Polícia Militar Ambiental faz no Carnaval a maior apreensão de pescado desde 2007
Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental aprendeu, no Carnaval deste ano, 498 kg de pescado – 15 vezes mais do que na edição passada, quando foram apreendidos 31 kg. Foi a maior apreensão de pescado desde 2007, quando começaram a ser contabilizados os números da Operação Carnaval.
A apreensão no Carnaval foi maior do que nos três meses de piracema, quando foram apreendidos 454 kg. Segundo a PMA, a diferença ocorreu em razão de duas apreensões no município de Corumbá, em que um pescador foi preso com 340 kg e outro com 113 kg.
A Operação Carnaval foi encerrada hoje (10), às 8h. Ela teve como foco principal a prevenção e repressão à pesca predatória. A Polícia Militar Ambiental reforçou o efetivo das cidades com tradição carnavalesca, que também possuem rios com peixes em abundância e tradição pesqueira.
Os principais reforços foram para Corumbá e Porto Murtinho, já que no rio Paraguai foi permitida a pesca na modalidade pesque-solte. Além de combater a pesca predatória, as 25 Subunidades desenvolveram também barreiras e combate e prevenção ao desmatamento e carvoarias irregulares, exploração ilegal de madeira e combate aos crimes contra a fauna, poluição e outros crimes ambientais.
Foram autuadas 17 pessoas, quatro a mais à operação passada, quando foram 13. Três foram autuados por pescar sem licença. A pesca sem licença não é crime ambiental, mas é infração administrativa. Vale ressaltar que a pesca estava aberta na modalidade pesque-solte no leito do rio Paraguai.
A PMA retirou dos rios 2,2 km de redes de pesca e 435 anzóis de galho, petrechos com alta capacidade de dizimar cardumes.
Paulo Fernandes, com informações da Assessoria de Comunicação da PMA –Fotos: divulgação PMA
Vereador Alexandrino Arevalo Garcia preso pela PF – Foto: Divulgação / Câmara Municipal
A Câmara Municipal de Aral Moreira, cidade que fica a 402 quilômetros de Campo Grande, terá sua primeira sessão nesta segunda-feira (15), às 10h00, depois da operação desencadeada pela Polícia Federal no município resultar na prisão do vereador Alexandrino Arevalo Garcia (PROS).
Ele é suspeito de integrar quadrilha que tinha esquema para traficar drogas para diversos estados do Brasil e também para o exterior.
Há uma expectativa na cidade que o assunto deve tomar boa parte das discussões no plenário. A prisão do vereador foi na terça-feira (2).
De acordo com o site Aral Moreira News, nenhum vereador pronunciou-se oficialmente sobre a detenção do colega. A Câmara precisa também decidir sobre o afastamento ou entrada no processo de cassação de Alexandrino Arevalo, que está em seu primeiro mandato. O suplente do vereador é o servidor público Osmar Amaral.
O prefeito de Aral Moreira, Edson Luiz de David (PTB), estará presente para a sessão de abertura da Câmara e não informou o conteúdo do seu discurso.
Militares encontraram a igreja Assembléia de Deus Missões em chamas. oto. Edi Carlos
A Polícia Militar e Corpo de Bombeiros foram chamados para atender uma ocorrência por volta das 5 horas da manhã desta Quarta – Feira 10.
Ao chegarem ao local informado, os militares encontraram a igreja Assembléia de Deus Missões em chamas, aporta de entrada da igreja foi quebrada, alguns objetos furtados pelos invasores.
A rápida interversão dos Bombeiros evitou que o incêndio se alastre-se por todo o prédio. Polícia investiga o caso.
Dois homens acusados de roubo foram mortos neste sábado na casa do vereador Salomão Pereira (PSDB). Ele e os filhos Michel e William contaram à polícia que entraram em luta corporal contra a dupla, que invadiu a casa da família, no Jardim Bonfiglioli, Zona Oeste de São Paulo. Depois de recolherem equipamentos eletrônicos da casa – televisores e notebooks -, os suspeitos exigiram dinheiro da família. Segundo o relato das vítimas, o filho do vereador reagiu quando um dos assaltantes apontou o revólver para a cabeça do pai.
Após conseguirem desarmar o ladrão, o vereador usou o revólver de calibre 32, com numeração raspada, para atirar três vezes contra o outro assaltante. O suspeito foi atingido por ao menos uma das balas na altura do peito e morreu na hora.
O outro bandido teria tentado pegar uma faca e foi dominado pelo vereador e seus filhos. Durante a luta corporal, ele terminou asfixiado por um dos filhos de Pereira e desmaiou. O homem chegou a ser socorrido, mas morreu.
De acordo com a Polícia Civil, Pereira, de 65 anos, voltava com a mulher do Anhembi, onde as escolas de samba fizeram o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial. O casal entrava com o carro na garagem, quando os assaltantes o dominaram. Um vigilante noturno da rua testemunhou a ação.
