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Nosso corpo é morada de Deus: Por João Antonio Pagliosa
Enquanto estivermos vivos sobre a face da Terra, e formos obedientes e seguidores da Palavra do SENHOR, nosso corpo é templo de Deus. Ele, o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis… Ele habita em nós! Que glória!
Em Romanos 8:11, e em 1 Coríntios 15:42, qualquer ser racional compreende que o destino final e glorioso para nosso corpo é ser absolutamente transformado, ou seja, este corpo físico é semeado e é perecível (apodrecerá), entretanto, ressuscitará e será imperecível.
Todos os crentes em Jesus, estejam eles vivos ou mortos, por ocasião do retorno glorioso de Jesus Cristo, receberão instantaneamente novos corpos gloriosos. Nesse preciso instante se ouvirá o grande som da trombeta profetizado conforme as Escrituras, em Mateus 24:31, em 1 Tessalonicenses 4:16, e em Apocalipse 11:15.
O apóstolo Paulo, após reconhecer o poder e a glória de Jesus Cristo, viveu cada dia de sua vida a trabalho de Deus. E viveu sempre numa espécie de êxtase espiritual, em razão de sua plena certeza do retorno de Jesus sobre a face da Terra, da ressurreição dos mortos e da vida eterna de todos aqueles que creem em Jesus de Nazaré.
Crer é prerrogativa de cada um de nós!
O que mais profana nosso corpo é a sexualidade! Em 1 Coríntios 7 : 1 a 7, lemos sobre princípios na vida conjugal, isto é, na vida sexual entre marido e mulher. Fica muito claro na leitura destes sete versículos que a esposa não tem autoridade sobre seu próprio corpo, mas sim, o marido. Da mesma maneira o marido não tem autoridade sobre seu próprio corpo, mas sim, a esposa. Portanto, marido e esposa não tem o direito de se negar um ao outro, exceto por mútuo consentimento, e apenas durante algum tempo, a fim de vos consagrardes à oração. Logo em seguida, unam-se sexualmente, para que Satanás não vos tente por causa de vossa falta de controle.
Sim, prezados leitores, tanto o homem quanto a mulher serão tentados a pecar quando houver abstinência sexual longa entre o casal. E precisamos ser sábios para lidar com situações dessa envergadura, uma vez que cada ser humano tem seu próprio dom da parte de Deus; Ele nos fez únicos, um de determinado modo, outro de forma diferente…
Saibamos pois, respeitar as diferenças e tenhamos sabedoria para compreender nosso cônjuge, para compreender nosso próximo quando ele invoca o nosso socorro.
Num mundo que vive o caos, evidentemente há armadilhas por todos os lados, entretanto é mister manter-se íntegro e puro… E quando fracassar (isto pode acontecer as qualquer ser vivente), confesse o seu pecado, arrependa-se genuinamente, transforme-se e tenha de novo uma vida ilibada.
Não olvide que somos templo de Deus… E Deus, prezado que me lê, não habita morada suja!
Curitiba, 07 de maio de 2018.
João Antonio Pagliosa