nov 28, 2018 | Política

Bosco Martins, Lígia Sabka e Adriano Furtado, em visita ao controle master da TVE Cultura, durante inspeção para conhecer a estrutura da emissora. (Foto: Humberto Marques)
Por orientação do governador Reinadlo Azambuja, acordo de cooperação técnica permitira que Poder Legislativo e Senado usem estrutura da TVE Cultura para realizar transmissões pelo canal 34.1
Acordo de cooperação técnica entre a Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul) e a Assembleia Legislativa, formalizado por orientação do governador Reinaldo Azambuja, vai viabilizar a abertura do sinal digital da TV Assembleia e da TV Senado para a região de Campo Grande até o fim de 2018, gerando novas oportunidades de acompanhamento da classe política e de acesso a uma nova alternativa de programação. Nesta terça-feira (27), representantes do Legislativo estadual estiveram no Palácio das Comunicações, onde conheceram detalhes da estrutura que vai abrigar equipamentos da TV Assembleia, como o transmissor e a antena digital.
“Pelo acordo, costurado com aval e orientação do governador Reinaldo Azambuja, vamos ceder o espaço para a Assembleia instalar o transmissor que será usado pelos canais digitais da TV Assembleia e da TV Senado, disponibilizando sua programação para a população por meio do sinal aberto”, explicou Bosco Martins, diretor-presidente da Fertel, reforçando a cooperação reforça a parceria existente entre a fundação e o Legislativo estadual –que hoje já envolve a produção e intercâmbio para veiculação de programas entre da TVE Cultura e a TV Assembleia.
Lígia Sabka, gerente da TV Assembleia, explica que o sinal digital da emissora estará disponível na região de Campo Grande no canal 34.1. A transmissão se dará por meio da multiprogramação da TV Senado –que, ao lado da TV Câmara, é responsável por distribuir canais para os Legislativos dos Estados–, que cedeu o transmissor e a antena digital. A Assembleia fornecerá parte da estrutura elétrica para funcionamento dos equipamentos, enquanto a Fertel oferecerá a estrutura física.
“É uma parceria entre entes públicos e o acordo de cooperação já está assinado. Com essa etapa, agora providenciaremos a vinda do transmissor para a instalação o mais rapidamente possível”, destacou Lígia. A expectativa é de que a TV Senado e a TV Assembleia estejam disponíveis para a população até meados de dezembro, antes do fim do ano legislativo.
nov 26, 2018 | Política

Obras do Matadouro de Caracol estão avançadas
Para acompanhar os trabalhos das obras em andamento, o Prefeito Manoel Vias sempre esta visitando as instalações do futuro Abatedouro de Caracol.
Em atividade, o novo frigorífico vai atender às necessidades do município e da região, com uma estrutura dotada de currais, salas administrativas, vestiários, caldeiras, subestração, bloco de abate, necropsia, pocilga, lagoas de tratamento e depósito para cascos e chifres.
Construído em uma área privilegiada, o matadouro terá, além de instalações e equipamentos modernos, câmara frigorífica, boxe de atordoamento automático, bloco para abate e processamento de carne, vestuários, lagoa para processamento de resíduos.
Para o empreendimento, A prefeitura contou com recursos da ordem de mais de R$ 1.000,000,00 de reais em parceria com parlamentares e governo do estado , quando estiver em operação, terá capacidade para abater 100 animais por dia.
Para o Prefeito Manoel Viais, o novo espaço vai atender todos os requisitos exigidos pelas legislações federal e estadual, visando oferecer um ambiente adequado para o abate de animais, com condições de higiene e de trabalho aos produtores.
“O objetivo da administração de Caracol é oferecer aos produtores da região um matadouro com todas as estruturas adequadas, para que se possa oferecer carne com segurança alimentar à população qualidade e, sobretudo, evitar o abate clandestino de animas na região.”, assegura o Prefeito.
nov 26, 2018 | Política

Prefeito e 7 vereadores são presos em operação que investiga “mensalinho”
O prefeito Carlos Anibal Ruso Pedrozo (PSDB), o secretário municipal de educação, Helder Naulle Paes, e sete vereadores de Ladário, cidade distante 419 quilômetros de Campo Grande, foram presos preventivamente nesta manhã (26) em Operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) que investiga esquema conhecido como “mensalinho”.
