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Bela Vista-MS Sexta-Feira, 25 de Setembro de 2026
Ao ser preso por tráfico, homem afirma que drogas eram para consumo do ano inteiro

Ao ser preso por tráfico, homem afirma que drogas eram para consumo do ano inteiro

2605-traficantes-denarCampo Grande (MS) – Homem identificado como Jazão Ferreira da Silva, de 58 anos, disse à polícia que a droga encontrada na casa dele era para consumo próprio e seria usada durante o ano inteiro. Ele e outros dois comparsas Aloízio Ferreira da Silva, 59, e Raimundo Pedro Pereira, 39, foram presos na quarta-feira com 11 quilos de maconha em residência do bairro Jardim Botafogo, em Campo Grande.

Segundo informações do delegado João Paulo Sartori da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), a polícia recebeu denúncia de que casa localizada na Rua Centro Oeste funcionava como depósito de drogas.

Investigadores foram até o local e encontraram os homens com a maconha. Eles descobriram que os criminosos abasteciam outras bocas de fumo da região e não comercializavam diretamente para usuários de drogas.

Além da droga, no local foram encontradas 34 munições calibre .9 mm, 14 de .40, quatro de .38 e uma de revólver calibre .22. Segundo o delegado, todos os projéteis são de uso restrito da polícia.

Os investigadores questionaram se havia alguma arma na casa e foram informados que o revólver calibre.38 estava na residência da filha de Jazão, no bairro Pioneiros. A arma foi apreendida e levada para a delegacia.

Sartori informou que todos os envolvidos tinham passagens na polícia por tráfico de drogas, sendo que Jazão foi presos outras duas vezes pela Denar e Raimundo cumpria pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão.

Eles serão indiciados por tráfico de drogas.

População já sente efeitos do MS Mais Seguro e Capital terá entrega de mais 115 viaturas

População já sente efeitos do MS Mais Seguro e Capital terá entrega de mais 115 viaturas

Viatura para serem entregues para Segurança - Foto Edemir Rodrigues (1)Investimentos fazem parte da 4ª etapa do programa, cujos investimentos somam R$ 114 milhões que vem sendo usados na compra de viaturas, armamento e melhorias na segurança pública

Campo Grande (MS) – Nesta sexta-feira, em evento às 15h na Praça do Rádio Clube, o governador Reinaldo Azambuja irá entregar 115 novos veículos adquiridos para reforçar policiamento na Capital e interior. As entregas fazem parte do Programa MS Mais Seguro, cujos investimentos somam R$ 114 milhões que estão sendo aplicados na reestruturação da segurança pública do Estado. Nas ruas, a população da Capital diz já sentir os efeitos das entregas que vêm sendo feitas desde o ano passado.

Somente nesta quarta etapa estão sendo investidos R$ 43 milhões na aquisição de 300 veículos que irão beneficiar as Polícias Civil e Militar, Perícia, Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e Corpo de Bombeiros.

No evento de sexta-feira, que será aberto à população, serão entregues 115 novos veículos, entre viaturas modelo Trailblazer e carros descaracterizados, para atender forças de segurança de Campo Grande, Bandeirantes, Corguinho, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo, Rio Negro, Rochedo, Sidrolândia e Terenos.

Além das viaturas que serão entregues amanhã, o Governo do Estado irá distribuir o restante da frota entre os municípios do interior. Somente do modelo Trailblazer foram adquiridos 195 veículos, via licitação que permitiu a economia de R$ 14 milhões em relação ao preço de mercado. As viaturas possuem câmbio automático, tração 4×4 e já vem equipadas com sistema de rádio, giroflex e 90 mil quilômetros de revisão garantidos com a compra.

Confiança

“Viatura nova e equipamento novo – armamento longo, munição não letal – facilitou muito nosso trabalho. Com essa estruturação da PM melhorou nosso poder de resposta perante a sociedade”, explicou o soldado Jeferson Borher, da 5ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), sobre as entregas que vem sendo feitas desde o ano passado.

O resultado é sentido pela população nas ruas da Capital e interior, onde já é possível visível o aumento de viaturas, de armamento e de policiais para atender tanto às ocorrências como promover rondas preventivas aumentando a segurança.

No Centro de Campo Grande, comerciantes comemoram o retorno dos clientes que agora se sentem mais seguros durante as compras. “A gente vê constantemente os policiais militares aqui em todos os horários, o que ajuda porque antes tinha muito furto e estava espantando os clientes. Agora realmente está ficando bom”, afirmou o supervisor de vendas Cleverson Sandim, de 25 anos.

Além do reforço na região central, os bairros tiveram incremento de viaturas e equipamentos. O resultado é maior policiamento nas ruas no dia-a-dia da população. A presença da viatura da PM na ronda preventiva do Nova Lima surpreendeu o autônomo João Caiçara, de 52 anos, que foi ao bairro vender livros em uma escola. “A presença deles dá mais segurança para o povo”, avaliou.

MS Mais Seguro

Criado para reestruturar a segurança pública do Estado, o Programa MS Mais Seguro está em sua quarta etapa. Na primeira, foram entregues 230 novos armamentos, 137 equipamentos de proteção individual e 67 viaturas, com investimentos de R$ 6,8 milhões. A segunda entrega contou com 903 munições, 265 armas, 2.383 equipamentos de proteção pessoal e 154 viaturas, que somaram R$ 11 milhões. Na terceira etapa, foram 85 viaturas, 60 armamentos e 3.582 equipamentos de proteção no valor de R$ 14 milhões.

Nesta quarta etapa, estão sendo entregues 314 viaturas, sendo 137 destinadas à PM, 120 à Polícia Civil, 07 para a Agepen, 10 para a Perícia, 36 ao Corpo de Bombeiros e 04 à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que somam investimentos estaduais de mais de R$ 43 milhões.

 Beatricce Bruno

PF descobre que Beira-Mar enviava ordens por bilhetes para integrantes da quadrilha

PF descobre que Beira-Mar enviava ordens por bilhetes para integrantes da quadrilha

359318_70696_81320Investigações da Polícia Federal que resultaram hoje no cumprimento de mandados de prisão em Mato Grosso do Sul e em outros quatro estados apontaram que através de bilhetes, o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, envia ordens do presídio federal de Porto Velho, em Rondônia, para advogados e integrantes de sua família. Dessa forma gerenciou, pelo menos, durante o último ano e meio, a diversificação de seus negócios.

Agora, além do tráfico de drogas, o criminoso lucra com a exploração de serviços como a venda de botijões de gás até um percentual nas máquinas de caça-níqueis instaladas em três comunidades de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os lucros, de acordo com os investigadores, chega a R$ 1 milhão por mês.

Nesta manhã, foram presos um dos filhos do criminoso na Paraíba e um braço-direito do traficante no Ceará. A PF também prendeu Alessandra da Costa, irmã do traficante e apontada como sua conselheira. Débora da Costa, outra irmã, moradora da Ilha do Governador, foi conduzida para prestar depoimento na Polícia Federal.

Os policiais cumprem 35 mandados de prisão, 27 de condução coercitiva e 86 de busca e apreensão nos estados do Rio, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Ceará e no Distrito Federal. As principais áreas de atuação de Fernandinho Beira-mar são três comunidades de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense: favela Beira-Mar, Parque das Missões e Parque Boavista.

Após um ano e dois meses de investigações, a PF descobriu que o gerenciamento de Beira-mar levou sua organização a atuar como uma milícia. Os rendimentos são obtidos com a venda de botijões de gás, cesta básica, mototáxi, venda de cigarros e até com o abastecimento de água. O traficante é acusado de organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

Nas investigações, a Polícia Federal descobriu que para fazer o esquema funcionar o criminoso contava com a colaboração de presos da penitenciária federal onde cumpre pena. Beira-Mar repassava bilhetes o vizinho de cela que entregava para a mulher durante a visita íntima. A companheira do detento, que não teve o nome revelado pela Polícia Federal, levava para uma digitadora, em Porto Velho, que após digitalizar o recado. Em troca, a mulher do preso tinha estadia e transporte pagos pela quadrilha de Fernandinho Beira-mar.

Após a digitação da ordem, a digitadora enviava por email ou por mensagens de telefones celulares para integrantes da quadrilha do traficante. A cada semana, em média, um novo email era criado. Assim, Beira-mar tentou evitar o flagrante de ter algum bilhete apreendido com a sua caligrafia. Em 2010, vários bilhetes escritos pelo criminoso foram apreendidos pela polícia. Essa digitadora, que teve a prisão decretada pela Justiça, também cuidava da compra de passagens aéreas para que parentes viajassem do Rio a Porto Velho para visitar o traficante. Por semana, Beira-mar gastava R$ 20 mil em passagens aéreas.

