(67) 99634-2150 |
Bela Vista-MS Terça-Feira, 23 de Junho de 2026
Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso do Sul completa 25 anos de história

Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso do Sul completa 25 anos de história

Neste mês de agosto, a CET/MS (Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso do Sul) celebra 25 anos de atuação, marcados por uma trajetória de dedicação, inovação e, sobretudo, esperança. Autorizada em 1999, a instituição surgiu em resposta à demanda por transplantes de órgãos no Estado, com a missão de coordenar todas as atividades relacionadas à doação, captação e transplante de órgãos e tecidos, além de prestar assistência aos pacientes em fila de espera.

Parte desta história, a gerente de Acompanhamento e Controle de Doação/Transplantes de Órgãos, Células e Tecidos da CET/MS, Célia Cristina Moro Medina Lopes, primeira servidora da Central de Transplantes do Estado, relembra o quão gratificante é fazer parte da história da CET/MS, desde o seu nascimento até os dias de hoje.]

“Em janeiro de 1999 ingressei na CET/MS, sendo a primeira servidora a fazer parte do quadro de funcionários da Central juntamente com um médico. Ocupávamos uma pequena sala no 5º andar da Santa Casa de Campo Grande. Já em agosto de 1999, a CET foi autorizada para funcionamento pelo Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, nesta época éramos três profissionais atuando na Central de Transplantes. Nesta longa trajetória, enfrentamos e vencemos diversos desafios, cumprindo a nossa missão e sempre tendo como objetivo prestar um serviço de excelência aos pacientes que aguardam na fila por um transplante, aos familiares dos doadores de órgãos e tecidos e a população em geral, buscando sempre a melhoria do serviço prestado”, recorda.

Ao longo dos anos, a CET/MS tem desempenhado um papel fundamental na conscientização da população sobre a importância da doação de órgãos. Campanhas educativas, ações em parceria com hospitais e a mobilização de profissionais de saúde são fundamentais para aumentar o número de doadores e, consequentemente, salvar vidas. A sensibilização da sociedade, aliada ao aprimoramento dos processos de captação e distribuição, auxilia no número de transplantes realizados no estado.

Conforme a coordenadora da CET/MS, Claire Carmen Miozzo, nesses 25 anos de história, foram realizados inúmeros transplantes e isso só foi possível graças às famílias enlutadas que expressam a solidariedade em sua forma mais pura, através de um comprometimento emocional e social em assistir desconhecidos

Desde a criação da CET/MS, foram realizados em Mato Grosso do Sul 19 transplantes de coração, 3.886 transplantes de córneas, 1 transplante de fígado, 762 transplantes de rim, 64 de tecido músculo esquelético e 10 transplantes de medula óssea autogênico.

“Inúmeros desafios foram vencidos ao longo desses anos, mas temos muitos ainda para superar e vencer. Um dos maiores desafios é aumentar o número de doadores de órgãos e tecidos para transplantes. Temos uma negativa familiar bastante expressiva, temos que orientar, esclarecer e divulgar para a população o processo de doação e transplante no nosso estado, para que as famílias entendam a importância de dizer SIM a doação de órgãos e tecidos, e dar uma nova chance para quem está na fila única aguardando um transplante de órgão e/ou tecido”, destaca Claire.

O trabalho desenvolvido pela Central vai além da simples gestão logística. A instituição se destaca pelo acolhimento humanizado dos pacientes e familiares, oferecendo suporte desde o momento da inclusão na fila de espera até o pós-transplante.

Para a servidora pública estadual, Josiane Pereira Lima, o trabalho desenvolvido pela CET/MS é fundamental para garantir que pessoas como ela tenham uma nova chance e possam continuar suas vidas com mais esperança. Josiane, desde os 13 anos de idade, convive com uma alteração nas córneas chamada Ceratocone, que trouxeram desafios significativos para sua visão.

“Graças ao trabalho diligente e à dedicação dessa equipe, minha qualidade de vida e independência melhoraram de maneira notável. Embora as dificuldades visuais na escola tenham sido amenizadas com cirurgias e o uso de lentes corretivas, a verdadeira transformação em minha vida aconteceu com a oportunidade de receber um transplante de córnea. Após três transplantes de córneas e com a perspectiva de um próximo, posso falar com conhecimento de causa sobre a qualidade do trabalho realizado pela Central de Transplantes”, elogia.

A servidora pública municipal, Eliete Gonçalves, também é exemplo do trabalho realizado pela central. Aos 45 anos, descobriu que teria que entrar na fila para transplante de fígado. A época, o estado ainda não realizava o procedimento, mas Eliete recebeu todo o suporte necessário dispensado pela CET/MS até o momento em que foi inserida na fila para transplante de fígado do estado do Paraná.

“Eu sou muito grata por toda atenção e suporte que a CET/MS me deu. Para quem está doente, eu acho que nunca deve desanimar, tem que lutar até conseguir realizar o transplante. E para as famílias que fazem esse gesto de amor tão grande, que em um momento de dor, ter uma atitude como essa, não tem preço, não tem como pagar porque só Deus mesmo para cuidar dessa família. Doação salva vidas e muitas vidas de pessoas novas, mais velhas e que poderiam, se houvesse mais doações, se as pessoas fossem mais esclarecidas como acontece em Curitiba, aqui poderíamos salvar muito mais vidas. Às vezes, o órgão não permanece aqui no estado, mas ele vai salvar a vida de alguém em outro estado”, contou emocionada.

O impacto da Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso do Sul na vida dos pacientes é inegável. Cada transplante realizado representa uma nova chance de vida, uma vitória sobre a adversidade. Ao longo dos anos, a instituição se tornou um símbolo de esperança para milhares de pessoas que aguardam ansiosamente por um órgão compatível.

“A CET/MS tem grandes projetos para aumentar o número de transplantes no estado, mas para que isso aconteça precisamos aumentar a doação de órgãos e córneas”, alerta Claire.

O médico transplantador de córneas credenciado pelo Ministério da Saúde, Marcos Rogério Mistro Piccinin, ressalta que a Central Estadual de Transplantes é de fundamental importância para que aconteça de forma satisfatória os transplantes aqui no estado.

Médico transplantador e parceiro da CET/MS, Marcos Rogério Mistro Piccinin

“Fui diretor do Banco de Olhos, ajudei na sua estruturação e conseguimos avançar. Tinha uma fila grande pacientes aguardando para transplantes de córnea e conseguimos avançar rapidamente. Em 2010 fomos o primeiro estado do país a conseguir zerar a fila de transplantes de córnea e foi uma felicidade, porque de 2010 até 2017 a nossa fila era ‘0’, praticamente todos os pacientes que chegavam para fazer transplantes de córnea eram transplantados quase que imediatamente, às vezes mal saía da consulta e já tinha córnea disponível para disponibilizar para o paciente realizar o transplante de córnea. Então a CET/MS sempre foi muito parceira. O trabalho que eles realizam aqui no estado é algo que não vemos acontecer em qualquer outra central de transplantes pelo Brasil afora”, enaltece Piccinin.

Esses 25 anos também foram marcados por desafios. A lista de espera por transplantes ainda é uma realidade para muitos e a Central enfrenta o constante desafio de equilibrar a demanda crescente com a disponibilidade limitada de órgãos. Neste aniversário, a Central reafirma seu compromisso de continuar salvando vidas e oferecendo um atendimento cada vez mais eficiente e humanizado. O futuro reserva novos desafios, mas também muitas oportunidades para que, com o apoio da sociedade e o trabalho incansável de seus profissionais, mais vidas possam ser transformadas por meio da doação de órgãos.

“Quem trabalha com transplante aprende de maneira definitiva que não há nenhuma atividade que agregue tanta qualificação do hospital que se propõe ao desafio, nem nenhum exercício profissional que coloque o médico em contato tão direto e permanente com o sofrimento, a proximidade da morte, a esperança, a generosidade e a superação. Durante todos esses anos, a CET/MS enfrentou e venceu vários obstáculos e dificuldades, sempre com o propósito de prestar o melhor atendimento aos pacientes que aguardam em fila de espera por um transplante”, completou Claire.

Comemorando seus 25 anos de história, a Central Estadual de Transplantes de Mato Grosso do Sul se consolida como um pilar essencial para a saúde e a esperança no estado. A trajetória da CET/MS é um testemunho do impacto transformador da doação de órgãos e da dedicação de seus profissionais, que enfrentaram desafios com coragem e persistência.

“Quando entrei na Central de Transplantes não tinha ainda uma dimensão exata de quão nobre e belo é este trabalho, passei a ter contato direto com dois opostos que é a ‘morte’ e a ‘vida’, adquiri uma consciência maior da nossa finitude, deparei com muitas situações que me ensinou que não devemos perder a esperança, aprendi que, mesmo em momentos em que estamos mais fragilizados somos capazes de atos de grande generosidade”, refletiu Célia.

Kamilla Ratier, Comunicação SES
Fotos: Divulgação

Imasul recebe filhotes de gato palheiro, mais dois animais resgatados do fogo

Imasul recebe filhotes de gato palheiro, mais dois animais resgatados do fogo

O Hospital Veterinário Ayty, vinculado ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres (CRAS), do Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), acolheu na sexta-feira (23) dois pequenos felinos, filhotes de gato palheiro que foram resgatados dos incêndios florestais que atingem a região pantaneira.

A história desses filhotes começou com o Gretap (Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal), associado à Semadesc. Durante os combates contra o incêndio na região de Miranda, uma equipe do Corpo de Bombeiros encontrou esses dois pequenos felinos lutando pela sobrevivência em meio às chamas intensas.

Imediatamente a Polícia Militar Ambiental (PMA) se mobilizou para garantir a segurança dos filhotes, levando-os ao pelotão PMA, onde receberam o exame minucioso dos veterinários do Ibama. Após a liberação, os filhotes foram transportados para o CRAS.

No CRAS, os filhotes de gato palheiro encontraram um refúgio de esperança. Eles receberão cuidados intensivos, com uma dieta inicial baseada em leite e, conforme crescem, serão introduzidos a alimentos sólidos, como carne.

A gestora do hospital, explicou que um dos felinos é um animal raro. “Um dos gatos é melânico, que é uma condição genética que pode ocorrer esporadicamente em alguns animais, desenvolvendo um padrão de pelagem totalmente preto.”

O CRAS também iniciará um treinamento essencial de caça, preparando-os para um eventual retorno ao seu habitat natural.

Recentemente, o CRAS também acolheu dois lobinhos, com apenas duas a três semanas de vida, resgatados após um incêndio, em Dourados. A Guarda Municipal localizou os filhotes e os entregou à Polícia Militar Ambiental, que os levou ao Hospital Ayty. No centro, passaram por exames clínicos detalhados para assegurar seu bem-estar.

Além dos lobinhos e dos gatos palheiros, o CRAS está cuidando de um filhote de veado-catingueiro, resgatado durante um incêndio na Aldeia Alves de Barros. “As equipes do Hospital estão sempre prontas para fazerem o atendimento. Temos um hospital preparado e avançado que pode proporcionar acolhimento seguro para esses animais”, explicou André Borges.

Anualmente, o CRAS acolhe cerca de 2.500 animais, principalmente aves, mas também mamíferos e alguns répteis. O compromisso do CRAS com a recuperação e proteção da fauna silvestre é essencial, garantindo que cada vida, tratada com dedicação, possa retornar ao seu lar hábitat natural.

Gustavo Escobar, Comunicação Imasul

Reforço: bombeiros gaúchos estão a caminho de MS para ajudar no combate aos incêndios florestais

Reforço: bombeiros gaúchos estão a caminho de MS para ajudar no combate aos incêndios florestais

O combate aos incêndios em Mato Grosso do Sul receberá um novo reforço vindo do governo gaúcho que anunciou o envio de equipes em apoio à luta contra as chamas.

Ao todo 11 bombeiros militares especializados no enfrentamento desse tipo de ocorrência devem chegar à região pantaneira neste fim de semana. Junto com eles virão quatro picapes e diversos equipamentos.

Durante ligação telefônica feita ao colega Eduardo Riedel, o governador gaúcho destacou: “O Rio Grande do Sul recebeu muita ajuda no momento de calamidade e agora, na medida de nossa possibilidade, nós também enviamos ajuda para aqueles que estão precisando”. Em vídeo publicado nas redes sociais Eduardo Leite reforçou que a assistência é uma forma de retribuir a ajuda recebida em decorrência das enchentes de maio.

O secretário da Segurança Pública, Sandro Caron, disse que as equipes permanecerão em terras sul-mato-grossenses por duas semanas inicialmente, com a possibilidade de prorrogação, se necessário. “Essa ação é um exemplo da integração entre os estados, semelhante ao apoio que recebemos”, destacou.

Mato Grosso do Sul está em situação de alerta máximo. Além do bioma pantaneiro, os focos de incêndio avançam em áreas de Cerrado e Mata Atlântica. Já são 143 dias de Operação Pantanal com 474 ações de combate e 448 de prevenção.

A condição climática aumenta o risco por conta das altas temperaturas com registros que chegam a 41°C, umidade relativa do ar em 10% e rajadas de vento de 50 km/h, favorecendo a propagação do fogo.

Desde o começo do ano até 6 de agosto, a área queimada no Pantanal de Mato Grosso do Sul chega a 1.495.475 hectares, o que representa aumento de 114% em relação ao mesmo período de 2020, quando foram queimados 696 mil hectares (considerada até então, a pior temporada de incêndios na região pantaneira de MS). Os números são do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Focos de calor detectados via satélite chegam a 6.026, ou seja 38% a mais que no mesmo período de 2020, quando foram registrados 4.352, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Atualmente, a Operação Pantanal possui 516 profissionais envolvidos, com um efetivo de 128 bombeiros militares de Mato Grosso do Sul atuando em diferentes localidades como Campo Grande, Corumbá, Anastácio, Miranda, Bonito e Porto Murtinho.

A operação ainda conta com 82 integrantes da Força Nacional de Segurança Pública, da Marinha do Brasil, 12 militares do Exército e 2 da Força Aérea. O reforço também inclui 4 policiais militares de Mato Grosso do Sul, 1 policial federal e 273 agentes do IBAMA, ICMBio e brigadistas do PrevFogo.

Helicópteros dos governos estadual e federal estão à disposição para o combate por ar, assim como 38 veículos aquáticos e terrestres.

Danielly Escher, Comunicação Governo de MS
Foto de capa e galeria: Corpo de Bombeiros RS 

Eduardo Rocha, ao lado da esposa Simone Tebet, recebeu o Título de Cidadão Campo-Grandense

Eduardo Rocha, ao lado da esposa Simone Tebet, recebeu o Título de Cidadão Campo-Grandense

Na noite desta quinta-feira (22), O Secretário de Governo Eduardo Rocha, ao lado de sua esposa, Ministra Simone Tebet, recebeu o honroso Título de Cidadão Campo-Grandense. A indicação foi da vereadora Luiza Ribeiro.

Segundo ele, esta homenagem é motivo de alegria pois representa uma grande demonstração sobre tudo que ele está construindo ao longo da sua vida pública.

Trabalhar pela nossa Capital e pelo nosso estado de Mato Grosso do Sul é uma escolha que fiz. Ter o reconhecimento desse trabalho é gratificante porque mostra que estou no caminho certo. Obrigado vereadora Luiza Ribeiro por este presente.”

