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Bela Vista-MS Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2026
Por iniciativa de Pedro Chaves, Mato Grosso debate gestão e proteção do Bioma Pantanal

Por iniciativa de Pedro Chaves, Mato Grosso debate gestão e proteção do Bioma Pantanal

Por iniciativa de Pedro Chaves, Mato Grosso debate gestão e proteção do Bioma Pantanal

Depois do sucesso em Mato Grosso do Sul, o senador Pedro Chaves (PRB) promove na próxima segunda-feira (23), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em Cuiabá, audiência pública para tratar da gestão e proteção do bioma Pantanal. Como relator na Comissão do Meio Ambiente do projeto de Lei do Senado (PLS 750/2011) que dispõe sobre a Nova Lei do Pantanal e autor da proposta de criação do Fundo Pantanal, o senador pretende construir relatório que concilie interesse de pantaneiros com o de ambientalistas.

“O debate realmente em Mato Grosso do Sul foi muito proveitoso. Esperamos obter o mesmo resultado no nosso vizinho, Mato Grosso. Todas as sugestões colhidas nas audiências serão levadas ao Senado para constituir a legislação de preservação do Pantanal e dar segurança jurídica ao pantaneiro”, afirmou Pedro Chaves.

Segundo ele, o grande desafio da Nova Lei do Pantanal é criar regras que produzam emprego e renda na região e, ao mesmo tempo, não provoquem danos ao meio ambiente. “Nosso grande objetivo é harmonizar os daqueles que defendem suas bandeiras cada qual com seus interesses. Nós podemos construir um modelo de desenvolvimento sustentável”, declarou o senador.

Como relator da matéria na Comissão de Assuntos Econômicos, Pedro Chaves fez duas alterações no projeto de autoria do senador licenciado e atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT). A primeira delas propôs a criação do Fundo Pantanal, com a finalidade de apoiar ações de gestão de áreas protegidas; atividades de controle, monitoramento e fiscalização ambiental; pesquisa para conservação e uso sustentável da biodiversidade; e recuperação de áreas desmatadas e degradadas. Além disso, o senador ampliou o alcance dos limites de proteção da norma para a bacia do Alto Paraguai.

Na audiência pública realizada na última segunda-feira (16) em Campo Grande – MS, o senador anunciou o aporte de R$ 1,2 bilhão para investimentos em pesquisas, projetos, programas e incentivos voltados a produtores que ajudarem na conservação da região. O Fundo, segundo ele, terá a verba proveniente de multas do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que passam de R$ 10 bilhões. “Deste valor, R$ 4 bilhões são destinados à preservação de biomas importantes, entre eles o Pantanal, a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica”. No início, o valor repassado à proposta será conduzido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A audiência pública sobre a política de gestão e proteção do bioma do Pantanal será realizada na próxima segunda-feira (23), no Auditório Deputado Milton Figueiredo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, das 9h às 12h.

Eduardo Coutinho – Jornalista

Por unanimidade, TRF-4 rejeita últimos recursos de Lula no caso tríplex

Por unanimidade, TRF-4 rejeita últimos recursos de Lula no caso tríplex

AP Photo/Leo Correa
AP Photo/Leo Correa

CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) – A 8ª turma do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) negou, nesta quarta-feira (18), por unanimidade, os últimos recursos interpostos na corte pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex no Guarujá (SP). Com a publicação do acórdão, ainda nesta quarta, o processo terá a tramitação encerrada na segunda instância.

No último dia 10 de abril, a defesa recorreu dos embargos de declaração julgados pela corte no dia 26 de março, quando mantida a condenação de Lula a 12 anos e um mês de prisão. A 8ª turma não costuma aceitar os chamados “embargos dos embargos”, que não têm o poder de anular a sentença, mas apenas esclarecer suas partes.

No dia 5 de abril, o juiz Sergio Moro surpreendeu e expediu o mandado de prisão de Lula antes do fim da tramitação do processo na segunda instância. Dois dias depois, o ex-presidente se entregou à Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR).

A 8ª turma é formada pelos juízes Leandro Paulsen, Victor Laus e João Pedro Gebran Neto. Como Gebran está de férias, o juiz federal Nivaldo Brunoni foi convocado para substituí-lo.

