria afastada definitivamente do cargo em agosto.
Moro afirmou que não cabia ao Poder Judiciário “ser guardião de segredos sombrios” e que o povo precisava saber das “conversas não republicanas” dos seus governantes.”Eu não esperava que [essa decisão] tivesse tanta repercussão e trouxesse tanta celeuma. Eu fiz o que achei necessário e achei que o conteúdo daqueles diálogos deveriam vir a público”, comentou, comparando o caso, guardadas as suas devidas diferenças, ao de Watergate, nos Estados Unidos, que resultou na renúncia do presidente Richard Nixon, na década de 70.
No diálogo, Dilma dizia a Lula que lhe enviaria o “termo de posse”, para que fosse usado “só em caso de necessidade”. Os partidos de oposição e grande parte da opinião pública viram a nomeação como uma tentativa de dar foro privilegiado a Lula, que era investigado em diversas frentes na Operação Lava Jato.
Fonte: Veja
dez 4, 2017 | Brasil

Lula
Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste sábado (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Veja os resultados dos nove cenários pesquisados:
Cenário 1 (com Marina, Joaquim Barbosa, Temer e Meirelles):
Lula (PT): 34%Jair Bolsonaro (PSC): 17%Marina Silva (Rede): 9%Geraldo Alckmin (PSDB): 6%Ciro Gomes (PDT): 6%Joaquim Barbosa (sem partido): 5%Alvaro Dias (Podemos): 3%Manuela D´Ávila (PCdoB): 1%Michel Temer (PMDB): 1%Henrique Meirelles (PSD): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Em branco/nulo/nenhum: 12%Não sabe: 2%
Cenário 2 (com Joaquim Barbosa):
Lula (PT): 37%Jair Bolsonaro (PSC): 18%Geraldo Alckmin (PSDB): 8%Ciro Gomes (PDT): 7%Joaquim Barbosa (sem partido): 6%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Em branco/nulo/nenhum: 14%Não sabe: 3%Cenário 3 (com Meirelles):
Lula (PT): 37%Jair Bolsonaro (PSC): 19%Geraldo Alckmin (PSDB): 9%Ciro Gomes (PDT): 7%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Henrique Meirelles (PSD): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Em branco/nulo/nenhum: 14%Não sabe: 5%
Cenário 4 (com Marina):
Lula (PT): 36%Jair Bolsonaro (PSC): 18%Marina Silva (Rede): 10%Geraldo Alckmin (PSDB): 7%Ciro Gomes (PDT): 7%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Em branco/nulo/nenhum: 13%Não sabe: 2%
Cenário 5 (com Doria e Marina)
Lula (PT): 36%Jair Bolsonaro (PSC): 18%Marina Silva (Rede): 11%Ciro Gomes (PDT): 7%João Doria (PSDB): 5%Alvaro Dias (Podemos): 4%Manuela D’Ávila (PCdoB): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%Em branco/nulo/nenhum: 14%Não sabe: 2%
Cenário 6 (sem Lula, com Joaquim Barbosa):
Jair Bolsonaro (PSC): 21%Ciro Gomes (PDT): 12%Geraldo Alckmin (PSDB): 11%Joaquim Barbosa (sem partido): 8%Alvaro Dias (Podemos): 6%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (sem partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 28%Não sabe: 4%
Cenário 7 (sem Lula, com Meirelles):
Jair Bolsonaro (PSC): 22%Ciro Gomes (PDT): 13%Geraldo Alckmin (PSDB): 12%Alvaro Dias (Podemos): 6%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 3%Henrique Meirelles (PSD): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 2%Guilherme Boulos (sem partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 30%Não sabe: 5%
Cenário 8 (sem Lula, com Marina):
Jair Bolsonaro (PSC): 21%Marina Silva (Rede): 16%Ciro Gomes (PDT): 12%Geraldo Alckmin (PSDB): 9%Alvaro Dias (Podemos): 5%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 25%Não sabe: 3%
Cenário 9 (sem Lula, com Doria e Marina):
Jair Bolsonaro (PSC): 21%Marina Silva (Rede): 17%Ciro Gomes (PDT): 13%João Doria (PSDB): 6%Alvaro Dias (Podemos): 6%Fernando Haddad (PT): 3%Manuela D’Ávila (PCdoB): 2%Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%Guilherme Boulos (Sem Partido): 1%João Amoêdo (Partido Novo): 1%Em branco/nulo/nenhum: 27%Não sabe: 3%
O Datafolha fez 2.765 entrevistas entre 29 e 30 de novembro, em 192 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos
nov 27, 2017 | Brasil

