set 23, 2024 | Política
Com mais de 90% de sua matriz elétrica oriunda de fontes renováveis, Mato Grosso do Sul caminha para servir de modelo nacional na implementação de uma política sólida e abrangente de transição energética convergindo com os objetivos de mitigação das causas das mudanças climáticas estabelecidas pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Em 2023 a capacidade instalada de geração de energia no Estado foi de 7,236 milhões de quilowatts (kW), segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), sendo que as usinas de energia solar responderam por 49,30% desse total, as usinas de biomassa por 37,21% e as centrais hidrelétricas por outros 5,51%.
Apenas 7,98% da energia gerada no Estado no ano passado resultou de fontes não renováveis, como as termelétricas movidas a gás ou óleo diesel.
Esse potencial coloca Mato Grosso do Sul numa situação estratégica para se tornar, por diversos fatores, o grande campo de implementação de tecnologias para conduzir o país à transição energética, apontou o secretário executivo de Meio Ambiente da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette.
“Não basta só converter a matriz energética, para cumprir as metas de descarbonização precisamos avançar em tecnologias para captura e armazenamento do C02 se temos intenção de atingir os objetivos globais para a segunda metade desse século”, completou.
Estudos
Nesse sentido, servidores da Semadesc e membros da Câmara Técnica de Energias Renováveis do Estado participaram de um simpósio sobre o tema, na semana passada, no auditório LivingLab do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas).
A explanação foi feita pela engenheira de Petróleo Nathalia Weber, professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa de São Paulo) e co-fundadora da CCS Brasil, associação que pesquisa a captura e armazenamento de carbono no País, além de fazer a representação institucional de empresas do setor.
Weber argumenta que a transição energética de fontes poluentes e finitas para fontes renováveis e limpas é a grande meta do Planeta, entretanto se apresenta improvável diante dos custos que essa transformação demanda, o que pode elevar em até sete vezes o preço final da energia ao consumidor.
Dessa forma, uma medida viável e mais prática seria descarbonizar as fontes de energia existentes com a utilização de filtros que capturem o CO2 emitido no processo de produção. O segundo passo seria armazenar esse gás, já condensado, em camadas de rochas subterrâneas localizadas a quilômetros de distância da superfície, onde ficariam permanentemente.
Mato Grosso do Sul desponta com potencial enorme nesse quesito. Weber calcula que só o C02 emitido a partir da produção do Etanol soma 5 milhões de toneladas ao ano. Esse C02 pode ser capturado facilmente porque já sai puro das chaminés das usinas, não sendo necessário filtros para fazer a separação e purificação do gás, o que encareceria o processo.
O setor de bioenergia tem investido na melhoria de eficiência e em novos produtos em Mato Grosso do Sul, afirma o diretor técnico da Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul) e membro da Câmara Técnica de Energias Renováveis, Érico Paredes.
“Vale observar que são tecnologias desafiadoras em relação à escala de produção, infraestrutura e custo de implementação, por exemplo. Dependem de parcerias estratégicas entre empresas, governos e instituições de pesquisa. Por isso, as políticas públicas de incentivos fiscais são fundamentais”, frisou.
Metas e soluções
As metas de descarbonização do ar do Planeta para as próximas décadas são ambiciosas e sem o processo de captura de carbono não serão atingidas, alerta Weber. Em 2020, a capacidade de captura de carbono do mundo era de 40 milhões de toneladas de C02.
A meta para 2030 é de 1.6 bilhão de toneladas de C02 e em 2050 precisa saltar para 7,6 bilhões/ton/C02. Só com reflorestamento, redução do consumo, aumento da eficiência das usinas, substituição de fontes energéticas isso não seria possível.
Falcette concorda com essa premissa, entendendo que a transição energética é um processo amplo e complexo que se dará pela combinação de diferentes processos de mitigação e uso de tecnologia que, ao se somarem, permitirão o avanço da temática.
Ele ainda salienta que Mato Grosso do Sul está atento às inovações no setor visando construir uma política estadual de transição energética que ofereça viabilidade econômica, eficiência operacional e segurança ao empreendedor e à população.
