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Bela Vista-MS Quarta-Feira, 24 de Junho de 2026
Isolamento social é necessário para combater o coronavírus

Isolamento social é necessário para combater o coronavírus

O número de casos e morte pelo novo coronavírus têm avançado pelo Brasil, no Mato Grosso do Sul ainda não temos óbitos. Para combater essa realidade, o isolamento social é uma necessidade. Especialistas indicam que as pessoas fiquem em casa para que o vírus atinja o menor número de pessoas possível.

“Essa medida possibilita que menos pessoas se infecte pela doença em um curto espaço de tempo. Somente assim o sistema de saúde pode ver alternativas para atender todos os doentes da maneira possível”, explica a Dra. Maria José Martins Maldonado, presidente da AMMS- Associação Médica de Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande foram adotadas diversas medidas para evitar aglomeração de pessoas e promover o isolamento social, como toque de recolher; fechamento do comércio de serviços não essenciais; suspensão das aulas e do transporte público.

Essas ações evitam que o vírus se espalhe rapidamente, já que é altamente contagioso. Sendo assim, o isolamento social é a melhor forma de conter o avanço da doença.

Segundo o último boletim da SES – Secretaria Estadual de Saúde, Mato Grosso do Sul, do dia 23 de março, tem 21 casos confirmados, sendo 19 na Capital. Até o momento não há mortes registradas por coronavírus.

“Vale ressaltar que os profissionais da saúde estão na linha de frente desse combate, além de outras categorias. Os médicos são essenciais neste momento, mas não temos o número suficientes de profissionais, como também de leitos e de estrutura nos hospitais, por isso o isolamento social é a única medida para controlarmos essa doença. E claro, lavar sempre as mãos, usar álcool gel e manter distância das pessoas”, conclui a doutora.

Agências comerciais da Energisa serão fechadas hoje, em todo o Brasil, em prevenção ao coronavírus

Canais digitais de atendimento serão reforçados para atender a população 24 horas por dia

Diante do avanço da pandemia do vírus Covid-19, o novo coronavírus, a Energisa informa que fechará todas as suas agências comerciais a partir de hoje (23/03), às 12h, durante 15 dias. Em Campo Grande, as agências de atendimento já não abriram nesta segunda, devido decreto municipal. A medida, que tem como objetivo proteger colaboradores e clientes do risco de exposição à doença, será válida para os 11 estados onde a distribuidora atua: Minas Gerais, Sergipe, Paraíba, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre.

Como alternativa, a empresa está reforçando os seus canais digitais de atendimento, bem como o call center, para atender seus cerca de 7,8 milhões de clientes espalhados por todo o país. A orientação é que a população solicite serviços a qualquer momento e sem sair de casa, economizando tempo e evitando aglomerações.

Opções incluem site, app e atendente pelo WhatsApp
Por meio da Gisa, atendimento via WhatsApp, do aplicativo Energisa ON e do site www.energisa.com.br, a Energisa oferece boa parte dos serviços encontrados nas agências comerciais em poucos segundos, sem filas e com mais praticidade e segurança.

Com a atendente virtual Gisa, os clientes podem solicitar serviços e informações pelo WhatsApp 67 9.9980-0698, como emissão da segunda via da conta, mudança de titularidade e pedido de religação, além de se informar sobre pagamento, verificar histórico de consumo e solicitar o parcelamento de faturas. A assistente está disponível 24 horas: basta informar a opção de serviço desejada e enviar para prosseguir com o atendimento.

Vale lembrar que ao falar com a Gisa, é fundamental ter em mãos o número do CPF ou da Unidade Consumidora (UC) presente na conta de luz, para clientes residenciais, ou CNPJ, no caso de empresas. Essas mesmas informações são necessárias para os outros canais digitais: o site www.energisa.com.br e o aplicativo para smartphones Energisa On, disponível nas principais lojas virtuais, nos quais os clientes também podem realizar as mesmas solicitações.

Sobre a Energisa
Com 115 anos de história, o Grupo Energisa é o 5º maior em distribuição de energia elétrica. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Com receita líquida anual de R$ 16,9 bilhões (ano 2019), o Grupo atende a 7,8 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de quase 20 milhões de pessoas) em 862 municípios de todas as regiões do Brasil, além de gerar aproximadamente 19 mil empregos diretos e indiretos.

Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um portfólio diversificado que engloba distribuição, geração, transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de Call Center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora) e soluções em energias renováveis (Alsol).

Em Mato Grosso do Sul, criança de 10 anos é enforcada pela mãe e enterrada em lixão

Em Mato Grosso do Sul, criança de 10 anos é enforcada pela mãe e enterrada em lixão

Suposto crime mexeu com o município de Brasilândia, a 284 quilômetros de Campo Grande, na manhã deste domingo (22). Uma mulher de 30 anos teria enforcado a filha de apenas 10 anos com um fio e a enterrado de cabeça para baixo em um terreno próximo ao lixão da cidade, no fim da tarde de ontem (21).

Segundo informações do site Perfil News, a mulher armou uma emboscada para a própria filha. Ela teria levado a menina e o irmão, de 13 anos, para um passeio na tarde de sábado (21) e parado o carro no ginásio da cidade. Lá, a mulher teria mandado o filho voltar para casa a pé.

A mulher junto com a filha, dirigiu pela MS-040 e depois de cinco quilômetros da cidade, entrou em uma estrada vicinal, seguiu por alguns metros e parou o carro, enforcando a filha com um fio, ainda dentro do carro. Ainda conforme informações do site local, a mãe teria descido do veículo e enterrado a filha de cabeça para baixo, jogado terra no corpo e ido embora.

De volta ao município, a mulher teria parado em um bar para consumir cerveja, mas tempo depois, voltou ao local do crime para conferir se a menina estava com vida. Percebendo que ela ainda se mexia, jogou mais terra no corpo, indo embora do local novamente.

Ela voltou à cidade, circulou pelas ruas de carro, teria voltado onde enterrou a filha, conferiu a morte e foi embora para casa. Ainda segundo informações do Perfil News, a mulher tomou banho e foi ao pelotão da Polícia Militar contar o que teria feito, durante a noite.

A suspeita relatou ao policial o crime que teria cometido. Incrédulo, o cabo acionou o sargento sobre o suposto crime e uma equipe foi com a mulher até o local onde ela disse que enterrou a filha.

Quando acharam o corpo, logo a PM acionou a Polícia Civil e a perícia. Questionada o que teria motivado o crime, a mãe se manteve calada. Conversas que circulam na cidade é que o padrasto abusava sexualmente da menina.

O filho da mulher, o adolescente de 13 anos, foi apreendido suspeito de ajudar com o crime. A mulher foi transferida para o presídio feminino de Três Lagoas.

 – Midia Max

Laboratório brasileiro iniciará testes com hidroxicloroquina, que pode curar pacientes com coronavírus

Laboratório brasileiro iniciará testes com hidroxicloroquina, que pode curar pacientes com coronavírus

Hidroxicloroquina é usada por pacientes com lúpus, artrite reumatóide e casos de malária

A farmacêutica multinacional brasileira EMS, de São Paulo, está prestes a iniciar a fase de estudos clínicos com a hidroxicloroquina em pacientes infectados pelo novo coronavírus (Covid-19) no país. A substância já é utilizada no tratamento de doenças como lúpus, artrite reumatóide e malária, mas ganhou holofotes na última semana após o presidente Donald Trump pedir ao órgão federal de regulação americano (o FDA) agilidade na aprovação da droga para tratamento contra o coronavírus. A EMS, com sede em Hortolândia (SP), integra o Grupo NC, também acionista da NSC Comunicação.

Segundo o diretor médico-científico da EMS, Roberto Amazonas (veja a entrevista na íntegra aqui), uma parceria com o Hospital Albert Einstein, de São Paulo, foi estabelecida para elaborar o protocolo exigido pelos trâmites legais e iniciar a administração de dosagem em pacientes que apresentarem infecção pelo coronavírus. A medida ainda aguarda aprovação da permissão por parte do Comitê Nacional de Ética e Pesquisa (Conep), ligado ao Conselho Nacional de Saúde. A expectativa é de que em até 30 dias os testes clínicos possam ser iniciados.

Primeiramente, os testes serão feitos em pacientes voluntários com estado grave da doença. Mas Amazonas informa que também está sendo elaborado o protocolo para aplicar o medicamento em pacientes com estado moderado de sintomas do coronavírus. A EMS, que doará toda a medicação ao Hospital Albert Einstein, também negocia parcerias com outros centros clínicos do país para expandir os estudos e ganhar agilidade nos testes.

