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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 22 de Junho de 2026

Sicredi expande solução de pagamento por aproximação no celular ao aceitar bandeira Elo

Além da Elo, associados podem, desde fevereiro, receber pagamentos das bandeiras Visa e Mastercard

Após ser a primeira instituição financeira do país a implementar o Celular como POS, um aplicativo que possibilita usar o celular como máquina de cartões, o Sicredi anuncia agora que aceitará pagamentos de seus clientes portadores de cartões de crédito ou débito da Elo, já disponível na solução.

Além da Elo, os associados credenciados na ferramenta podem receber os pagamentos de seus clientes portadores de cartões de crédito ou débito das bandeiras Visa e Mastercard.

A solução é uma alternativa às chamadas “maquininhas de cartão” convencionais. Com isso, o Sicredi dá um passo à frente ao ampliar a aceitação de Elo para essa modalidade de pagamento, reforçando seu pilar de inovação na oferta de soluções tecnológicas que garantam mais conveniência e agilidade para os associados.

A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Sicredi e a empresa Fiserv, líder global em soluções de pagamento e serviços financeiros. As transações são feitas por meio de cartões contactless, com as regras de limite sem senha já praticadas no mercado. Os recebimentos podem ser realizados somente em aparelhos com sistema Android na versão 9.0, conectividade 3G ou 4G e com tecnologia NFC (não disponível em dispositivos IOS).

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). 

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espirito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Família consegue dinheiro através de doações e compra remédio mais caro do mundo para bebê com atrofia muscular espinhal

Família consegue dinheiro através de doações e compra remédio mais caro do mundo para bebê com atrofia muscular espinhal

família do menino Benjamin Brener Guimarães, o Ben, anunciou que conseguiu através de doações o dinheiro para comprar o medicamento Zolgensma, conhecido como o remédio mais caro do mundo (veja vídeo acima). Ele custa 2 milhões de dólares, o equivalente a mais de R$ 11 milhões, e é utilizado para tratar atrofia muscular espinhal (AME), doença rara, degenerativa e muitas vezes letal.

Em setembro, a família de outro bebê com AME, o pernambucano Levi de Oliveira Balbino, de pouco mais de 1 ano, conseguiu comprar o remédio após uma decisão judicial. Ben também tinha uma decisão da Justiça Federal de Pernambuco (JFPE) para que o Ministério da Saúde fornecesse o medicamento, mas a União recorreu e a liminar foi suspensa (veja mais abaixo).

O anúncio da compra do medicamento para Ben foi feito pelos pais do bebê, Nathalie e Túlio, nas redes sociais. O menino tem 5 meses de vida e, desde que foi diagnosticado com a doença, a família tem feito campanhas na internet para arrecadar o valor necessário para comprar o remédio, que não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“É com muito orgulho que anunciamos que o Ben venceu mais uma etapa. Recebemos o complemento financeiro necessário para a aquisição e já compramos o medicamento junto ao fabricante suíço”, disse a mãe do menino.

A família não divulgou quanto pagou pelo remédio. “A expectativa é que a chegada ocorra ainda em outubro e, assim, possamos cumprir essa meta do Ben tomar o tão sonhado remédio antes de completar os seis meses de vida“, afirmou Nathalie.

No dia 18 de setembro, a JFPE determinou que o Ministério da Saúde fornecesse o Zolgensma ao bebê e deu um prazo de 20 dias. Ele pode ser utilizado para tratar crianças de até 2 anos diagnosticadas com AME tipo 1, a forma mais grave da doença e que geralmente causa a morte antes dessa idade.

Em outubro, a União recorreu da decisão e a liminar da primeira instância foi suspensa. No entanto, os pais do bebê conseguiram o valor por meio de uma corrente de solidariedade e fizeram um agradecimento nas redes.

“Nosso sonho está se tornando realidade, graças ao empenho, espírito solidário, a garra, o abraço à causa e à compaixão de cada um. Obrigado a todos que participaram, se envolveram, doaram, chegaram junto, trouxeram aquele calor que o nosso coração tanto precisou durante esses mais de 100 dias de luta para nunca desistir do nosso objetivo. Nossa família é só alegria e gratidão”, afirmou o pai, Túlio Guimarães.

Doença degenerativa

Até 2017, não havia tratamento para quem nascia com essa condição no Brasil. A AME é uma doença grave, rara, neuromuscular, degenerativa, progressiva, irreversível e de origem genética.

O Zolgensma, que obteve registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em agosto de 2020, modifica o DNA do paciente e cria uma cópia funcional, isso em uma única dose. Além do Zolgensma, o tratamento da AME também pode ser feito com o remédio Nusinersena (Spinraza).

Diferente do primeiro, este segundo consiste num tratamento para o resto da vida, num custo de R$ 400 mil por ano. Desde 2019, o Spinraza foi incorporado ao SUS e é fornecido gratuitamente aos pacientes. Por isso, o Ministério da Saúde alega que não há superioridade entre os dois remédios, o que foi contestado por uma geneticista que fez um laudo sobre o caso de Ben.