“Estamos acompanhando a regulamentação da matéria pelo Congresso Nacional. Recentemente foi aprovado o Projeto dos Combustíveis do Futuro que traz as diretrizes para captura e armazenamento de carbono. Esse projeto deve ser sancionado no início de outubro pelo presidente da República e vai orientar a elaboração do regramento dos Estados sobre o tema”, frisou.
O secretário acredita que discussões como essa conduzida por Nathalia Weber são de extrema importância para esclarecer o corpo técnico que se encarregará de elaborar a legislação estadual sobre transição energética. Por isso mesmo, devem acontecer outros encontros com especialistas nesse sentido.
“Estamos convencidos de que é preciso mais do que medidas de proteção ambiental para frear as mudanças climáticas. Temos que ir além da redução das emissões e procurar capturar e dar a destinação adequada ao C02”, finalizou.
João Prestes, Comunicação Semadesc
Fotos: Mairinco de Pauda
set 23, 2024 | Política
Plano do candidato foca na modernização, inovação e promoção do turismo como um dos motores do desenvolvimento econômico
Candidato à Prefeitura de Campo Grande pelo PSDB, Beto Pereira, traz uma visão ousada e ambiciosa para o setor turístico da capital sul-mato-grossense. Reconhecendo o imenso potencial turístico da cidade, ele apresenta um plano estratégico focado na modernização, inovação e promoção do turismo como um dos motores do desenvolvimento econômico local.
Beto destaca que a sua gestão vai modernizar o Plano Municipal de Turismo, ampliando e diversificando as opções de lazer e negócios na cidade. “Campo Grande tem um imenso potencial turístico. Minha gestão vai modernizar o Plano Municipal de Turismo, criar atrativos turísticos no centro e nos bairros, e colocar a infraestrutura da Capital para promover ações em benefício do comércio e dos serviços, especialmente nos corredores gastronômicos”, afirma. Para ele, o turismo é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento econômico: “Turismo potente é sinônimo de geração de renda, novos postos de trabalho e de desenvolvimento.”
A capital sul-mato-grossense já desponta como uma cidade estratégica, tanto por sua localização quanto por sua diversidade de atrações naturais e culturais. Situada na rota para o Pantanal e Bonito, a cidade possui um cenário único que une urbanização com a proximidade da natureza. A ampliação do turismo local contribuirá para consolidar Campo Grande como um destino complementar para os visitantes da região.
Beto Pereira quer transformar Campo Grande em um Destino Turístico Inteligente reconhecido pelo Ministério do Turismo. Este conceito, que envolve a adoção de tecnologias inovadoras e sustentáveis para melhorar a experiência dos turistas, seria uma forma de modernizar a oferta turística da cidade e atrair visitantes com perfis diversos. Além disso, o candidato planeja fomentar o turismo rural, de aventura, de observação de pássaros, de eventos e negócios, segmentos que estão em franco crescimento em nível nacional e que têm tudo para prosperar no município.
Grandes eventos como propulsores do desenvolvimento
O plano de Beto Pereira inclui a captação de grandes eventos nacionais e internacionais, fortalecendo o papel de Campo Grande como um ponto de referência no setor de eventos corporativos e culturais. Ele propõe a criação de um Centro Municipal de Convenções, que se tornaria um polo de atração para congressos, feiras e festivais, dinamizando ainda mais a economia local.
Aliado a isso, o candidato planeja fortalecer os atrativos turísticos do centro da cidade e mapear o potencial turístico dos bairros, promovendo o desenvolvimento do turismo de forma descentralizada. Isso incluirá a valorização dos tradicionais corredores gastronômicos, áreas que Beto pretende qualificar ainda mais para se tornarem vitrines da cultura local, gerando novas oportunidades para o comércio e serviços.
Infraestrutura e capacitação
Para garantir que a infraestrutura da cidade atenda à crescente demanda turística, Beto Pereira propõe a modernização dos Centros de Atendimento ao Turista, pontos fundamentais para receber e orientar os visitantes. Além disso, a formação e capacitação de agentes turísticos será uma prioridade, preparando profissionais aptos a oferecer serviços de excelência, melhorando a experiência dos turistas e fortalecendo a imagem da cidade como um destino de qualidade.
