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Bela Vista-MS Sábado, 24 de Outubro de 2026
Itaipu vai investir R$ 49 milhões em projeto de água nas aldeias de Dourados, anuncia ministro Padilha

Itaipu vai investir R$ 49 milhões em projeto de água nas aldeias de Dourados, anuncia ministro Padilha

Ministro Alexandre Padilha garante ao deputado Geraldo Resende que o projeto elaborado pela Sanesul será viabilizado pela Itaipu Binacional e será lançado após as eleições de outubro

A Itaipu Binacional vai investir R$ 49 milhões no projeto de abastecimento de água nas aldeias Jaguapiru e Bororó, ambas na Reserva Indígena de Dourados. O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, na tarde desta quarta-feira (28), em Brasília, após audiência com o deputado federal Geraldo Resende (PSDB-MS).

A audiência foi marcada a pedido do parlamentar sul-mato-grossense com o objetivo de cobrar o compromisso que o ministro Alexandre Padilha fez, ainda no ano passado, de viabilizar recursos para a implantação de uma rede de abastecimento de água na Reserva Indígena de Dourados dentro do novo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal.

No entanto, segundo explicou o ministro, questões orçamentárias impediram a inclusão no PAC. Diante disso, o deputado solicitou uma via alternativa de financiamento do projeto, tendo em vista a urgência de uma solução para a falta de água na Reserva Indígena douradense.

“Relatei, por diversas vezes ao ministro, o sofrimento dos povos indígenas douradenses, que há vários anos ressentem com a falta de água potável. E ele mostrou sua sensibilidade, desde o início, e felizmente, encontrou essa saída, que é parceria com a Itaipu Binacional”, explica Geraldo Resende.

“O ministro nos garantiu que tão logo passem as eleições, ele deverá ir a Dourados para anunciar esse recurso. Estou confiante de que depois de mais de um ano e seis meses, e após uma luta incessante em Brasília, junto com o Governo do Estado, dessa vez o projeto vai acontecer”.

Após a audiência, o ministro Alexandre Padilha reforçou o compromisso com Geraldo Resende. “Quero agradecer ao presidente da Itaipu Binacional, Enio Verri, que tem o compromisso de fazer investimentos na área da atuação de impacto da Itaipu, investimentos como esse para as aldeias de Dourados. Parabéns a Sanesul pelo projeto e ao deputado Geraldo Resende pelo compromisso com os povos indígenas, em especial com a população de Dourados.

“As coisas vão caminhando e nós temos uma perspectiva muito positiva de que possa ter uma solução adequada, adaptada para a realidade do povo indígena douradense, para garantir esse direito tão básico da sociedade, que é o direito do acesso à água potável”, finalizou o ministro.

A audiência contou ainda com a presença do subsecretário Subsecretário de Estado de Políticas Públicas para a População Indígena de Mato Grosso do Sul
Fernando da Silva Souza,  e do ex-deputado federal Valtenir Pereira, atualmente assessor do ministro Alexandre Padilha.

Legenda da foto/divulgação:

Deputado Geraldo Resende, subsecretário Fernando Silva e Ministro Alexandre Padilha

Paulo Corrêa solicita implantação do curso de Medicina Veterinária na UEMS de Mundo Novo

Paulo Corrêa solicita implantação do curso de Medicina Veterinária na UEMS de Mundo Novo

1º secretário da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB) solicitou, nesta semana, a implantação do curso de Medicina Veterinária no campus da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) em Mundo Novo. A medida visa atender à crescente demanda por formação superior na região Conesul e fortalecer a oferta de cursos estratégicos para o desenvolvimento econômico e social local.

Paulo Corrêa argumenta que a abertura do curso na unidade de Mundo Novo é fundamental para proporcionar aos jovens da região mais oportunidades de qualificação profissional sem a necessidade de se deslocarem para outras cidades.

“Essa é uma demanda antiga da comunidade e pode se tornar uma realidade graças ao empenho do Governo do Estado e da UEMS em atender às necessidades regionais”, afirmou o deputado. “Estamos trabalhando em conjunto com o governador Eduardo Riedel e com o Reitor da UEMS, Dr. Laércio de Carvalho, para que essa solicitação seja atendida o mais breve possível, garantindo mais uma opção de curso de excelência na UEMS”, completou.

