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Bela Vista-MS Terça-Feira, 15 de Setembro de 2026
Senado aprova uso de leitos de UTI particulares por pacientes do SUS

Senado aprova uso de leitos de UTI particulares por pacientes do SUS

Sessão Deliberativa Remota (SDR) do Senado Federal realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen). Ordem do dia. Na pauta o PL 2.324/2020, que estabelece o uso compulsório pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de leitos disponíveis na rede hospitalar particular para internação de pacientes com síndrome aguda respiratória grave ou com suspeita ou diagnóstico de covid-19. O segundo item é o PL 1.543/2020, que prorroga, por no mínimo um ano, o vencimento das operações de crédito rural exigíveis entre os dias 1º de março e 31 de dezembro de 2020. O último item pautado é o PL 2.178/2020, que dispõe sobre o transporte de cuidadores de pessoas com deficiência durante a pandemia da covid-19. Senador Rogério Carvalho Santos (PT-SE) em pronunciamento via videoconferência. Participam: 2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA); presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Foto: Pedro França/Agência Senado

O Senado aprovou nesta terça-feira (26), por unanimidade, o PL 2.324/2020, que autoriza o uso de leitos não ocupados de UTI em hospitais privados para pacientes do SUS com Síndrome Aguda Respiratória Grave (SRAG) e suspeita ou diagnóstico de Covid-19. O uso será indenizado pelo setor público. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

O texto, do senador e médico Rogério Carvalho (PT-SE), faz parte da lista de proposições prioritárias para enfrentar a pandemia provocada pelo novo coronavírus. De acordo com o senador, cerca de ¾ da população brasileira dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem menos da metade dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do país. Para ele, é preciso agir diante da sobrecarga provocada pela pandemia.

— O projeto agrega a capacidade instalada já existente aos usuários do SUS, permitindo que tenham suas vidas bem cuidadas e salvas. Isso é muito importante no momento da pandemia, no momento que a gente está vivendo. É um orgulho fazer parte do Senado e conviver com muitos dos senadores e senadoras pela capacidade e pela sensibilidade que têm demonstrado neste momento de crise do País — disse Rogério Carvalho, que recebeu elogios dos colegas pelo texto.

O projeto altera a lei que regulamentou as medidas sanitárias em razão da emergência de saúde pública provocada pelo novo coronavírus. A intenção é possibilitar o uso de leitos privados para a internação de pacientes da rede pública. Pelo projeto, todos os hospitais, tanto públicos quanto privados, ficam obrigados a informar diariamente o total de leitos disponíveis e ocupados na enfermaria, nos apartamentos e na UTI.

Mudanças

O projeto foi aprovado com várias alterações feitas pelo relator, o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT-PE). Uma das principais mudanças é a adoção de um limite para o uso dos leitos. O texto aprovado determina que a utilização será regulamentada pelos gestores do SUS e que só poderá ocorrer em serviços que tenham taxa de ocupação menor que 85%.

— Só serão alvo de uma eventual utilização compulsória aqueles leitos com ociosidade igual ou maior que 15%. O projeto, portanto, não promove nenhum tipo de desorganização para o hospital que vai ter o seu leito utilizado — argumentou o relator.

Além disso, essa possibilidade, estendida para todos os leitos no projeto inicial, ficou restrita aos leitos de UTI na versão aprovada pelo Plenário do Senado. Os dados sobre a ocupação informados pelo gestor hospitalar devem especificar os leitos e equipamentos em uso por pacientes com SRAG ou com suspeita ou diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus.

Também deve ser informado o total de pacientes aguardando vaga de UTI, informação não prevista no projeto inicial. O relator incluiu no texto a emenda da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) que determina publicidade ampla e diária sobre a ocupação de leitos. Ele também retirou a obrigatoriedade de que o relatório informe o total de ventiladores pulmonares livres e em uso. Para Humberto Costa, esse número pode ser impreciso, considerando a dinâmica própria do uso dos aparelhos.

Além do uso obrigatório, o senador acatou parcialmente emenda para deixar clara no texto a possibilidade de requisição administrativa de leitos, não prevista no texto inicial. De acordo com Humberto Costa, no uso compulsório os leitos ficam sujeitos à regulação pública, mas seguem sob administração do setor privado. Já na requisição administrativa, os leitos passam a ser administrados pelo setor público.

— A requisição administrativa é um processo mais intervencionista, porque o Estado não somente requisita o leito, mas monta o leito, ele contrata o pessoal. Na prática, ele termina, em termos básicos, arrendando ou contratando o espaço e provendo tudo que é necessário para o funcionamento do leito, inclusive o seu custeio — explicou.