A revisão do Plano Municipal de Turismo, com incentivo fiscal para empresários do setor, é outro pilar fundamental de sua proposta. Este conjunto de medidas visa incentivar o investimento privado, criando um ambiente favorável ao desenvolvimento de novos empreendimentos turísticos e à geração de empregos no setor.
Importância do turismo para a economia de Campo Grande
O turismo é uma das indústrias mais dinâmicas do mundo e, em Campo Grande, possui um potencial ainda subexplorado. Com a implementação das propostas de Beto Pereira, o setor poderá se tornar uma das principais fontes de renda e geração de empregos na cidade. A ampliação da oferta turística, aliada à promoção de eventos de grande porte, traria um fluxo constante de visitantes, aumentando o movimento no comércio, nos hotéis e nos restaurantes, além de estimular o desenvolvimento de novos negócios em torno do setor.
A visão de Beto é clara: fazer do turismo uma alavanca para o crescimento econômico de Campo Grande. “Campo Grande vai ser palco de grandes eventos, e o turismo será um dos principais pilares para o desenvolvimento da nossa cidade”, conclui o candidato, apostando que a transformação do setor trará benefícios para toda a população, gerando oportunidades e consolidando a capital como um importante destino turístico no Brasil.
set 20, 2024 | Política
Governadores e vices de 10 estados brasileiros, entre eles o de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, se reuniram nesta quinta-feira (19) em Brasília (DF) para discutir a situação dos incêndios florestais no país com ministros do Governo Federal. Durante a reunião o trabalho realizado pelo Governo sul-mato-grossense foi elogiado pela integração existente nas frentes de campo contra o fogo e também na coordenação de ações estratégicas.
Desde o início do enfrentamento aos incêndios florestais no Pantanal neste ano, algo que já vem sendo planejado desde dezembro de 2023 devido ao prognóstico de intensa seca em 2024, Mato Grosso do Sul busca atuar em parceria com a União e com o apoio de outros estados para reforçar e ampliar a efetividade do trabalho contra o fogo.
Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva participou do evento e elogiou esse trabalho integrado encabeçado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, o que para o governador Eduardo Riedel é apenas fruto de ações focadas em atingir objetivos em comum.
“Se tivermos alinhados em torno do objetivo, facilita muito atingir o objetivo, que é o que temos feito. Talvez a referência da ministra seja nesse sentido, pois nós trabalhamos juntos sob uma única coordenação, todos focados em minimizar os efeitos dos incêndios florestais no Pantanal e combater esses incêndios”, frisa Riedel, completando ainda que apesar de estar chegando proximo do fim da temporada do fogo, o trabalho segue no bioma.
O governador também comenta que a União tem feito a parte dela no apoio contra o fogo, e assim os resultados têm se concretizado. “Não queremos politizar a situação em nenhum momento. Pelo contrário, queremos focar no resultado dessas ações”, complementa.
Planejamento para 2025 e audiência no STF
Os ministros Rui Costa (Casa Civil), Alexandre Padilha (Relações Institucionais), Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Simone Tebet (Orçamento) também participaram do encontro com os governadores, vices e representantes da CNM (Confederação Nacional de Municípios) e da ABM (Associação Brasileira de Municípios), onde foi abordado a inclusão dos municípios no planejamento de ações para o ano que vem, iniciando desde já tais tratativas.
“Já estamos pensando no ano que vem para que Estado, União e os municípios, no nosso caso em especial da região pantaneira, possam ter um programa de prevenção – algo que já estamos trabalhando para 2025 – independente do que ocorra. Assim ficamos cada vez mais preparados para as situações que possam ocorrer, seja de seca, seja de cheia”, explica Eduardo Riedel.
Além do governador de Mato Grosso do Sul, os chefes do Executivo do Pará, Goiás, Mato Grosso, Amazonas, Acre, Distrito Federal, Tocantins e Roraima se sentaram à mesa, fora os vice de Rondônia e do Amapá – todos são estados pariticpantes do Norte ou Centro-Oeste.
A presença sul-mato-grossense em debates sobre o fogo foram além do encontro com os ministros. Em audiência com o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Jaime Verruck, a procuradora-geral do Estado, Ana Ali Garcia, o procurador Ulisses Viana e o tenente-coronel dos Bombeiros e assessor da Semadesc, Leonardo Congro, entregaram o relatório sobre os incêndios florestais no Estado.
O documento elencou ações diversas, como plano de manejo, programa de brigadas, sistemas de comando, criação da sala de situação, monitoramento, prevenção e investimentos no combate aos incêndios florestais, além da recuperação da fauna e flora.
Conciliação para conflitos agrários
Outro tema debatido pelo governador Eduardo Riedel em Brasília nesta quinta foi a busca de soluções para os conflitos fundiários em Mato Grosso do Sul, envolvendo indígenas que reivindicam áreas como parte de seu território original e os atuais proprietários dessas terras. A situação foi discutida em audiência com o ministro do STF, Gilmar Mendes.
Acompanhado pelo secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antonio Carlos Videira, e pela procuradora-geral Ana Ali, Riedel expôs a posição do Governo do Estado em avançar rumo a soluções concretas. “Ninguém ganha com isso [os conflitos]. É uma situação extremamente ruim para o Estado, para as comunidades indígenas, para a Polícia Militar que age em determinação da Justiça”, lamenta o governador, acrescentando em seguida.
“Conversei quarta com o presidente Lula sobre o conflito e ele reiterou o desejo de buscar soluções nessas áreas em que dois princípios constitucionais estão em conflito: o direito a propriedade, pois são títulos legais, a cadeia dominial está ok, e a demarcação de áreas indígenas por parte de antropólogos. Então vamos buscar a solução através da indenização dos proprietários nas áreas onde isso couber”, conclui Eduardo Riedel.
Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS
Foto de capa: Henrique Raynal/Casa Civil BR
set 18, 2024 | Política
O governador Eduardo Riedel discutiu com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no final da tarde desta quarta-feira (18), o relatório sobre o conflito fundiário na região do município de Antônio João, na fronteira com o Paraguai, que resultou na morte de uma pessoa, inicialmente identificado como indígena da etnia Guarani Kaiowá.
“Estamos empenhados em que não haja mais conflitos”, frisou o governador Riedel ao presidente Lula, indicando também que já solicitou abertura de inquérito para apuração das circunstâncias que levaram ao óbito.
O governador e o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, apresentaram à imprensa, no final da manhã desta quarta, um relato das ações que culminaram no conflito, após uma escalada da tensão na região.
Riedel e Lula também falaram sobre as suspeitas que envolvem o narcotráfico na região, com roças de maconha localizadas do outro lado da fronteira, próximas à propriedade ocupada no Brasil, e a presença de facções criminosas que estariam aliciando pessoas dentro das comunidades indígenas.
Um relatório da inteligência produzido pelas forças de segurança de Mato Grosso do Sul será apresentado pelo governador a representantes do Governo Federal e no STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quinta-feira (19).
Comunicação Governo de MS
Foto: Saul Schramm
set 18, 2024 | Política
Para reforçar a segurança pública do Estado, o Governo de Mato Grosso do Sul formou nesta quarta-feira (18) 479 novos policiais militares, sendo a maior em número de mulheres (131). A solenidade teve a presença de 3 mil pessoas no Quartel do Comando Geral da PM.
“Eles iniciam agora uma trajetória em uma das mais nobres funções do Estado. Foram nove meses de curso, para começar uma missão que é garantir que o Estado continue crescendo em paz e ordem. O nosso progresso depende disto”, afirmou o governador.
Riedel destacou que o maior investimento em segurança é nos profissionais. “Fiquei observando atentamente a felicidade dos familiares nesta formatura, mostra que estamos no caminho certo. De agora em diante os senhores serão guardiões dos valores e da confiança que a população sul-mato-grossense deposita na Polícia Militar”, completou.
A nova turma de policiais é a maior em número de mulheres (131) e a primeira a exigir ensino superior. Eles iniciaram o curso em 15 de janeiro de 2024, com conclusão em 16 de setembro. A carga horária foi de 2.192 horas-aula, com realização de estágios operacionais em diversas unidades da Capital e do interior, para aprimorar as habilidades práticas dos militares.
“Valeu cada dia que estudamos e treinamos para estarmos aqui hoje. Nós somos a primeira turma a formar no solo sagrado (Cefap) depois da pandemia, a maior turma feminina sendo formada em toda história da PMMS. A primeira (turma) com ensino superior. A sociedade evoluiu e a PM acompanhou esta evolução. A população de Mato Grosso do Sul merece o nosso melhor”, descreveu a oradora da turma, Patrícia Aparecida Dapper Freitas”.
A turma leva o nome do governador Eduardo Riedel. Durante a formação receberam a capacitação do Promuse (Programa Mulher Segura), para orientação sobre a abordagem adequada às mulheres vítimas de violência doméstica, que é uma das principais ocorrências que exigem ação da PM no Mato Grosso do Sul.
“São 479 policiais militares prontos e preparados para prestar o melhor serviço à sociedade. Esta turma foi diferenciada, que todos possam iniciar a carreira e tenham sucesso nesta trajetória. Que cada um cuide um do outro, aprendam com quem tem mais experiência. Vão enfrentar muitas ocorrências difíceis, enquanto muitos correm do perigo, nós vamos ao encontro para enfrentar o crime”, ressaltou o comandante-geral da PM, o coronel Renato dos Anjos Garnes.
O secretário estadual de Segurança e Justiça, Antônio Carlos Videira, fez questão de elogiar a atuação e o destaque nacional PMMS. “Me senti orgulhoso ver estes novos policiais cheios de garra, empenhados, motivados e neste nível de excelência. Vão fazer parte da melhor Polícia Militar do Brasil”.
Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Saul Schramm
set 18, 2024 | Política
Pesquisa de intenção de votos mostra que a hora da virada na campanha já chegou e é com a prefeita
O Novo Ibrape foi às ruas de Sidrolândia conferir as preferências dos eleitores na sucessão municipal. O resultado confirmou aquilo que já era ventilado: a prefeita Vanda Camilo (PP), candidata à reeleição, virou o jogo e lidera as intenções de voto. Encomendada pelo site Campo Grande News, a consulta ouviu 500 eleitores em entrevistas pessoais e domiciliares, com margem de erro de 4,3% e o intervalo de confiança de 95%.
Além de ser aprovada pela grande maioria da população, com 67% de avaliações positivas, Vanda lidera a corrida sucessória em dois cenários, na espontânea e na estimulada. Na espontânea, ela aparece com 38% das intenções de voto, deixando atrás Rodrigo Basso, com 36,2%, enquanto os indecisos somam 25,8%.
Na estimulada, mesmo dentro da margem de empate técnico, Vanda mantém a liderança com 44,2%, contra 41,8% de Basso. Luiz Leme (DC) tem 0,4%, ao passo que 11,4% dos entrevistados se declararam indecisos e 2,2% disseram que vão anular os votos ou votar em branco. Além da gestão realizadora e do prestígio do vice Nélio Paim, a prefeita conta com o apoio de três das maiores lideranças do Estado: o governador Eduardo Riedel, o ex-governador Reinaldo Azambuja e o deputado estadual Gerson Claro.
AVALIAÇÃO
A pesquisa quis saber dos eleitores qual o tipo de avaliação que fazem da gestão local – e 41,6% a consideraram positiva, com as classificações de “ótima” ou “boa”. Em contraste, 35% a julgam “regular”, enquanto 23,4% a consideram “ruim” ou “péssima”.
Para 10,4% a administração é “ótima” e 31,2% a consideram “boa”. As classificações regulares somam 25,4% e 9,6%, respectivamente, enquanto 8,8% a consideram “ruim” e 14,6% a avaliam como “péssima”. O levantamento está registrado sob o número MS-09755/2024 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).