A iniciativa, além de beneficiar os estudantes, também visa contribuir para o desenvolvimento do setor agropecuário na região, que é uma das principais atividades econômicas do Conesul. A formação de novos profissionais qualificados em Medicina Veterinária pode impulsionar a produção local, promover o bem-estar animal e agregar valor à cadeia produtiva.

Se aprovado, o curso de Medicina Veterinária em Mundo Novo deverá iniciar suas atividades nos próximos anos, consolidando ainda mais a UEMS como uma instituição referência no ensino superior em Mato Grosso do Sul.

Com o ‘Pra Frente Social’, Rose construirá 6 mil casas e abrirá centro para abrigar excluídos

Com o ‘Pra Frente Social’, Rose construirá 6 mil casas e abrirá centro para abrigar excluídos

Candidata a prefeita quer promover o desfavelamento e resgatar a dignidade do campo-grandense

 Entre os eixos centrais do programa de governo da candidata a prefeita de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil), está o ‘Pra Frente Social’. Destaque para a construção de seis mil moradias e a implantação da Casa da Cidadania para atender pessoas excluídas, com atendimento psicossocial e encaminhamento ao mercado de trabalho.

Rose vai ampliar programas habitacionais e criar o ‘Sai da Lona’ para promover o desfavelamento da Capital, atender pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, principalmente mulheres vítimas de violência.

O projeto oferecerá, gratuitamente, 4 mil unidades de 25 metros quadrados, com banheiro e cozinha integrada à sala. O ‘Sai da Lona’ será custeado com recursos de tributos com desvinculação de receitas da emenda constitucional 132/2023.

Rose também propõe a implantação do ‘Morando Legal’, um programa de habitação popular para a construção de 2 mil casas com recursos dos governos federal, estadual e emendas parlamentares.

Já a Casa da Cidadania vai nascer com a missão de desenvolver políticas públicas transversais para as minorias e população em situação de rua. “Vamos combater todo tipo de preconceito e discriminação, promovendo a cultura da paz”, afirmou Rose.

O projeto terá investimento em cursos profissionalizantes para inclusão no mercado de trabalho, atendimento humanizado à saúde, como para povos originários, além de intérprete em idioma nativo. A Casa Cidadania inclui ainda a implantação da central de intérpretes de libras.

Moradores de rua

A candidata a prefeita realizará levantamento e monitoramento da população em situação de rua, com a participação ativa de organizações não governamentais e equipe multidisciplinar, para formulação de políticas e estratégias específicas, visando oferecer assistência social, acesso à saúde, oportunidades de moradia e reinserção socioeconômica.

Mulheres e idosos’

Na gestão de Rose, será criada diretoria específica para estimular, capacitar e incentivar o empreendedorismo feminino, respeitando suas peculiaridades, para promover a paridade de gênero e a participação das mulheres na política e no mercado de trabalho, implementando ações que garantam a igualdade de oportunidades e direitos.

O plano de governo da candidata propõe o desenvolvimento de políticas de envelhecimento ativo, com combate à exclusão social da pessoa idosa a partir do Programa ‘Envelhecer Melhor’. Uma das ações será a criação do Cartão Municipal do Idoso para oferecer uma rede de serviços e cuidados à melhor idade.

O plano de governo da candidata Rose Modesto incluiu ainda a criação do Projeto ‘Florescer’ para proporcionar arte, cultura, esporte, lazer, reforço escolar e qualificação profissional, atendendo a população das sete regiões da cidade e distritos.

Empreendedorismo: Gestor de RH alerta para o nível de propostas nas eleições e dá dicas para os candidatos

Empreendedorismo: Gestor de RH alerta para o nível de propostas nas eleições e dá dicas para os candidatos

A eleição nos municípios de todo o Brasil segue em ritmo acelerado e no dia 6 de outubro os eleitores vão escolher seu prefeito e vereadores. Chama popularmente de “a festa da democracia”, as eleições parecem ser sempre a mesma coisa quando se fala em perfil de candidatos, propostas e as modinhas de marketing que tomam conta das redes sociais, grupos de WhatsApp e rodas de conversa.

Porém, é preciso ficar atento em relação alguns detalhes do processo eleitoral, principalmente o tipo e nível de proposta de trabalho que os candidatos andam apresentando nas reuniões e seus programas de propaganda. Quem explica os detalhes é o empreendedor e gestor de recursos humanos, Dendry Rios.

