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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 16 de Setembro de 2026

TV Canção Nova supera audiência da Globo durante o Fantástico pela terceira semana seguida

A TV Canção Nova bateu um recorde ao registrar, no último domingo (21), dois dígitos de audiência. Com o programa “Repórter Canção Nova” a emissora fundada por Monsenhor Jonas Abib marcou 28,1 pontos e chegou a superar a TV Globo.

Não é a primeira vez que a Canção Nova supera a Globo, nos últimos três domingos a emissora chegou a ficar na frente durante quase toda programação.O apresentador do Repórter Canção Nova chegou a brincar ao vivo dizendo que após o terceiro domingo no topo da audiência, o canal merece pedir música no Fantástico.

 

VÍDEO: travesti invade culto e expõe sexo com pastor aos gritos de ‘não quer pagar

VÍDEO: travesti invade culto e expõe sexo com pastor aos gritos de ‘não quer pagar

O vídeo em que uma travesti invade uma igreja na hora do culto viralizou nas redes sociais. Na filmagem, é possível ver a mulher dentro do templo, que seria na Assembleia de Deus, em Pernambuco, rasgando o verbo.

A travesti, que não teve seu nome divulgado, entrou na igreja para cobrar uma dívida que o pastor tinha com ela. Aos gritos, ela afirma que o religioso não cumpriu o acordo combinado pelo sexo. “Vai lá, dá o cu e chupa pau e não quer pagar”, afirmou, nervosa.

A confusão foi filmada por fieis que acompanhavam o culto.

Veja o vídeo: 

Hoje católico, ex-pastor conta como venceu a rejeição a Maria e passou a amá-la

Hoje católico, ex-pastor conta como venceu a rejeição a Maria e passou a amá-la

Scott Hahn

Hoje católico, ex-pastor conta como venceu a rejeição a Maria e passou a amá-la

blog do professor Felipe Aquino compartilhou nesta semana um trecho do livro-testemunho “Salve, Santa Rainha“, publicado no Brasil pela Editora Cléofas. O autor é o ex-pastor presbiteriano Dr. Scott Hahn, que relata o seu primeiro “encontro” com Maria, como Mãe de Deus e nossa mãe, superando a rejeição que tinha por ela com base em preconceitos anticatólicos.

Eis o extrato de seu testemunho:

Com toda a minha piedade recém-descoberta, eu tinha ainda quinze anos e era muito consciente da minha “tranquilidade”. Havia apenas alguns meses, eu tinha deixado para trás vários anos de culpa juvenil e aceitado Jesus como meu Senhor e Salvador. Meus pais, que não eram particularmente presbiterianos devotos, notaram em mim uma mudança e, de coração, me aprovaram. Se a religião fosse para me manter fora daquela culpa juvenil, então que assim fosse.

O zelo pela minha nova fé me consumia a maior parte do tempo. No entanto, num dia de primavera, eu estava consciente de que algo mais me inquietava. Tive um problema estomacal com todos os desagradáveis sintomas. Expliquei minha situação para o meu professor na sala de aula, que me mandou para a enfermaria da escola. A enfermeira, depois de verificar minha temperatura, me pediu para deitar, enquanto ligava para minha mãe.

A partir da conversa que ouvi, eu poderia dizer que iria para casa. Senti um alívio imediato e cochilei. Acordei com um som que me golpeou como uma navalha. Era a voz da minha mãe, que estava cheia de piedade materna.

“Ah”, ela me disse quando me viu ali.

Então, de repente, me ocorreu: Minha mãe vai me levar pra casa. O que vão pensar meus colegas ao verem minha mãe saindo comigo daqui? E se ela tentar colocar seu braço sobre mim? Serei motivo de chacota…

A humilhação estava a caminho. Eu já podia ouvir os caras zombando de mim: “Você viu a mãe dele enxugando sua testa?”