TRÍPLEX

Na ação apresentada pelo Ministério Público Federal, Lula foi acusado de receber R$ 3,7 milhões de propina da empreiteira OAS em decorrência de contratos da empresa com a Petrobras.

O valor, apontou a acusação, se referia à cessão pela OAS do apartamento tríplex ao ex-presidente, a reformas feitas pela construtora nesse imóvel e ao transporte e armazenamento de seu acervo presidencial (este último ponto rejeitado pela Justiça).

Em julho de 2017, o petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Em janeiro deste ano, o TRF-4 confirmou a condenação do ex-presidente e aumentou sua pena para 12 anos e um mês de prisão.

RECURSOS

Lula ainda pode entrar com um recurso especial no STJ e um extraordinário no STF. Os recursos devem ser interpostos no próprio TRF-4, cuja vice-presidência realiza o juízo de admissibilidade, funcionando como um filtro de acesso às instâncias superiores.

Os recursos devem ser interpostos em até 15 dias após a publicação do acórdão do julgamento. Depois deste prazo, o Ministério Público Federal tem mais 15 dias para apresentar contrarrazões.

Se os recursos forem apresentados de forma conjunta aos tribunais superiores, os autos são enviados primeiramente ao STJ e depois ao STF. O recurso especial indica violações à legislação federal, como o Código Penal, enquanto o extraordinário diz respeito a violações à Constituição.

CANDIDATURA

A candidatura de Lula ainda é uma incógnita. A Lei da Ficha Limpa prevê que o réu condenado por um órgão colegiado não possa concorrer, mas garante ao candidato barrado um recurso chamado suspensão de inelegibilidade.

Assim, o ex-presidente precisaria encaminhar o pedido ao STJ ou ao STF. O limite para registro de candidatura é até o dia 15 de agosto. Outra alternativa é apresentar a candidatura sem liminar. O Ministério Público constatará que ele não cumpre os requisitos e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) avaliará o caso.

Enquanto isso, o ex-presidente pode continuar candidato -o PT tem até 20 dias antes da eleição de outubro para substituí-lo.

STF torna Aécio Neves réu por corrupção e obstrução à Justiça

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Eleições 2018: Lula tem 31%, Bolsonaro, 15%, Marina, 10%, aponta pesquisa Datafolha para 2018

Eleições 2018: Lula tem 31%, Bolsonaro, 15%, Marina, 10%, aponta pesquisa Datafolha para 2018

