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Bela Vista-MS Segunda-Feira, 22 de Junho de 2026
Beto Pereira já chega ao empate técnico com Rose Modesto

Beto Pereira já chega ao empate técnico com Rose Modesto

Prefeita Adriane Lopes tem o maior índice de rejeição, segundo a pesquisa Quaest/TV Morena

Se as eleições fossem hoje, os dois primeiros colocados na disputa pela Prefeitura de Campo Grande que avançariam para o segundo turno seriam Rose Modesto (União Brasil) e Beto Pereira (PSDB). No terceiro lugar, pela consulta estimulada a prefeita Adriane Lopes (PP) teria muitas dificuldades para atravessar o primeiro turno e manter o sonho de ser reeleita. Estes são alguns resultados da pesquisa Quaest/TV Morena, divulgada ontem (terça-feira, 17).

Beto chegou ao empate técnico com Rose nas duas simulações do instituto. Na estimulada, a ex-vice-governadora soma 31% e o deputado federal tucano 25%. Pela margem de erro, estão tecnicamente empatados. Em relação à pesquisa anterior, de agosto, Rose baixou de 33% para 31%; Beto deu o maior salto de todos, de 15% para 25%; Adriane, de 14% para 16; Camila Jara (PT) caiu de 9% para 8%; e Beto Figueiró (Novo) subiu de 2% para 4%.

Na simulação espontânea, Beto e Rose empatam com pontuações exatas: 14%. Ela já vinha liderando a maioria das pesquisas desde o início da pré-temporada eleitoral e ainda assim cresceu, indo de 7% para 14%. O parlamentar do PSDB tinha 9% e agora chegou a 14%. Adriane tinha 6% e foi para 9%, enquanto Camila manteve os mesmos 3% da pesquisa anterior. Figueiró também não saiu da pontuação anterior (1%). Os indecisos são 57%; os brancos, nulos e os que não vão votar eram 3% e desceram para 2%.

REJEIÇÃO

O instituto perguntou aos entrevistados em qual das candidaturas não votariam de jeito nenhum. A maioria das respostas indica que a prefeita Adriane Lopes é a dona da mais elevada rejeição entre todos os candidatos. Das 852 pessoas ouvidas, 33% afirmam que não votarão nela. Depois estão assim pontuados: Rose (29%); Beto (28%); Camila (27%); Beto (20%); Ubirajara Martins (16%); Luso de Queiroz (12%); e Jorge Batista (10%).

Esta é a segunda pesquisa contratada pela TV Morena junto à Quaest nas eleições para Prefeitura de Campo Grande de 2024. A Quaest fez 852 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 14 e 16 de setembro. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número MS-08123/2024.

Fonte: FolhaCG

Presidente Gerson Claro destaca compromisso da ALEMS em salvaguardar a democracia

Presidente Gerson Claro destaca compromisso da ALEMS em salvaguardar a democracia

Todos os anos, em 15 de setembro, o Dia Internacional da Democracia é celebrado globalmente para reconhecer e defender os princípios democráticos e seu papel crucial na promoção da paz, estabilidade e desenvolvimento. Na manhã desta terça-feira (17), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado Gerson Claro (PP), abriu a sessão ordinária destacando a importância da data.

“Estabelecida pela Organização das Nações Unidas, essa data é fundamental para reflexão sobre a importância da democracia e da soberania popular por meio do voto, como defesa da liberdade e do direito político de votar e ser votado. Desde a promulgação da Constituição, o país vive o mais longo período de estabilidade democrática da história. Pelas eleições limpas, seguras e periódicas, os eleitores podem escolher, de maneira soberana, seus representantes. O compromisso da Assembleia Legislativa sempre será de salvaguardar a democracia”, destacou Gerson.

Neste ano, os brasileiros participarão das eleições, uma oportunidade de o cidadão ser ouvido e escolher quem melhor o representará nas Prefeituras e Câmaras Municipais. “Ressaltamos o papel essencial dos processos eleitorais na formação de sociedades democráticas. As eleições fortalecem a democracia e garantem soluções aos desafios enfrentados pela sociedade”.

Em Mato Grosso do Sul, são mais de 2 milhões de eleitores distribuídos nos 79 municípios. Campo Grande lidera o número, concentrando 646.216 votantes. Em seguida, estão Dourados, com 163.229 eleitores, e Três Lagoas, com 86.968 eleitores.