Se eu fosse católico, sentiria, nos quinze minutos seguintes, o meu purgatório. Para minha imaginação evangélica, porém, o inferno. Então, olhei fixo para o teto, acima do sofá da enfermeira, e tudo o que eu podia ver era um longo e insuportável futuro como “o filhinho da mamãe”.

Sentei-me para enfrentar aquela mulher se aproximando de mim com a máxima piedade. Na verdade, foi a piedade dela que eu achei mais repugnante; afinal, dentro da compaixão de toda mãe, está a necessidade do seu “pequeno” – e aquela forma de carência e pequenez, definitivamente, não era legal.

“Mãe”, sussurrei antes que ela pudesse dizer uma palavra. “Você não poderia sair daqui antes de mim? Não quero que meus colegas vejam você me levando pra casa”.

Minha mãe não disse uma palavra. Deu meia-volta, saiu da enfermaria e da escola, direto para o carro. De lá, me levou para casa, perguntou-me como eu me sentia e se certificou de que eu fosse para cama com os remédios habituais.

Foi por um triz, mas eu tinha a certeza de ter escapado com tranquilidade. Fui me deitar numa quase perfeita paz.

Naquela noite eu pensei sobre a minha “calma” novamente. Meu pai foi até meu quarto para ver como eu estava me sentindo. “Bem”, respondi. Então, ele me olhou seriamente.

“Scottie”, disse ele, “sua religião não significará muito se tudo não passar de simples palavras. Você tem que pensar sobre a maneira como trata as outras pessoas”. E aí, veio o “puxão de orelha”: “Nunca se envergonhe de ser visto com sua mãe”.

Eu não precisava de explicações; podia ver que papai estava certo, e tive vergonha de mim mesmo por ter me envergonhado de minha mãe.

Adolescentes espirituais

No entanto, não é assim com muitos cristãos? Morrendo pregado à cruz, em seu último testamento e sua última vontade, Jesus nos deixou uma mãe. “Quando Jesus viu Sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que Ele amava, disse a Sua mãe: ‘Mulher, eis aí o seu filho!’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe!’. E dessa hora em diante, o discípulo a recebeu em sua casa” (Jo 19,26-27).

Nós somos Seus discípulos amados, Seus irmãos mais novos (ver Hb 2,12). Sua casa celeste é a nossa, Seu Pai é nosso e Sua mãe é nossa. Quantos cristãos, porém, a estão recebendo em suas casas?

Além disso, quantas igrejas cristãs estão cumprindo a profecia do Novo Testamento de que “todas as gerações” a chamarão “Bem-aventurada” (Lc 1,48)? Muitos ministros protestantes – e aqui eu falo da minha própria experiência passada – evitam até mesmo mencionar a mãe de Jesus, por medo de serem acusados de “católicos ocultos”. Às vezes, os membros mais zelosos de suas congregações têm sido influenciados por polêmicas anticatólicas incômodas. Para eles, a devoção mariana é uma idolatria que coloca Maria entre Deus e o homem ou que exalta Maria à custa de Jesus. Assim, por vezes, você vai encontrar igrejas protestantes nomeadas como de São Paulo, São Pedro, São Tiago, ou São João, mas dificilmente chamada de Santa Maria. Você vai encontrar frequentemente pastores pregando sobre Abraão ou Davi, antepassados distantes de Jesus, mas praticamente nunca ouvirá um sermão sobre Maria, Sua mãe. Longe de chamá-la de Bem-aventurada, a maioria das gerações protestantes vivem a vida sem nunca a chamar em nada…

Esse não é somente um problema protestante. Muitos católicos e ortodoxos têm abandonado a rica herança das devoções marianas. Foram intimidados pelas polêmicas dos fundamentalistas, envergonhados pelo riso de teólogos dissidentes, ou se envergonharam até de boa intenção, mas estão equivocados na sensibilidade ecumênica. Eles estão felizes por terem uma mãe que reza por eles, prepara suas refeições e mantém suas casas; mas somente desejam que ela fique, com certeza, fora de vista, quando outros estiverem ao redor, pois simplesmente não os entenderiam.

