Instabilidade climática, atípica para o período, requer cuidados redobrados.
Dados da Energisa revelam que nos primeiros cinco meses do ano, 599 árvores caíram no estado devido aos ventos intensos, e causaram prejuízos. Entretanto, o números demonstram uma redução em 20%, se comparado ao mesmo período do ano passado, que foi de 626 quedas. A redução na estatística se deve principalmente pelo trabalho de manutenção preventiva desenvolvido pela Energisa.
“Dividimos o ano em dois períodos, o de ‘chuvas’ que vai de setembro à março e o de ‘seca’ que compreende os meses de abril à setembro. Nessa época, que reforçamos o plano de poda anual realizado por 38 equipes especializadas, pois além dos ventos fortes, o contato da copa das árvores nos fios energizados é um dos principais fatores das quedas e possíveis problemas na rede elétrica”, explica Alécio Almeida Leite, coordenador do Departamento de Construção e Manutenção da Distribuição (DCMD).
Os indicativos demonstram que houve aumento em 25% das podas realizadas em 2020, em relação ao mesmo período de 2019. “Intensificamos os trabalhos, e hoje registramos uma média mensal de 7.500 podas – um trabalho especializado e que busca evitar que os galhos alcancem à rede elétrica, eliminando de vez todo o emaranhado de folhas e galhos enroscados nos fios, que rompem os cabos da rede elétrica”, conclui.
A Energisa reforça que a poda de árvore é responsabilidade da prefeitura e que atua somente em casos quando a vegetação entra em contato com a rede elétrica, de acordo com o Guia de Arborização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Semadur).
