Por proposição do deputado estadual Zeca do PT e do deputado federal Vander Loubet, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul realiza nesta sexta-feira (9) o debate “A importância da reativação da Malha Oeste Ferroviária: Mato Grosso do Sul nos trilhos outra vez”. O evento começa às 9h no Plenarinho Nelito Câmara e contará com a presença de representantes do Governo Federal.
Com a consolidação da Rota Bioceânica, que transformará Mato Grosso do Sul no principal entreposto logístico da América Latina, há a preocupação do impacto do escoamento da produção pelas rodovias que cortam o estado. Atentos a essa temática, Zeca e Vander estão propondo uma ampla discussão para reativação da ferrovia, de forma a torná-la uma alternativa para o transporte de cargas.
“Esse debate busca entender quais são as iniciativas necessárias para reativação da Malha Oeste Ferroviária. O transporte ferroviário, tão pujante décadas atrás, hoje é uma alternativa extremamente viável para desafogar o transporte de cargas nas rodovias, que encontra-se saturado. E com a Rota Bioceânica, a situação deverá ser ainda mais complicada nas estradas”, pontua Zeca do PT.
“Já existe toda uma infraestrutura que pode ser utilizada. Inclusive, temos em Campo Grande um porto seco, que está abandonado e que poderia estar funcionando como um hub logístico de cargas. Até porque ninguém está falando em substituir o transporte rodoviário pelo ferroviário, porque a demanda será tão crescente que os dois vão ser importantes e necessários”, destaca Vander Loubet.
Uma das temáticas a ser discutida na atividade do dia 9 é sobre as estradas de ferro de bitola estreita, que são as existentes atualmente em Mato Grosso do Sul.
“Há estudos que indicam que o transporte de cargas em estradas de ferro de bitola estreita é viável, sendo necessário apenas recuperar a nossa malha para consolidar o transporte ferroviário como uma ótima opção para escoamento de produção. São essas informações que receberemos dos representantes do Governo Federal no debate”, conclui Zeca.
Entre 2019 e 2024, emendas individuais e de bancada do pré-candidato, buscaram fortalecer a estrutura de saúde na capital
Nos últimos cinco anos e meio, o deputado federal Beto Pereira (PSDB), pré-candidato à Prefeitura de Campo Grande, tem se destacado no cenário político por seu comprometimento com a área da saúde. Durante o período de 2019 a 2024, o parlamentar viabilizou mais de R$ 35 milhões em emendas para a capital do Mato Grosso do Sul, beneficiando diversos setores do sistema de saúde local. Os recursos, que incluem R$ 17.330.069,00 em emendas individuais e R$ 17.828.587,00 em emendas de bancada, foram fundamentais para fortalecer o atendimento médico e aprimorar a infraestrutura de saúde da cidade.
Em 2020, as emendas articuladas por Beto Pereira foram cruciais no combate ao Coronavírus, permitindo a execução de ações de média a alta complexidade por meio do Fundo Municipal de Saúde. A pandemia exigiu respostas rápidas e eficientes, e os recursos alocados pelo deputado ajudaram a garantir que a capital sul-mato-grossense pudesse enfrentar os desafios sanitários impostos pela crise de saúde pública.
O ano de 2021 foi marcado pela aquisição de quase R$ 250 mil em equipamentos para a Santa Casa de Campo Grande, uma das principais instituições de saúde da cidade. No ano seguinte, em 2022, Beto Pereira direcionou mais recursos para a Santa Casa e expandiu seu apoio à Maternidade Cândido Mariano, destinando quase R$ 1,3 milhão para impulsionar ações de média e alta complexidade.
Em 2023, mais de R$ 4,3 milhões foram alocados para a aquisição de equipamentos para o centro cirúrgico e sala de exames oftalmológicos do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. Além disso, emendas de bancada contribuíram para o incremento temporário no custeio dos serviços de assistência hospitalar e ambulatorial da capital.
Neste ano de 2024, Beto Pereira continua seu empenho em melhorar a saúde em Campo Grande, viabilizando quase R$ 6,5 milhões para hospitais e entidades que atendem ao SUS, incluindo a Maternidade Cândido Mariano, Hospital do Pênfigo, Santa Casa, Hospital São Julião, Nosso Lar, CER Apae e Juliano Varela. Recursos adicionais de mais de R$ 500 mil foram destinados para equipar a Unidade Móvel Odontológica da Policlínica Odontológica Dr. Hélio Yashiacki, localizada no bairro Universitário. Além disso, quase R$ 6 milhões foram transferidos para instituições de assistência social e saúde, e R$ 12,5 milhões foram direcionados para a Secretaria Estadual de Saúde.