Fonte: G1

Auxílio financeiro é proposto pela CPI da COVID-19 para órfãos na pandemia

Auxílio financeiro é proposto pela CPI da COVID-19 para órfãos na pandemia

O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID-19, foi apresentado pelo Senador Renan Calheiros (MDB-AL). O texto propõe um Projeto de Lei (PL) visando a criação de uma espécie de auxílio financeiro aos órfãos na Covid-19.

Dessa forma, crianças e adolescentes que perderam seus pais devido ao impacto da pandemia Covid-19, essa que teve seu início no Brasil em meados de março de 2020, serão amparadas pelo benefício.

A intenção é pagar uma indenização no salário mínimo de 2022 aos jovens que perderam o pai, a mãe ou outro responsável legal em virtude da doença.

Por se tratar de um Projeto de Lei, o texto precisa ser analisado pelo Congresso e assim, se aprovado pelos parlamentares da Casa, o PL terá validade. Portanto, a votação deve ser feita em conjunto pela Câmara dos Deputados e Senado Federal..

O relatório enfatizou a necessidade de garantir que algum apoio seja fornecido às famílias das vítimas da Covid-19, sobretudo financeiro. Isso ocorre porque, na maioria das famílias, essas pessoas que foram a óbito eram os provedores e chefes da família.

Entretanto, se o projeto for aprovado e sancionado, o auxílio financeiro será retroativo à data do falecimento. Visto que, o valor será proporcional ao número de órfãos deixados, se limitando a três salários mínimos, ou seja, três órfãos por família.

Além disso, caso o texto permaneça como está, os órfãos terão direito a assistência financeira até atingirem a idade de 21 anos. Logo, se o jovem estiver cursando o ensino superior, é possível estender o benefício até os 24 anos.

Vale ressaltar que a ajuda financeira estará sujeita às correções monetárias no mesmo patamar da previdência social.

O pagamento será feito pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que contará com o apoio do Dataprev. Dessa forma, serão efetuados os depósitos desse auxílio em até 30 dias após a aprovação do projeto.

Do mesmo modo, o PL do auxílio financeiro também estipula que se o falecimento for ocasionada pela Covid-19, a pensão por morte concedida ao segurado do INSS ou à família do funcionário federal, será de 100% do valor da aposentadoria.

Por outro lado, aqueles que recebem pensão por morte, independentemente do regime ou quando a renda familiar do órfão for superior a três salários mínimos, não terão direito a este benefício.

Pesquisa aponta que cerca de 47% das mulheres no Brasil deixaram de se consultar com ginecologistas ou mastologistas durante a pandemia

Uma pesquisa conduzida pelo Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), divulgada esta semana, apontou que cerca de 47% das mulheres no Brasil deixaram de marcar consultas com ginecologistas ou mastologistas por conta da pandemia da Covid-19. O estudo foi realizado de forma online entre os dias 7 e 23 de setembro de 2021, com a participação de 1.400 pessoas com pelo menos 20 anos de idade, de diferentes cidades do Brasil.

E no mês que tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção do câncer de colo do útero e do câncer de mama – o Outubro Rosa -, a enfermeira Alana Correa, professora do curso de Enfermagem da Estácio, alerta: “Precisamos sim tomar todos os cuidados de prevenção ao Coronavírus, respeitando todos os protocolos de segurança e tomando a vacina, mas de forma alguma as mulheres devem esquecer das outras doenças que não deixaram de existir e vem crescendo devido à baixa prevenção durante toda a pandemia”.

A professora da Estácio revela que o câncer de colo de útero e o de mama são os que mais acometem as mulheres em todo o mundo, e quanto mais cedo detectados, mais fáceis são os tratamentos.

“Nódulos mamários, quando detectados precocemente, têm chance de 90% de cura; e toda lesão no colo do útero, quando também descoberta em fase inicial, é tratada para que não se torne uma doença mais grave, incluindo o câncer”, afirma a docente.

A enfermeira obstetra explica que, de acordo com o Ministério da Saúde, toda mulher de 25 a 64 anos de idade com atividade sexual ativa deve realizar o exame preventivo de câncer de colo de útero anualmente. E a Sociedade Brasileira de Mastologia indica que toda mulher com mais de 40 anos de idade deve fazer a mamografia anualmente.

“São exames muito simples, rápidos e que podem salvar a vida de muitas mulheres. Precisamos cada vez mais falar sobre a prevenção e destacar que toda mulher deve anualmente consultar um ginecologista uma vez ao ano, pelo menos”, reforça Alana.

