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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 23 de Outubro de 2026
Ajuda humanitária: ribeirinhos do Alto e Baixo Pantanal recebem missão com reforço no atendimento médico

Ajuda humanitária: ribeirinhos do Alto e Baixo Pantanal recebem missão com reforço no atendimento médico

Em meio aos incêndios florestais e estiagem que atingem o Pantanal em Mato Grosso do Sul, a Defesa Civil estadual realiza a segunda etapa da operação de assistência humanitária, desenvolvida pelo Governo do Estado às comunidades ribeirinhas do bioma levando desta vez atendimento médico e psicossocial, além da distribuição cestas básicas, água potável e serviços veterinários.

A equipe da Defesa Civil é composta por profissionais de saúde que se inscreveram na operação de forma voluntária. O coordenador da Operação Humanitária e chefe de Departamento de Riscos e Desastres da Defesa Civil, capitão Maxwelbe de Moura Fé, afirmou que cerca de 400 famílias das regiões do Alto e do Baixo Pantanal estão sendo recebidos por profissionais de saúde nesta nova etapa, desde o último domingo (15).

“Nesta etapa contamos com profissionais experientes neste tipo de ação e acostumados com o cenário de desastres naturais”, complementou.

Victor Florenzano é psicólogo clínico e social e está na sua primeira missão humanitária no Alto Pantanal. Para ele, o atendimento neste contexto de catástrofe climática tem um viés social.

“O trabalho na Psicologia visa promover integralmente a saúde, o acolhimento psicossocial e de escuta qualificada para agir com ações mais efetivas, partindo do princípio de ouvir as necessidades de quem vivencia o cenário de catástrofe e aplicar práticas que podem se tornar políticas públicas”, ressaltou.

A artesã Clarice Assunção, da Comunidade Domingos Ramos, destacou a importância da atividade. “A gente não tem condições de descer até a cidade, levar as crianças no médico, e a vinda deles facilita muito”, assegurou a ribeirinha.

Para a geriatra Monica Carvalho, o trabalho é uma forma de fortalecer a população pantaneira e reforçar a cultura destas comunidades, suas origens e seu modo de vida. “Assim podemos contribuir para que a população permaneça nesses locais e a saúde é um fator importante para essas pessoas se fixem na sua região”, afirmou.

O neurocirurgião Clemar Correa da Silva tem muitos anos de experiência em busca, salvamento e resgate no atendimento pré-hospitalar. “Estamos ouvindo a população. É a primeira vez que piso no Pantanal, vamos atender pessoas que estão precisando de médicos e vamos aplicar uma resolutividade parcial neste primeiro momento, mas que não deixa de ser importante”, acrescentou.

Nem os animais domésticos foram esquecidos. A veterinária Yandara Schettert participa pela segunda vez e pode constatar que os animais estão em boas condições de saúde. “Estão sendo bem tratados e alimentados, sem nenhum tipo de parasita. Também estamos analisando alguns parâmetros da água ofertada aos animais e pessoas, e seguindo com orientações”, descreveu.

A primeira missão, ocorrida em agosto, atendeu 230 famílias da região do Taquari. As operações em apoio à população ribeirinha no Pantanal acontecem até o final deste mês com o compromisso de garantir o bem-estar dessas comunidades e apoiar as equipes que atuam diretamente no combate aos incêndios no Pantanal.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Ewerton Pereira

Na Santa Casa, Rose Modesto reafirma  compromisso com a Saúde de Campo  Grande

Na Santa Casa, Rose Modesto reafirma compromisso com a Saúde de Campo Grande

Durante encontro na Santa Casa de Campo Grande, a candidata à prefeita de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil), reafirmou compromisso com a Saúde da capital, elencando como uma das prioridades de sua gestão.

A candidata Rose Modesto destacou o trabalho realizado pela Santa Casa e a importância da instituição para a cidade. “É o maior hospital do nosso estado. A Santa Casa atende todo mundo. É necessária uma atenção maior pelo poder público. Nós vamos repactuar com o hospital e melhorar os repasses”, completou.