© Divulgação
Uma pesquisa do Instituto Datafolha foi divulgada neste domingo (15) pelo jornal “Folha de S.Paulo” com índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018. Foram feitas 4.194 entrevistas entre 11 e 13 de abril, em 227 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Veja os resultados dos 9 cenários pesquisados no 1º turno:
Cenário 1 (Se Lula for candidato, Temer ficar fora da eleição e o MDB lançar Meirelles):
  • Lula (PT): 31%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 15%
  • Marina Silva (Rede): 10%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 0
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 13%
  • Não sabe: 3%
Cenário 2 (Se Lula for candidato, Temer concorrer à reeleição e Meirelles não disputar):
  • Lula (PT): 30%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 15%
  • Marina Silva (Rede): 10%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 1%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Michel Temer (MDB): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 0
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 14%
  • Não sabe: 2%
Cenário 3 (Se Lula for candidato, e Temer, Meirelles, Rodrigo Maia e Flávio Rocha ficarem fora da eleição):
  • Lula (PT): 31%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 16%
  • Marina Silva (Rede): 10%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 13%
  • Não sabe: 2%
Cenário 4 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula, Temer ficar fora da eleição e o MDB lançar Meirelles):
  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 15%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 5%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 2%
  • Fernando Haddad (PT): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 23%
  • Não sabe: 3%
Cenário 5 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula, Temer concorrer à reeleição e Meirelles não disputar):
  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 15%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 9%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Fernando Haddad (PT): 2%
  • Michel Temer (MDB): 2%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 24%
  • Não sabe: 4%
Cenário 6 (Se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula, e Temer, Meirelles, Rodrigo Maia e Flávio Rocha ficarem fora da eleição):
  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 15%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 10%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Alvaro Dias (Podemos): 5%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 3%
  • Fernando Haddad (PT): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 1%
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 23%
  • Não sabe: 4%
Cenário 7 (Se o PT lançar Jaques Wagner no lugar de Lula, Temer ficar fora da eleição e o MDB lançar Meirelles):
  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 15%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 9%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 3%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Jaques Wagner (PT): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 23%
  • Não sabe: 4%
Cenário 8 (Se o PT lançar Jaques Wagner no lugar de Lula, Temer concorrer à reeleição e Meirelles não disputar):
  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 15%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 9%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Michel Temer (MDB): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Jaques Wagner (PT): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 23%
  • Não sabe: 3%
Cenário 9 (Se o PT e Temer ficarem fora da eleição):
  • Jair Bolsonaro (PSL): 17%
  • Marina Silva (Rede): 16%
  • Joaquim Barbosa (PSB): 9%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Manuela D’Ávila (PC do B): 2%
  • Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Flávio Rocha (PRB): 1%
  • Rodrigo Maia (DEM): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Paulo Rabello de Castro (PSC): 0
  • Guilherme Afif Domingos (PSD): 0
  • Em branco / nulo / nenhum: 23%
  • Não sabe: 3%
Cenários pesquisados para o 2º turno:
Cenário 1 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):
  • Lula (PT): 48%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 31%
  • Branco/nulo: 19%
  • Não sabe: 1%
Cenário 2 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):
  • Lula (PT): 48%
  • Alckmin (PSDB): 27%
  • Em branco/Nulo: 23%
  • Não sabe: 1%
Cenário 3 (se Lula for candidato e chegar ao 2º turno):
  • Lula (PT): 46%
  • Marina (Rede): 32%
  • Em branco/Nulo: 21%
  • Não sabe: 1%
Cenário 4 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):
  • Bolsonaro (PSL): 37%
  • Haddad (PT): 26%
  • Em branco/Nulo: 33%
  • Não sabe: 4%
Cenário 5 (se o PT lançar Fernando Haddad no lugar de Lula):
  • Alckmin (PSDB): 37%
  • Haddad (PT): 21%
  • Em branco/Nulo: 38%
  • Não sabe: 3%
Cenário 6 (se o PT lançar Jaques Wagner no lugar de Lula):
  • Bolsonaro (PSL): 39%
  • Jaques (PT): 23%
  • Em branco/Nulo: 35%
  • Não sabe: 3%
Cenário 7 (se o PT lançar Jaques Wagner no lugar de Lula):
  • Alckmin (PSDB): 41%
  • Jaques (PT): 17%
  • Em branco/Nulo: 39%
  • Não sabe: 4%
Cenário 8 (se Marina chegar ao 2º turno):
  • Marina (Rede): 44%
  • Bolsonaro (PSL): 31%
  • Em branco/Nulo: 23%
  • Não sabe: 2%
Cenário 9 (se Marina chegar ao 2º turno):
  • Marina (Rede): 44%
  • Alckmin (PSDB): 27%
  • Em branco/Nulo: 27%
  • Não sabe: 2%
Cenário 10 (se Ciro chegar ao 2º turno):
  • Ciro (PDT): 35%
  • Bolsonaro (PSL): 35%
  • Em branco/Nulo: 28%
  • Não sabe: 3%
Cenário 11 (se Ciro chegar ao 2º turno):
  • Ciro (PDT): 32%
  • Alckmin (PSDB): 32%
  • Em branco/Nulo: 33%
  • Não sabe: 3%
Cenário 12 (se a esquerda ficar de fora do 2º turno):
  • Alckmin (PSDB): 33%
  • Bolsonaro (PSL): 32%
  • Em branco/Nulo: 32%
  • Não sabe: 2%
Por G1
Reviravolta? Final do Campeonato Paulista pode ser anulada

Reviravolta? Final do Campeonato Paulista pode ser anulada

​A final do Campeonato Paulista, entre Corinthians e Palmeiras, ainda está dando o que falar.Vencida pelo Timão nos pênaltis, a diretoria alviverde não concorda com o título do rival. Alegam que houve interferência externa na arbitragem, o que estava proibida para esse duelo. Dessa forma, enviaram ao Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), um pedido de impugnação da partida.