Nas investigações da PF não se encontrou nenhum indício de participação de agentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) que auxiliaram nas investigações. Foi um grupo de agentes que encontraram em agosto de 2015 um bilhete rasgado, escrito por Beira-Mar, nos fundos da marmita de refeição servida na unidade. Outros bilhetes foram apreendidas dando início ao inquérito aberto em março de 2016.

ATUAÇÃO

Desde 2006, Fernandinho Beira-Mar está preso em uma penitenciária federal. Em 2007, a Polícia Federal investigou o criminoso e descobriu que, apesar da vigilância, ele manteve o fornecimento de drogas (maconha e cocaína) para a maior facção de drogas do Rio. A investigação da PF, na ocasião, levou 19 pessoas para a prisão.

A operação Fênix, como foi chamada, descobriu que Beira-mar escolheu a mulher, Jacqueline Alcântara de Morais para sucedê-lo no comando da quadrilha. Na ocasião, 19 pessoas foram presas e condenadas pela Justiça Federal do Paraná.

Em condenações, o traficante acumula penas que somam quase 320 anos de prisão em crimes como tráfico de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e homicídios.

Em 2015, o criminoso foi condenado a 120 anos de prisão apontado como responsável liderar uma guerra de facções, em 2002, dentro do presídio de segurança máxima Bangu I, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, quando quatro rivais foram assassinados.

Em artigo, Janot diz que ‘crimes graves’ não seriam conhecidos sem acordo

Em artigo, Janot diz que ‘crimes graves’ não seriam conhecidos sem acordo

2fdd304e4a6f4f6b143ffc5b1cd7229aEm artigo publicado no UOL nesta terça-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu o acordo firmado com os empresários da JBS, comandada por Joesley Batista.

No texto, Janot afirmou estar convicto de que tomou a decisão correta, “motivado apenas pelo desejo de bem cumprir o dever e de servir fielmente ao país”. Ele argumentou que a delação é “muito maior que os áudios questionados” e justificou a concessão de imunidade penal aos delatores.

Na publicação, o procurador-geral relata que foi procurado pelos irmãos Batista em abril deste ano, que entregaram crimes graves em andamento.

“Trouxeram eles indícios consistentes de crimes em andamento – vou repetir: crimes graves em execução –, praticados em tese por um senador da República e por um deputado federal”, escreveu Janot, sem citar os nomes de Aécio Neves (PSDB-MG) e Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), agora afastados de seus cargos.

“Os colaboradores, no entanto, tinham outros fatos graves a revelar. Corromperam um procurador no Ministério Público Federal. Apresentaram gravações de conversas com o presidente da República, em uma das quais se narravam diversos crimes supostamente destinados a turbar as investigações da Lava Jato”, segue o procurador.

O PGR ressaltou ainda que foram apresentados “documentos e informações concretas sobre contas bancárias e pagamentos de propinas envolvendo quase duas mil figuras políticas”.

Janot escreve que, apesar de os benefícios parecerem “excessivos” agora, a não celebração do acordo seria pior para o país. “Jamais saberíamos dos crimes que continuariam a prejudicar os honrados cidadãos brasileiros, não conheceríamos as andanças do deputado com sua mala de dinheiro, nem as confabulações do destacado senador ou a infiltração criminosa no MPF”, destacou.

Ele encerra o texto afirmando estar “serenamente convicto”de que tomou a decisão correta:

“Finalmente, tivesse o acordo sido recusado, os colaboradores, no mundo real, continuariam circulando pelas ruas de Nova York, até que os crimes prescrevessem, sem pagar um tostão a ninguém e sem nada revelar, o que, aliás, era o usual no Brasil até pouco tempo”.

Filha coloca na cadeia pai que a estuprou por 20 anos após gravar sua confissão

Filha coloca na cadeia pai que a estuprou por 20 anos após gravar sua confissão

147ac2fb01c34c9a2fc680f9535919e9Um pai que abusou sexualmente de sua filha durante 20 anos, foi preso no Reino Unido após ter sido gravado enquanto se gabava de seus crimes.

Raymont Prescott, de 54 anos, disse à sua filha Layla, que hoje tem 31 anos: “O melhor sexo que eu já tive em toda a minha vida foi com você”.