Estudo sobre o mercado ilegal de agroquímicos mostra que as apreensões vem crescendo no Brasil

Tema será debatido em evento que acontecerá no dia 26 de outubro
Por meio de transmissão via canal do Youtube do IDESF, será possível acompanhar o lançamento do estudo “O mercado ilegal de defensivos agrícolas no Brasil”, edição Foz do Iguaçu, no dia 26 de outubro, das 9h às 12h.
No lançamento, além da apresentação dos dados relativos ao estudo, será promovido um debate entre especialistas sobre este mercado de ilícitos.
A pauta relacionada ao contrabando de agroquímicos ganha ainda mais relevância na região Oeste do Paraná, principalmente por dois motivos: Ciudad del Este (Paraguai), vizinha a Foz do Iguaçu, é a principal cidade onde se concentram as empresas vendedoras deste produto. Além disso, o “mapa” das estradas mais utilizadas do contrabando de agroquímicos passa pelas BR-277 e BR-163. A região de Cascavel, por exemplo, é cortada pelas duas rotas e o estudo mostra que é neste ponto onde ocorre a distribuição dos produtos ilegais para todo o país. Luciano Stremel Barros, Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF) e um dos idealizadores do Estudo, destaca que um dos fatores que contribui para o contrabando desses produtos é a assimetria de legislações entre o Brasil, o Paraguai e os demais países do Mercosul.
“Faltam acordos entre o Brasil e os seus vizinhos para criar regras semelhantes para o uso de agroquímicos no campo. Poderíamos, por exemplo, ter laboratórios nesses países do Mercosul para que, em conjunto, pudéssemos analisar e entender o que é necessário para as lavouras e, assim, utilizarem produtos em comum acordo”.
Entre os agroquímicos que fariam parte deste debate a nível de Mercosul está o benzoato de emamectina, um dos inseticidas mais contrabandeados e com rigorosas restrições no Brasil, cujo percentual máximo de uso liberado pelas normas sanitárias vigentes, é de 5%. Já nos registros de importação de benzoato de emamectina do Paraguai, constam cargas do produto que desembarcaram no país em uma diversidade de concentração que varia entre 30%, 40%, 70%, 90% e até 95% de concentração do princípio ativo.
O Paraná  é o 4o estado com maior índice de contrabando de agrotóxicos.
Os dados de apreensões de agroquímicos são crescentes. Só a Polícia Rodoviária Federal apreendeu, em 2020, mais de 70 toneladas de agroquímicos nas rodovias (em 2019, foram pouco mais de 61 toneladas). Das apreensões realizadas pela Receita Federal, no Brasil, de 2016 até hoje já foram mais de R$ 33 milhões em agroquímicos apreendidos. Só em uma operação realizada pela Polícia Federal, nomeada “Ruta Negra”, ocorrida no final de agosto, foi desarticulada uma organização criminosa especializada na importação, comercialização e transporte de defensivos agrícolas ilegais. A importação ocorria por meio do lago de Itaipu.
Luciano complementa: “É um problema grave não somente por toda a cadeia de crimes que ele gera, mas também porque os agroquímicos contrabandeados que vão para as lavouras vão originar produtos em que não temos a menor ideia do que estamos consumindo”.

A programação do evento está disponível no site www.idesf.org.br

Inscrições abertas para evento sobre fronteiras e direitos humanos na UE e Mercosul

Nos dias 16, 17 e 18 de novembro, das 19h às 22h, será realizado via transmissão online o “V Colóquio sobre fronteiras e direitos humanos na União Europeia e no Mercosul”.
As inscrições podem ser realizadas no site do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF): www.idesf.org.br
Os participantes receberão certificado.
Segundo o Professor Tomaz Espósito Neto, um dos organizadores do evento, Mercosul e União Europeia são regiões prioritárias para o Brasil. “O Mercosul é o maior mercado de produtos industriais brasileiros. Já a União Europeia é o principal investidor dos países do Mercosul, rivalizando pari passu com a China”.
Os debates permearão 3 temáticas principais: “Mercosul e União Europeia: perspectivas contemporâneas”, “A União Europeia como ator global” e “Crise migratória e direitos humanos no mundo pós Covid-19”. Sobre a programação, Tomaz também destacou que a União Europeia é o principal financiador de projetos de cooperação na região e o principal parceiro nos aspectos culturais e educacionais. “Os países do Mercosul são os que mais usufruem de projetos como o Erasmus. Além disso, tanto o Mercosul quanto a UE são parceiros em várias temáticas, desde proteção de direitos humanos, democracia, igualdade de gênero, desenvolvimento sustentável, entre outros. São atores muito fortes, aliados, parceiros em instâncias multilaterais como a OMC e a ONU”.

Luciano Stremel Barros, Presidente do IDESF, comentou que é de fundamental importância discutir tais temas nas áreas de fronteira. “A visão europeia é interessante porque eles tiveram uma construção de cooperação entre os países membros muito eficiente. Assim, podemos trazer uma reflexão para que os países do Mercosul formatem suas agendas à luz desses mecanismos universais de direitos humanos”.

O evento é uma realização do Programa Erasmus, Cátedra Jean Monnet (UFGD), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), Ministério da Defesa, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME).

Programação
A programação completa está disponível no site www.idesf.org.br