Fonte: Agência ALMS

Obra finalizada: Governo de MS transforma Aral Moreira com infraestrutura e desenvolvimento urbano

Obra finalizada: Governo de MS transforma Aral Moreira com infraestrutura e desenvolvimento urbano

O Governo de Mato Grosso do Sul avança no compromisso de levar desenvolvimento e infraestrutura aos municípios, com a meta de alcançar 100% das cidades com pavimentação asfáltica. Em Aral Moreira, importantes obras de pavimentação e drenagem foram concluídas, promovendo progresso e melhorando a qualidade de vida da população.

Nos bairros Planalto e São Bernardo, as obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais já estão 100% concluídas. O investimento, de R$ 2.065.415,60, proporcionou a execução de 6.591,01 metros quadrados de pavimento asfáltico, 1.015,23 metros de drenagem de águas pluviais, além da implementação de acessibilidade e sinalização viária.

As ruas contempladas no Bairro Planalto foram: Rua Altair Matoso de Oliveira, Rua José Limeira Sobrinho, Travessa Joana Gomes Dutra e Travessa Irne Flores. Já no Bairro São Bernardo, a Rua 11 de Outubro recebeu um novo pavimento, beneficiando os moradores com uma infraestrutura urbana de qualidade.

Além dessas obras, o Governo do Estado segue com outras frentes de trabalho em Aral Moreira, dentro do programa MS Ativo Municipalismo. No Bairro Vila Satélite, está em andamento uma obra de pavimentação e drenagem avaliada em mais de R$ 2,3 milhões, que já conta com 28,38% dos serviços executados.

Na Avenida Mato Grosso, os mesmos serviços estão sendo realizados, com um investimento de mais de R$ 3 milhões, já tendo alcançado 31,90% de execução.

Outras obras significativas também estão em andamento. Na Vila Marques, o Governo investe R$ 5 milhões em pavimentação, drenagem e restauração funcional do pavimento, com mais de 92% do projeto já concluído. Além disso, a obra de implantação e pavimentação da Rodovia MS-165, no trecho da Vila Marques até o entroncamento da MS-289, com 31,822 km de extensão, representa um investimento de R$ 62.702.518,16, reforçando a infraestrutura viária da região.

Outra intervenção importante é a restauração e adequação da capacidade de tráfego na Rodovia MS-286, que conecta o entroncamento da MS-386 ao trecho urbano de Aral Moreira. São 38,156 km de melhorias, com investimento superior a R$ 47,7 milhões, destinados a garantir maior segurança e eficiência no tráfego.

Entre as obras recentemente concluídas em Aral Moreira, destaca-se a construção de uma ciclovia na Rua Mato Grosso do Sul, ao longo da MS-286.

Com investimento de quase R$ 1,3 milhão, a ciclovia de 2 km, acompanhada de iluminação em LED solar, bancos e lixeiras, atendeu a uma demanda da Prefeitura e dos trabalhadores das cooperativas Coamo e Lar, que utilizam diariamente a via para ir e voltar do trabalho de bicicleta.

A obra reforça o compromisso do Governo do Estado, sob a liderança do governador Eduardo Riedel, em promover o bem-estar e a segurança dos trabalhadores locais.

Com essas ações, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a melhoria da infraestrutura em Aral Moreira, impulsionando o progresso e a qualidade de vida na região.

Luciana Bomfim, Comunicação Seilog/Agesul 
Fotos: Agesul

Ajuda humanitária: ribeirinhos do Alto e Baixo Pantanal recebem missão com reforço no atendimento médico

Ajuda humanitária: ribeirinhos do Alto e Baixo Pantanal recebem missão com reforço no atendimento médico

Em meio aos incêndios florestais e estiagem que atingem o Pantanal em Mato Grosso do Sul, a Defesa Civil estadual realiza a segunda etapa da operação de assistência humanitária, desenvolvida pelo Governo do Estado às comunidades ribeirinhas do bioma levando desta vez atendimento médico e psicossocial, além da distribuição cestas básicas, água potável e serviços veterinários.

A equipe da Defesa Civil é composta por profissionais de saúde que se inscreveram na operação de forma voluntária. O coordenador da Operação Humanitária e chefe de Departamento de Riscos e Desastres da Defesa Civil, capitão Maxwelbe de Moura Fé, afirmou que cerca de 400 famílias das regiões do Alto e do Baixo Pantanal estão sendo recebidos por profissionais de saúde nesta nova etapa, desde o último domingo (15).

“Nesta etapa contamos com profissionais experientes neste tipo de ação e acostumados com o cenário de desastres naturais”, complementou.

Victor Florenzano é psicólogo clínico e social e está na sua primeira missão humanitária no Alto Pantanal. Para ele, o atendimento neste contexto de catástrofe climática tem um viés social.

“O trabalho na Psicologia visa promover integralmente a saúde, o acolhimento psicossocial e de escuta qualificada para agir com ações mais efetivas, partindo do princípio de ouvir as necessidades de quem vivencia o cenário de catástrofe e aplicar práticas que podem se tornar políticas públicas”, ressaltou.

A artesã Clarice Assunção, da Comunidade Domingos Ramos, destacou a importância da atividade. “A gente não tem condições de descer até a cidade, levar as crianças no médico, e a vinda deles facilita muito”, assegurou a ribeirinha.

Para a geriatra Monica Carvalho, o trabalho é uma forma de fortalecer a população pantaneira e reforçar a cultura destas comunidades, suas origens e seu modo de vida. “Assim podemos contribuir para que a população permaneça nesses locais e a saúde é um fator importante para essas pessoas se fixem na sua região”, afirmou.

O neurocirurgião Clemar Correa da Silva tem muitos anos de experiência em busca, salvamento e resgate no atendimento pré-hospitalar. “Estamos ouvindo a população. É a primeira vez que piso no Pantanal, vamos atender pessoas que estão precisando de médicos e vamos aplicar uma resolutividade parcial neste primeiro momento, mas que não deixa de ser importante”, acrescentou.

Nem os animais domésticos foram esquecidos. A veterinária Yandara Schettert participa pela segunda vez e pode constatar que os animais estão em boas condições de saúde. “Estão sendo bem tratados e alimentados, sem nenhum tipo de parasita. Também estamos analisando alguns parâmetros da água ofertada aos animais e pessoas, e seguindo com orientações”, descreveu.

A primeira missão, ocorrida em agosto, atendeu 230 famílias da região do Taquari. As operações em apoio à população ribeirinha no Pantanal acontecem até o final deste mês com o compromisso de garantir o bem-estar dessas comunidades e apoiar as equipes que atuam diretamente no combate aos incêndios no Pantanal.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Ewerton Pereira

Na Santa Casa, Rose Modesto reafirma  compromisso com a Saúde de Campo  Grande

Na Santa Casa, Rose Modesto reafirma compromisso com a Saúde de Campo Grande

Durante encontro na Santa Casa de Campo Grande, a candidata à prefeita de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil), reafirmou compromisso com a Saúde da capital, elencando como uma das prioridades de sua gestão.

A candidata Rose Modesto destacou o trabalho realizado pela Santa Casa e a importância da instituição para a cidade. “É o maior hospital do nosso estado. A Santa Casa atende todo mundo. É necessária uma atenção maior pelo poder público. Nós vamos repactuar com o hospital e melhorar os repasses”, completou.

A presidente da Santa Casa, Alir Terra Lima, entregou carta compromisso a Rose Modesto, que se comprometeu com as metas apresentadas. “Solicitamos o seu compromisso formal de que, caso eleita para a Prefeitura de Campo Grande, seu governo priorize a saúde dos cidadãos desde a básica, como as de média e alta diversidade, por meio de uma contratualização justa e adequada”, diz trecho da carta.

Rose Modesto destacou que sua gestão vai realizar auditoria na fila de 75 mil consultas, exames e cirurgias no município para ter o número real de procedimentos a serem realizados. Ao mesmo tempo, Rose realizará mutirões para diminuir ao máximo as filas do Sistema de Regulação.

Repactuar os contratos com a rede pública e filantrópica da cidade e buscar o aumento de teto financeiro no Ministério da Saúde é outra meta de Rose. Dessa maneira, ela pretende ampliar leitos hospitalares e atendimentos ambulatoriais tanto na rede filantrópica quanto na rede privada. “Campo Grande possui oito hospitais, sendo dois públicos e seis filantrópicos. Utilizar a estrutura já existente é uma forma eficiente de atender aqueles que não podem mais esperar”, disse. Rose Modesto reiterou que vai dar continuidade às obras do Hospital Municipal.

A candidata a prefeita vai ampliar também a capacidade de atendimento e modernizar a Central de Telemedicina. Serão 14 pontos espalhados nas sete regiões da cidade, inicialmente, para aumentar o acesso a médicos especialistas nas consultas.

“Acumulando prejuízos, o agronegócio pode entrar em colapso”, alerta deputado Paulo Corrêa

“Acumulando prejuízos, o agronegócio pode entrar em colapso”, alerta deputado Paulo Corrêa

O agronegócio de Mato Grosso do Sul, especialmente na região centro-sul, enfrentou uma grave crise nos últimos três anos, marcada por perdas severas devido ao clima adverso, altos custos de produção e a queda nos preços das commodities. Com produtores endividados e com dificuldades de acesso ao crédito, o setor corre o risco de entrar em colapso, comprometendo a principal atividade econômica do Estado.

Essa é a avaliação do deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), 1º secretário da Assembleia Legislativa, que trouxe o assunto à sessão plenária desta terça-feira (17). O alerta foi feito após uma reunião com o governador Eduardo Riedel, o vice-prefeito de Maracaju, Mauro Christianini, e produtores rurais do município para debater possíveis soluções e medidas de apoio emergenciais.

“O agro no Mato Grosso do Sul passa por um momento muito delicado. São três anos consecutivos em que os produtores da região centro-sul estão acumulando prejuízos, o que é extremamente preocupante. O cenário de seca prolongada, altas temperaturas e custo elevado dos insumos, associado à baixa margem de lucro e às altas taxas de juros praticadas pelos bancos, está inviabilizando o trabalho no campo”, alertou Paulo Corrêa.

Ele também publicou um estudo econômico, elaborado pela MS Integração com base em dados oficiais da Aprosoja, Famasul e Embrapa, que detalha a severidade das perdas na região centro-sul. Essas perdas impactaram fortemente a produção de soja e milho safrinha em Maracaju, um dos principais polos agrícolas de Mato Grosso do Sul, devido à estimativa, ao aumento do custo de produção, à baixa nos preços de comercialização e à redução na produtividade nas últimas seis semanas safras.

“As últimas seis safras foram devastadoras para o produtor rural. O preço dos produtos caiu, enquanto o custo dos insumos aumentou, além das taxas de juros abusivas que são impagáveis. Há produtores que estão retornando maquinários às vendas porque não conseguem pagar. Se não encontrarmos uma solução urgente, haverá uma quebradeira geral. Se o produtor sofre, Mato Grosso do Sul sofre junto, pois o agronegócio é nossa principal atividade econômica”, pontuou.

Uma das medidas discutidas no encontro com o governador Eduardo Riedel foi o alongamento das dívidas dos produtores rurais para prazos de 15 a 20 anos, com juros subsidiados, nos moldes de programas de securitização anteriores. Esse modelo permitiria aos agricultores respirar financeiramente e reorganizar suas atividades sem o peso das dívidas acumuladas, conforme afirma o produtor rural e empresário Valdenir Portela.

“Não estamos pedindo perdão de dívidas. Queremos apenas um alongamento dessas dívidas, nos mesmos moldes de securitização que ocorreram no passado. Isso permitirá ao produtor continuar produzindo e quitando suas obrigações sem perder crédito, propriedades, máquinas ou outros bens dados como garantia. Buscamos um alongamento da dívida para 20 anos, com juros subsidiados, que permita aos bancos conceder empréstimos, às vendas fornecer insumos e, principalmente, que produza ao produtor condições reais de pagamento”, esclareceu Portela.

O engenheiro agrônomo Roney Pedroso, responsável pelo estudo elaborado pela MS Integração, ressaltou que o agronegócio passa por um momento muito delicado e que uma grave situação vivenciada pelos trabalhadores do campo pode comprometer a saúde financeira do Estado.

“Se o agro não for para bem, podemos enfrentar um efeito preocupante no futuro. Por isso, estamos buscando apoio para atravessar esse momento crítico. Agora, estamos nos articulando com o governador Eduardo Riedel e com o deputado Paulo Corrêa para encontrar soluções que garantam a sustentabilidade do setor e ajudem os produtores a superar as dificuldades sem comprometer ainda mais nossa economia”, finalizou.