Serão avaliados entre 500 e 600 pacientes voluntários, que serão divididos em dois grupos. O primeiro receberá doses de hidroxicloroquina por 10 dias. O segundo grupo será submetido ao mesmo medicamento por 10 dias, mas acompanhado de azitromicina, muito utilizada no tratamento de infecções respiratórias.

– A maioria dos estudos está usando o tratamento ao redor de 7 a 10 dias. No nosso estudo, a gente está procurando um tratamento por 10 dias. Tudo é muito novo, mas ao que parece a evolução da doença é bem rápida, e a gente precisa atuar de forma rápida. Nesse tempo, a gente define o prognóstico do paciente – explica o diretor da EMS.

Amazonas espera que, em até 60 dias, seja possível coletar resultados suficientes para indicar se o tratamento com hidroxicloroquina é realmente eficaz contra o novo coronavírus. Após os testes, os próximos passos são coletar os dados, fazer análise estatística dos resultados e submetê-los à avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). É o órgão federal que fará a aprovação do medicamento para ser aplicado em larga escala no tratamento contra o novo coronavírus.

No entanto, ainda não é possível estabelecer um prazo para a comercialização do remédio em prescrições contra o coronavírus.

Ministro da Saúde afirma que país tem condição de produzir em alta escala

Em entrevista coletiva na tarde deste domingo, em Brasília, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o país tem condições de produzir a hidroxicloroquina em larga escala. O que ainda é necessário é definir a dosagem e o protocolo de administração da droga. O ministro ressalta ainda a necessidade de haver mais estudos com amostragem grande de pacientes.

Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde

(Foto: Agência Brasil)

– Esse medicamento o Brasil tem total capacidade de produção. Temos matéria-prima, temos condição de abastecer todo o território nacional para todos os casos que tivemos. Temos condição, inclusive, de emprestar para outros países, porque ele é pano de fundo de medicamento de malária. O que estamos aguardando um pouco para colocar [em circulação] é qual vai ser o protocolo, qual a dosagem, de quantas em quantas horas, quem vai usar, se vai ser usado somente para os pacientes internados, o que me parece de mais bom senso – disse Mandetta.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, neste fim de semana, em vídeos nas redes sociais, que o laboratório do Exército também começará testes com a substância para avaliar o potencial do medicamento no tratamento de pessoas infectadas com o novo coronavírus (Covid-19).

Após quatro dias internado, senador recebe alta mas continua em isolamento

Após quatro dias internado, senador recebe alta mas continua em isolamento

O senador Nelson Trad Filho (PSD) testado com o novo coronavírus desde o dia 13 de março passa bem e recebeu alta neste domingo (22) do hospital Sírio Libanês em Brasília, onde ficou internado durante quatro dias.

Mesmo recebendo alta, o parlamentar continua em isolamento social por conta da doença (covid-19) e está adotando os cuidados em casa, segundo informou sua assessoria de imprensa.

Trad agradeceu as mensagens e telefonemas recebidos durante o tempo de internação, mas informou que só irá se manifestar publicamente até estar 100% restabelecido da doença.

INFECTADO

O senador está isolado em sua residência, em Brasília, desde que o secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, foi diagnosticado com o novo coronavírus. Trad e Wajngarten estavam na comitiva que viajou aos Estados Unidos da América (EUA) com o presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de março e retornou na terça-feira (10).

 

*Colaborou Yarima Mecchi

Covid-19: TSE nega pedido para adiar prazo para filiação partidária

Covid-19: TSE nega pedido para adiar prazo para filiação partidária

Rosa Weber, presidente do TSE (Foto: Divulgação)

 

Por unanimidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou, nesta quinta-feira (19), um pedido para adiar o prazo final de filiação partidária diante da pandemia do coronavírus.

Essa é uma das exigências para que um político possa concorrer às eleições municipais de outubro.

A lei prevê que este limite é de seis meses, portanto, neste ano a data é 4 de abril.

Os ministros entenderam que a medida está prevista em lei e que não se justifica porque o registro a um partido pode ser feito de forma eletrônica.

A presidente do TSE, Rosa Weber, afirmou que se a Corte estivesse adiando o prazo, estaria atuando antes dos fatos.

“Uma coisa é atuação da Corte depois que os fatos ocorreram”, ressaltou a ministra.

Roberto Barroso disse que não cabe ao TSE de forma discricionária mudar esta questão, que está prevista em lei.