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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 22 de Junho de 2026
Comitê Olímpico paga até R$ 750 mil por conquista de medalha em Tóquio

Comitê Olímpico paga até R$ 750 mil por conquista de medalha em Tóquio

Os atletas brasileiros que conquistam medalhas nos Jogos de Tóquio recebem premiação em dinheiro do COB (Comitê Olímpico do Brasil). A cota máxima é destinada aos campeões olímpicos em modalidades individuais, premiados em R$ 250 mil. Medalhistas de prata recebem R$ 150 mil, e de bronze, R$ 100 mil.

Para equipes com até seis atletas, os valores totais são de R$ 500 mil pelo ouro, R$ 300 mil pela prata e R$ 200 mil pelo bronze, a serem divididos. Nos esportes coletivos, o ouro vale, ao todo, R$ 750 mil. Para a prata, são R$ 450 mil, e para o bronze, R$ 300 mil.

Como atletas com mais de uma medalha podem acumular premiações, a ginasta Rebeca Andrade, 22, lidera esse ranking até aqui, com R$ 400 mil somados pelas conquistas do ouro no salto e da prata no individual geral. De acordo com o COB, a premiação deverá ser entregue a todos em uma solenidade ainda em 2021, possivelmente no Prêmio Brasil Olímpico ou em outro evento designado.

“Com essa ação, o COB reconhece o esforço, o comprometimento e a disciplina colocados em prática para a conquista de uma medalha olímpica”, disse o presidente da entidade, Paulo Wanderley, em junho, quando os valores foram anunciados.

Medalhista de bronze no boxe, Abner Teixeira comemorou nesta terça (3) os R$ 100 mil que receberá -o valor, afirmou ele, o ajudará a comprar uma casa para a mãe. “[O dinheiro] me aproximou desse sonho. Não é mais sonho, é objetivo”, disse.

Fim dos tempos? Mar se transforma em ‘sangue’ na Ásia e deixa pessoas com medo

Fim dos tempos? Mar se transforma em ‘sangue’ na Ásia e deixa pessoas com medo

Uma imagem assustadora tem deixado as pessoas com medo nas redes sociais. As águas do mar Cáspio, que fica no Cazaquistão, litoral da cidade de Aktau, ganhou uma cor vermelho forte em meio a uma parte de neve. Esse fenômeno deixou as pessoas fazendo os mais diferentes comentários e pode ser explicado pela ciência.

É explicado que essa cor avermelhada é por conta da concentração de algas diatomáceas, que adquirem essa cor escarlate e que ficam nos mares de águas frias. A concentração delas ocasiona a origem de manchas vermelhas.

Segundo informações de Ecologia de Mangistau, foi informado que essa coloração do mar é um fenômeno natural. Ainda de acordo com dados noticiados pelo Daily Star, essa ação das algas não prejudica em nada a vida dos seres humanos ou peixes que habitam o local, mesmo que entrem em contato com elas.

Mesmo que haja uma explicação científica sobre isso, internautas estão levantando suspeitas desse fenômeno: “eu aposto que a natureza está querendo dizer alguma coisa, isso me parece ser uma espécie de sinal”, escreveu uma pessoa em sua rede social.

Rebeca Andrade conquista inédita prata para o Brasil na ginástica das Olimpíadas

Rebeca Andrade conquista inédita prata para o Brasil na ginástica das Olimpíadas

O Baile de Favela ecoou no pódio das Olimpíadas de Tóquio. O hino foi americano, mas o funk ainda estava na cabeça de todos quando Rebeca Andrade colocou no peito a prata do individual geral nesta quinta-feira. A ginasta de 22 anos se tornou a primeira brasileira a conquistar uma medalha na ginástica artística dos Jogos Olímpicos.

Com 57,298 pontos, Rebeca só ficou atrás da americana Sunisa Lee, que somou 57,433 pontos e manteve o domínio do país na prova. O bronze foi para a russa Angelina Melnikova, com 57,199 pontos.

Rebeca Andrade conquista prata nas Olimpíadas — Foto: Ricardo Bufolin / Panamerica Press / CBG

Na história

E o ouro não veio por muito pouco, por um passo para fora no solo do Baile de Favela. Nada que diminua a conquista de Rebeca, que ainda vai disputar mais duas finais em Tóquio: domingo no salto, e segunda-feira no solo. Mais duas chances de continuar escrevendo seu nome na história do esporte brasileiro.

Daniele Hypolito foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha em Mundiais, uma prata no solo de 2001. Daiane dos Santos a primeira campeã mundial, em 2003. Rebeca em 2021 se tornou a primeira medalhista olímpica.