Especialista em humanização nas relações de trabalho, Rios atuou durante anos liderando o empreendedorismo e promovendo treinamentos voltados a transformação de pessoas comuns em empreendedoras de sucesso. Segundo ele, é preocupante a falta de propostas reais que inserem o empreendedorismo no dia a dia das pessoas.

“O que se vê nos materiais de divulgação é muito genérico e frágil. Os candidatos estão explorando as redes sociais para dizer que vão atrair novos negócios para gerar empresa e vão oferecer qualificação profissional a jovens e adultos. Até aí tudo bem, mas a pergunta que faço é como eles vão colocar isso em prática? É nesse momento que percebemos que os candidatos não possuem propostas concretas e realistas para oferecer ao eleitor”, destaca Dendry Rios.

Culturamente, os candidatos sempre discursam que vão melhorar a saúde, a educação, trazer mais cultura, fomentar o esporte, asfaltar mais ruas e atrair novas indústrias. “As propostas são tão vazias que se perguntar como será essa estratégia e planejamento de atrair novas indústrias ninguém sabe responder. Ou se perguntar ainda como é essa união de trabalho na gestão que relaciona os eventos esportivos com a economia local, percebemos um vazio nos discursos. Precisamos mudar essa realidade, pois quanto mais canais de comunicação temos, mais os candidatos estão falando assuntos vazios e não estão aproveitando a oportunidade que tem par falar diretamente ao eleitor sobre o que realmente impacta no seu dia a dia”, explica Rios.

Ainda de acordo com o gestor de recursos humanos, “o que se vê nas propostas é uma espécie de empresa sendo tocada sem planejamento, ou seja, fazendo por fazer e muitos acreditam que continuarão fazendo as táticas da velha política para este público novo com novas ferramentas nas mãos, que é a tecnologia”.

Para Rios, a transformação digital de uma sociedade precisa ser pauta principal dentro do plano de propostas de candidatos a prefeitos e vereadores. “Se não mudarmos a mentalidade e os hábitos da população, teremos uma gestão pública pautada apenas no assistencialismo e isso não pode ser o foco principal da campanha. Estão prometendo apenas assuntos que dão casa, comida e asfalto de graça. Errado não estão, pois uma fatia significativa da população precisa desse suporte para a sobrevivência, mas o discurso não pode deixar evidente que isso será para sempre, pois um povo precisa empreender para crescer e depender cada vez menos da máquina chamada Estado. O eleitor está mais atento e a galera estrategista de campanhas que tem por aí nos municípios ainda não entendeu. Estão fazendo política como se fosse na década de 90. Lamentável a falta de criatividade nas propostas e a falta de compromisso com o empreendedorismo”, desabafa o gestor.

Dicas para candidatos apertarem os passos nas propostas que transformam a população:

Investir em eventos temáticos para fomentar a economia local nos municípios, unificando o artesanato a tecnologia e criando um calendário fixo de programação. Quanto mais atrativos de entretenimento e turístico uma cidade tem, mais ela atrai gente de fora e proporciona momentos de lazer e aquecimento nas vendas do comércio local.

Implantar uma nova cultura de qualificação profissional, abandonando o modo antigo de oferecer treinamentos que nada tem a ver com a cultura econômica local e investir em cursos e treinamentos com conteúdos que acompanhe o desenvolvimento. Isso inclui tecnologia e formação técnica. Desta maneira estarão atendendo as necessidades locais e evitarão que jovens e adultos deixem a cidade que moram para trabalhar em outra.

Criar um Banco da Gente, que fomenta o crédito para os pequenos negócios. Esse banco oferece apoio financeiro com juros baixíssimos e suporte de gestão para que o empreendedor possa aplicar os recursos de maneira correta que vá realmente melhorar seu negócio. A grande maioria do pequeno empreendedor de bairro nem sequer consegue uma linha de apoio em BNDES ou FCO de Banco do Brasil. Esses dois são para grandes negócios, infelizmente.

Criar programas de redução de impostos municipais, no caso o ISS, para atrair novos negócios e dar uma força para empresas recém-criadas.

Estreitar o contato mais direto com o Sebrae e outros órgãos do Sistema S. Atualmente esse contato é periódico e muitas vezes não chega a todos os empreendedores.

Melhorar os serviços públicos nas áreas comerciais, como asfalto, segurança, iluminação pública, sinalização do trânsito, limpeza e rede de telefonia.