A presidente da Santa Casa, Alir Terra Lima, entregou carta compromisso a Rose Modesto, que se comprometeu com as metas apresentadas. “Solicitamos o seu compromisso formal de que, caso eleita para a Prefeitura de Campo Grande, seu governo priorize a saúde dos cidadãos desde a básica, como as de média e alta diversidade, por meio de uma contratualização justa e adequada”, diz trecho da carta.

Rose Modesto destacou que sua gestão vai realizar auditoria na fila de 75 mil consultas, exames e cirurgias no município para ter o número real de procedimentos a serem realizados. Ao mesmo tempo, Rose realizará mutirões para diminuir ao máximo as filas do Sistema de Regulação.

Repactuar os contratos com a rede pública e filantrópica da cidade e buscar o aumento de teto financeiro no Ministério da Saúde é outra meta de Rose. Dessa maneira, ela pretende ampliar leitos hospitalares e atendimentos ambulatoriais tanto na rede filantrópica quanto na rede privada. “Campo Grande possui oito hospitais, sendo dois públicos e seis filantrópicos. Utilizar a estrutura já existente é uma forma eficiente de atender aqueles que não podem mais esperar”, disse. Rose Modesto reiterou que vai dar continuidade às obras do Hospital Municipal.

A candidata a prefeita vai ampliar também a capacidade de atendimento e modernizar a Central de Telemedicina. Serão 14 pontos espalhados nas sete regiões da cidade, inicialmente, para aumentar o acesso a médicos especialistas nas consultas.

“Acumulando prejuízos, o agronegócio pode entrar em colapso”, alerta deputado Paulo Corrêa

“Acumulando prejuízos, o agronegócio pode entrar em colapso”, alerta deputado Paulo Corrêa

O agronegócio de Mato Grosso do Sul, especialmente na região centro-sul, enfrentou uma grave crise nos últimos três anos, marcada por perdas severas devido ao clima adverso, altos custos de produção e a queda nos preços das commodities. Com produtores endividados e com dificuldades de acesso ao crédito, o setor corre o risco de entrar em colapso, comprometendo a principal atividade econômica do Estado.

Essa é a avaliação do deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Assembleia Legislativa, que trouxe o assunto à sessão plenária desta terça-feira (17). O alerta foi feito após uma reunião com o governador Eduardo Riedel, o vice-prefeito de Maracaju, Mauro Christianini, e produtores rurais do município para debater possíveis soluções e medidas de apoio emergenciais.

“O agro no Mato Grosso do Sul passa por um momento muito delicado. São três anos consecutivos em que os produtores da região centro-sul estão acumulando prejuízos, o que é extremamente preocupante. O cenário de seca prolongada, altas temperaturas e custo elevado dos insumos, associado à baixa margem de lucro e às altas taxas de juros praticadas pelos bancos, está inviabilizando o trabalho no campo”, alertou Paulo Corrêa.

Ele também publicou um estudo econômico, elaborado pela MS Integração com base em dados oficiais da Aprosoja, Famasul e Embrapa, que detalha a severidade das perdas na região centro-sul. Essas perdas impactaram fortemente a produção de soja e milho safrinha em Maracaju, um dos principais polos agrícolas de Mato Grosso do Sul, devido à estimativa, ao aumento do custo de produção, à baixa nos preços de comercialização e à redução na produtividade nas últimas seis semanas safras.

“As últimas seis safras foram devastadoras para o produtor rural. O preço dos produtos caiu, enquanto o custo dos insumos aumentou, além das taxas de juros abusivas que são impagáveis. Há produtores que estão retornando maquinários às vendas porque não conseguem pagar. Se não encontrarmos uma solução urgente, haverá uma quebradeira geral. Se o produtor sofre, Mato Grosso do Sul sofre junto, pois o agronegócio é nossa principal atividade econômica”, pontuou.

Uma das medidas discutidas no encontro com o governador Eduardo Riedel foi o alongamento das dívidas dos produtores rurais para prazos de 15 a 20 anos, com juros subsidiados, nos moldes de programas de securitização anteriores. Esse modelo permitiria aos agricultores respirar financeiramente e reorganizar suas atividades sem o peso das dívidas acumuladas, conforme afirma o produtor rural e empresário Valdenir Portela.

“Não estamos pedindo perdão de dívidas. Queremos apenas um alongamento dessas dívidas, nos mesmos moldes de securitização que ocorreram no passado. Isso permitirá ao produtor continuar produzindo e quitando suas obrigações sem perder crédito, propriedades, máquinas ou outros bens dados como garantia. Buscamos um alongamento da dívida para 20 anos, com juros subsidiados, que permita aos bancos conceder empréstimos, às vendas fornecer insumos e, principalmente, que produza ao produtor condições reais de pagamento”, esclareceu Portela.

O engenheiro agrônomo Roney Pedroso, responsável pelo estudo elaborado pela MS Integração, ressaltou que o agronegócio passa por um momento muito delicado e que uma grave situação vivenciada pelos trabalhadores do campo pode comprometer a saúde financeira do Estado.

“Se o agro não for para bem, podemos enfrentar um efeito preocupante no futuro. Por isso, estamos buscando apoio para atravessar esse momento crítico. Agora, estamos nos articulando com o governador Eduardo Riedel e com o deputado Paulo Corrêa para encontrar soluções que garantam a sustentabilidade do setor e ajudem os produtores a superar as dificuldades sem comprometer ainda mais nossa economia”, finalizou.

Beto Pereira se compromete a transformar a legislação para fortalecer o setor de Food Trucks em Campo Grande

Beto Pereira se compromete a transformar a legislação para fortalecer o setor de Food Trucks em Campo Grande

O candidato a prefeito de Campo Grande Beto Pereira (PSDB) assumiu o compromisso de atender as demandas dos empresários de Food Trucks, propondo a criação de uma legislação específica e que faça ações de melhoria nas condições para a participação desses empreendimentos em feiras e eventos gastronômicos.

Durante o encontro, Beto conversou com os “truckeiros” e o presidente do Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação do Mato Grosso do Sul (Sindha MS), Juliano Wertheimer, buscando incluir propostas em sua futura gestão que visem a fortalecer um setor que, atualmente, contribui significativamente na economia e lazer da cidade.

Atualmente, a legislação existente impõe barreiras que dificultam o trabalho dos truckeiros, que, segundo Juliano Wertheimer, são forçados a adaptar suas cozinhas em endereços fixos, o que contraria a essência do modelo de negócio. “Hoje para tirar licença é um endereço fixo. Os truckeiros precisam montar uma cozinha dentro de casa”, apontou a discrepância.  A falta de uma legislação clara e moderna limita o crescimento do setor e a oferta de novos corredores gastronômicos. Durante a conversa, Beto Pereira enfatizou que “não existe forma sem avançar à legislação”.

Para o candidato, é essencial “criar a quatro mãos um suporte para a legalização sem criar impedimentos”, propondo uma abordagem colaborativa entre o poder público e os empresários. “Meu compromisso será criar legislação moderna e regularizar conforme a realidade de Campo Grande”, afirmou Beto.

Os empresários apresentaram uma série de propostas de melhoria, que incluíram a necessidade de infraestrutura adequada, como pontos de água e luz; a criação de calendários de eventos que garantam espaços apropriados para a atividade; o aumento da segurança e a carência de serviços de inspeção e manutenção para os veículos. O dono de um Food Truck, Philipi Furtado, reforçou a preocupação com a legalidade. “Gostaríamos de seguir com veículos adequados às normas”, diz.

Wertheimer sugeriu a criação de uma zona de operação, onde seriam regulamentados diversos pontos para a atividade, proporcionando liberdade de circulação sem ocupar espaços inadequados, lembrando de épocas passadas em que isso gerou complicações. “Não queremos ocupar canteiros igual da época da Afonso Pena, mas fazer parcerias em inaugurações e outros pontos comerciais”, garantiu.

Troca de banheiros químicos por banheiros móveis

Além disso, Beto se comprometeu a substituir os atuais banheiros químicos por unidades móveis de eventos, com o intuito de oferecer maior conforto e higiene nas feiras livres, que têm ganhado popularidade entre os campo-grandenses, como a Feira do Bosque, da Bolívia e do Borogodó.

O candidato apontou seu plano de transformar o Mirante do Aeroporto em um Parque Linear, que contará com um corredor gastronômico, ampliando as opções de lazer e atraindo turistas para a capital.

“A expectativa de um prefeito é compreender a vontade da população, é entender e atender”, declarou Beto.

Energia Social: sem gastos com luz, famílias de MS investem em alimentação e bem-estar das crianças

Energia Social: sem gastos com luz, famílias de MS investem em alimentação e bem-estar das crianças

O programa ‘Energia Social: Conta de Luz Zero’ tem se mostrado um programa inovador que vem aliviando o orçamento de mais de 128 mil famílias em Mato Grosso do Sul nos 79 municípios do estado. Graças à iniciativa do governo estadual, moradores que antes tinham o orçamento reduzido pelos gastos com a conta de luz, agora veem suas contas zeradas, permitindo que o dinheiro seja investido em outras necessidades, como a melhora da alimentação e em benefício das crianças.

Entre as beneficiárias do programa está Érica Cabrera, de 32 anos, que vive com seus dois filhos, Eduardo e Cleber. Moradora da zona rural, em Porto Murtinho, Érica destaca como a isenção da conta de energia tem impactado positivamente sua vida. “É ótimo, porque agora eu consigo comprar as coisas para meus filhos. Isso ajuda muito”, conta. Antes da implementação do programa, Érica pagava mais de R$ 200 por mês apenas em energia elétrica. “Agora, esse valor é livre todo mês, o que é uma grande ajuda”, afirma.

Com a economia, Érica consegue comprar roupas, calçados e até economizar para cobrir outras despesas que surgem no início do mês. Além disso, ela faz questão de ressaltar o apoio que o governo tem dado à população, incentivando o recadastramento para manter os benefícios. “Fui lá, fiz meu cadastramento e deixei tudo em dia, graças a Deus”, agradece.

A mesma realidade é vivida por Rosemeire Lugus, que, aos 30 anos, também é mãe e cuida de dois filhos, de 9 e 11 anos, ainda em Porto Murtinho. Antes da isenção da conta de luz, Rosemeire pagava valores que variavam entre R$ 150 e R$ 200 por mês. Hoje, o dinheiro que ela costumava gastar com a energia vai para as necessidades dos filhos. “Eu compro coisas para meus filhos, roupas, alimentos. Isso me salvou muito”, diz Rosemeire.

Rosemeire possui em casa duas geladeiras, dois ventiladores e uma televisão, e destaca como a ajuda veio em boa hora. “Se não fosse esse programa do governo, seria muito mais complicado pagar a luz”, ressalta. Ela considera o impacto do programa, principalmente em uma cidade que está longe dos grandes centros como Campo Grande, muito positivo. A dona de casa também faz questão de reconhecer o esforço do governo, por meio da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) em atuar e garantir que as famílias em vulnerabilidade social continuem a receber esse benefício. “O governo está ajudando muito, principalmente as pessoas que precisam”, conta, citando o exemplo de sua irmã, deficiente visual, que também foi beneficiada.

Recadastramento

Para manter o benefício e garantir que ele atinja realmente quem precisa, as famílias devem estar atentas ao recadastramento, um procedimento que ambas as entrevistadas já realizaram com sucesso. Ele segue até o dia 31 de dezembro deste ano e pode ser realizado por meio do site www.energiasocial.ms.gov.br.

Também no site da Sead (www.sead.ms.gov.br) é possível tirar dúvidas e saber mais sobre os critérios do recadastramento.

“Por meio do programa ‘Energia Social: Conta de Luz Zero’, estamos promovendo um impacto positivo e transformador na vida de milhares de famílias em vulnerabilidade social de Mato Grosso do Sul. Esse benefício assegura mais dignidade e qualidade de vida. Sabemos o quanto a conta de luz pode pesar no orçamento familiar, e ao garantir que essas famílias não tenham esse gasto, estamos permitindo que elas direcionem seus recursos para outras necessidades essenciais, como alimentação e o bem-estar de suas crianças. O governo estadual está comprometido em fazer a diferença, e o Energia Social é uma prova concreta disso”, ressalta a titular da Sead, Patrícia Cozzolino.

Energia Social: Conta de Luz Zero

O Programa ‘Energia Social: Conta de Luz Zero’ tem como objetivo cobrir os custos mensais de consumo de energia elétrica para famílias em vulnerabilidade social residentes em Mato Grosso do Sul.

Este benefício é destinado a imóveis utilizados exclusivamente para fins residenciais, sejam eles em áreas urbanas ou rurais, desde que preencham alguns requisitos.

Dentre os critérios, o imóvel deve pertencer à classe de consumo “residencial” com consumo mensal de até 220 kWh, respeitando a periodicidade de leitura estabelecida pelo órgão regulador. Além disso, o beneficiário não pode ser proprietário de mais de um imóvel residencial, seja urbano ou rural, deve estar inscrito no Programa Tarifa Social de Energia Elétrica, conforme a Lei Federal nº 12.212, de 20 de janeiro de 2010, e ter renda familiar mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo nacional, com renda familiar total de até dois salários mínimos.

Leomar Alves Rosa, Comunicação Sead
Fotos: Monique Alves

Beto Pereira e Eduardo Riedel estabelecerão parcerias para melhorar estruturas das feiras livres em visita ao Guanandi

Beto Pereira e Eduardo Riedel estabelecerão parcerias para melhorar estruturas das feiras livres em visita ao Guanandi

O candidato a prefeito de Campo Grande Beto Pereira (PSDB), acompanhado do governador do estado, Eduardo Riedel, visitou a tradicional feira do Guanandi, na manhã deste domingo (15). O encontro teve como foco apresentar propostas que visam revitalizar a experiência dos feirantes e dos frequentadores do local, além de promover um calendário fixo de feiras.
Durante a caminhada, Beto comprometeu-se a substituir os atuais banheiros químicos por unidades móveis de eventos, que oferecem maior conforto e limpeza. A feirante Ana Pereira expressou sua preocupação com a falta de infraestrutura. “Evito usar os banheiros da feira. É porque não dá”, desabafou, revelando que carrega sua própria garrafa de água para enfrentar o calor intenso durante as longas horas de trabalho, das 6h às 13h.
Os candidatos pararam na barraca de pastel da família de Bruno Manobu. O proprietário destacou a dificuldade enfrentada pelos feirantes em operar durante a semana e que as feiras estão deixando as ruas e migrando para praças. “Por todas as exigências em alvará, aluguel do ponto, certificações de higiene e manipulação de alimentos, fica inviável trabalhar durante a semana toda.”
Beto disse que sua gestão fará parceria com o governo estadual para melhorar a infraestrutura das feiras. “Precisamos divulgar e recriar um calendário de feiras, onde haja visibilidade dos locais e que os feirantes possam trabalhar de segunda a segunda-feira”, enfatizou o candidato.
Em seu plano de governo, Beto garantiu que as feiras de Campo Grande passarão a contar com banheiros adequados. “Os banheiros estruturados vão ser uma realidade nas feiras livres, acompanhando os eventos e garantindo ainda mais qualidade para feirantes e visitantes”, assegurou.
O governador Eduardo Riedel  manifestou apoio aos feirantes. “Estamos aqui para ouvir e entender as necessidades de cada um. Juntos, podemos construir um futuro melhor para todos os trabalhadores das feiras.”
Por sua vez, o feirante José Martin de Oliveira, expressou esperança nas promessas de Beto e Riedel. “Campo Grande é uma capital boa. Mas nunca teve um administrador para organizar. Vejo no Beto e no Riedel este perfil. Estamos vendo indústrias indo para outros locais, cidades mais estruturadas do que a nossa”, refletiu, apontando a necessidade de mudanças efetivas na gestão da cidade.
A visita à feira do Guanandi demonstra o compromisso do candidato em fortalecer e modernizar e dar condições de trabalho aos feirantes, além de atender às demandas da população por infraestrutura e melhores serviços.