Eles foram levados para a Delegacia de Polícia Civil, onde estão sendo feitos os registros das prisões e outros procedimentos.
Conforme o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), as investigações têm por objetivo esclarecer uma suposta prática dos crimes de associação criminosa, corrupção ativa e corrupção passiva no Legislativo e no Executivo da cidade. Dos 11 vereadores da câmara, sete foram presos.
Os mandados de prisão, suspensão do exercício de mandatos e de cargo público no município foram determinados pelo Desembargador Emerson Cafure, da Seção Especial Criminal do Tribunal de Justiça.
nov 22, 2018 | Política

Reinaldo dá sinal verde para nova fase de digitalização da TVE Cultura
Governador autoriza início das transmissões do sinal da TV Assembleia e da mudança do sinal em mais 48 municípios do Estado
O governador Reinaldo Azambuja autorizou na manhã desta quarta-feira (21), durante reunião com o secretário de Estado de Cultura e Cidadania, Athayde Nery de Freitas Junior, com o diretor-presidente da Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul), jornalista Bosco Martins, e representantes da Claro/Embratel, o início da nova fase do processo de digitalização do sinal da TVE Cultura, que abrange a transmissão da TV Assembleia, o desligamento do sinal analógico na Grande Dourados e, ainda, a expansão do sistema digital para mais 22 municípios do Estado neste momento e, até o primeiro semestre de 2020, a 48 cidades.
Na presença de Adilson Sanches, gerente-executivo da Claro/Embratel, de Sidelvan Freitas Macedo, engenheiro Consultor de Soluções, e de Giovani Gamba, gerente de Governo da companhia, o governador determinou a continuidade de um processo deflagrado em 14 de agosto deste ano, quando Campo Grande, Terenos e a Grande Dourados começaram a receber o sinal digital da TVE Cultura. A data representou uma antecipação superior a dois meses do prazo dado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para o desligamento do sinal analógico.
O processo foi realizado graças à cooperação da empresa de telecomunicações, que permitiu a modernização do parque tecnológico da Fertel sem ônus para a fundação.
“A implantação do sinal digital na TVE Cultura seguiu todos os prazos dados pela Anatel. Graças à confiança dada pelo governo estadual e da prontidão dos parceiros da Claro/Embratel, conseguimos, já em agosto, iniciar as transmissões digitais em Campo Grande e Terenos, que foram adiadas pela agência para 31 de outubro, e, ainda, antecipamos o novo sistema na Grande Dourados, onde só entraria em operações neste mês”, afirmou Bosco Martins. Em 4 de dezembro, o sinal digital será desligado em Dourados, seguindo orientação da Anatel.
Athayde, por sua vez, salientou que o sinal digital é um dos aspectos visíveis do trabalho realizado na Fertel. “Sempre nos pautamos pela ideia da cidadania digital, na qual conseguimos transmitir aspectos da cultural local, nacional e latino-americana para os lares que sintonizarem a TVE Cultura. O aspecto técnico, que inclui a modernização da Fertel e a migração do sinal para o satélite Star One C2, alcançando 24 milhões de lares no Mercosul, onde vivem mais de 70 milhões de pessoas, soma-se a todo um trabalho de qualificação e diversificação da programação, já em andamento. É uma história de sucesso”, declarou o secretário.
Junto com as tecnologias, a TVE Cultura também vem inserindo novidades na programação, a ser apresentada neste ano –já com programas especiais para o fim do ano– e que será oficializada em 2019. Entre elas estão o Panorama MS, novo jornalístico que trata de forma mais aprofundada assuntos de interesse da sociedade, e o Giro do Esporte, que agora é exibido ao meio-dia e, ao longo de uma hora, destaca o que de melhor há no desporto estadual. Produções inéditas, documentários, atrações musicais e programas de variedades também vão integrar a nova grade.
Próximos passos
Sobre a TV Assembleia, Bosco destacou que a transmissão do sinal é um serviço prestado à sociedade. “Trata-se de uma emissora pública fundamental, que exibe não apenas as sessões e trabalhos parlamentares, os quais são importantes para que toda a sociedade acompanhe; mas também atrações que representam uma nova oportunidade de contato com a cultura”.
O governador ainda autorizou que tenham início os trabalhos visando levar o sinal digital a mais 22 municípios do Estado que já têm autorização da Anatel para receber a tecnologia de transmissão: Pedro Gomes, Coxim, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste, Rio Negro, Rochedo, Miranda, Anastácio, Bodoquena, Bonito, Jardim, Bela Vista, Antônio João, Maracaju, Fátima do Sul, Anaurilândia, Glória de Dourados, Ivinhema, Naviraí, Iguatemi, Sete Quedas e Eldorado.
“Isso será startado e, caso não haja dificuldades com nosso cronograma, teremos condições de atender a mais 48 municípios do Estado até o primeiro semestre de 2020”, destacou Sidelvan Macedo. “Isso será possível graças à instalação de novas antenas, que darão mais qualidade ao sinal da emissora”, destacou Sanches.
O processo de digitalização da TVE Cultura é coordenado pelo secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel. Ele também envolve a dinamização do sinal por meio da multiprogramação, na qual a emissora –a partir de autorização dos órgãos nacionais de telecomunicações– se transformaria também em um canal de Educação à Distância.
Bosco, que é presidente do Fórum Brasileiro de Emissoras Públicas de Rádio e Televisão, salientou que a experiência de migração de sinal da TVE poderá ser apresentada a outras emissoras públicas nacionais, “de forma a permitir que viabilizem a implantação do sistema digital, algo que vem sendo feito com muita dificuldade no setor”.
nov 22, 2018 | Política

“Nós vamos ter peso na história do País”
Nesta quarta-feira (22), o presidente estadual do PTB e Senador eleito por Mato Grosso do Sul, Nelsinho Trad, concedeu uma entrevista a Rádio Hora 92 FM. Em uma de suas falas Nelsinho destacou que a vitória foi fruto de um trabalho em longo prazo.
“A partir do momento que a gente saiu da eleição de 2014, nós fizemos uma opção por caminhar com nossas pernas, entramos num partido que a vida toda abrigou meu pai, saudoso Nelson Trad, o ex-governador Pedro Pedrossian, o ex-prefeito e ex-senador Lúdio Coelho, e saí pelo Estado a fora fincando uma bandeira do PTB em todos os lugares, ou seja, consegui colocar uma marca da nossa história e da história de nosso partido em cada Município do Mato Grosso do Sul”, pontuou.
O Senador também falou sobre a renovação do Senado da República: “A urna deu esse recado, 85% de novos senadores, isso é muito forte é um recado muito grande, estou atento a esta questão e a outras questões nacionais”, disse.
Sobre o posicionamento do presidente eleito Jair Bolsonaro, em relação a sua equipe de transição, Nelsinho pontua sua postura e seriedade em cada escolha. “Nós vamos ter peso na história do País, eu observo o Plano Nacional uma tacada interessante, da administração de Bolsonaro. As escolhas estão sendo feitas conforme a necessidade de cada Ministério, priorizando o histórico curricular de cada indicado. No Ministério da Agricultura o nome da deputada Thereza Cristina já foi confirmado. Ela é Engenheira agrônoma por formação, foi diretora de entidades representativas do agronegócio sul-mato-grossense. A mesma situação ocorre no Ministério da Saúde, que será representada pelo deputado Henrique Mandetta, ele é médico formado pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro (RJ), fez residência no serviço de Ortopedia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), fez uma especialização em ortopedia infantil em Atlanta (EUA), trabalhou durante um ano como médico do Exército, no posto de tenente, entre tantas outras coisas”, explica Nelsinho.
Para o Senador eleito a forma suprapartidária conduzida por Bolsonaro esta agradando a todos. “Com isso a gente observa uma tacada de mestre, sai da composição tradicional, partidária e acaba angariando apoio forte estrutural da base, diante mão os escolhidos são capacitados, vindo a desenvolver um excelente trabalho no País, estou feliz, pelas escolhas”, finaliza.
nov 21, 2018 | Política
Governador destaca importância do diálogo para solucionar problemas das populações das aldeias e afirma que levará a Bolsonaro proposta que prevê indenizações para demarcação de terras indígenas
O governador Reinaldo Azambuja se colocou nesta terça-feira (20) à disposição das populações indígenas do Estado para ser uma “ponte” entre as demandas das etnias e o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. A proposta foi feita durante evento na FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) para apresentação do Plano Estadual de Políticas Públicas para os Povos Indígenas de Mato Grosso do Sul, na presença de caciques e outros representantes das oito etnias presentes no Estado.