Financiamento

O texto inicial previa que os recursos para o financiamento do serviço seriam destinados pela União por transferência obrigatória do Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais ou municipais. Mas o relator acatou integralmente emenda apresentada pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), para transformar essa obrigação de repasse em possibilidade, ao trocar a expressão “a União destinará” por “A União poderá destinar”.

— Gostaria de destacar a iniciativa do senador Rogério Carvalho e destacar o trabalho feito pelo senador Humberto Costa. Aberto ao diálogo, o relator atendeu boa parte das sugestões que busquei traduzir na minha emenda, procurou construir esse amplo consenso ouvindo todos os líderes — disse o líder do governo. A justificativa para a apresentação da emenda foi a falta de estimativa de impacto orçamentário.

Humberto Costa também acatou parcialmente emendas para incluir no texto a necessidade de negociação entre os gestores do SUS e as entidades privadas para a contratação emergencial dos leitos. Essa negociação deve sempre preceder o uso compulsório. A versão aprovada pelo Plenário do Senado incluiu a exigência de chamamento público que especifique a quantidade, o prazo de utilização dos leitos e valores de referência com base em cotação prévia de preços no mercado.

De acordo com o projeto, o uso dos leitos deve ser decidido pelos gestores estaduais, na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), e comunicada previamente ao hospital. Também é essa comissão que decide o valor da indenização a ser concedida aos hospitais privados. Por sugestão dos senadores, o relator incluiu no texto outra possibilidade para a definição da indenização: valores determinados em ato do Ministério da Saúde. Nas duas hipóteses, será feita antes uma cotação de preços do mercado.

O projeto e as soluções acatadas pelo relator foram elogiados por senadores do governo e da oposição.

— Eu sou uma pessoa que prima pela ciência e, quando dois médicos dizem que aquilo é necessário, voto com muita segurança. Parabéns!  Mais uma vez, estamos todos unidos no propósito de ajudar os brasileiros — disse a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

Para Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), essa iniciativa já poderia ter sido adotada muito antes pelo governo.

— Perdemos 60 dias, quando poderíamos ter oferecido a tantos, a centenas ou milhares de brasileiros, condições melhores — disse o senador, ao comemorar o esforço dos parlamentares para aprovar essas regras.

Punições

Além das regras sobre o uso de leitos, o projeto aprovado também prevê penalidades para quem não atender às determinações da lei que regulamentou as medidas sanitárias para enfrentar a covid-19. Entre essas medidas estão o isolamento, a quarentena e a determinação de exames, os procedimentos de manejo de cadáveres, as restrições de viagens e o uso compulsório dos leitos.

De acordo com o projeto, quem desrespeita essas regras comete infração sanitária. As punições previstas em lei para essas infrações incluem multas — que vão de R$ 2 mil nas infrações mais leves até R$ 1,5 milhão nas infrações gravíssimas —, além de apreensão de produtos, interdição de estabelecimentos e cancelamento de alvarás de funcionamento, entre outras. O responsável pelas infrações também poderá responder nas esferas cível e penal.

Outra emenda acatada na íntegra pelo relator foi apresentada pelo senador e também ex-ministro da Saúde José Serra (PSDB-SP). Essa emenda estende às organizações sociais de saúde (OSS), entidades privadas sem fins lucrativos, a suspensão da obrigatoriedade de manutenção das metas quantitativas e qualitativas. Essa suspensão, pelo prazo de 120 dias, já está prevista em lei para os prestadores de serviço de saúde no âmbito do SUS, com a manutenção dos repasses de verbas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

60 dias da quarentena: como tem sido sua experiência?

60 dias da quarentena: como tem sido sua experiência?

Foram 60 dias em que você se isolou realmente das pessoas ou tentou se conectar por meio de tecnologia, descobrindo que mesmo longe fisicamente, é possível estar próximo?

Foram dias em que você viveu sob a pressão da produtividade ou experimentou o respeito ao seu ritmo biológico e psicológico? Foram dias de cansaço do convívio intenso com os familiares ou de possibilidades de conviver mais e com melhor qualidade?

 Foram 60 dias em que precisou dar conta de todas as atividades domésticas e familiares e ainda do home office ou foi uma oportunidade de exercitar o ajustamento criativo que existe em cada um de nós? 

Foram dias de tédio e impaciência, ou de possibilidades de entrar em contato consigo mesmo? Foram 60 dias de ansiedade com relação ao futuro ou de sonhar e fazer planos para um futuro melhor? Foram 60 dias de paralisação de sua energia vital ou de pensar em formas diferentes de autocuidado? 