Maria, Maria, muito pelo contrário

Eu também me sinto culpado por essa filial negligência não só com a minha mãe terrena, mas também com minha mãe em Jesus Cristo, a Bem-aventurada Virgem Maria. O caminho da minha conversão me levou para o ministério presbiteriano. Ao longo dessa caminhada, tive meus momentos antimarianos a partir de uma culpa juvenil.

Meu primeiro encontro com a devoção mariana veio quando minha avó faleceu. Ela era a única católica dos dois lados da minha família, uma calma, humilde e santa alma. Como eu era o único praticamente de uma religião na família, meu pai me deu os artigos religiosos de minha avó quando de seu falecimento. De repente, eu olhei para aquilo horrorizado. Segurei seu rosário entre minhas mãos e, à parte, arrebentei-o, dizendo: “Deus, liberte-a das correntes do catolicismo que a prendiam”. Eu quis dizer isso mesmo. Eu via o Rosário e a Virgem Maria como obstáculos que se colocavam entre minha avó e Jesus Cristo.

Mesmo quando lentamente fui me aproximando da fé Católica – atraído inexoravelmente por uma verdade após outra da doutrina –, eu não poderia aceitar para mim mesmo os ensinamentos da Igreja sobre Maria.

A prova de sua maternidade viria para mim somente quando tomei a decisão de me deixar ser seu filho. Apesar de todos os poderosos escrúpulos da minha formação Protestante – lembre-se, havia poucos anos, eu dilacerara as contas do terço de minha avó –, eu mesmo, um dia, peguei o terço e comecei a rezar. Rezei numa intenção bem específica, praticamente impossível de ser atendida. No dia seguinte, peguei o terço e rezei de novo, e no outro dia também, e no outro, e no outro… Meses se passaram antes de eu perceber que minha intenção, uma situação praticamente impossível, tinha sido revertida desde o primeiro dia em que peguei no rosário e comecei a rezar. O meu pedido tinha sido atendido.

A partir desse momento, eu conheci minha mãe. A partir desse momento, acreditei, realmente conheci a minha casa na aliança da família de Deus: sim, Cristo era meu irmão. Sim, Ele me ensinara a rezar o “Pai-Nosso”. Agora, no meu coração, eu aceitava a Sua ordem para “receber” a minha mãe.

O professor Felipe acrescenta ao final do extrato:

Você pode saber um pouco mais sobre esta linda história no livro “SALVE, SANTA RAINHA”. Além disso neste livro, com base nas escrituras e fundações históricas, Hahn apresenta um novo olhar na doutrina Mariana: Sua Concepção Imaculada, Virgindade Perpétua, Assunção e Coroação. Ele guia os leitores modernos através destas passagens cheias de mistérios e poesia, e os ajuda a redescobrir a arte antiga e a ciência da leitura das Escrituras para se adquirir um entendimento mais profundo das veracidades e a relação da fé com a prática da religião no mundo contemporâneo. Vale a pena conhecer este livro!

Aumento de acesso àinternet banda larga foi incentivado por pequenos prestadores

Aumento de acesso àinternet banda larga foi incentivado por pequenos prestadores

Em Mato Grosso do Sul, provedores de pequeno porte dominam o mercado e levam inclusão digital a regiões afastadas

Ter acesso à internet é requisito praticamente obrigatório para trabalhar, estudar e até mesmo relaxar nos dias atuais, e os números desse setor crescem a cada ano. De 2015 a 2019 houve um aumento de mais de 37% nos acessos à rede em Mato Grosso do Sul segundo dados da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), e boa parte da responsabilidade por esse crescimento é das chamadas Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs), que no Estado representam 60% da internet fornecida e estão presentes nos 79 municípios.

“O cenário que temos hoje aqui no Mato Grosso do Sul é muito positivo pro nosso segmento. Alguns fatores contribuem com isso, como por exemplo o agronegócio, que depende muito de tecnologia mas as grandes operadoras não chegam nas fazendas, nas indústrias e em áreas que são mais afastadas, e os provedores regionais conseguem chegar até lá e atender com qualidade”, explica Dário Burda Júnior, presidente da APIMS (Associação de Provedores de Internet de Mato Grosso do Sul).