Ele atacou Layla pela primeira vez quando ela tinha apenas sete anos, dizendo: “É o nosso segredinho”.

Layla disse que seu pai repentinamente se transformava, deixando de ser seu “melhor amigo” para se tornar um “predador sexual”, e a atacava descaradamente enquanto gritava: “Estou transando com a minha própria filha”.

Quando Layla o denunciou à polícia, em 2001, seus familiares a criticaram duramente e não acreditaram nas alegações, fazendo com que ela decidisse retirar a queixa.

No entanto, depois de Prescott tentar atacá-la em dezembro de 2012, a corajosa Layla armou uma armadilha e gravou secretamente seu pai confessando seus crimes doentios.

No vídeo assustador, o jardineiro Prescott diz à sua filha: “Eu não consigo gostar de fazer sexo com mais ninguém, então quero transar com você”.

Após assegurar-se de que tinha evidências suficientes, Layla as entregou à polícia, e Prescott, nascido em Clifton, Nottingham, foi formalmente acusado pelos estupros.

Inicialmente ele negou as alegações, mas foi preso em maio de 2016, após ser condenado no tribunal de Nottingham.

Abrindo mão de seu anonimato, Layla, que é mãe de quatro filhos, disse: “Na primeira vez em que ele fez isso, eu tinha sete anos”.

“Ele disse que estava orgulhoso de mim por não ter feito xixi na cama e disse que eu ia ganhar um presente. Ele me levou para o quarto, depois que todos os outros haviam ido para a escola, e me deitou no chão”.

“Ele passou suas mãos pelo meu corpo e tirou a minha saia, mas eu não me lembro totalmente do que aconteceu depois. Eu bloqueei isso da minha cabeça porque aconteceu quando eu era tão nova, mas eu sabia que era algo muito ruim. Aquilo aconteceu de novo, mas não era algo regular”.

Layla acrescentou: “Ao longo deste período eu deixava que ele viesse à casa da minha mãe enquanto todo mundo estava fora. Nós tomávamos chá e de repente ele se transformava e abusava de mim, indo embora antes da minha mãe voltar”.

“Eu lembro que ele me levou para a sua cama e fez sexo oral em mim quando eu tinha nove ou dez anos. Ele dizia que era o nosso segredinho e que eu era sua pequena menina”.

Layla começou a beber excessivamente quando tinha apenas 14 anos – seu pai havia lhe oferecido álcool desde os 7 anos de idade.

Em 2001, quando ela estava com 16 anos, sua decisão de denunciá-lo à polícia acabou mal.

Seu namorado e sua tia a apoiaram, mas sua mãe “não olhava para mim e nem falava comigo. Eu acho que ela ficou envergonhada por não ter descoberto antes. Eu acho que ela acreditou em mim, mas ficou em estado de choque”.

Quando o pai de Layla negou as acusações, ela recebeu ameaças de morte do lado paterno da família, que a chamou de mentirosa e disse que ela só queria chamar atenção.

Layla disse: “Nove meses depois, ele decidiu me estuprar. Ele fez isso porque achava que tinha se livrado da acusação. Naquele estágio, eu tomava uísque, cerveja, vinho, vodca, tudo que pudesse encontrar para fugir da situação”.

Fonte: Yhaoo

Paraguai destrói 125 toneladas de  maconha na fronteira com MS

Paraguai destrói 125 toneladas de maconha na fronteira com MS

maconha-py2Pedro Juan Caballero (PY) – Operação conjunta entre a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai, as forças armadas e o Ministério Público culminou na destruição de 125 toneladas de maconha no Departamento (Estado) de Amambay, na fronteira com Mato Grosso do Sul.

Segundo nota divulgada hoje, o prejuízo causado ao tráfico internacional de drogas supera os 3,7 milhões de dólares. Os materiais apreendidos foram incinerados.

Patrulhas terrestres e aéreas participaram dos trabalhos de reconhecimento. As ações, que duraram três dias, se concentraram na zona rural das colônias Maria Auxiliadora e Santa Clara, distritos de Pedro Juan Caballero, a menos de 50 quilômetros do Brasil.

Foram derrubados 45 acampamentos com 77,7 toneladas de plantações de maconha (26 hectares), 46,5 toneladas de folhas picadas e 825 quilos de tabletes prensados.