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Bela Vista-MS Terça-Feira, 20 de Outubro de 2026
Convenção do PL, dia 1º, confirma dois senadores e apoio à reeleição de Riedel

Convenção do PL, dia 1º, confirma dois senadores e apoio à reeleição de Riedel

O Diretório Estadual do Partido Liberal em Mato Grosso do Sul realiza sábado, dia 1º de agosto, pela manhã, a Convenção Estadual que vai homologar os candidatos do partido para as eleições gerais de 2026. Estarão em pauta os nomes que disputarão os cargos de governador, vice-governador, senador, suplentes de senador, deputado federal e deputado estadual, com a definição dos nomes e números que seguirão nas urnas.

O evento marca um momento decisivo para a legenda no Estado, sob a liderança do ex-governador Reinaldo Azambuja, que preside o diretório regional.

O PL deve fechar aliança com o Partido Progressista (PP) e o União Brasil, que formam uma federação partidária denominada União Progressista, que foi aprovada e registrada no Tribunal Superior Eleitoral, para apoiar a reeleição do governador Eduardo Riedel. Essa foi a principal condição imposta por Reinaldo Azambuja às lideranças nacionais do PL — inclusive ao ex-presidente Jair Bolsonaro — para aceitar a presidência do partido em Mato Grosso do Sul.

A exigência demonstra o compromisso de Reinaldo com a continuidade administrativa e com o projeto de desenvolvimento que vem transformando o Estado nos últimos anos.

Desde que assumiu o diretório regional, Reinaldo promoveu um fortalecimento expressivo da legenda, com a filiação de: Parlamentares — deputados estaduais e federais, vereadores; Prefeitos de diversos municípios; Lideranças da sociedade civil em todas as regiões do Estado; Cidadãos comuns que se identificam com as propostas de inovação e compromisso com o desenvolvimento do país

O partido hoje está presente e organizado em todos os municípios sul-mato-grossenses, consolidando-se como uma das principais forças políticas do Estado.

Pré-candidato ao Senado Federal, Reinaldo demonstra confiança no desempenho do partido nas urnas. Segundo ele, com as alianças políticas que estão sendo construídas, o PL conseguirá eleger as maiores bancadas parlamentares — tanto federal quanto estadual —, elegendo inclusive dois senadores, além de reeleger Eduardo Riedel governador e eleger Flávio Bolsonaro presidente da República.

“O PL tem as melhores propostas para um Brasil melhor, onde os recursos públicos serão melhores administrados e aplicados em obras e serviços de interesse da população, investindo principalmente em segurança pública, saúde, educação e infraestrutura”, afirmou Reinaldo.

CONVENÇÃO – Na ordem do dia primeiro de agosto, das 8h às 11h, os membros do partido vão deliberar sobre:

– Possíveis coligações partidárias;

– Delegação de poderes à Comissão Executiva Estadual para deliberar sobre substituições de candidatos, preenchimento de vagas remanescentes e ajustes decorrentes de renúncia, falecimento, indeferimento ou cancelamento de registro de candidatura;

– Autorização à Comissão Executiva Estadual para praticar todos os atos necessários ao registro das candidaturas, formação das deliberações da Convenção, assinatura de atas, formulários, requerimentos e demais documentos exigidos pela Justiça Eleitoral;

– Outros assuntos de interesse partidário relacionados ao processo eleitoral de 2026.

O endereço do local da convenção é Rua Flamboyant, 681, Cidade Jardim, das 8h às 11h.

 

 

Reviravolta: Soraya pode ser suplente de Vander para o Senado em MS

Reviravolta: Soraya pode ser suplente de Vander para o Senado em MS

A coligação alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Mato Grosso do Sul pode ter uma reviravolta nos próximos dias e tudo dependerá da vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A reportagem apurou que a coligação aguarda uma decisão de Lula, que avalia a possibilidade da senadora Soraya Thronicke (PSB) ser a suplente de Vander Loubet (PT).

O entendimento da coligação é de que uma vaga, como indicam as pesquisas, deve ficar com o grupo liderado por Eduardo Riedel (PP), o que não justificaria a divisão.

Neste caso, a cúpula do PT avalia que seria melhor juntar Soraya e Vander em uma mesma chapa, para que consigam concentrar esforços em apenas uma candidatura.

A reportagem procurou a senadora, mas ela não retornou até a publicação. Pessoas próximas a ela confirmaram que o grupo aguarda decisão de Lula e reforçaram que também há possibilidade de Vander ser suplente, algo não confirmado pela reportagem.

Soraya trocou o Podemos pelo PSB para ser a senadora de Lula em MS. A ideia inicial era lançar ela e Vander, mas as pesquisas não indicaram grandes chances na divisão.

Última pesquisa

Pesquisa divulgada no dia 5 de julho, a última registrada em MS, apontou os dois tecnicamente empatados na quarta e quinta posição. Se somadas as duas candidaturas, eles chegariam a quase 20% das intenções de voto. Confira os números :

O Instituto Ranking ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 de junho e 3 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada com o número MS-06247/2026.

Fonte: Investiga MS

Jerson Domingos defende revisão do Fundersul com anistia da desmama e redistribuição da contribuição

Jerson Domingos defende revisão do Fundersul com anistia da desmama e redistribuição da contribuição

Proposta de pré-candidato a deputado estadual prevê aliviar a carga sobre o pecuarista e compensar a arrecadação por meio das indústrias de cana-de-açúcar e de celulose

Em vídeo publicado nas redes sociais, o pré-candidato a deputado estadual Jerson Domingos, conselheiro aposentado do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, apresentou uma proposta de revisão do Fundersul. Entre as medidas defendidas estão a anistia da contribuição incidente sobre a desmama de bovinos e a redistribuição da arrecadação para outros segmentos que ganharam protagonismo na economia estadual nas últimas décadas, como as indústrias de cana-de-açúcar e de celulose.

Segundo Jerson, a proposta parte do entendimento de que a realidade econômica de Mato Grosso do Sul mudou desde a criação do Fundersul, há cerca de 25 anos. Na avaliação dele, o fundo foi essencial para viabilizar investimentos em infraestrutura e impulsionar o desenvolvimento do Estado, mas o modelo de arrecadação precisa ser atualizado para acompanhar a nova dinâmica produtiva.

“Se nós não tivéssemos tomado aquela atitude naquele momento, nós não teríamos o Estado que temos hoje. Mas passaram-se 25 anos, e essa lei mudou completamente a sua forma de operacionalidade”, afirmou.

A principal medida defendida é o fim da cobrança sobre a desmama, considerada por ele uma forma de começar a devolver ao produtor rural parte do que já contribuiu ao longo dos anos. “A primeira iniciativa seria a anistia da desmama”, destacou.

Para compensar a redução na arrecadação, Jerson propõe revisar as contribuições dos setores sucroenergético e de celulose, que ampliaram significativamente sua participação na economia sul-mato-grossense. Segundo ele, a redistribuição da cobrança permitiria preservar a capacidade de investimento do Fundersul sem concentrar o ônus sobre a pecuária.

Jerson Domingos esteve entre os parlamentares que participaram da construção e da aprovação do Fundersul no fim da década de 1990. Como pré-candidato a uma cadeira na Assembleia Legislativa, pretende apresentar uma proposta de atualização da legislação, mantendo o papel estratégico do fundo para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, mas adequando sua forma de arrecadação à realidade econômica atual.

Confira o vídeo: https://www.instagram.com/reel/DatSc8RhM5k/

Preso após matar fiscal, Alcides Bernal morre por problemas cardíacos

Preso após matar fiscal, Alcides Bernal morre por problemas cardíacos

Alcides Bernal, de 60 anos, ex-prefeito de Campo Grande, morreu na madrugada desta segunda-feira (13/7), após ser hospitalizado duas vezes desde a semana passada devido a problemas cardíacos. Bernal completaria 61 anos nesta terça (14/7).

Segundo a reportagem do Campo Grande News, o ex-prefeito recebeu alta da Santa Casa na sexta-feira (10/7), e retornou ao Presídio Militar Estadual Fidelcino Rodrigues. No entanto, voltou a passar mal e novamente foi levado para o hospital.

No sábado (11/7), ele foi internado na ala vermelha da unidade hospitalar, com a pressão arterial muito baixa. Na madrugada de hoje, Bernal acabou falecendo, de acordo com a confirmação da PM (Polícia Militar) que realizava escolta e pelo advogado de defesa, Wilton Acosta.

Prisão

Alcides Bernal estava preso desde 24 de março de 2026, quando se entregou à polícia após atirar e matar o auditor fiscal aposentado Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, no Jardim dos Estados, na Capital. A prisão preventiva foi decretada no dia seguinte, 25 de março.

Conforme mostrado na época, o caso ocorreu em meio a uma disputa envolvendo o imóvel onde Bernal morava. A Justiça determinou que o ex-prefeito fosse levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, acusado de homicídio qualificado, porte ilegal de arma de fogo e invasão de domicílio.

A defesa sustentava a tese de legítima defesa, que foi rejeitada pelo juiz na decisão de pronúncia e, por isso, Bernal permanecia preso preventivamente enquanto aguardava julgamento.

Por: Luiz Guilherme – Foto: Campo Grande News

Pedrossian apresenta projeto de lei para incluir mel na merenda escolar de MS

Pedrossian apresenta projeto de lei para incluir mel na merenda escolar de MS

 PL prioriza a aquisição de mel produzido por apicultores e meliponicultores familiares do Estado, conciliando alimentação saudável, desenvolvimento regional e valorização da produção local.

O deputado estadual Pedrossian (Republicanos) apresentou nesta quarta-feira (8) um Projeto de Lei que estabelece como diretriz prioritária a inclusão do mel de abelhas produzido por apicultores e meliponicultores familiares de Mato Grosso do Sul nos cardápios da alimentação escolar da rede pública estadual de ensino. A proposta foi elaborada a partir de uma demanda apresentada pela Associação dos Apicultores de Mato Grosso do Sul e busca incentivar a produção local sem criar novas despesas obrigatórias para o Estado.

Na prática, o projeto sinaliza prioridade para que o mel produzido pela agricultura familiar sul-mato-grossense possa integrar a alimentação escolar, sempre respeitando as normas do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), a avaliação dos nutricionistas responsáveis, a disponibilidade do produto e as exigências sanitárias vigentes.

Além da qualidade nutricional do alimento, a proposta visa fortalecer uma cadeia produtiva formada, em sua maioria, por pequenos produtores rurais. O texto prevê que, quando houver aquisição do produto por meio do PNAE, tenham prioridade agricultores familiares cadastrados, associações e cooperativas de apicultores e meliponicultores do Estado, além de grupos de mulheres e jovens do campo.

Segundo Pedrossian, trata-se de uma PL de caráter orientador, que valoriza quem produz no campo e cria oportunidades para ampliar a renda da agricultura familiar. “É um projeto que nasce de uma reivindicação dos próprios apicultores. Não estamos impondo uma obrigação ao Estado, mas criando uma diretriz que prestigia a produção local, fortalece a agricultura familiar e incentiva uma alimentação saudável para os estudantes.”

O parlamentar destaca que Mato Grosso do Sul possui potencial para ampliar a produção de mel e que políticas públicas de incentivo podem abrir novos mercados para os produtores. “A escola também pode cumprir um papel importante no desenvolvimento regional. Quando valorizamos aquilo que é produzido aqui, geramos renda, fortalecemos as associações e cooperativas e incentivamos quem vive da produção rural”, afirmou.

Na justificativa do projeto, o deputado ressalta que a apicultura e a meliponicultura exercem papel relevante na geração de renda, na diversificação da produção agrícola e na sustentabilidade ambiental. O texto também deixa claro que a inclusão do mel deverá ocorrer de forma gradual, conforme o planejamento técnico da alimentação escolar, a capacidade de fornecimento dos produtores e a disponibilidade orçamentária, sem criar cargos, estruturas administrativas ou despesas sem previsão legal.

A proposta agora seguirá para análise das comissões permanentes da Casa e, caso seja aprovada pelos deputados em plenário, será encaminhada ao governador Eduardo Riedel para sanção antes de entrar em vigor.

Jair Bolsonaro isola Michelle e põe fim ao plano de Pollon de concorrer ao Senado

Jair Bolsonaro isola Michelle e põe fim ao plano de Pollon de concorrer ao Senado

A crise entre a ex-primeira-dama do Brasil Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, praticamente encerrou a principal esperança política do deputado federal Marcos Pollon (PL) de reverter a decisão da direção nacional do partido e conquistar a segunda vaga da legenda ao Senado por Mato Grosso do Sul.

Conforme apuração do Correio do Estado, a estratégia de Pollon era apostar na influência de Michelle com o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro para convencê-lo a rever a escolha do ex-deputado estadual Capitão Contar como pré-candidato da sigla ao Senado, entretanto, esse plano perdeu força após o agravamento do conflito interno envolvendo a família Bolsonaro.

A reportagem obteve a confirmação com a lideranças do partido no Estado de que Jair Bolsonaro só teria assistido ao vídeo divulgado pela esposa contra o filho 01 na madrugada de sexta-feira para sábado, ou seja, duas noites após ter explodido nas redes sociais, e ele detestou o que viu.

Diante disso, o ex-presidente revelou que não deu autorização para Michelle publicar o vídeo, desaprovando a decisão da esposa.

A reação teria sido dura: Bolsonaro determinou que Michelle deixasse a presidência nacional do PL Mulher, descartou sua eventual candidatura ao Senado pelo Distrito Federal e ainda orientou que ela evitasse manifestações públicas sobre política.

O desgaste entre Michelle e Flávio evidencia o racha que atravessa a cúpula do PL e elimina justamente a principal interlocutora em quem Pollon depositava suas expectativas para tentar reabrir a discussão sobre a disputa em Mato Grosso do Sul.

Mesmo após a confirmação oficial de Capitão Contar como pré-candidato ao Senado, o deputado sul-mato-grossense ainda alimentava a expectativa de uma intervenção de Jair Bolsonaro.

Nos bastidores, interlocutores afirmaram que Pollon acreditava que Michelle conseguiria persuadir o ex-presidente a reverter a decisão anunciada pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Além disso, o parlamentar também avaliava que Bolsonaro não gostaria de repetir o que considera um erro estratégico nas eleições municipais de 2024, quando apoiou a candidatura do deputado federal Beto Pereira à Prefeitura de Campo Grande, derrotado nas urnas.

Outra opção estudada por Pollon seria solicitar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para visitar Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília, na tentativa de defender pessoalmente sua permanência na disputa.

Entretanto, com Michelle enfraquecida politicamente e afastada das decisões estratégicas do partido, aliados avaliam que as chances de uma reviravolta se tornaram praticamente inexistentes, consolidando a escolha de Capitão Contar.

A definição ocorreu na quarta-feira, durante reunião da executiva nacional do PL em Brasília. Ao anunciar o nome de Contar, Valdemar Costa Neto afirmou que o pré-candidato terá “o apoio de todo o partido”.

Capitão Contar comemorou a decisão e afirmou que o foco agora será a organização da pré-campanha e a preparação para a convenção partidária que homologará a chapa.

O presidente estadual do PL, Reinaldo Azambuja, explicou que a escolha seguiu o acordo firmado pela direção nacional, segundo o qual o segundo candidato ao Senado seria definido com base em pesquisas eleitorais.

Levantamentos realizados pelos institutos Quaest, contratado pelo diretório estadual, e Paraná Pesquisas, encomendado pela direção nacional, apontaram desempenho superior de Capitão Contar em relação a Marcos Pollon.

Os resultados foram encaminhados a Valdemar Costa Neto, ao secretário-geral da legenda, senador Rogério Marinho, e ao senador Flávio Bolsonaro, servindo de base para a decisão final da executiva nacional.

Procurado para comentar o cenário, Marcos Pollon limitou-se a afirmar que vai se manifestar “no momento oportuno”.

Enquanto isso, a crise envolvendo Michelle e Flávio Bolsonaro reduz significativamente qualquer possibilidade de reabertura da disputa interna, consolidando, ao menos por ora, o nome de Capitão Contar como candidato do PL.

Fonte: Correiodoestado