set 18, 2017 | Brasil

Produtores rurais poderão renegociar dívida e conseguir novos créditos
Brasilia (DF) – O Senado aprovou esta semana projeto que institui um procedimento menos burocrático para a renegociação do crédito rural. De acordo com o Projeto 354/2014, os agricultores inadimplentes poderão renegociar suas dívidas de forma mais ágil, diretamente com as instituições financeiras que integram o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), como o Banco do Brasil. Com o fim da tramitação no Senado, o projeto foi encaminhado à Câmara Federal.
O senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS) votou favoravelmente à proposta. Segundo ele, muitos agricultores são levados a contrair novos empréstimos para quitar débitos anteriores, sendo frequente a necessidade de nova negociação. Em muitos casos, a falta de ambiente para entendimento leva à judicialização dos conflitos relativos ao crédito rural, atrasando a solução e prejudicando a produção de alimentos.
“Com dívidas e sem conseguir recursos para dar continuidade à atividade produtiva, muitos agricultores ficam numa situação financeira bem delicada. Por isso essa proposta é muito importante, porque além de não gerar um impacto fiscal negativo ao país, ela agiliza a renegociação das dívidas e desburocratiza a contratação de novos financiamentos”, explicou o senador.
O projeto fixa um prazo máximo de 180 dias para que todo processo de renegociação seja concluído, podendo ser prorrogado por mais seis meses. Prevê, também, que os bancos respondam em até 60 dias as propostas de nova negociação dos produtores, a contar da data do pedido. Nesse caso, a instituição de crédito terá que analisar a proposta de quitação apresentada pelo produtor e sua capacidade de pagamento. O banco também poderá pedir perícias técnicas e sugerir mudanças na proposta, caso o agricultor esteja inadimplente de outros empréstimos rurais.
“Para Mato Grosso do Sul é muito importante a aprovação dessa medida. Somente em Dourados são mais de 25 mil pequenos proprietários rurais que precisam de crédito para prosseguirem com o trabalho tão essencial para a economia e a geração de empregos em Mato Grosso do Sul e no Brasil”, completou Pedro Chaves.
set 14, 2017 | Brasil

Tumulto após protestos contra e a favor de cancelamento de exposição em Porto Alegre (Foto: Evandro Leal/Estadão) Fonte: G1
Uma repórter fotográfica do jornal Zero Hora foi atingida com spray de pimenta por um policial militar enquanto registrava, nesta terça (12/9), o protesto de pessoas contrárias e favoráveis à exposição Queermuseu, que foi cancelada pelo Santander Cultural após críticas no local e nas redes sociais. O ato terminou em briga e duas pessoas foram detidas.
De acordo com uma nota publicada pelo jornal, Isadora Neumann “fazia imagens da confusão entre manifestantes e Brigada Militar, quando um PM atirou o produto no rosto da jornalista”.
As imagens feitas pela repórter mostram o momento em que uma pessoa era detida pelos policiais, quando um policial se aproxima e solta um jato do spray contra ela. A lente da câmera fica coberta pelo produto.
Comandante diz que será feita análise técnica da ação
O comandante do 9º Batalhão da Brigada Militar, Eduardo Amorim, disse em entrevista ao G1 que a análise técnica da atuação do policial é feita em todos os casos em que a Tropa de Choque necessita entrar em ação.
Porém, salientou que não poderia fazer uma análise técnica do que aconteceu sem levar em conta o contexto no qual os policiais lidavam com uma situação na qual pedras eram atiradas contra eles.
“Quando meu pelotão estiver em operação de choque, tomando pedrada, não tem como visualizar nenhuma pessoa. É fácil analisar paradinho, mas não tem como identificar. Os objetos [que são atirados] vêm de tudo que é lugar. A análise técnica será feita, mas temos que mudar o foco de algumas pessoas que estão dizendo que ela foi atingida porque se tratava de uma jornalista”, justificou o comandante.
Amorim afirmou ainda que dois grupos estavam na praça, sendo que parte deles estava sem roupas em um ambiente onde circulam famílias e idosos. “Um grupo menor de pessoas se aproximou, e a Brigada viu isso e orientou esse grupo menor a não entrar na provocação. Mas todo mundo é adulto, e a Brigada afastou as pessoas do momento [em maior número], e um outro grupo veio para cima e jogou pedras”, relatou.
O grupo menor, de aproximadamente cinco pessoas, era composto por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) e outros que se posicionaram contra a exposição. Eles se aproximaram do grupo maior, favorável à exposição, quando vaias começaram. Um tumulto se formou, evoluindo para os episódios de violência.
O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul divulgou nota na qual “lamenta profundamente” que a categoria seja “mais uma vez, um dos alvos da violência desmedida da Brigada Militar”.
“Causa espanto qualquer apoio dado a ações policiais que ferem gravemente a liberdade de imprensa. É preciso olhar para o passado e não repetir os mesmos erros. Não há democracia sem imprensa livre”, finaliza a nota.
Os protestos simultâneos realizados ocorreram desde a tarde terça em frente ao Santander Cultural, no Centro de Porto Alegre. O ato terminou com briga entre manifestantes contrários e favoráveis ao cancelamento da exposição Queermuseu.
Por volta das 18h, algumas pessoas de grupos diferentes se insultaram e trocaram socos, e a Brigada Militar respondeu com gás lacrimogênio e bombas de efeito moral.
Em seguida, duas pessoas que protestavam contra o cancelamento da exposição foram presas por desacato e incitação à violência. De acordo com PMs que estavam no local, os manifestantes presos provocavam policiais e pediam que outros se juntassem às agressões verbais contra eles. Eles foram liberados após assinar um termo circunstanciado.
Encerramento da exposição
A exposição sobre a diversidade de expressão de gênero, que estava prevista para seguir até o dia 8 de outubro, foi encerrada no último domingo (10) após críticas nas redes sociais.
A mostra reunia mais de 270 obras, de 90 artistas plásticos. Algumas imagens foram consideradas ofensivas por pessoas que usaram as redes para denunciar o que consideraram um “incentivo à pedofilia, zoofilia e contra os bons costumes”.
O curador da mostra, Gaudêncio Fidelis, também foi ao protesto. No local, ainda antes dos tumultos, ele explicou que a obra que levantou críticas sobre pedofilia, da artista de Brasília Bia Leite, aborda o preconceito.
“É uma obra sobre bullying, sobre preconceito, sobre a agressão que os adolescentes e as crianças sofrem em todo o período inicial da sua vida. São duas pinturas. O fato de tomarem essas imagens de crianças e transformar isso em outra coisa, chamar de pedofilia, é uma distorção tão absurda, que só pode funcionar quando fora de contexto.”
Na segunda-feira (11), dois promotores do Ministério Público do Rio Grande do Sul foram até o Santander Cultural para visitar a exposição por conta das denúncias, mas o promotor Julio Almeida, no entanto, avaliou que não existe pedofilia.
“Verificamos as obras e não há pedofilia. O que existe são algumas imagens que podem caracterizar cenas de sexo explícito. Do ponto de vista criminal, não vi nada”, salientou, em entrevista ao G1.
set 1, 2017 | Brasil

Pedro Chaves vai ouvir vários segmentos para regulamentar carona paga em todo o país.
Brasilia (DF) – O senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS) vai promover audiências públicas para colher sugestões que ajudem a regulamentar o serviço de carona paga, prestado por empresas como a Uber, Cabify e 99 Taxi, em todo o país. O parlamentar sul-mato-grossense é relator de três projetos-de-lei que tratam do assunto no Congresso Nacional.
“Dentro de no máximo quinze dias ocorrerão as primeiras audiências na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado. Vamos ouvir taxistas, motoristas de Uber, representantes das empresas, dirigentes sindicais e autoridades de trânsito para fazer um relatório equilibrado, que contemple os interesses de todos, sem prejudicar ninguém”, revelou Pedro Chaves, durante entrevista concedida nesta quarta-feira (30) a Rádio Senado.
As brigas recorrentes entre taxistas e motoristas que prestam o serviço de carona paga é uma das preocupações do senador, que tem trabalhado pela pacificação do setor. “Nós temos que fazer com que o projeto de lei daqui do Senado, depois de aprovado, seja um marco regulatório para o transporte público e privado ”, destacou Chaves, ao ressaltar que “privado é todo aquele que usa a plataforma digital e o público o autorizado pelas prefeituras”.
Hoje, três projetos estão em discussão na CCT : um de autoria do deputado federal Carlos Zarattini, outro do deputado Ricardo Ferraço e o Projeto de Lei do Senado (PLS) número 726, do senador Lasier Martins.
“Juntei os três para ver os pontos comuns e os não comuns. Pretendemos fazer uma relatoria bem participativa e, para isso, já convocamos cinco comissões do Senado, para que elas possam fazer as audiências públicas em conjunto”, finalizou.
ago 31, 2017 | Brasil
Depois de uma semana cansativa de trabalho, que aguçou a saudade de casa, o médico João Carlos Resende se emocionou e comoveu internautas ao relatar a consulta com uma paciente de câncer. Dona Socorro chegava ao Hospital do Câncer de Barretos, em São Paulo, ansiosa por uma boa notícia, mas receberia em seguida um novo diagnóstico da doença. A simplicidade da reação da idosa, mesmo decepcionada, tocou o coração de Resende, cujo relato já alcançou mais de 200 mil curtidas no Facebook.

O texto do médico comove ao transportar o encontro no hospital para a literatura. Ela chegou a ele franzina, com “mãos de sutil aspereza de quem trabalhou pesado a vida toda”. Vestia a melhor roupa que tinha. Mas Resende precisava avisá-la de que a doença havia voltado e progredido, e ela precisaria retomar a cansativa e nauseante medicação.
Medicina humanizada
João Carlos Resende Martins Medeiros Trindade é natural de Campina Grande, na Paraíba, e foi morar no interior de São Paulo em março do ano passado para a residência em oncologia. Sempre gostou de escrever, movido pela leitura e pelo incentivo da mãe, que é revisora ortográfica. Muito ligado aos parentes desde criança, ele convive hoje com a solidão. Mas aposta na missão de ajudar na fragilidade dos pacientes com câncer, em um mundo que “usa a fragilidade das pessoas para o engano, o golpe”. E se apoia em afagos como o de Dona Socorro, o que trouxe um sopro de esperança.
Veja o emocionante relato:
Semana curta e cansativa, coração agitado, mente num turbilhão. Deus hoje resolveu me visitar. Ele tinha um corpo franzino, rosto marcado pelo sol, mãos com sutil aspereza de quem trabalhou pesado a vida toda e um cheiro de lavanda misturado com as cinzas de um fogão de lenha. Ele falava de um jeito bonito e simples, arrastado e vindo lá do Goiás. Vestia a melhor roupa que tinha, colorida, bem cuidada, mas respingada da sopa que serviram antes da consulta. O sapato de algodão listrado não combinava com a blusa florida… ah, mas Ele era Deus e podia tudo. Seus olhos fugiam dos meus. Como podia Deus se fazer pequeno assim? Logo lembrei que Ele sabe muito bem fazer isso. Lembrei que Ele foi homem, é pão e será sempre grande, pequeno Deus. Parecia envergonhado, ansioso pela notícia, infelizmente não tão boa. Estava cansado da viagem, da sala de espera lotada e de anos de luta contra o câncer. Diante da grandeza à minha frente, aumentei minha pequenez para que pudesse caber na menor brecha que ousei adentrar naquela vida. A doença mudou, progrediu e voltou a judiar. Aquele remédio que tanto cansava e nauseava aqueles poucos quilos tão frágeis se faria necessário mais uma vez.
“Mas, Dotô. Não diga isso.”
Seu rosto se entristeceu e quanto me doeu ver Deus sendo gente ali diante de mim.
“D. Socorro, não fica triste. O doutor aqui tem coração mole e pode chorar.”
Olhou para mim e pude ver o brilho dos olhos sábios dizendo: “Vou chorar em casa, para o senhor não olhar.”
Como aquilo me engrandecia. Como pode Deus me visitar assim. Ali acabou meu cansaço. Ali só coube emoção. Examinei aquele corpo pequeno. Coração forte e barulhento, pulmões que sopraram em mim o sopro da vida e contemplei o mais belo sorriso com as cócegas geradas ao palpar seu abdome. Pensava comigo o quanto eu queria, com minha mão, retirar cada um daqueles tumores e ao mesmo tempo me emocionava porque, com aquela visita, Deus retirava cada um dos meus, não físicos. Minha prescrição seria o que menos importava ali, mas assim mesmo a fiz.
“D. Socorro, vou prescrever aquele remédio chatinho, mas para tentar controlar a doença da senhora.”
Humilde, respondeu: “É o jeito.”
No final de tudo, depois de eternos poucos minutos de graça, Deus olhou para mim e disse: “Dotô, o resto pode estar doente e não prestar, mas meu coração é grande e bom.” Ah, Deus! Que coração.
Já emocionado, apenas pedi um abraço e agradeci por tudo aquilo. Ganhei mais. Ganhei uma foto, um carinho no rosto e a certeza de que Deus sempre está comigo e sempre me visita de diversas formas. Hoje Ele me visitou, me curou e me deu força para continuar. Ironicamente, saiu daquela sala e falou: “Fica com Deus, Dotô.”
“Estive com Ele, D. Socorro.”
portaldenoticias.net/
ago 21, 2017 | Brasil
Além da etapa e do ranking geral, José Vitor Leme, 21 anos, foi eleito a revelação da temporada 2017. Troca dos gramados pelas arenas ocorreu em 2014, com incentivo do pai.
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| José Vitor Leme obteve a maior nota da final da competição de montaria em touros da PBR em Barretos 2017 (Foto: Mateus Rigola/G1) |
O peão José Vitor Leme, 21 anos, de Ribas do Rio Pardo (MS), venceu a etapa final da Professional Bull Riders (PBR) na Festa do Peão de Barretos 2017. Com a pontuação de 88.5 conquistada na noite deste domingo (20), tornou-se o campeão brasileiro de montaria em touros de 2017.
Além do título, Leme foi eleito o peão revelação do ano. Ele foi o segundo competidor da história a receber as três principais premiações da temporada. Antes dele, apenas Luciano de Castro, de Guzolândia (SP), havia conseguido o feito, em 2015.
Superando o touro Zorro, Leme ganhou, também, o prêmio de R$ 80 mil e a oportunidade de representar o Brasil na etapa final da PBR em Las Vegas (EUA), em novembro. Antes, em outubro, compete em um rodeio internacional no Canadá.
“É um título muito importante. Todos os competidores de montaria em touros do mundo gostariam de vencer nessa arena de Barretos. É um título que vai me ajudar muito na minha carreira”, diz.
Dos gramados às arenas
Antes de brilhar e realizar o sonho de vencer na arena do maior rodeio da América Latina, o peão teve de tomar uma decisão importante que mudaria o rumo da sua vida: deixar os campos de futebol para se arriscar em cima dos touros.
Meio-campista desde os 13 anos, Leme passou pelas categorias de base de clubes do Mato Grosso do Sul, onde morava. Jogou pelo Cene, Operário e Comercial. Em São Paulo, vestiu a camisa do XV de Piracicaba.
Leme não se profissionalizou no futebol e abandonou a carreira nos gramados aos 18 anos. Como sempre morou em sítios e teve o pai, ex-peão, como incentivador e professor, o jovem campeão migrou para as arenas.
“Eu pensei bastante, pois estava difícil. Futebol acabou não sendo só habilidade que mandava. Era muita coisa envolvida. Então resolvi arriscar mesmo nas montarias e graças a Deus deu certo”, conta.
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| José Vitor Leme comemora título em Barretos 2017 (Foto: Mateus Rigola/G1) |
Por Vinícius Alves, G1 Ribeirão e Franca
ago 10, 2017 | Brasil

Senador vai disponibilizar a cartilha para que todos os interessados imprimam e distribuam nos estados e municipios
Brasilia (DF) – O ministro da Educação, Mendonça Filho, elogiou a iniciativa do senador Professor Pedro Chaves (PSC/MS) de criar e publicar uma cartilha com orientações sobre o novo Ensino Médio, que começa a ser implantado em todo país. A cartilha foi lançada na noite desta quarta-feira (09) na Biblioteca do Senado.
“Para mim foi uma enorme alegria conhecer o senador e aprender com ele, que tem uma capacidade rara de articular, de persuadir sem agredir, de convencer a partir de argumentos sólidos e de levar adiante projetos que dizem respeito aos interesses do Brasil. Eu sou seu parceiro e reconheço, em nome do governo do presidente Temer, especialmente da nossa equipe do MEC, a sua importante contribuição em favor da educação do nosso país”, afirmou o ministro, que fez questão de estar presente à solenidade. “A trajetória de Pedro Chaves, que já é marcante na área da educação, será agora ainda mais consagrada, a medida em que ele colaborou de forma decisiva para que a gente pudesse oferecer aos jovens um horizonte diferente e promissor com o novo Ensino Médio”, complementou o ministro.
A cartilha “Novo Ensino Médio: o que é importante saber” reúne, de maneira didática, perguntas e respostas sobre as principais mudanças trazidas pela Lei 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. A nova legislação, relatada no Senado por Pedro Chaves, promoveu a maior mudança estrutural da educação brasileira dos últimos 20 anos, tanto em relação aos currículos do Ensino Médio, quanto à Política de Fomento à Educação em Tempo Integral. Impressa pela Gráfica do Senado, ela será distribuída inicialmente nas escolas de Mato Grosso do Sul, mas o objetivo é levá-la a todo o Brasil.
“A nova legislação é um passo importante para que se inicie nas escolas programas, projetos e ações dinâmicas, que atendam as verdadeiras necessidades do aluno”, avalia o senador. “Fizemos a cartilha porque, quando debatíamos a reforma, surgiram muitas perguntas, das mais simples às mais complexas. É fundamental que todas as dúvidas sejam esclarecidas”, pondera Pedro Chaves.
Entre as mudanças propostas no novo Ensino Médio, e que a cartilha aborda, estão o fomento ao tempo integral, o incentivo às formações técnicas e a flexibilização do currículo, que deixa de ter 13 disciplinas obrigatórias e passa a ter apenas três. Isso permitirá aos estudantes optarem pelas áreas do conhecimento e itinerários formativos que estejam de acordo com suas vocações.
Participaram do evento, além do ministro Mendonça Filho, a secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães, o secretário de Educação Superior do MEC, Henrique Sartori, o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieri Soares, os senadores João Alberto (PMDB/MA) , Lúcia Vânia (PSB/GO), Ana Amélia(PP/RS), Ronaldo Caiado(DEM/GO), Flexa Ribeiro(PSDB/PA), José Agripino (DEM/RN) e Waldemir Moka(PMDB/MS), o ex senador Marcondez Gadelha, o deputado Izalci Lucas (PSDB/DF), o presidente do Diretório Nacional do PSC, Pastor Everaldo, a reitora do IESB, Ieda Coutinho Barbosa, o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi , o gerente-executivo de educação do SESI, Sérgio Gotti, e o ex-reitor da Universidade Católica Dom Bosco, de Campo Grande, padre José Marinoni, entre outros.