De acordo com a Anatel, em janeiro desse ano o serviço de banda larga fixa registrou 31,1 milhões de contratos ativos, um crescimento de 6,1% em doze meses (mais 1,8 milhão de assinantes). Cerca de 90% desse aumento foi registrado pelas PPPs, empresas que detêm menos de 5% de cada mercado de varejo em que atuam. As Prestadoras de Pequeno Porte totalizaram 7,4 milhões de contratos ativos, aumento de participação de 28,5%. “As grandes operadoras (Oi, Tim, Claro, entre outras) estão presentes em não mais que quatro municípios do nosso Estado, e isso favorece que os provedores regionais façam um trabalho mais próximo, levando a comunicação de forma mais abrangente e fazendo com o que o mercado tenha um crescimento”, completa Dário.

Segundo o presidente da APIMS, os provedores regionais conseguem atender todos os segmentos em diferentes cenários, tanto em áreas urbanas como rurais, desde clientes residenciais, que buscam um serviço com bom custo-benefício até indústrias de grande porte, como usinas e fazendas.

“Estima-se que de 60 a 62% do crescimento da comunicação hoje é graças aos provedores regionais. Há um reconhecimento muito forte,até mesmo do governo, de que quem faz inclusão digital hoje no Brasil são as PPPs, então essa inclusão que está acontecendo e se fortalecendo todos os dias é graças às empresas que prestam serviço de forma regional. Nós estamos presentes atualmente em 100% do cenário voltado à comunicação, mas sabemos que ainda há um longo caminho e muito trabalho para ser feito”, finaliza.

Sobre a APIMS:A Associação dos Provedores de Internet de Mato Grosso do Sul foi fundada em 2016 com o objetivo de valorizar o segmento dos Provedores de Acesso à Internet na sociedade, buscando fomentar um segmento muito importante mas ainda pouco explorado.

Bancada evangélica pode derrubar decreto de armas de Bolsonaro, diz jornal

Bancada evangélica pode derrubar decreto de armas de Bolsonaro, diz jornal

Saulo Cruz/Agência Câmara

Bancada evangélica pode derrubar decreto de armas de Bolsonaro, diz jornal

A bancada evangélica da Câmara, embora integre o governo, engrossa o coro junto à oposição e articula tentar derrubar o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza o porte armas. As informações são do O Globo.

O decreto publicado na quarta-feira (8), altera as normas sobre o direito ao porte de armas e munições, além de facilitar o porte para várias profissões, se tornou umas das principais discordâncias dos 195 religiosos em relação ao atual governo.

A oposição, formada pelo PSOL, PT e Rede, já apresentou projetos de decretos legislativos que pedem a revogação integral da medida. Os deputados evangélicos, porém, querem apresentar um projeto próprio.

Um dos principais articuladores é o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), ligado à Assembleia de Deus Vitória em Cristo, igreja liderada pelo pastor Silas Malafaia. “Estou conversando com vários deputados, e já temos vários que vão apoiar sim o decreto legislativo, desde que não seja apresentado por partidos de esquerda. Não apoiamos nada do PT. Se for do PT não terá nosso apoio”, disse.

A posição dos evangélicos, segundo parlamentares ouvidos pelo GLOBO, seria uma forma de retaliação a iniciativa do governo tributar igrejas, além de manter o grupo – que ajudou a eleger Bolsonaro – excluído da composição do Executivo. A bancada ainda não deliberou formalmente sobre o tema.

O presidente Jair Bolsonaro já admitiu para lideranças evangélicas que o tema vai ser estudado, disse a coluna de Bela Megale.

Presidente da bancada da bala, o deputado Capitão Augusto (PR-SP) não gostou da iniciativa da bancada evangélica, e disparou: “Aí é fogo amigo”.