As emendas viabilizadas por Beto Pereira refletem um compromisso contínuo com o fortalecimento do sistema de saúde de Campo Grande. Através de uma articulação eficaz junto à bancada federal de Mato Grosso do Sul, esses recursos têm possibilitado melhorias significativas no atendimento à população campo-grandense, na busca para que os cidadãos tenham acesso a serviços de saúde mais adequados e eficientes.
“Falta muito para que os campo-grandenses tenham um atendimento em saúde adequado, mas vamos trabalhar com muito afinco nesta direção”, afirmou o pré-candidato.
Essas iniciativas não apenas reforçam a infraestrutura hospitalar, mas também ampliam a capacidade de atendimento e tratamento, promovendo uma saúde pública mais robusta e preparada para enfrentar os desafios do presente e do futuro. Com o apoio de Beto Pereira, Campo Grande caminha rumo a um sistema de saúde mais sólido e inclusivo, beneficiando milhares de famílias e consolidando avanços significativos na área da saúde.
Rose destinou a Mato Grosso do Sul R$ 14.607.500,00 para a aquisição de cerca de 50 maquinários, distribuídos entre pelo menos 20 municípios
Ciente da importância do setor produtivo para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, a pré-candidata a prefeita de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil), se empenhou como deputada federal e emplacou emendas estratégicas para ajudar a levar melhorias e impulsionar o setor no Estado.
Entre emendas de seu mandato e de bancada, Rose destinou a Mato Grosso do Sul R$ 14.607.500,00 para a aquisição de em torno de 50 maquinários, distribuídos entre 20 municípios.
O investimento possibilitou a aquisição de tratores, caminhões caçamba, patrulhas agrícolas mecanizadas, caminhões pipa, pás carregadeiras, retroescavadeiras, escavadeiras hidráulicas, além de insumos e implementos agrícolas.
Em 2019, por exemplo, Rose destinou R$ 1,2 milhão para a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (AGRAER) repassar à Água Clara, Alcinópolis, Angélica, Antônio João, Corguinho, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Eldorado, Itaquiraí, Japorã, Juti e Tacuru para a compra de implementos.
Na Capital
Em Campo Grande, a pré-candidata a prefeita repassou, via emenda individual, R$ 3,6 milhões para investir em assistência técnica e extensão rural para os agricultores e agricultoras familiares. O recurso, inclusive, já foi pago pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar em novembro de 2023.
Mato Grosso do Sul terá em breve uma agência de fomento econômico. Importante ferramenta de desenvolvimento regional, a agência será criada em parceria com o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e foi anunciada pelo Governo do Estado nesta quinta-feira (1º) durante a posse do governador sul-mato-grossense Eduardo Riedel na presidência do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul), em Campo Grande.
Estudada há praticamente um ano, a criação da agência vai possibilitar a entrada de Mato Grosso do Sul como sócio do BRDE e, assim, viabilizar a obtenção de recursos no mesmo. A previsão é que em seis meses a agência esteja criada e aprovada para operação pelo Banco Central.
“Estabelecer uma agência de fomento junto a um banco com expertise muito grande em gerir e liberar recursos de maneira adequada, com uma inadimplência menor que 0,5%, o que demonstra a experiência em saber dar crédito, vai fomentar novos negócios com critérios bem definidos”, frisa o governador, que completa na sequência.
“Nossa agência será uma nova opção para o empresariado sul-mato-grossense desenvolver seus negócios, um fomento através das linhas de estratégia que nós temos, acompanhando industrialização, as cadeias produtivas competitivas e os novos negócios que tem surgido aqui. A agência de fomento vai proporcionar essa alternativa de financiamento projetos”.
Já o titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Jaime Verruck, explica que a criação da agência significa “permitir ao Mato Grosso do Sul ter o seu próprio banco de financiamento, atender aos pequenos empresários, utilizar recursos do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) e alavancar um volume significativo de recursos para o desenvolvimento econômico do Estado”.