Acredite, não é necessário se encaixar numa forma ou na outra. É possível que você tenha vivido todas essas situações, uns dias produzindo, outros se recolhendo e cultivando o ócio; uns dias amando estar com a família e outros desejando estar sozinho em seu cantinho; uns dias querendo ler todos os livros da estante e outros querendo dormir direto por 24 horas. Não esqueça, seja benevolente consigo, somos humanos e para a categoria do humano não existe uma forma única de agir.

 Lembre-se que a Pandemia do Covid-19 nos convocou a realizar mudanças abruptas em nossas vidas, foi necessário saímos de um ‘lugar’ habitual e rotineiro em que estávamos e fomos convidados a nos reinventar em todos os aspectos. Foi preciso que criássemos novas formas de nos relacionar com a família, com o trabalho, com os estudos, com a ausência de contato físico com os amigos e amores, e de nos relacionar conosco mesmos, com nosso eu interior. Para muitos, tem sido um grande desafio, para outros, um sinal de superação e resiliência. Foram dias de novas oportunidades de vivermos de maneira diferente e refletirmos sobre isso. 

O que fazer com estas vivências cabe a cada um de nós: pode ser sentido como uma dádiva ou uma punição, um aprendizado ou um sofrimento. E você, o que vai fazer com esses 60 dias? Aproveite e reflita sobre isso!

Djanira Luiza Martins de Sousa

Psicóloga (CRP 11/01159) e coordenadora dos cursos de Pós-graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial e de Psicologia Humanista e Existencial do Centro Universitário Estácio do Ceará.

Um show de música, Espiritualidade e principalmente de Solidariedade

Um show de música, Espiritualidade e principalmente de Solidariedade

É com essa receita que o Cantor Christian Moraes e o Padre Gean Medeiros, pároco da Paróquia São Francisco de Assis, vêm realizando a ação social “Juntos somos mais fortes”, na Zona Sul de São Paulo, desde o início da pandemia do COVID-19, doença causada pelo coronavírus.

A ação é realizada aos domingos, contando com carro de som, com a direção espiritual do Pe Gean e com o show do cantor Christian Moraes, por mais de 4 horas consecutivas pelas ruas do bairro do Valo Velho.

Ao mesmo tempo em que levam às pessoas que estão em casa um momento de Espiritualidade e de Fé, Christian e o Pe Gean convidam todos a exercitar a Solidariedade neste momento tão delicado, doando alimentos não perecíveis e itens de higiene aos mais necessitados.

Com a ajuda de voluntários, todos os produtos arrecadados são organizados em cestas básicas, que são distribuídas na Paróquia São Francisco de Assis às terças-feiras.

Desde o início da pandemia, já foram arrecadadas mais de 26 toneladas de alimentos e produtos de necessidades básicas, tendo já sido beneficiadas mais de 2.500 famílias até o presente momento.

Crédito das Fotos: Alexandre Medeiros / Divulgação

Wetlands International Brasil promove biodiversidade do Pantanal nas redes sociais

Wetlands International Brasil promove biodiversidade do Pantanal nas redes sociais

Campanha online acontece para celebrar o Dia Internacional da Biodiversidade, comemorado hoje

Com objetivo de aumentar a conscientização da população mundial para a importância da diversidade biológica e para a necessidade da proteção da biodiversidade em todo o planeta, o dia 22 de maio foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, como Dia Internacional da Biodiversidade. Este ano, para a celebrar a data, a Wetlands International Brasil promove uma campanha nas redes sociais.

A campanha consiste em postar a foto de um animal ou planta no Facebook, Instagram ou Twitter, com a hashtag #BiodiversidadedoPantanal. “Neste momento somos bombardeados de informações de todos os lados sobre diversos assuntos e acabamos por esquecer de toda a beleza de fauna e flora que temos em nosso rico bioma. Uma mobilização como essa é importante para lembrarmos disso e também para conscientizar da importância da conservação do Pantanal”, afirma o coordenador de comunicação da Wetlands International Brasil, Lennon Godoi.

O Pantanal é considerado a maior área úmida de água doce do planeta, com área aproximada de 179.300 km², sendo 78% no Brasil, 18% na Bolívia e 4% no Paraguai. Uma característica interessante do bioma é que muitas espécies ameaçadas em outras localidades do Brasil persistem em populações avantajadas na região.

Estudos indicam que o Pantanal é uma região com alta riqueza de diversidade, abrigando inclusive espécies não conhecidas. Oficialmente são 263 de peixes, 41 de anfíbios, 113 de répteis, 463 de aves e 132 de mamíferos, sendo duas endêmicas, conforme dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Quase 2 mil espécies de plantas já foram identificadas e classificadas de acordo com sua potencialidade, algumas apresentam vigorosa capacidade medicinal.

Apesar de sua beleza natural exuberante, o bioma vem sendo muito impactado pela ação humana, seja pela atividade agropecuária, grande incidência de queimadas nos últimos anos e desmatamento. Ainda assim, segue como uma das áreas mais prístinas do planeta, de acordo com o Programa de Monitoramento dos Biomas Brasileiros por Satélite (PMDBBS), o Pantanal tem cerca de 80% de sua cobertura vegetal nativa.

Assim como a fauna e flora da região são admiráveis, há de se destacar a presença das comunidades tradicionais como as indígenas, quilombolas, comunidades pesqueiras e ribeirinhas ao longo dos rios e áreas inundáveis do Pantanal. No decorrer dos anos essas comunidades influenciaram diretamente na formação cultural da população pantaneira.

Apenas 4,6% do Pantanal encontra-se protegido por unidades de conservação (UCs), dos quais 2,9% correspondem a UCs de proteção integral e 1,7% a UCs de uso sustentável, segundo o MMA.

Programa Corredor Azul

Corredor Azul é um programa da Wetlands International que visa salvaguardar a saúde e conectividade do Sistema Paraná-Paraguai de áreas úmidas em benefício das pessoas e da natureza.

No Pantanal, a Wetlands International Brasil desenvolve ações direcionadas para a conservação da biodiversidade e incentiva o manejo sustentável pelas comunidades tradicionais e indígenas. Participe você também da campanha #BiodiversidadedoPantanal e conheça mais do nosso trabalho através do FacebookTwitter e Instagram.

 

Correios: Agências iniciarão cadastro para auxílio emergencial em junho

Os Correios reiteram que a atuação da empresa em apoio ao cadastramento de interessados em receber o Auxílio Emergencial não se iniciará no dia 25 de maio.

As agências estão, nesse momento, em processo de adaptação dos sistemas para realização do serviço.

A data de início do atendimento, as formas de acesso da população e demais procedimentos serão amplamente divulgados pelos canais oficiais da empresa.

Dra.Roberta Rodrigues usa Inteligência Artificial para tratar os dentes tortos dos pacientes a distância

Dra.Roberta Rodrigues usa Inteligência Artificial para tratar os dentes tortos dos pacientes a distância

Em meio a quarentena, a Cirurgiã Dentista Dra.Roberta Rodrigues, especialista em Ortodontia, usa Inteligência Artificial para tratar os dentes tortos dos pacientes a distância.

O método recente do tratamento virtual é extremamente eficaz, rápido e totalmente invisível.

“O paciente faz em sua cidade um Escaneamento Digital dos dentes, este é enviado por e-mail e em minha posse os dados são inseridos em um Software que através da Inteligência Artificial prevê todos os movimentos que os dentes irão fazer mês a mês. Assim o paciente já consegue visualizar o resultado final e aprovar a movimentação dos dentes”, explicou Dra.Roberta.

Através de uma Impressora 3D é impresso o sorriso do paciente em várias etapas de movimentação e com as impressões em 3D, são confeccionadas plaquinhas em acrílico, que serão responsáveis pelas movimentações dos dentes e serão trocadas 1 vez a cada 3 semanas. A plaquinha leva o dente na posição do próximo mês. Toda a movimentação é programada e totalmente previsível em relação ao tempo, devido a Inteligência Artificial.

As plaquinhas são enviadas pelo correio em qualquer lugar do mundo e posteriormente são instaladas pelo próprio paciente sob orientação da Dra.Roberta por Vídeo Chamada, através de consultoria online, onde o atendimento é 100% realizado por vídeo chamada.

Lembrando que são placas invisíveis, e que os tratamentos não passam do período de um ano, o que levou várias Blogueiras e Artistas a optarem pela técnica.

A Dra.Roberta tem pacientes alinhando o sorriso em diversas partes do mundo; e além do trabalho a longa distância, a especialista faz atendimento na cidade de Mogi Guaçu, em SP.

Vale lembrar que a doutora posta diariamente videos em suas redes sociais com assuntos sobre implantes, aparelhos e estética; e para acompanhar estes vídeos e mais sobre a carreira da Dra.Roberta, basta segui-la no Instagram @dra.robertarodrigues

Crédito das Fotos: Rafael Serra / PCB e CCB News Assessoria – Divulgação