Tristeza é o sentimento que mais predomina no mundo, diz pesquisa

Tristeza é o sentimento que mais predomina no mundo, diz pesquisa

Tristeza, raiva e medo. Este são os sentimentos que predominaram em 2018 em todo o mundo, indica relatório global produzido pelo Instituto Gallup. De acordo com o documento, estas três emoções atingiram níveis recordes pelo segundo ano consecutivo. Entre os países mais tristes estão Chade, Níger, Serra Leoa, Iraque e Irã – nações afetadas por crises políticas e/ou econômicas. Apesar disso, a América Latina parece estar mais sorridentes do que nunca, especialmente a população do Paraguai, que recuperou o título de país mais positivo e feliz do mundo.

O levantamento ainda apontou que apesar das emoções negativas terem predominado em 2018, os níveis de stress apresentaram um leve declínio – exceto nos Estados Unidos, cuja porcentagem chegou a 55% dos entrevistados. A média global foi de 35%. Diante dos dados, a pesquisa concluiu que o nível de infelicidade no mundo é semelhante ao encontrado em 2017.

Negatividade

De acordo com o relatório, em 2018, cerca de 4 em cada 10 pessoas disseram ter se sentido preocupada no dia anterior à entrevista, enquanto 3 em cada 10 revelaram sentir muita dor física. Além disso, 33% dos participantes contou estar estressado e 25% experimentou tristeza. Já 22% das pessoas sentiram raiva.

Nos últimos 12 meses, o país que mais apresentou sentimentos negativos foi o Chade, localizado no continente Africano. Por lá predomina a recessão econômica desde 2014 e o padrão de vida está em queda livre. A pobreza extrema afeta 6 dos 15 milhões de habitantes: 72% dos entrevistados revelaram dificuldades para conseguir comprar alimentos básicos em algum momento do ano passado. Segundo o texto, “a pontuação geral do país reflete, pelo menos em parte, a violência, o deslocamento e o colapso dos serviços básicos que afetaram milhares de famílias”. Além disso, durante a maior parte de 2018 o governo proibiu o acesso à internet.

Em 2017, o ranking da tristeza foi liderado pela República Centro-Africana, que não foi pesquisada neste relatório. No top 10 das nações mais triste do mundo ainda estão: Níger, Serra Leoa, Iraque, Irã, Benin, Libéria, Guiné, Palestina e Congo. Todos esses países enfrentam conflitos armados, crise econômica e/ou política.

Ruim, mas positivo

Entre a população mundial também existem pessoas felizes e sorridentes, apesar das dificuldades: 87% das pessoas disseram que foram tratadas com respeito no dia anterior à pesquisa, 74% sorriram ou riram muito, 72% sentiram-se bem descansados ​​e 71% experimentaram muito prazer. A única experiência positiva relatada por menos da metade dos entrevistados foi aprender ou fazer algo interessante no dia anterior (49%). Entre os continentes, a América Latina foi a que mais se mostrou positiva, tendo o Paraguai no topo da lista global.

Países latinos que enfrentam altos níveis de pobreza e violência também enfrentam as adversidades com um sorriso no rosto, incluindo panamá, Guatemala, México, El Salvador e Honduras. O levantamento explicou que a positividade na região reflete a tendência cultural do latino de se concentrar no pontos positivo da vida. “As pessoas na América Latina nem sempre avaliam suas vidas da melhor forma, mas elas riem, sorriem e desfrutam de prazer como ninguém no mundo”, escreveu Jon Clifton, sócio da Gallup, em relatório.

Fora das Américas, a Indonésia foi a nação mais positiva.

E na Escandinávia?

Relatório da ONU, divulgado em março, mostrou que os países escandinavos estavam entre os mais felizes do mundo, com Finlândia, Dinamarca, Noruega e Islândia no topo da lista. No entanto, segundo o relatório da Gallup, os últimos dados coletados têm apontado repetidamente para níveis mais altos de realização na América Latina.