“Falei na terça-feira com o Bolsonaro, o Paulo Guedes (futuro ministro da Economia), o Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e o general Heleno (Alberto Heleno, que chefiará o Gabinete de Segurança Institucional). Uma indígena foi nomeada para a transição (a tenente do Exército Sílvia Nobre Waiãp), o que mostra que o novo governo federal quer o diálogo”, disse Reinaldo em discurso.
O governador reforçou o papel da Funai (Fundação Nacional do Índio) como um órgão importante na execução de políticas para a população indígena, sinalizando ainda a importância de órgãos como a Sesai (Secretaria de Saúde Indígena) para execução de parcerias que visem a fortalecer ações como a Caravana da Saúde Indígena, “que fizemos para levar saúde às aldeias e vai continuar a partir de 2019”
Tais questões levaram o governador a sustentar a importância do diálogo com o futuro governo. “Vou ser uma ponte para abrir as portas do governo federal para a questão indígena”, comprometeu-se o governador.
Compra de terras
Reinaldo ainda destacou, perante as lideranças, que voltará a defender junto à União alternativas que permitam a liberação de áreas para as populações indígenas por meio do pagamento de indenizações a produtores, “o que é uma saída fácil”, frisou.
“Já apresentamos ao governo da Dilma (Rousseff) e nos responderam negativamente. Mas entendo ser uma saída viável. O futuro governo pediu que, depois da posse do presidente eleito, possa haver esse diálogo. Levarei cópia do nosso Plano Estadual para discutir com o governo federal”, explicou o governador.
Reinaldo afirmou que o fundo para indenizações seria custeado com parte da parcela da dívida que o Estado paga mensalmente à União –estimada em R$ 600 milhões mensais. “Vamos insistir na proposta porque ela é viável para acabar com o conflito entre produtores, com áreas invadidas, e os indígenas, sem segurança e titularidade das áreas. Havendo o apoio e avançando com o governo federal, podemos ter isso como um marco regulatório para resolver o impasse”.
A proposta foi bem recebida pelos indígenas presentes que, além de agradecerem ações realizadas até o momento, reforçaram a necessidade de ações efetivas na demarcação de terras. “Temos muitas prioridades, mas temos de deixar clara a preocupação com a demarcação”, sintetizou o kaiowá Adair Sanches, cacique da Aldeia Amambai. “Queremos que as autoridades olhem um pouco mais para nós”, disse outra liderança kadiwéu presente ao ato.
Plano
Nesta terça, representantes de várias comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul se reuniram em Campo Grande para aprovar a minuta do Plano Estadual de Políticas Públicas para o setor. “O plano transforma essas ações em uma política de Estado, permanente, e não mais de governo, que é transitório. Será uma ferramenta para implementar políticas que vão melhorar a qualidade de vida por meio do desenvolvimento social, do turismo, da cultura, da regularização fundiária”, disse o governador.
Subsecretária de Políticas Públicas para os Povos Indígenas, Silvana Terena explica que o plano é resultado de quatro anos de estudos, encorpados nos últimos seis meses com visitas a 21 das 29 comunidades do Estado e participação direta de mais de 700 indígenas. “De fevereiro a 28 de julho, nós consultamos cada região para elaborar a minuta e até 17 de dezembro ver o governo do Estado a levar para aprovação na Assembleia Legislativa”, afirmou Silvana, segundo quem existe uma grande expectativa sobre o projeto para permitir a destinação adequada de recursos às políticas para essas populações. “É uma data histórica, pois há anos tentamos construir esse plano para todas as etnias, no Estado com a segunda maior população indígena do país”, destacou.
O Plano Estadual tem nove alicerces básicos: Territórios e Meio Ambiente; Educação e Cultura; Agricultura Familiar e Segurança Alimentar e Nutricional; Habitação e Infraestrutura; Segurança Pública; Saúde, Esporte e Lazer; Geração de Emprego, Trabalho e Renda; Assistência Social; e Mulheres Indígenas. Cada área conta com propostas específicas.
“Será a Constituição Estadual dos Povos Indígenas”, destacou o secretário de Estado de Cultura e Cidadania, Athayde Nery de Freitas Junior. “O plano foi elaborado com a participação de todas as etnias, e será o segundo do país, atrás apenas do Maranhão, que o aprovou há uma semana. Vamos, por meio dele, definir todas as prioridades dos nossos povos indígenas”, disse. A intenção é que, a cada dois anos, o plano passe por atualizações.