Jaime Verruck, centralizado na imagem, é o secretário de Desenvolvimento de MS
O evento desta quinta-feira contou com a presença dos governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Jorginho Mello (Santa Catarina) e Carlos Massa, o Ratinho Junior (Paraná). Além da posse de Eduardo Riedel na presidência do Codesul, eles acompanharam e ratificaram a entrada de Mato Grosso do Sul no Banco Regional de Desenvolvimento.
Formato inovador
Entre as possibilidades analisadas para entrar no banco, foi estudada a sociedade direta, o que logo foi descartado por causa dos custos elevados, segundo explica Verruck. “Caminhamos no segundo momento de como poder emparcerar, sendo definido e aprovado hoje pelos governadores do Codesul que o formato da agência de fomento será através de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso do Sul e o BRDE”, acrescenta Verruck.
A agência de fomento deverá contar com 51% de participação do Estado de Mato Grosso do Sul e 49% do BRDE, em um formato inovador e que ampliará a capacidade de apoio ao empresariado, oferecendo crédito a micro e pequenos empreendedores, por exemplo.
Conforme Verruck, será a primeira experiência brasileira sob essa forma. “É um grande avanço, uma grande definição aqui em Campo Grande. Agora com a presidência do governador Eduardo Riedel ganhamos mais uma grande ferramenta para o desenvolvimento econômico do Estado”.
Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS Foto de capa: Álvaro Rezende/Secom
Interna: Mairinco de Pauda/Semadesc
Impedir o avanço dos incêndios florestais no Pantanal é um trabalho árduo e que exige enorme dedicação de bombeiros e brigadistas que atuam nas ações de campo. Contudo, a iniciativa vai além e começou antes mesmo do fogo ser um amargo protagonista pantaneiro, com um planejamento antecipado de enfrentamento – em um ambiente propício para seu crescimento – sendo realizado já no ano anterior, fora outras ações de preservação do bioma.
Durante a cerimônia de sanção da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, realizada nesta quarta-feira (31) em Corumbá, o governador Eduardo Riedel ressaltou a importância do citado trabalho antecipado, fundamental para o combate e controle das chamas hoje.
A assinatura da sanção da nova lei, que é federal, contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, além de autoridades federais, estaduais e municipais.
“É uma caminhada que estamos desde o ano passado. Em agosto ou setembro tive o primeiro contato com a Marina sobre o Pantanal de Mato Grosso do Sul, e foi em uma condição adversa”, cita o governador, lembrando todo o processo de suspensão de licenças e debate para criar a Lei do Pantanal, uma legislação moderna que ouviu comunidades originárias, setor ambientalista e produtores para ser apresentada e executada, em total consenso.
Riedel ainda rememora que em fevereiro já se tinha ideia que as condições climáticas em 2024 seriam desfavoráveis ao Pantanal, com um forte calor e seca potencializando os efeitos dos incêndios florestais. “Uma ameaça iminente que fez com que nos preparassemos, aglutinando forças. Criamos a sala de situação do Corpo de Bombeiros e nos articulamos para fazer um trabalho de maneira integrada como o que está sendo feito hoje”, comenta.
De acordo com o governador, dos 15 milhões de hectares do Pantanal, menos de 1 milhão foram comprometidos pelo fogo. Esse número poderia ser maior se não houvesse uma ação coordenada por trás. “Se não fosse essa estrutura [tanto estadual como federal], essa luta diária de enfrentamento, seguramente estariamos o dobro disso [área queimada] e caminhando para um desastre pior do que vimos em 2020”, frisa Eduardo Riedel.
Antes de encerrar sua fala, o governador sul-mato-grossense agradeceu ao apoio federal, com o empenho de recursos financeiros, humanos e de equipamentos para o combate, falando se tratar de um gesto de “grandeza política” com um ente federativo, focando no resultado da missão que é combater os incêndios florestais no Pantanal Sul-mato-grossense.
“Sabemos no nível de comprometimento dos nossos bombeiros e dos brigadistas, e que cada dia mais façamos essa preservação. São 15 milhões de hectares de um patrimônio da humanidade, o único bioma do Brasil com 93% de sua biodiversidade ainda preservado”, conclui.