Presidente do Palmeiras irritado

Como prova do que estão contestando desde o final do jogo, Palmeiras mandou um vídeo para o tribunal. Nele, acreditam mostrar exatamente o momento, no qual o árbitro Marcelo Aparecido, recebe informação de fora.

O lance polêmico aconteceu quando o árbitro marcou um pênalti a favor do Palmeiras. Mas depois de tanta reclamação dos jogadores do Corinthians, ele resolveu voltar atrás. Segundo o Palmeiras, o juiz só mudou o que tinha marcado, pois alguém de fora falou para ele.

árbitro do jogo

Caso seja confirmada a interferência externa, a final do Campeonato Paulista pode ser anulada.

Confira o vídeo enviado para o tribunal:

Fux e Gilmar, do STF, falam sobre ‘fake news’ em evento

Fux e Gilmar, do STF, falam sobre ‘fake news’ em evento

A segunda edição do fórum Amarelas Ao Vivo, com o tema “Como as fake newse as redes sociais afetarão as eleições, o Brasil e você”, terá as presenças de dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Luiz Fux, também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e Gilmar Mendes estão entre os dez entrevistados do evento, uma versão de palco das tradicionais Páginas Amarelas de VEJA. Eles falarão a jornalistas da revista no próximo dia 24 de abril, no Teatro Santander, em São Paulo. Os ingressos estão à venda neste link.

A seis meses da eleição presidencial mais imprevisível no Brasil desde 1989, Fux será entrevistado por Policarpo Júnior, redator-chefe de VEJA, a respeito dos desafios jurídicos no combate às notícias falsas durante a campanha. Sob a gestão do ministro, o TSE criou uma força-tarefa para combater as fake news no pleito deste ano. O grupo é composto por integrantes da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e da Corte eleitoral.

Antecessor de Luiz Fux na presidência do TSE, Gilmar Mendes será entrevistado por André Petry, diretor de redação de VEJA, sobre ser um dos alvos preferenciais das lorotas que brotam e se espalham na internet. Levantamento exclusivo publicado por VEJA em janeiro mostra que o ministro é o quarto maior alvo de notícias falsas no meio político-jurídico — ele só perde, nesta ordem, para o ex-presidente Lula (PT), o presidente Michel Temer (MDB) e o juiz federal Sergio Moro.

A possível contaminação das votações por notícias falsas também será o tema abordado pela colunista Dora Kramer na conversa com Pablo Ortellado, coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo. Com doutorado pela mesma universidade, ele se tornou referência em pesquisas sobre fake news na política brasileira.

Programação

Além das entrevistas de Luix Fux, Gilmar Mendes e Pablo Ortellado, o evento Amarelas ao Vivo abordará diferentes aspectos das notícias falsas e do impacto de redes sociais.

Jaime Durán Barba, estrategista político, será entrevistado por Thais Oyama, redatora-chefe de VEJA, sobre a estratégia digital na vitoriosa campanha do presidente da Argentina, Maurício Macri, em 2015.

O colunista Ricardo Noblat conduzirá a entrevista em que o estrategista político Guillaume Liegey falará sobre como o presidente da França, Emmanuel Macron, venceu as fake news em sua campanha, em 2017.

Bia Granja, criadora do YouPix, conversa com o editor especial Daniel Bergamasco sobre como nascem e se espalham virais na internet brasileira.

O redator-chefe Fábio Altman entrevista o jornalista Ricardo Boechat sobre a relevância do jornalismo profissional em tempos de profusão de boatos e notícias mentirosas.

O publicitário Nizan Guanaes estará frente a frente com Mauricio Lima, titular da coluna Radar, em conversa sobre como proteger marcas e negócios diante do poder fulminante das redes sociais e das notícias falsas que veiculam.

A editora Adriana Dias Lopes conversará com David Uip, secretário de Saúde do Estado de São Paulo, sobre as perigosas e cada vez mais frequentes notícias falsas sobre saúde.

Acioli de Olivo falará ao colunista Augusto Nunes sobre acusações levianas e o suicídio de seu irmão, o ex-reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, em 2017.

Primeira edição

Diante de um teatro lotado, dez nomes decisivos do país encontraram dez jornalistas de VEJA na primeira edição do Amarelas ao Vivo, em novembro do ano passado.

Assista aqui aos vídeos com as entrevistas.

Fonte: Veja