Angelina Melnikova, Sunisa Lee e Rebeca Andrade — Foto: Ricardo Bufolin / Panamerica Press / CBG

Superando lesões

O feito de Rebeca Andrade é ainda mais impressionante por causa da sua trajetória. Foram três cirurgias no joelho direito entre 2015 e 2019. Muito tempo afastada do ginásio. Mas a brasileira superou tudo.

– Essa medalha não é só minha, é de todo mundo. Todos sabem da minha trajetória, o que eu passei. Se eu não tivesse cada pessoa dessa na minha vida, isso aqui não teria acontecido. Tenho certeza disso. Sou muito grata a todo mundo mesmo. Acho que mesmo se eu não tivesse ganhado a medalha, eu teria feito história, justamente pelo meu processo para chegar até aqui. Não desistam, acreditem no sonho de vocês e sigam firmes. Dificuldade sempre teremos, mas temos que ser fortes suficientes para passar por dia. Tive pessoas maravilhosas que me ajudaram a passar por esse processo, espero que vocês tenham pessoas incríveis para ajudar a chegar no topo assim como cheguei. Eu sou muito grata. Mando todo meu amor para todas as ginastas que passaram por aqui, que estão feliz com meu sucesso, estou muito grata mesmo.

Rebeca Andrade é prata nas Olimpíadas de Tóquio — Foto: Laurence Griffiths/Getty Images

Teve VAR

A medalha de Rebeca foi de prata graças ao VAR. Ela tinha recebido 13,566 pontos na trave, mas a comissão técnica brasileira entrou com um recurso para revisão da nota de dificuldade. Os árbitros acataram o pedido e aumentaram um décimo na nota, indo para 13,666 pontos. A diferença entre Rebeca e Melnikova, a terceira colocada, foi de apenas 0,099.

Rebeca Andrade celebra prata ao lado do técnico Francisco Porath — Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Simone Biles na arquibancada

Estrela da ginástica, Simone Biles não entrou em ação. Para cuidar da saúde mental, a ginasta ficou na arquibancada e vibrou bastante com as apresentações de Rebeca e de Sunisa. Mesmo sem Simone, a final foi uma disputa de alto nível, com apenas meio ponto separando a primeira da quarta colocada.

Prova a prova

Voo alto no salto

Rebeca foi a segunda a se apresentar no salto, seu aparelho mais forte. Ele executou um Cheng muito cravado, um salto de dificuldade muito alta. Sé teve um desvio de trajetória e pisou um pouco fora da área. Ainda tirou um notão para abrir na liderança: 15,300 pontos. A americana Jade Carey, outra especialista do salto, também faz um Cheng muito bom e tirou 15,200 para ficar na cola de Rebeca. A russa Angelina Melnikova conseguiu 14,633 pontos e a americana Sunisa Lee 14,600 para continuar na briga.

Barra firme
Rebeca foi a primeira a se apresentar nas barras assimétricas. Ela cravou sua série, inclusive acertando ligações de movimentos que não tinha feito na classificatória. Assim, a brasileira conseguiu aumentar a nota de dificuldade em três décimos e conseguiu 14,666 pontos. Rebeca manteve a liderança, mas viu Sunisa Lee se aproximar bastante. Especialista nas barras, a americana conseguiu 15,300 pontos. Angelina Melnikova também cravou as barras, um ponto forte da russa, tirou 14,900 e ficou na terceira posição.

Equilíbrio na trave
O equilíbrio na trave seria a chave para o pódio. Jade Carey caiu e deixou a briga pelo pódio. As russas Urazova e Melnikova cravaram e esquentaram a briga. Sunisa Lee teve alguns desequilíbrios, mas se manteve à frente das rivais. Rebeca Andrade foi a última a se apresentar. Muito firme, ela passou pelo aparelho que é seu ponto menos forte (fraco não é) com 13,666 pontos – a arbitragem havia dado um décimo a menos de dificuldade, mas o recurso da equipe brasileira subiu a nota de Rebeca. Ela caiu para a segunda posição, apenas um décimo atrás de Sunisa Lee.

Baile de Favela no solo
Das candidatas ao pódio, a jovem Urazova foi a primeira a se apresentar, fez uma série bem executada, mas com menor grau de dificuldade e tirou 13,400. Acabou ultrapassada pela compatriota Melnikova, que ficou com 13,966 no solo. Sunisa Lee passou bem, conseguiu 13,700 pontos e passou as russas. Rebeca foi a última das favoritas a competir. Ela foi com tanta força na primeira acrobacia que acabou dando um passo grande para fora do tablado na primeira acrobacia. Ela se recuperou e cravou as passadas seguintes, mas deu um passo para fora na última acrobacia. Foi o que lhe tirou o ouro, mas lhe rendeu 13,666 pontos para conquistar a inédita prata.