Não poderia ser diferente, mas a presença da Ministra Simone Tebet despertou todas as atenções. “Não poderia faltar neste momento de reconhecimento aos serviços prestados por meu esposo para a capital e nosso amado Mato Grosso do Sul” palavras da Ministra.

 

Madrinha do Grupo Onça Pintada, Adriana Corrêa recebe o Título de Cidadã Campo-Grandense

Madrinha do Grupo Onça Pintada, Adriana Corrêa recebe o Título de Cidadã Campo-Grandense

Figura marcante e defensora das causas sociais em Mato Grosso do Sul, Adriana Rezende Corrêa foi agraciada, na noite desta quinta-feira (22), com o Título de Cidadã Campo-Grandense. Indicada pelo vereador Ronilço Guerreiro (Podemos) e aprovada pelos 29 vereadores da Câmara Municipal, a honraria ressaltou sua dedicação incansável à saúde das mulheres e à prevenção do câncer de mama.

Casada há 17 anos com o deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), Adriana compartilha com ele um compromisso inabalável em apoiar projetos que transformam vidas, especialmente através do Grupo Onça Pintada (GOP), iniciativa da qual ambos são padrinhos.

Nascida em Guararapes, São Paulo, em 25 de julho de 1969, Adriana formou-se em Administração de Empresas, e ao lado de seu marido, dedicou sua vida a servir à população de Mato Grosso do Sul. O trabalho conjunto do casal Corrêa se destaca pelo apoio a projetos que beneficiam diretamente a saúde das mulheres, com ênfase na prevenção do câncer de mama, uma doença que ainda é a principal causa de morte entre mulheres no Brasil.

Adriana, Kristiane, Olivia e Paulo Corrêa durante sessão a solene realizada pela Câmara
“Quero expressar minha profunda gratidão ao vereador Ronilço Guerreiro pela indicação e aos demais 28 vereadores por essa homenagem tão significativa. Ser reconhecida como filha dessa terra que tanto amo é um momento de felicidade plena. Agradeço também à minha família, especialmente ao meu amor, Paulo Corrêa, pelo apoio incondicional em cada passo dessa jornada, e reafirmo meu compromisso com a saúde das mulheres”, disse.

Fundado há 23 anos, o Grupo Onça Pintada já atendeu mais de 80 mil mulheres em todos os 79 municípios do Estado, oferecendo serviços completos que vão desde ultrassons realizados em unidades móveis até consultas com mastologistas e mamografias. Em casos que requerem cirurgia, o grupo também oferece encaminhamento para mastectomias e posterior colocação de implantes para restaurar a autoestima das mulheres mastectomizadas.

Adriana e Paulo Corrêa ao lado de voluntários durante ação de saúde do GOP na Capital, em 2019

Entre 2019 e 2024, o Grupo Onça Pintada levou atendimento móvel para mais de 60 bairros de Campo Grande, incluindo áreas como Parque Lageado, Nova Esperança, Coophavilla II, Moreninhas e Jardim Noroeste. Milhares de mulheres foram beneficiadas pela proximidade e acessibilidade dos serviços, reforçando a importância da prevenção e do cuidado contínuo.

A atuação de Adriana Corrêa foi reconhecida não só pela população, mas também por diversas instituições. Recentemente, ela recebeu a Medalha Tenente-Coronel PM Ana Neize Baltha, uma honraria destinada a quem se destaca no combate à violência contra a mulher e na promoção dos valores femininos na sociedade sul-mato-grossense. Essa condecoração sublinha a relevância do trabalho de Adriana em prol das mulheres e reafirma seu papel como uma líder comprometida com a saúde, o bem-estar e a dignidade feminina.