Criar um programa de modernização da rede de telefonia e internet na cidade. Atualmente é uma vergonha a qualidade da Internet em praticamente todos os municípios brasileiros, com exceção aos grandes centros.

Realizar parcerias com as cooperativas locais, como Sicredi, Sicoob e outras para fomentar a economia por meio da geração de eventos e créditos para as empresas e linhas de financiamento para os funcionários do comércio local. Atuar com uma cooperativa é muito mais vantajoso e lucrativo para qualquer tipo de negócio.

Criar salas do empreendedor dentro das prefeituras, onde esse ambiente vai atender as necessidades dos pequenos empreendedores. Atualmente uma demanda do pequeno empreendedor é sofrida dentro dos órgãos públicos, pois ele entra na fila para ser atendido, enquanto os grandes negócios possuem equipe, assessores e esses conseguem ser atendidos mais rapidamente. Uma prefeitura e câmara municipal precisam se aproximar mais do público empreendedor.

Realizar eventos tecnológicos com escolas e empresas para descobrir talentos do município. Isso fomenta a geração de ideias que melhoram inclusive o serviço público. Imaginem quantas mentes brilhantes temos nas escolas e empresas.

Criar programa de formação profissional para usuários do sistema penitenciário, de modo que já tenham condições de ressocializar com o perfil empreendedor.

Realizar eventos mensais para ouvir os empreendedores da cidade, como um “Café Empreendedor”. Esses momentos oportunizam ouvir as necessidades e os anseios desse público que acorda cedo e trabalha para fomentar o negócio e a cidade. Atualmente prefeitos e vereadores parecem se esconder dos empreendedores.

Apoiar e dar condições para a criação de grupos de mulheres empreendedoras, cultura empreendedora indígena, entre outros. Esses grupos fomentam a cidade e organizam as entidades de classe.

Criar políticas públicas e fluxos de trabalho que orientem os servidores públicos para fazer o contato com o setor produtivo antes de debater leis que impactam no dia a dia do comércio. Hoje em dia muitos empreendedores ficam sabendo de leis depois que elas já estão vigente e falta muito diálogo.

Criar na cidade um Prêmio Empreendedor do ano, homenageando os empreendedores de diversos setores da sociedade e da área de produção. Isso agita o comércio local e fomenta a economia.

Levar a cultura e disciplina de empreendedorismo para dentro das escolas municipais como atividades extras. Essas aulas podem se tornar grandes projetos dentro das escolas unindo a comunidade escolar com as demais famílias e o poder público.

Realizar excursões para levar jovens da cidade para visitar grandes centros e cidades grandes nos eventos de empreendedorismo e desenvolvimento humano. São experiências inesquecíveis além de motivar e abrir novos horizontes com os participantes. Eles retornam para cidade cheios de ideias para realizar.

Promover mutirão de revisão de legislações municipais para blindar a economia local. Temos muitas leis que permitem que empresas de fora atuem na cidade, não deixem nenhum investimento e acabam promovendo uma concorrência desleal com o comércio local.

Realizar treinamentos para as empresas locais participarem de licitações vendendo para o poder público e isso faz a economia girar dentro da própria cidade.

Oferecer suporte aos empreendedores para colocar seus produtos e serviços na Internet (e-commerce). Isso leva o nome da cidade e aumenta o rendimento das empresas. Esse meio fomenta o marketing, sistemas de software, ocupa a agenda de jovens e adultos, transporte e logística, entre outros.

Oferecer cursos de publicidade e propaganda para incentivar a divulgação profissional dos pequenos negócios. Neste curso é possível fazer parcerias com agências de propaganda para atuar e ajudar as empresas locais. Quanto mais propaganda certa, mais vendas acontecerão.

Construir um centro comercial que reúna os empreendedores em formato de feira cultural, feira tecnológica, feita da inovação, feira de tudo quanto é área. Neste local a prefeitura pode fazer agendas de eventos. Isso melhora as condições de oportunidades.

Fomentar o turismo local com atrativos que unificam a comunidade local ao público externo. Isso se faz com criando pontos turísticos para visitas, fotos e praças modernas com sistemas de internet e sustentabilidade, entre outros.

Essas são apenas algumas propostas realistas e que turbinam qualquer sociedade. Atualmente se for levar ao pé da letra, é possível ter mais de 500 dicas e modelos de projetos e propostas que podem ser propostos na campanha e realizados durante a gestão. O empreendedor e gestor de recursos humanos Dendry Rios coloca seus contatos a disposição para contribuir com as ideias. O Instagram do profisisonal é @dendryrios.