Curso sobre redes sociais orienta quem busca conhecimento e consolidação da imagem na internet

Curso sobre redes sociais orienta quem busca conhecimento e consolidação da imagem na internet

Capacitação oferecida pelo Brasil Certo é gratuita e com aulas on-line

Ela está por toda parte. Em casa, no trabalho, na escola, no lazer, a internet se tornou presente e praticamente indispensável para as mais variadas funções cotidianas. Inúmeras profissões e tarefas se tornaram mais ágeis e eficazes graças à tecnologia e as redes sociais, que quando surgiram eram relacionadas ao entretenimento, hoje são grandes aliadas do desenvolvimento de ações de trabalho.

Nos dois últimos pleitos eleitorais, a ferramenta foi protagonista, mostrando sua relevância e alcance. Como exemplo, o PSL realizou intensas campanhas e elegeu candidatos tendo a internet como aliada. Há cerca de um ano das próximas eleições e com a consolidação cada dia mais intensa da ferramenta, aprender a utilizar a internet de maneira assertiva e torná-la aliada para o crescimento é imprescindível.

De acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada em abril de 2021 pelo Ministério das Comunicações, 82,7% dos domicílios brasileiros possuem acesso à internet. A pesquisa, realizada em 2019, aponta crescimento de 3,6 pontos percentuais em comparação ao ano anterior.

A comprovação deste percentual vem por meio de outra pesquisa, realizada pelo TIC Domicílios 2019. O levantamento realizado pelo Centro Regional para o Desenvolvimento de Estudos sobre a Sociedade da Informação revela que um a cada três brasileiros está conectado, ou seja, mais de 73 milhões de pessoas ligadas no universo virtual.

O celular é o equipamento de acesso mais utilizado, ultrapassando os 90% de uso, e os conteúdos relacionados ao entretenimento são os mais acessados, na casa dos 70%, seguido pelas notícias, pouco acima dos 55%.

Com o olhar voltado à formação de novos líderes e diante da importância das redes, o Brasil Certo disponibiliza gratuitamente o curso ‘Redes Sociais’, integrante da sua trilha “Comunicação e Marketing Digital”. A capacitação oferece aulas digitais sobre Instagram e Facebook, com exemplos práticos de aplicação no universo da política e de liderança comunitária, o que a torna imprescindível para quem espera concorrer a um cargo público futuramente.

Brasil Certo – o Brasil Certo é um projeto que busca capacitar novos líderes, especialmente mulheres, a buscarem um Brasil melhor. Para isso, disponibiliza cursos on-line totalmente gratuitos e abertos a todos os que buscam conhecimento.

A inscrição para o curso está disponível em: BrasilCerto.com.br/cursos

Wycup 2021: associados e colaboradores do Sicredi são destaque em evento mundial do cooperativismo de crédito

Instituição financeira cooperativa também mostrou ser referência no setor, com cinco painelistas na Conferência do Woccu, realizada de 14 a 21 de julho

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, foi destaque no World Council Young Credit Union People (Wycup), programa que reconhece jovens lideranças por contribuições significativas às suas comunidades e cooperativas de crédito e que têm potencial de causar impacto global. O evento fez parte de mais uma edição da Conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), realizada entre os dias 14 e 21 de julho, que ocorreu virtualmente por conta da pandemia.

A instituição financeira cooperativa teve cinco contemplados entre os 12 vencedores da premiação que contou com um total de 79 projetos inscritos de 13 países diferentes. “O Wycup é um programa que estimulamos fortemente há mais de uma década e, desde 2019, passamos a contar também com a participação de associados, integrantes dos Comitês Jovem, além dos colaboradores. É isso o que buscamos, fomentar jovens lideranças com visão de futuro que possam colaborar com a sustentabilidade das cooperativas de crédito e perenidade desse modelo de negócio”, celebrou Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu.

Os associados do Sicredi contemplados foram Kelly Lima, da cooperativa Sicredi Alta Noroeste SP, pelo seu apoio na construção da Cartilha da Mulher, abordando os direitos das mulheres em situação de câncer e vítimas de violência doméstica; Rafael Lopes, da Sicredi Paranapanema PR/SP, com a campanha “Vamos Ajudar quem Mais Precisa”, incentivando doações em apoio a vítimas de um forte vendaval em sua região; Guilherme de Melo, também associado da Sicredi Paranapanema PR/SP, com sua participação em um projeto que apoiou a distribuição de sabão a famílias carentes da sua comunidade.  Já dentre os colaboradores do Sicredi vencedores na premiação constam Carolina Mussolini, assessora de Comunicação da cooperativa Sicredi Rio Paraná PR/SP, com a divulgação massiva do cooperativismo de crédito, diferenciais e benefícios em suas redes sociais, impulsionando o conhecimento da população sobre o modelo de negócio; e Ana Goffredo, assessora de Negócios da Sicredi União PR/SP, com o projeto Energia da União, que fomenta a economia local e a produção de energia limpa por meio do financiamento de placas fotovoltaicas junto a parceiros da cooperativa, fortalecendo o ciclo virtuoso de cooperação na comunidade. Em reconhecimento pelos seus projetos, todos ganham bolsas de estudos e viagem, com todas as despesas pagas, a Glasgow, na Escócia, para participarem da Conferência Mundial de Cooperativas de Crédito em 2022.

Confira os vídeos de apresentação dos cinco projetos vencedores do Sicredi.

Sicredi tem intensa participação em paineis durante a Conferência do Woccu

O Sicredi também esteve presente nas principais agendas da Conferência.  Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, participou do painel “Captação de Recursos Globais: o que o futuro reserva”, que reuniu líderes globais para falar sobre ações de responsabilidade social desenvolvidas pelas cooperativas de crédito e como os princípios cooperativistas foram diferenciais importantes para ajudar as comunidades local e globalmente contra a Covid-19.“Como atuamos em um serviço essencial, identificamos que era fundamental prover nossos associados das necessidades mais urgentes e nos adaptamos aos programas emergenciais dos governos, apoiando as nossas 108 cooperativas com campanhas de arrecadação para as comunidades”, disse Dasenbrock.

Outro destaque foi a participação da Carla Katsurayama, especialista de Desenvolvimento do Cooperativismo da Fundação Sicredi, em uma sessão que discutiu a relação dos jovens com as cooperativas de crédito. “O trabalho com os Comitês Jovem contribui para a criação de projetos de impacto social, consolidando as cooperativas do Sicredi em instituições transformadoras, impulsionando o engajamento de lideranças jovens no movimento cooperativista”, afirma.

Também participaram do evento mundial Gisele Gomes, embaixadora do Programa Rede Global de Mulheres Líderes – GWLN/WOCCU e associada do Sicredi, no painel “Ela para Ela – Eleve as mulheres ao seu redor”, Vinícius Mattia, associado do Sicredi, membro do Comitê Jovem da cooperativa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP e vencedor da Wycup 2020, apresentando o projeto premiado no ano passado e a colaboradora Camila Viana, especialista Digital do Sicredi, em um painel sobre transformação digital no cooperativismo. 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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30% das cadeiras nos Legislativos e de cota no Fundo Partidário para mulheres

O Senado aprovou na noite desta quarta-feira (14) a PEC 18/2021 para inserir na Constituição a cota mínima de 30% do fundo de financiamento de campanha e do fundo partidário a para mulheres nas eleições proporcionais e majoritárias, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral. A PEC ainda determina cota de 30% da propaganda eleitoral gratuita de rádio e TV para candidaturas femininas.

Outro projeto aprovado (PL 1.951/21) garante o aumento progressivo de deputadas federais, estaduais e vereadoras no Brasil, até chegar ao mínimo de 30% das vagas em 2040. O texto começa prevendo um mínimo de 18% já nas eleições de 2022 e 2024 e vai subindo de forma escalonada para 20%, 22%, 26% até chegar a 30%.

“Estou na política há mais de 20 anos. Sou da época em que as mulheres saiam com pacotinhos de santinhos e alguns homens saíam – justamente porque não se faz política sem ajuda do Fundo – com cheques polpudos. Agora estamos constitucionalizando avanços que levamos anos para conseguir. Há mais de 10 anos a Bancada Feminina vinha, insistentemente, tentando inserir na Constituição a cota de 30% para o fundo eleitoral, o fundo partidário e o tempo de rádio e televisão. E, agora, também vamos estabelecer uma cota razoável de cadeiras nos Legislativos, numa graduação moderada, para que nós mulheres tenhamos, na média mundial que já é hoje, 30% de mulheres como deputadas federais, estaduais e vereadoras no ano de 2040”, disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder da Bancada Feminina.

A diferença para a legislação atual é que hoje é obrigatória a cota de 30% de candidaturas, o que não garante êxito eleitoral e, muitas vezes, estimula a fraude com a inserção de candidaturas laranja. Por falta de recursos e visibilidade nas campanhas eleitorais, as mulheres ocupam cerca de 15% das cadeiras na Câmara dos Deputados e 10% nas Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores.

O projeto original previa a garantia de cadeiras inicialmente com 15%, por iniciativa da senadora Simone Tebet MDB-MS), líder da Bancada Feminina, o índice vai iniciar com 18% já em 2022, se o projeto for aprovado a tempo na Câmara dos Deputados.