Pablo não joga mais pelo Corinthians (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
O empresário do zagueiro Pablo, Fernando César, respondeu duramente aos comentários do presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, feitos após o jogo da entrega da taça de campeão ao clube, no último domingo, no estádio de Itaquera. Revoltado por ouvir que o cliente “estava esquecido na França”, ele afirmou que o Alvinegro está em dívida com quase todo o elenco.
“Premiação eu não sei porque eles não pagaram o prêmio de ninguém até agora, do Paulista, os bichos, nada. Estou cansado de mentiras e transferência de responsabilidade para um atleta que sempre se dedicou pelo Corinthians”, disse o agente ao Esporte Interativo, alegando que o pedido de adiantamento do pagamento das luvas se deu exatamente pelo medo de levar um “calote”.
“Toda dificuldade foi mostrada para o público em razão da fala do presidente. Vocês estão vendo. Pedimos 40% das luvas no salário e o resto da luva parcelada e colocada na carteira. E por que nós pedimos? Porque o Corinthians não pagou ninguém nesse ano. Empresário, luvas, nada. E, para não perder tudo, pedimos 40% neste ano”, continuou, negando que o jogador vá para o Flamengo, apesar de ter conversado com os dirigentes cariocas.
“Não existe nada, absolutamente nada com o Flamengo. Quando o Flamengo esteve em São Paulo, fui convidado por eles para falar sobre o Pablo e eu disse que não podia fazer nada porque o Corinthians tinha prioridade. Eu, pessoalmente, levei essa notícia para a diretoria na primeira reunião. O Flamengo apenas perguntou qual era a situação do Pablo”, descreveu, colocando até o rival Palmeiras na conversa.
“Não tive contato com nenhum clube até agora. Não liguei para o presidente do Palmeiras, não falei com ninguém do Palmeiras. E, mais, a qualquer momento: se o presidente quiser, eu mostro todos os documentos e as conversas gravadas”, ameaçou o empresário, mudando até algumas versões dadas por ele durante o ano.
Em julho, pouco depois de anunciar que estava com tudo certo para a assinatura de um contrato de quatro anos e meio com o Timão, o próprio Fernando César disse que havia suspendido as negociações. Na ocasião, justificou a atitude por uma mudança de planos do Corinthians no que havia sido previamente acordado. Dessa vez, ele disse que a suspensão partiu do próprio clube.
“Quando o Pablo foi contratado em janeiro, eu fiz um acordo de luvas. Quando foi julho, eu tive uma reunião com o presidente no CT. Nesta reunião nós acertamos salários, luvas e tudo. Acertamos todos os valores. Depois disso, o Corinthians ficou de acertar com o Bordeaux, mas aí o Corinthians desistiu de fazer o negócio e preferiu esperar mais para frente”, comunicou César, repetindo a intenção de tornar públicos os documentos da tratativa.
“No começo de novembro, o Corinthians me procurou e me fez uma proposta 30% a menos do que o valor que tinha combinado em julho. Tenho isso tudo documentado, a qualquer momento eu posso mostrar”, concluiu.
Gazeta Esportiva
nov 21, 2017 | Brasil

Paulo Lopes/Futura Press
O apresentador Luciano Huck encomendou pesquisas para medir suas intenções de voto para presidência da República. Políticos e pessoas próximas dizem que ele avalia de fato se candidatar ao Palácio do Planalto. As informações são do jornal O Globo.
Políticos próximos do apresentador afirmam que ele não quer, por enquanto, divulgar suas pretensões eleitorais porque avalia o cenário político e quer manter seu programa de TV. Segundo o jornal, Huck cogita se candidatar ao PPS, ao DEM ou à Rede.
O apresentador já se reuniu com lideranças do DEM, do PPS, com Marina Silva, porta-voz e principal nome da Rede, com João Amoêdo, fundador do Novo, e também com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, que é sondado por diferentes partidos.
Quem apoia a candidatura de Huck diz que ele poderia ser uma alternativa de centro em meio à polarização política protagonizada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera as pesquisas de intenção de voto, e o deputado Jair Bolsonaro, que se coloca como um representante da direita e fica em segundo lugar nas sondagens.
Pesquisa Ibope publicada no fim de outubro mostra Lula com 35% e Bolsonaro com 13%. Huck aparece no mesmo patamar dos tucanos Geraldo Alckmin e João Doria, governador e prefeito de São Paulo, respectivamente.
O apresentador tem 5% quando disputa com Lula, e 8% se o nome do PT é o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.
Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo” publicada em março, Huck afirmou que sua geração está pronta para ocupar espaços de poder e que, diante da crise política, novas lideranças vão surgir.
Questionado se poderia se lançar à Presidência da República, ele respondeu que “não dá para responder na atual conjuntura”. E acrescentou: “Se me perguntarem se vou concorrer a algum cargo eletivo, eu não sei responder”.
Quatorze dias depois, artigo publicado por Huck também na “Folha” começava da seguinte forma: “Não, não sou candidato a presidente da República”.
No último dia 18, o apresentador voltou a escrever um artigo no jornal, no qual expressou mais uma vez o desejo de se engajar diretamente em movimentos de renovação política. E, novamente, afastou eventual candidatura. “Reafirmo que continuo achando que, de onde estou, fora do dia a dia da política, minha contribuição pode ser mais efetiva e relevante”, disse ele, no texto.
nov 11, 2017 | Brasil