Governo de MS formaliza criação de quadro de oficiais e praças temporários do Corpo de Bombeiros

Governo de MS formaliza criação de quadro de oficiais e praças temporários do Corpo de Bombeiros

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul formalizou a criação do quadro de oficiais especialistas e de saúde, além de praças, temporários do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar).

Os oficiais – no posto de 2° tenente –, poderão ser admitidos na corporação por meio de processo seletivo simplificado, na modalidade de CLP (Contratação de Longo Prazo), com tempo máximo de atividade no CBMMS de sete anos.

No período, os aprovados no processo seletivo poderão ser destinados à atividade como especialistas ou de saúde temporários, além do atendimento ao público – interno e externo –, e outras atividades próprias da carreira.

Já os praças da graduação de soldado-auxiliar de operações de bombeiro militar podem ser admitidos em processo seletivo simplificado nas modalidades CLP ou CSE (Contratação Sazonal Específica).

A legislação complementar que estabelece as regras foi sancionada hoje (28) – no Diário Oficial – após decreto da Assembleia Legislativa.

O total de bombeiros militar temporários da Corporação está sujeito ao limite estabelecido na Lei de fixação de efetivo, e não pode superar a 50% do quantitativo previsto para o posto de segundo-tenente – no caso do quadro de oficiais temporários – e a graduação de soldado – no caso do quadro de praças temporários.

Para o ingresso de oficiais e praças temporários no CBMMS será publicada lei específica que vai definir as prerrogativas funcionais, os direitos, entre outras coisas.

No dia 4 de julho, o Governo do Estado encaminhou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o projeto de lei de criação do quadro de bombeiros militares temporários e autorização do ingresso de oficiais e praças no CBMMS.

A medida, inédita no País, atendeu ao pedido da corporação – além de seguir diretrizes da lei federal n. 14.751, de dezembro de 2023, que instituiu a norma orgânica nacional das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados e do Distrito Federal.

A iniciativa tem como objetivo assegurar uma resposta eficiente e dinâmica diante das intercorrências e situações de emergência da corporação.

Comunicação Governo de MS
Foto: Bruno Rezende

 

Convênio garante mais 378 casas em Mato Grosso do Sul e dignidade para famílias a serem contempladas

Convênio garante mais 378 casas em Mato Grosso do Sul e dignidade para famílias a serem contempladas

Acompanhando os investimentos privados que acontecem no Estado, um convênio assinado na manhã de hoje (27) vai garantir moradia para 378 famílias em Mato Grosso do Sul. Serão construídas 186 unidades habitacionais em Ponta Porã e 192 em Campo Grande, com recursos provenientes do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Governo do Estado.

Na solenidade, o governador Eduardo Riedel destacou que o Mato Grosso do Sul é um dos estados que mais garantiu recursos para habitação, juntamente com o apoio da bancada federal no Congresso Nacional. “A habitação é uma prioridade do Estado e temos que ter um olhar muito cuidadoso”.

Riedel ainda afirmou que a chegada de novas operações industriais impõe novos desafios para o poder público. “Com esta composição de esforços entre Estado, municípios, iniciativa privada e programas federais vamos avançando no crescimento e no atendimento para quem precisa de moradia”, salientou.

O Governo do Estado está aportando uma contrapartida de R$ 13 milhões, reforçando o compromisso com a ampliação do acesso à moradia em Mato Grosso do Sul.

Em Ponta Porã, serão investidos no Residencial Professora Elfrida Winckler Antunes, cerca de R$ 32,5 milhões, sendo R$ 7,2 milhões de contrapartida estadual. A Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul (Agehab), em parceria com o município de Ponta Porã, que doou o terreno, será responsável por garantir a execução do projeto.

Já na capital, os recursos totalizam R$ 37,2 milhões, sendo R$ 4,5 milhões oriundos do Estado.

“A entrega dessas casas é um passo significativo para reduzir o déficit habitacional em Mato Grosso do Sul. Cada nova moradia representa uma oportunidade de futuro melhor para centenas de famílias, e o nosso trabalho na Agehab é assegurar que esses projetos se concretizem com a qualidade e eficiência que a população merece”, explica a diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm