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Bela Vista-MS Sábado, 06 de Junho de 2026
Mato Grosso do Sul traça novo eixo em energia renovável com avanço de planta de biometano

Mato Grosso do Sul traça novo eixo em energia renovável com avanço de planta de biometano

Mato Grosso do Sul traça seu novo eixo de desenvolvimento, reforçando sua posição como referência nacional na transição energética com a implantação da primeira planta de biometano da empresa Atvos no Estado. O projeto, localizado em Nova Alvorada do Sul, representa um investimento superior a R$ 350 milhões e marca uma nova etapa na diversificação da matriz energética sul-mato-grossense.

Durante a Expocanas, principal vitrine tecnológica do setor sucroenergético no Estado, o governador Eduardo Riedel, acompanhado do secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck, visitou a unidade industrial e acompanhou de perto o andamento das obras e o início das etapas operacionais do empreendimento.

A planta terá capacidade estimada de produzir cerca de 28 milhões de metros cúbicos de biometano por safra, a partir do aproveitamento de subprodutos da cana-de-açúcar, como vinhaça e torta de filtro — reforçando o conceito de economia circular e agregação de valor à produção. Isso representa menos 25 milhões de litros de diesel ao ano.

Para o governador Eduardo Riedel, o projeto está alinhado à estratégia estadual de descarbonização e desenvolvimento sustentável. “Esse projeto reforça o papel do Mato Grosso do Sul como protagonista na transição energética no Brasil. Estamos avançando na geração de energia limpa com base em soluções que agregam valor à nossa produção e impulsionam o desenvolvimento regional”, afirmou o governador.

O secretário Jaime Verruck destacou que o avanço do biometano no Estado está diretamente conectado à política de bioenergia e à estratégia de neutralidade de carbono. “O Mato Grosso do Sul estruturou uma política consistente de bioenergia, baseada na diversificação de matérias-primas e no aproveitamento integral da biomassa. O biometano surge como uma solução estratégica, que amplia a competitividade do setor sucroenergético, reduz emissões e fortalece a agenda de carbono neutro do Estado”, afirmou Verruck.

Espaço onde está sendo construída a unidade da Atvos

Além do impacto ambiental, o projeto também traz ganhos logísticos e operacionais. O biometano será utilizado principalmente para abastecer a frota da própria companhia, substituindo o diesel nas operações. A meta da empresa é converter ao menos 50% do consumo das unidades Eldorado, Santa Luzia e Conquista do Pontal para o uso de gás renovável.

“Trata-se de um projeto inovador de transição energética para o biometano para 28 milhões de metros cúbicos que vão substituir 25 milhões de litros de diesel ao ano. A empresa vai substituir todos seus caminhões de diesel pata biometano. É assim que se faz transição energética. Com inovação, novas tecnologias, desenvolvimento econômico. É o MS fazendo seu eixo de desenvolvimento na transição energética”, ressaltou.

A iniciativa integra um movimento mais amplo de inovação no setor. A Atvos já iniciou testes com caminhões movidos a biogás e firmou parceria com a Scania para renovação da frota pesada. A substituição do diesel pode reduzir entre 40 e 50 mil toneladas de CO₂ por ano.

A empresa também projeta expansão. Nos próximos anos, há potencial para implantação de outras sete unidades de biometano no país, o que pode elevar a produção para até 137 milhões de metros cúbicos por safra e reduzir em até 88,3% as emissões associadas ao uso de diesel.

Bioenergia e política de carbono neutro

Parte da produção de biometano poderá, futuramente, atender municípios do entorno, contribuindo diretamente para a política de descarbonização e para a meta de carbono neutro de Mato Grosso do Sul até 2030. O Estado já se consolidou como um dos principais polos de bioenergia do país, com forte crescimento do etanol de milho e da cogeração de energia a partir da biomassa da cana, ampliando sua relevância na matriz energética nacional.

Atualmente, a Atvos opera três unidades industriais em Mato Grosso do Sul — em Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante e Costa Rica — gerando mais de 11 mil empregos diretos e indiretos.

Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Foto: Mairinco de Pauda/Semadesc

Antes do PL da Misoginia, Soraya Thronicke já consolidava atuação em defesa das mulheres brasileiras

Antes do PL da Misoginia, Soraya Thronicke já consolidava atuação em defesa das mulheres brasileiras

Relatora da proposta aprovada no Senado, senadora de MS reúne projetos contra feminicídio, violência doméstica e digital e de fortalecimento da Lei Maria da Penha

Em um cenário de aumento da violência de gênero e de recordes sucessivos de feminicídio no Brasil, o combate à misoginia e a defesa das mulheres têm ganhado ainda mais urgência no Congresso Nacional. Nesse contexto, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) se destaca atuação consistente em prol da proteção feminina, com uma série de projetos e relatorias voltadas ao enfrentamento da violência doméstica, do feminicídio, da violência digital e de outras formas de agressão que atingem diariamente milhares de brasileiras.

Como mais um passo dessa trajetória, o plenário do Senado Federal aprovou, no dia 24 de março, o Projeto de Lei nº 896/2023, sob relatoria da senadora, que inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. A proposta representa um marco no enfrentamento jurídico e cultural da violência motivada por ódio ou aversão às mulheres, reconhecendo que o desprezo e a hostilidade direcionados ao gênero feminino não são apenas manifestações culturais, mas podem se transformar em violência concreta e que precisam ser combatidos com rigor legal.

A aprovação do PL 896/2023 ocorre em um momento alarmante: o número de feminicídios bateu recorde no Brasil em 2025com 1.470 casos registrados de janeiro a dezembrosegundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O total supera os 1.464 registros de 2024a maior marca até então. Os dados equivalem a quatro mulheres mortas por dia, realidade que mostra como o feminicídio é consequência direta de uma sociedade ainda marcada pela misoginia, em que mulheres são violentadas, diminuídas e silenciadas.

Para Soraya Thronicke, o enfrentamento dessa realidade exige ação contínua e firme, tanto na legislação quanto na cultura. A senadora reforça que a aprovação do PL da Misoginia não é um ponto final, mas parte de uma caminhada permanente em defesa das mulheres.

“Essa aprovação é uma vitória necessária. O combate à violência contra a mulher precisa ser diário, firme e inegociável. A misoginia alimenta o feminicídio, a violência doméstica, o abuso e a tentativa de silenciar mulheres. Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade que muitas vezes se incomoda mais com a voz feminina do que com a violência cometida contra ela. Nosso dever é garantir leis mais duras, proteção efetiva e respeito, para que nenhuma mulher tenha que viver com medo”, avalia.

Trabalho contínuo com projetos estruturantes

A atuação legislativa da senadora Soraya Thronicke em defesa das mulheres vai além da relatoria do PL 896/2023. Ao longo do mandato, ela tem apresentado ou apoiado proposições voltadas a fortalecer a rede de proteção, ampliar mecanismos de segurança, endurecer punições contra agressores e garantir medidas efetivas para prevenir a reincidência da violência.

Entre os principais projetos relacionados ao combate à violência contra a mulher, destacam-se:

Combate à misoginia e ao ódio contra mulheres
PL 896/2023 (Relatoria) – Inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo, fortalecendo o enfrentamento à discriminação e ao ódio de gênero.

Prioridade para pautas de proteção feminina no Senado
PRS 5/2025 – Dá precedência e prioridade de tramitação às proposições que tratam do combate à violência contra a mulher.

Enfrentamento à violência digital contra mulheres
PL 1033/2025 – Aumenta penas para crimes de violência digital praticados contra mulheres, reconhecendo o avanço desse tipo de agressão.

Bloqueio de bens de agressores
PL 1032/2025 – Prevê bloqueio imediato de contas bancárias e bens do agressor em casos de violência doméstica e familiar.

Feminicídio como crime autônomo
PL 1548/2023 – Atualiza e fortalece a tipificação do feminicídio, tratando-o como crime específico e autônomo.

Ampliação de delegacias especializadas
PL 1096/2022 – Determina que municípios com mais de 100 mil habitantes tenham Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

Mais agilidade nas medidas protetivas
PL 2450/2019 – Permite que a intimação das medidas protetivas possa ser entregue pelo defensor da vítima ou por agente policial.

Proteção patrimonial e combate à fraude em separações
PL 2452/2019 – Trata de fraude na partilha de bens em dissolução do casamento, ampliando proteção contra abusos econômicos.

Reforço na execução penal contra agressores reincidentes
PL 2083/2022 – Endurece medidas na Lei de Execução Penal para reforçar a proteção da mulher vítima, prevenindo reiteração de ameaças e agressões.

Defesa pessoal e prevenção
PL 1813/2021 – Prevê oferta de curso de defesa pessoal para mulheres.
PL 1928/2021 – Regulamenta comercialização e porte de spray de pimenta e arma de eletrochoque para defesa pessoal.

Depoimento com mais proteção e menos revitimização
PL 628/2022 – Aperfeiçoa procedimentos de depoimento de vítimas e testemunhas, especialmente em causas cíveis, com foco em acolhimento.

Aumento de pena em crimes sexuais com abuso de confiança
PL 2034/2022 – Prevê aumento de pena quando o crime contra a dignidade sexual ocorre com abuso de confiança.

Direito de acesso com cão protetor
PL 2325/2023 – Garante que mulheres em situação de violência doméstica possam ingressar e permanecer em ambientes coletivos acompanhadas de cão protetor.

Foto: Agência Senado

Expocanas: com 22 usinas em operação, MS se consolida como um dos principais produtores de energia limpa

Expocanas: com 22 usinas em operação, MS se consolida como um dos principais produtores de energia limpa

Como referência nacional na produção de bioenergia, Mato Grosso do Sul se consolida como um dos principais estados produtores de energia limpa e renovável do Brasil, concentram 22 usinas em operação – todas produtoras de etanol hidratado, que cogeram bioeletricidade, e 14 delas exportam o excedente para a rede nacional de energia elétrica.

Para fortalecer a atuação do Estado na área, a 4ª Expocanas é realizada desta quarta-feira (25) até sexta-feira (27), em Nova Alvorada do Sul, município reconhecido como o segundo maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. O governador Eduardo Riedel participou da abertura do evento e destacou a importância da produção do município, que chega a 8,1 milhões de toneladas.

“É um evento que começou pequeno e está na quarta edição, com dimensão estadual e nacional. Reflete o que vem acontecendo em termos de transformação energética no Estado. Pelo etanol, e geração de eletricidade pelo biometano. São grandes investimentos do setor industrial na área de biometano, que está no coração da nossa estratégia. A Expocanas é onde tudo isso começa, no campo, na produção, na eficiência produtiva”, disse Riedel.

A Expocanas, consolidada como o principal evento do setor sucroenergético no Estado, se destaca como um importante espaço para geração de negócios, troca de conhecimento e fortalecimento da cadeia produtiva.

Dados da Biosul (Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul) apontam que MS se consolida como um dos principais polos nacionais de produção de energia limpa e renovável, sendo o quarto maior produtor de cana-de-açúcar e de etanol, segundo maior produtor de etanol de milho, quinto maior produtor de açúcar e o quarto maior exportador de bioeletricidade do País.

Na abertura do evento também foi apresentado o balanço da safra 2025/2026 e perspectivas da bioenergia, além da assinatura de concessão de incentivos fiscais para a indústria de beneficiamento de amendoim ‘MS Grãos Nuts’, que investirá cerca de R$ 30 milhões na implantação de uma unidade em Nova Alvorada do Sul.

Na safra 2024/2025, Mato Grosso do Sul alcançou a produção de 4,3 bilhões de litros de etanol, dos quais 37% tiveram origem no milho. Para a safra 2025/2026, a projeção é de crescimento, com produção estimada em 4,7 bilhões de litros, sendo o milho responsável por 42% desse total – os dados de 2025/2026 serão apresentados no decorrer do evento.

O setor também se destaca pela produção de 2,6 milhões de toneladas de açúcar e pela geração de 2.200 GWh em bioeletricidade — volume equivalente ao consumo residencial anual de todo o Estado. Com aproximadamente 800 mil hectares destinados ao cultivo de cana-de-açúcar e unidades industriais estrategicamente distribuídas, a cadeia produtiva está presente em 42 municípios.

O segmento é responsável pela geração de cerca de 34 mil empregos diretos e movimenta mais de R$ 1,4 bilhão em massa salarial, posicionando-se entre os principais motores da economia industrial sul-mato-grossense, correspondendo a 18,9% do PIB industrial do estado (2023).

Biometano

O governador também visitou a planta de biometano da Atvos, uma das maiores produtoras de biocombustíveis do país. A empresa anunciou a construção de sua primeira planta de biometano, localizada em Nova Alvorada do Sul. O projeto, que avança na estratégia de diversificação de portfólio, representa uma nova etapa na atuação da companhia e conta com investimento superior a R$ 350 milhões.

A partir do aproveitamento de subprodutos da cana-de-açúcar, como vinhaça e torta de filtro, a unidade terá capacidade estimada de produzir cerca de 28 milhões de metros cúbicos de biometano por safra.

“É o início de uma nova cadeia produtiva no Estado. E ajuda a transformar a matriz energética de Mato Grosso do Sul. O Estado se posicionou estrategicamente dentro de dois grandes temas globais, transição energética e segurança alimentar com sustentabilidade. O Mato Grosso do Sul tem crescido e está cada vez mais bem posicionado nessas duas áreas, com toda a cadeia produtiva do início ao fim, com a industrialização dessa base produtiva. Isso gera emprego, renda, capacidade de investimento, oportunidade para as pessoas, que é o que a gente quer ver”, finalizou Riedel.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

Vereadores de Bela Vista cobram Energia em audiência pública na Assembleia Legislativa

Vereadores de Bela Vista cobram Energia em audiência pública na Assembleia Legislativa

O presidente da Câmara de Bela Vista, Jonathan Torres (JT), junto dos vereadores Vinícius, Geferson Vieira, Fleitas e Mathaus Lino, participou de audiência pública na Assembleia Legislativa para cobrar melhorias no serviço da Energisa.

Durante o encontro com o deputado Pedro Caravina, foram relatados prejuízos causados pelas constantes quedas de energia, atingindo comerciantes, produtores e moradores.

Também foi apresentada a demanda pelo rebaixamento da rede de alta tensão em frente à Escola Doutor Joaquim Murtinho, visando mais segurança para alunos e funcionários.

A Câmara reforçou que seguirá cobrando soluções para melhorar o fornecimento de energia no município.

Cada minuto conta: rapidez no transporte aéreo de órgãos dá esperança a pacientes em MS

Cada minuto conta: rapidez no transporte aéreo de órgãos dá esperança a pacientes em MS

Para ajudar a garantir um recomeço aos pacientes que aguardam por transplantes de órgãos em Mato Grosso do Sul, cada minuto é importante. Por isso, para a captação e transporte dos órgãos de doadores, o Governo do Estado – por meio da CTA (Coordenadoria de Transporte Aéreo), da Casa Militar, e da Segov (Secretaria de Estado de Governo e Gestão Estratégica) – mantém disponibilidade para atuar em todo o Brasil.

O transporte aéreo das equipes que fazem a captação dos órgãos do doador e também a cirurgia de transplante no paciente é possível devido ao trabalho de pilotos disponíveis e preparados, que atuam na CTA.

Ontem (24), a equipe realizou a décima captação deste ano – desta vez fígado e rins –, com apoio do transporte aéreo do Governo do Estado. Desde de 2023 já foram 39 missões – 19 delas realizadas no ano passado. Desta vez a captação foi realizada de um doador de Dourados, mas este ano também houveram doadores de Goiânia (GO), Uruaçu (GO) e Três Lagoas.

Desde 2023, a captação também já foi realizada em Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Sorocaba (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Rondônia (RO), Anápolis (GO), Rio Verde (GO) e Maringá (PR).

“É um convênio, que funciona muito bem, já salvamos várias vidas transportando as equipes que fazem os transplantes. Fazemos este trabalho sempre que estamos disponíveis, quando o órgão é compatível com o paciente, entre outros fatores. E isso é realizado em qualquer dia da semana e horário”, disse o coronel Marcos Paulo Gimenez, Chefe da Casa Militar e responsável pelo CTA.

O médico cirurgião Gustavo Rapassi, responsável do programa de transplante de fígado, rins e pâncreas no Estado, destacou que a colaboração é essencial para garantir que mais pacientes recebam transplantes.

“Os órgãos disponíveis em toda a região Centro-Oeste e Norte, quando não são compatíveis com receptores, eles são ofertados para outras regiões. Por conta das grandes distâncias, a gente só consegue captar com o apoio do transporte aéreo, realizado na maioria das vezes pela Casa Militar. E isso aumenta a chance dos receptores, dos nossos pacientes nossos que estão em fila para receber um órgão”, afirmou o médico.

Enquanto a equipe médica se prepara para fazer o trabalho de captação e transplante, os pilotos envolvidos no transporte atuam para garantir um voo seguro e rápido. O tenente da Polícia Militar, Avyner Falcão e o delegado da Polícia Civil, Enilton Zalla, ambos pilotos da CTA, pontuam que a organização é essencial para atuar nas missões, que pode ter início em média uma hora após o acionamento.

“Podemos ser chamados a qualquer momento. Todos nós somos preparados para estar no lugar em no máximo uma hora para atender esse tipo de demanda. E aí existe toda uma coordenação interna da parte de operações e dos pilotos, onde a gente analisa a possibilidade do voo, verifica se é possível e dá o start da missão, é um voo diferenciado. Exige de nós pilotos uma habilidade para fazer sempre da forma mais rápida e atender essa demanda de entrega do órgão”, disse Zalla.

Além das questões técnicas, ambos sabem da importância da atuação e ajudam a salvar vidas. “Eu cheguei mais recentemente, mas tive a grata oportunidade de fazer alguns voos relacionados ao transporte das equipes para captação de órgãos. E é algo diferente, muito gratificante”, disse o tenente Avyner.

Com atuação há sete anos em missões deste tipo, Zalla observa a importância da doação de órgãos. “Nós trabalhamos dentro de um sistema de transporte de órgãos que ajuda muitas pessoas. Então quem tiver acesso a esta mensagem, eu peço que estimule o seu familiar a ser um doador de órgãos. Eu sei que é um momento muito triste, a perda de um familiar. Mas que possamos pensar que alguém está precisando. Assim mais pessoas poderão ter suas vidas salvas”.

A mensagem carregada de significado também encontra lembranças de vitórias. “Eu lembro de um caso, de um paciente que já tinha tentando 12 vezes fazer o transplante, e por vários motivos não tinha dado certo. E só na 13ª vez ele conseguiu, isso foi há um ano. Esse paciente agradeceu muito por termos ajudado a salvar a vida dele”, disse Zalla.

Para o médico responsável pela captação e transplantes, toda a colaboração é essencial para salvar vidas. “O transporte facilita bastante, porque o tempo de deslocamento dos órgãos é curto, e melhora resultado do transplante. Os pacientes que aguardam, estão numa situação de vida ou morte, e quando um órgão vem e ele perde por falta de transporte, a gente não sabe se aquele paciente vai receber uma segunda chance. Então, por isso que a disponibilidade da Casa Militar em nos ajudar é essencial”, afirmou o cirurgião Gustavo Rapassi.

Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Fotos: Saul Schramm/Secom-MS

Vereador Xande cobra reforma de centro comunitário abandonado no Bairro Itaboraí

Vereador Xande cobra reforma de centro comunitário abandonado no Bairro Itaboraí

Durante a sessão ordinária realizada nesta segunda-feira (23) de março, o vereador Luís Alexandre Palmieri – Xande (União Brasil) apresentou pedido verbal direcionado ao secretário de Obras, com cópia ao prefeito, solicitando a reforma do centro comunitário do Bairro Itaboraí.

De acordo com o parlamentar, o espaço encontra-se em estado de abandono, o que tem gerado preocupação entre os moradores. Xande destacou a importância do centro comunitário para a realização de atividades sociais, reuniões e ações que beneficiam diretamente a comunidade local.

O pedido também foi assinado pelo vereador Fleitas (PSB). A revitalização do centro comunitário pode ser usado pelos moradores, hoje se encontra abandonado.