Ação conjunta prossegue
Presidente da República, Lula também deu foco ao trabalho junto e a singularidade do Pantanal, que é um patrimônio da humanidade e assim deve ter toda a atenção das autoridades para a sua preservação. “Fiquei emocionado vendo lá de cima, do helicóptero, o fogo na vegetação e os brigadistas e bombeiros tentando apagá-lo. Muitas vezes do gabinete em Brasília a gente não tem a dimensão disso”, conta, completando na sequência.
“É um trabalho unitário entre os entes federados. Pode ter certeza, Riedel, que da minha parte será tratado pensando na republicanidade. Pode ter certeza que seremos parceiros por muito tempo”, finaliza o presidente ao discursar sobre o trabalho contra o fogo.
Já a ministra Marina Silva, que também agradeceu aos esforços locais em conjunto para combater os incêndios florestais no Pantanal, frisou que isso “estabeleceu uma lógica que o fogo não é federal, não é estadual e nem municipal. É algo que deve ser combatido e manejado de forma adequadada” e destacou os números relativos ao trabalho realizado no bioma.
Segundo Marina, entre os incêndios de maior proporção 45 já foram extintos e outros 36 estão em fase de combate – sendo que dentre esses últimos 20 estão sob o status de controlado. Cerca de 890 profissionais das esferas estadual e federal estão envolvidos no combate, incluindo Corpo de Bombeiros, Ibama, ICMBio, Força Nacional, Forças Armadas, entre outros.
Além disso, 555 animais já foram resgatados, R$ 157 milhões liberados em medida provisória do Governo Federal e distribuídos para ações dos ministérios do Meio Ambiente, Defesa e Segurança, além de Ibama e ICMBio. “Isso se soma ao esforço hercúleo dos brigadistas na linha de frente, que lutam contra os efeitos das mudanças climáticas que potencializam essa situação, e que este ano se antecipou e começou dois meses antes, em junho”.
Por fim, o presidente Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), Rodrigo Agostinho, foi outro que participou da cerimônia e agradeceu ao trabalho conjunto e coordenado do Governo de Mato Grosso do Sul com o Governo Federal. “Todo esse esforço em defesa a um dos maiores patrimônios da humanidade que é o Pantanal”, conclui.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS Fotos: Saul Schramm
O Governo de Mato Grosso do Sul está promovendo importantes obras de restauração no aeródromo de Cassilândia, incluindo a pista de pouso e decolagem (PPD), a pista de taxiway e o pátio de aeronaves. As obras, que já estão 15% concluídas, fazem parte de um investimento total de R$ 6.765.545,83, reforçando o compromisso do Governo do Estado com a melhoria da infraestrutura aérea em Mato Grosso do Sul.
O objetivo dessa obra é proporcionar melhores condições logísticas e turísticas, além de atrair novos investimentos da iniciativa privada, segundo o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), Helio Peluffo. “Essas obras não apenas melhoram a infraestrutura local, mas também contribuem significativamente para a chegada de novas empresas e investimentos, fortalecendo a economia regional”, afirma.
Além de Cassilândia, nesta fase do Plano Aeroviário Estadual os investimentos contemplam outros municípios como Jardim, Naviraí, Camapuã, Paranaíba, Água Clara e Inocência. Esse esforço faz parte do “maior plano de investimento aeroviário da história do Estado”, que prevê a aplicação de R$ 250 milhões na construção, estruturação e reforma de aeroportos e aeródromos.
O Plano Aeroviário Estadual visa atender à crescente demanda turística e empresarial, posicionando Mato Grosso do Sul como um importante polo de desenvolvimento aéreo. Até o final de 2026, o Governo planeja investir outros R$ 174 milhões, além dos R$ 9 milhões já aplicados em obras concluídas em Porto Murtinho, Camapuã, Jardim, Paranaíba, Cassilândia e Naviraí.
“O plano aeroviário não só visa o crescimento do setor, mas também busca trazer facilidades aos turistas, promover o desenvolvimento econômico do estado e atrair novos investimentos para as cidades envolvidas”, destaca o superintendente Logístico e coordenador de Transporte Aéreo, Hidroviários e Ferroviários da Seilog, Derick Hudson Machado de Souza.
Diariamente, Mato Grosso do Sul se destaca na rota do desenvolvimento aéreo, atraindo investimentos e turistas, e fortalecendo sua posição no cenário econômico nacional.