As vítimas foram levadas para dentro do imóvel e os dois filhos, que dormiam, foram acordados. Ninguém da família do vereador se feriu.
Investigação – Após o desfecho, Pereira chamou a polícia e alegou legítima defesa. A arma foi apreendida para perícia, e os investigadores descartam a hipótese de crime encomendado. A ocorrência foi registrada no 14º DP (Pinheiro).
Os bandidos usavam um Chevrolet Cobalt roubado no mesmo bairro. Os dois criminosos mortos foram reconhecidos pelos donos do veículo. Segundo eles, um terceiro suspeito participou do assalto. Ainda não se conhece a identidade dos três.
A assessoria de imprensa do vereador informou que a família ficou abalada com o crime e todos os esclarecimentos foram dados à polícia.
Pereira assumiu o cargo na Câmara Municipal em 2015, como suplente de Marco Aurélio Cunha (PSD). Ele é conhecido por defender interesses de taxistas.
Deputada pede “pelo amor de Deus” pela volta do Exército a áreas de conflito
A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) apelou mais uma vez para que o governo Federal reenvie a Força Nacional para as áreas de conflito entre indígenas e produtores rurais na região do Conesul e fronteira com o Paraguai.
O último conflito de grandes proporções na região teve início esta semana na fazenda Madama, em Coronel Sapucaia, envolvendo 30 famílias da etnia Guarany-kaiowá que viviam no acampamento Kurussu Ambá. A mesma propriedade já havia sido invadida pelo grupo em junho de 2015.
O Exército deixou a área de conflito em novembro de 2015, dois meses após iniciarem os trabalhos. A tensão teve início no fim de agosto, na região de Antônio João, quando cerca de 80 indígenas ocuparam cinco fazendas vizinhas à Aldeia Campestre, às margens da MS-384. Um índio foi morto no conflito. Mesmo com grande tensão na linha de fronteira com o Paraguai, o Exército foi retirado do local.
“Fizemos todas as gestões possíveis em Brasília, imploramos para que o Exército não fosse retirado, mas nada adiantou. O governo federal atua dessa forma: primeiro deixa as coisas acontecerem, pessoas serem mortas, para depois começar a atuar. É muito descompromisso, muita negligência. O que transparece é que eles não se importam com a perda de vidas de índios e não índios aqui em Mato Grosso do Sul”, disparou a parlamentar.
CPI DO CIMI
Mara Caseiro aproveitou para protestar contra a decisão do juiz da 4ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande, Pedro Pereira dos Santos, que determinou a suspensão dos trabalhos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga se o Cimi (Conselho Indigenista Missionário) incita e financia invasões de propriedades particulares no Estado.
“Estou indignada, foi um equívoco, porque não estávamos legislando sobre causa indígena, e sim averiguando as denúncias que nos chegaram, com muito comprometimento e responsabilidade. Estávamos tentando mostrar às comunidades indígenas que uma organização como essa não pode pregar o ódio em nosso Estado, tirando a paz e causando uma insegurança jurídica como essa”, comentou.
Ela reafirmou que as assessorias jurídicas da Assembleia Legislativa e da CPI já estão tomando todas as providências para recorrer em todas as instâncias possíveis e reverter a situação.
Líder de gangue de 19 anos, ‘Carolzinha’ morre após cuspir e atirar na PM
A bandidinha de apenas 19 anos, já havia sido presa 22 vezes. Depois de ser revistada em um baile funk, ela voltou armada e atirou em dois militares; eles não correm risco de morte. Sarah Carolina da Silva de Souza, conhecida como Carolzinha, era líder de uma gangue do Morro Vermelho, em Contagem, onde atuava no tráfico de drogas.
Nesta madrugada, Carolzinha estava em um baile funk no bairro São Caetano quando policiais decidiram revistar os frequentadores. Ela foi liberada e voltou armada com uma pisolta 380, na garupa de uma moto, e passou atirando.
Um PM foi ferido no joelho e o outro foi salvo pelo colete à prova de balas ao ser atingido na altura do peito. Os militares revidaram e pediram reforço para a perseguição. Ela foi cercada no aglomerado e, segundo os PMs apontou o revólver. Nesse momento, foi ferida na barriga e na perna.
No B.O. (boletim de ocorrência) foi registado que ela chegou a cuspir nos policiais e falou que eles “não valiam nada”. Carolzinha chegou a ser socorrida para a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) Teresópolis, mas não resistiu aos ferimentos. A arma utilizada por ela (uma pistola calibre 380), foi apreendida. Agora, a polícia militar ainda procura pelo comparsa da suspeita, que conseguiu fugir depois do tiroteio e ainda não foi encontrado.