Em 23 anos, GOP atendeu mais de 80 mil mulheres nos 79 municípios sul-mato-grossenses

Agora oficialmente Cidadã Campo-Grandense, Adriana Corrêa continua sua missão de vida ao lado de Paulo Corrêa, dedicando-se ao fortalecimento das ações do Grupo Onça Pintada e ampliando seu impacto social em Mato Grosso do Sul. Seu trabalho é um exemplo de como dedicação e paixão podem transformar a vida de milhares de pessoas, construindo uma sociedade mais justa e saudável.

Pesquisa IBRAPE aponta segundo turno entre Beto e Rose em Campo Grande

Pesquisa IBRAPE aponta segundo turno entre Beto e Rose em Campo Grande

Pesquisa IBRAPE aponta segundo turno entre Beto e Rose em Campo Grande

Levantamento mostra Rose com 27,8% das intenções de voto, Beto com 20,2% e Adriane Lopes com 14,1%

Por: Luan Dutra Fonte: Por Anahi Zurutuza do Campo Grande News

Pesquisa do Novo Ibrape, encomendada pelo Campo Grande News, mostra que Rose Modesto (União Brasil) saiu na frente na corrida pelo comando da Capital. Ela aparece com 27,8% das intenções de voto, enquanto o segundo colocado, Beto Pereira (PSDB), vem logo atrás, com 20,2%. Adriane Lopes (PP), que busca a reeleição, é a terceira colocada, com a preferência de 14,1% dos entrevistados.

O levantamento estimulado – quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores – mostra Camila Jara (PT) em quarto lugar, com 7,9% das intenções de voto e Beto Figueiró (Novo), com 1,9%. Jorge Batista (PCO), Ubirajara Martins (DC) e Luso Queiroz (Psol) pontuaram menos que 1%.

A campanha foi para as ruas há menos de uma semana e candidatos agora brigarão pelos votos dos 18,8% que se declaram indecisos.

Na pesquisa espontânea – quando não é mostrada a lista de candidatos aos entrevistados –, Rose também larga na frente, com 9,8%, mas quase empatada com Beto Pereira, que agrada a 8,9% dos participantes. Se levada em consideração a margem de erro – 3,1% para mais ou para menos –, há empate ainda com Adriane Lopes, que aparece com 7,4%.

Nesta simulação, a maioria (69,3%), na verdade, admite não saber em quem vai votar.

Rejeições e avaliação – Embora 39,6% dos entrevistados tenham dito que não descarta nenhum dos candidatos, as três candidatas mulheres são as que aparecem com maior rejeição: Adriane Lopes (13,3%), Camila Jara (12,%) e Rose Modesto (10,1%). Beto Pereira é rejeitado por 9,8% da amostragem.

Apesar de ter o maior índice de rejeição, como já atua como prefeita, Adriane ainda foi avaliada pelo eleitorado participante de pesquisa e mostrou ter a gestão aprovada por  52,2% dos entrevistados, quando soma os índices ótimos e bom.

Em cenário que os participantes têm mais opções para avaliar a administração da prefeita, ela aparece com 28,6% de ótimo, 40,3% de regular e 31,1% de ruim ou péssimo. Há ainda mais uma simulação.

A pesquisa – A pesquisa é a primeira a ser divulgada pelo Campo Grande News nestas eleições. Em mais uma parceria com o Novo Ibrape, o maior jornal on-line de Mato Grosso do Sul vai divulgar outras quatro medições de intenção de votos nos candidatos a prefeito de Campo Grande, a cada 15 dias.

As próximas divulgações estão programadas para 5 e 19 de setembro, e a última pesquisa, será publicada em 3 de outubro, três dias antes do 1º turno.

(*) Pesquisa eleitoral realizada pelo instituto Novo Ibrape e registrada junto ao TSE de número MS-06546/2024. Foram realizadas 1.000 entrevistas entre os dias 16 a 21 de agosto de 2024. A margem de erro da pesquisa é de 3.1% e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pelo portal de notícias Campo Grande News.