jul 4, 2018 | Brasil

CNI/Ibope: Bolsonaro é mais rejeitado que Lula
O índice de rejeição ao deputado Jair Bolsonaro é o maior entre todos os pré-candidatos à Presidência nas eleições deste ano, segundo última pesquisa CNI/Ibope.
Bolsonaro é rejeitado por 32% dos entrevistados. Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato, configura como o segundo mais rejeitado, com 31%.
O ex-governador paulista Geraldo Alckmin tem 22% de rejeição, enquanto Marina Silva e Ciro Gomes têm 18%. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é rejeitado por 13%, seguido por Fernando Haddad, com 12%, Henrique Meirelles, com 11%, e Levy Fidelix, com 10%.
Alvaro Dias, Manuela D’Ávila, Guilherme Boulos e Flavio Rocha são citados por 9% dos brasileiros. João Amoêdo e Paulo Rabello de Castro tem rejeição de 8% cada um.
A pesquisa foi realizada entre 21 e 24 de junho com 2 mil pessoas em 128 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-02265/2018 e tem margem de erro de dois pontos porcentuais.
Fonte: Yahoo
jun 20, 2018 | Brasil

Senador da Educação, Pedro Chaves destaca avanços e atrasos nestes quatro anos do Plano Nacional de Educação
Relator da reforma do Ensino Médio, o senador Pedro Chaves (PSC) discursou nesta quarta-feira (20), no seminário dos quatro anos do PNE (Plano Nacional de Educação), sobre os avanços e atrasos do programa aprovado como lei em 2014, e com vigência até 2024, que estabeleceu metas, estratégias e dispositivos pensados para dar um norte ao setor educacional do Brasil. “O Plano é de todos os brasileiros e sua execução, conforme a Lei, cabe aos três níveis de governo – federal, estadual e municipal. Assim, a existência do atual PNE foi uma enorme vitória para nós, brasileiros, porque significou que Legislativo, Executivo e sociedade civil conseguiram se unir em torno de um objetivo comum: a educação brasileira”.
Porém, conforme Pedro Chaves, existem dificuldades enormes para que o Plano cumpra com seus objetivos e metas. Anteriormente, o Plano vigente entre 2001 e 2010 teve poucos resultados concretos. “Já tivemos tropeços antes. Não podemos errar novamente. Milhões de brasileiros desejam ter uma educação moderna, crítica e eficiente para todos”.
Restando seis anos para finalizar as metas desenvolvidas, o PNE, segundo o senador precisa da união de todos. “Executivo, Legislativo, Tribunais de Contas, professores e demais profissionais da educação”.
Com 20 metas, o programa educacional já perdeu oito prazos para ser implementado em sua totalidade. Completando quatro anos no próximo dia 25 de junho, apenas seis dos 30 dispositivos relacionados à Educação Básica que deveriam ter sido cumpridos até o ano de 2017 foram realizados total ou parcialmente no ano passado, segundo dados reunidos por parceiros do Observatório do PNE, neste balanço sobre o Plano.
Os desafios, porém, ainda são muitos. De acordo com o senador, em relação às metas 1, 2 e 3, de acesso, ainda existem 2,5 milhões de crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. A faixa etária mais atingida é a de jovens de 15 a 17 anos, em especial, os de renda mais baixa, os moradores das áreas rurais e os negros e pardos.
Quanto à universalização do atendimento destes jovens, preocupação da Meta 3, o desafio recai sobre a evasão escolar. Cerca de 900 mil adolescentes estão fora da escola. A desigualdade também ainda está alta: dentre o quartil (25%) de famílias brasileiras mais ricas, 52,3% das crianças de 0 a 3 anos estão matriculadas na creche no Brasil. Já dentre o quartil de famílias mais pobres, essa taxa é de 21,9%.
“A reforma do Ensino Médio, da qual fui honrosamente designado relator da Medida Provisória, chegou em boa hora e nos aproximou dos modelos mais modernos experimentados pelos países mais desenvolvidos. Mas, para o PNE sair do papel é essencial a elaboração de um plano de ação que trace um caminho para onde queremos chegar”, afirmou Pedro Chaves.
O planejamento, segundo o senador, precisa de políticas públicas que pelo menos reduzam as desigualdades, com o direcionamento de mais e melhores insumos educacionais às localidades e segmentos populacionais que mais precisam. “De igual modo, é preciso priorizar a formação inicial e continuada dos professores; a valorização salarial e da carreira docente e a garantia do acesso em estabelecimentos com infraestrutura digna para alunos e profissionais da Educação”, pontuou.
Para finalizar, Pedro Chaves citou seu amigo, senador Cristóvão Buarque que todos os dias, ressalta na tribuna do Senado, a necessidade de uma educação de qualidade para o futuro do país. “Só por meio da educação seremos capazes de criar um novo Brasil. Já dizia Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”.
jun 19, 2018 | Brasil

Gracyanne Barbosa usa calcinha transparente destacando bumbum
Gracyanne Barbosa gosta de ousar. Nesta segunda-feira (18), a mulher de Belo postou uma imagem na rede social em que aparece com uma calcinha preta transparente, deixando seu bumbum de fora. Para completar o look, a musa fitness usou botas e jaqueta de couro pretas.
Em entrevista recente para a QUEM, Gracyanne contou não ter receio de ser ousada em suas redes sociais e, por conta disso, leva numa boa as cantadas que recebe dos fãs. Ousados, alguns seguidores, principalmente mulheres, chegam até a mandar nudes para a morena.
“Já recebi cantadas mais ousadas. Recebo nudes de homens e, principalmente, de mulheres. Eu aprendi a lidar numa boa, afinal tenho um lado sensual mais exposto em redes sociais, então é comum acontecer isso. Costumo dizer que esses são admiradores, meus fãs mesmo, aqueles que me acompanham diariamente, respeitam meu trabalho, meu espaço e principalmente respeitam a minha pessoa”, contou ela.


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Gracyanne Barbosa (Fotos: Reprodução/Instagram) Revista Quem
maio 30, 2018 | Brasil
Granjas registram mortes e canibalismo
Os desdobramentos da paralisação dos caminhões, que segundo a Associação Sul-matogrossense dos Suinocultores (Asumas), passa dos limites, já acarretou o prejuízo de R$ 30 milhões à classe e 25 mil cabeças deixaram de embarcar para os frigoríficos. Falta de ração nas granjas, que não passa pelas barreiras, causa perda de peso do animal, queda de abate nos frigoríficos, mortes nas granja e o canibalismo, quando os porcos passam a morder, principalmente rabo e orelhas, para suprir a desnutrição.
A grave situação foi pauta de reunião com o dirigente da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck. “A situação é grave e pode impactar o consumidor final. Além do Governo do Estado já registrar alta queda de arrecadação, animais estão morrendo e um cenário sem precedentes se desenha”, alerta o secretário.
Segundo o presidente da Asumas, Celso Philippi Júnior, a paralisação tomou proporções de calamidade e precisa ser interrompida. “Nossa reunião com o Governo do Estado foi justamente para pedir apoio, principalmente nas escoltas dos caminhões com insumos. Nossas granjas já não possuem ração e a região de Dourados é uma das mais impactadas”, relata.

Os pontos de paralisação que impedem os abates de suínos na região de Dourados, segundo a Asumas, estão em Fátima do Sul, Dourados (quatro pontos), Itaporã e Laguna Carapã. “As granjas que ainda conseguem acesso à comida pra os animais, estão disponibilizando apenas milho triturado. Isso é insuficiente”, destaca o presidente da Associação.
Ainda de acordo com a Asumas, Mato Grosso do Sul possui cerca de 300 mil animais na fase de engorda, que estão deixando de ganhar cerca de um quilo por dia. O prejuízo é de 300 toneladas de suínos diariamente.
Verruck afirmou que somará esforço com a Secretaria de Estado de Segurança para apoio às escoltas. “Buscaremos reforços para escoltar caminhoneiros, pelo menos nas áreas estratégicas, que dão acesso aos frigoríficos e granjas, diminuindo o impacto da situação, que reforçamos, é bastante grave”, finaliza.
Também participaram da reunião representantes da Famasul, das indústrias, suinocultores de Dourados e região, e da Associação de Avicultores de MS (Avimasul), categoria que sofre a mesma situação. Cerca de 2,3 milhões de aves deixaram de embarcar para os frigoríficos até esta terça-feira (29).
maio 25, 2018 | Brasil

Pedro Chaves defende caminhoneiros e culpa má administração da Petrobras pelo aumento abusivo dos preços
O senador Pedro Chaves (PRB) manifestou na terça-feira (22), na tribuna do Senado, repúdio à alta abusiva dos combustíveis no país. Ele culpou a Petrobras por estar repassando ao consumidor final, o prejuízo de anos de má administração e desmandos. Como consequência deste repasse, está havendo sucessivos aumentos nos preços da gasolina e do diesel. Segundo ele, no ano passado, o litro da gasolina aumentou 61 vezes e o do diesel 68 vezes em menos de seis meses. “De julho de 2017 a maio de 2018, a alta do preço do combustível foi acima de 42%. E como se isso não bastasse, novo reajuste foi anunciado hoje (terça-feira). Não podemos aceitar isso! O Poder Público precisa tomar uma providência urgente”, exclamou Pedro Chaves.
Um dia após o discurso no Plenário do Senado, a greve dos caminhoneiros atingiu todo o Brasil. Em diversas cidades está havendo falta de alimentos e combustíveis, problemas em aeroportos e ônibus devido ao desabastecimento, e até frotas policiais foram reduzidas. Apesar da preocupação com o impacto causado pela greve, Pedro Chaves manifestou apoio aos caminhoneiros que estavam na BR-158, entre os municípios de Cassilândia e Paranaíba.
“Durante visita a municípios da região do Bolsão fiz questão de cumprimentar os grevistas que estão sendo penalizados com a política de preços da Petrobras que tem repassado as flutuações nas cotações internacionais às refinarias, o que significa que a alta do dólar impactou o custo do frete, incomodando o setor de transporte”, afirmou o senador.
No meio da paralisação dos grevistas, Pedro Chaves pediu providência urgente do Poder Público; “É preciso sair em defesa do consumidor brasileiro que está convalido economicamente falando. O povo brasileiro não tem condições de arcar com mais esse prejuízo em série. Além disso, causa extrema preocupação o fato dos parâmetros da economia estarem em franca recuperação e, agora, com essa alta sucessiva de preços poderá comprometer a taxa de juros, a inflação e todos os indicadores importantes que podem melhorar a qualidade de vida da população brasileira”, ressaltou.
Mais tarde, após a realização do acordo entre o governo federal e os representantes dos caminhoneiros, Pedro Chaves manifestou contentamento com a solução encontrada. “O aumento do combustível afetou todo o país, não só os caminhoneiros, mas as crianças que precisam ir para a escola, os trabalhadores em geral e até os animais que por falta de ração, muitos acabaram morrendo. Diante disso tudo, o governo federal fez acordo com os grevistas que irão suspender a paralisação por 15 dias, para que sejam definidas novas medidas que possam atenuar esses preços. Então, graças a Deus, fico feliz com a solução encontrada pelos caminhoneiros, ministros e presidente da República que entenderam a criteriosa necessidade de continuar os serviços de transporte a fim de não penalizar ainda mais a população”.
Oito entidades assinaram pacto com o governo que deve custar R$ 5 bilhões aos cofres públicos. No entanto, apesar do acordo, a paralisação não foi totalmente interrompida, já que alguns representantes da categoria, como a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), não subscreveram o documento do governo, e quem está na rua não necessariamente se sentiu representado.
Diante da continuidade da greve, o presidente Michel Temer (MDB) disse nesta sexta-feira (25) que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhoneiros em greve. Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros para uma “avaliação de segurança” sobre a situação no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta (24).
maio 9, 2018 | Brasil

Onicofagia: Compulsão em roer unhas é sinal de alerta
Roer a unha pode parecer normal. Mas muitos desconhecem os danos que pode causar à saúde se isso se tornar um hábito compulsivo. É a chamada onicofagia, que atinge homens e mulheres de todas as idades, sendo mais comum em crianças e adolescentes.
Para a psicóloga clínica de São Paulo Marina Genova, isso não é considerado um distúrbio, mas um sintoma de que algo não está bem. “Na psicologia é dito como um fenômeno subjetivo, que podem ser pensamentos, comportamentos, um sinal de que alguma coisa possa estar causando muito sofrimento, ansiedade e angústia”, explica.
Além disso, a psicóloga explica que há estudos que abordam a onicofagia. “Estes dizem que esse hábito pode estar intimamente relacionada à compulsões, ou seja, comportamentos adotados no alívio da ansiedade. Também pode associar-se a depressão”, ressalta.
Outro motivo que leva as pessoas a roerem as unhas é o nervosismo. O analista de suporte de Santo André João Ângelo de Marchi Junior, de 22 anos, sabe bem disso. “Quando fico nervoso com alguma coisa é a hora que mais fico roendo as unhas”, diz.
O ato de levar a unha até a boca pode causar o seu desgaste, ocasionar cáries e até uma infecção. Para o dermatologista do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, Valter Claudino, os problemas vão além da estética. “Além disso, esse ato estará eliminado a barreira de proteção da unha dando oportunidades à entrada de bactérias e fungos, ocasionando as infecções secundárias”, afirma.
A tecnóloga de Santo André Aline Cantão Lima, de 22 anos, é um exemplo. Ela roe as unhas desde criança e já provocou até sangramentos. Aos 15 anos teve depressão o que a fez roer mais ainda. No mesmo ano, surgiu a gastrite e, por isso, teve que começar a se controlar.
“Com a depressão, eu ficava muito triste e ansiosa e roia muito as unhas, mas como tomava remédios para isso e para a gastrite tive que me controlar porque eles eram extremamente fortes”, relata. Para ajudar, ela passava esmalte com cheiro e gosto ruim. “ Mas não adiantou, porque me acostumei e continuei roendo”.
Aos poucos Aline está parando de roer as unhas. “Recentemente, consegui pela primeira vez pintar a unha de francesinha, parece besteira, mas para mim foi uma conquista”, comemora.
Recomendação – A psicóloga explica que o acompanhamento psicológico é bastante valioso e aconselhável para as pessoas que sofrem com isso. “Psicoterapeuta e paciente, poderão trabalhar e descobrir o que está por trás da ansiedade que eventualmente está desencadeando aquele sintoma, além de observar outros conteúdos que fazem o paciente ser quem é”, afirma.
Ela ainda conta que produtos com gosto desagradáveis para passar nas unhas e evitar que sejam roídas, podem até amenizar. “Esse efeito será por um determinado período, porque na verdade o sintoma reaparecerá na mesma forma ou apresentado sob outra, que poderá ter também um caráter de automutilação ou não”.