Homens que postam muitas ‘selfies’ podem ter sinais de psicopatia, diz estudo
Uma pesquisa conduzida na Universidade Estadual de Ohio apontou que homens que publicam muitos autorretratos nas redes sociais podem apresentar sinais de narcisismo e psicopatia.
“Não é surpresa que homens que postam muitas ‘selfies’ e gastam tempo editando suas fotos são mais narcisistas, mas é a primeira vez que isso é confirmado por um estudo científico”, disse Jesse Fox, principal autora do artigo e professora de comunicação na universidade americana.
De acordo com a pesquisa, a pessoa narcisista é aquela que acredita ser melhor e mais atraente do que os outros, mas que possui uma “insegurança escondida”. Já a psicopatia se caracteriza como a falta de empatia e consideração pelos outros e por tendências comportamentais impulsivas.
Fox submeteu 800 homens com idades entre 18 e 40 anos a um questionário sobre a postagem de ‘selfies’ na internet que abordava a frequência com que publicam e se utilizam ou não um editor de fotos, entre outros pontos.
Os entrevistados também responderam perguntas sobre comportamentos sociais e auto-objetificação –a valorização excessiva da aparência em detrimento de outros aspectos da personalidade.
A conclusão foi que a publicação excessiva de fotos está relacionada ao narcisismo e à psicopatia. Os que se preocupam em editar suas fotos antes de postá-las não revelam sinais de psicopatia, pois são menos espontâneos, mas tendem mais à auto-objetificação.
Segundo a pesquisadora, os resultados não significam, necessariamente, que quem posta muitas fotos de si mesmo é narcisista e psicopata. Os dados analisados estão dentro da normalidade de comportamento social, apesar de ultrapassarem os níveis médios dessas características para a maioria das pessoas.
PÚBLICO FEMININO
O estudo não levou em conta as mulheres porque os dados comparados recebidos por Fox, compilados por uma revista, não incluíam o público feminino.
“Nós sabemos que a auto-objetificação leva a um monte de coisas terríveis, como depressão e distúrbios alimentares em mulheres”, disse Fox.
“Como o uso de redes sociais é cada vez maior, todo mundo está mais preocupado com sua aparência. Isso significa que o problema pode se tornar ainda maior”, continuou. Para ela, a auto-objetificação traz mais impactos para o público feminino.
A pesquisadora está conduzindo um novo trabalho para sugerir que as informações confirmadas por sua pesquisa também se aplicam às mulheres.
Folha de São Paulo
nov 9, 2017 | Brasil

Pedro Chaves é apontado como o senador mais influente de Mato Grosso do Sul
Brasilia (DF) – Pedro Chaves é apontado como o senador mais influente de Mato Grosso do Sul. Levantamento do site Ranking dos Políticos aponta Pedro Chaves (PSC) como o senador mais influente de Mato Grosso do Sul. A pesquisa é definida de acordo com os dados obtidos sobre gastos, assiduidade, fidelidade partidária e processos judiciais. Além disso, também é levada em conta a participação do parlamentar em relatorias de projetos de lei ou medidas provisórias.
Conforme a amostragem, entre os 594 congressistas (deputados federais e senadores) analisados, Pedro Chaves aparece com 132 pontos, na 41ª colocação do ranking geral e em 6º lugar pelo cargo que ocupa no Senado. “Essa posição é extremamente gratificante, pois nos dá mais força para continuar desenvolvendo nosso trabalho com excelência. Tenho me dedicado diariamente para entregar ao meu querido Mato Grosso do Sul, recursos e incentivos que garantam desenvolvimento e qualidade de vida aos meus conterrâneos. Quero com toda certeza, continuar fazendo o meu melhor para o meu Estado e, também para o Brasil”, declarou o senador.
Os dados apresentados no site Ranking dos Políticos são de origem oficial pública, sendo a maioria deles vindos diretamente do site do Congresso Nacional. Segundo os idealizadores, cada ponto recebido pelo parlamentar está documentado, com a origem da informação e a fonte, de modo que qualquer pessoa possa conferir. O Ranking é auditado diariamente por milhares de visitantes que acompanham a pesquisa dos parlamentares, conferem, criticam e corrigem, quando necessário.
CONGRESSO EM FOCO
Além do Ranking dos Políticos, o site Congresso em Foco também coloca Pedro Chaves como um dos melhores senadores do Brasil. Ele está no 15 º lugar neste levantamento que acompanha e avalia o trabalho de todos os deputados e senadores do Congresso Nacional.
“Estar como um dos melhores senadores nestes dois sites é um estímulo para que eu me dedique cada vez mais na defesa dos interesses de Mato Grosso do Sul e do Brasil. Estou em 11 comissões no Senado, sou assíduo nas sessões do Plenário e trabalho com empenho nos ministérios para viabilizar recursos para os municípios. Esses dois reconhecimentos sem sombra de dúvida, me dão mais força para fazer o melhor para a população do meu Estado”, afirmou Pedro Chaves.