Caracol (MS) – Por volta da 19h00min, do dia 25/03/2017, uma Guarnição da Polícia Militar de Caracol-MS, realizava ronda na Rua Rui Barbosa, esquina com a Rua João Loureiro, quando se depararam com tumulto no meio da rua.
Ao verificarem, constaram que se tratava de uma briga, entre pai e filho. O Senhor E. G (51 anos) e seu filho J.F.G. (19 anos), se agrediam, sendo contidos pela Guarnição da Polícia Militar.
Após realizar revista pessoal em ambos, foi encontrado na cintura do Senhor E. G, uma faca e que o mesmo informou que a portava, pois tinha acabado de chegar de uma pescaria e estava usando para limpar peixes.
O Senhor E. G; apresentava escoriações no braço e seu filho J.F.G, apresentava uma lesão na cabeça, que segundo ele foi causada por uma paulada.
Diante da situação, ambos foram encaminhados ao Hospital Municipal e após foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Caracol e entregues ao Investigador de plantão para serem responsabilizados pelos seus atos.
Caracol (MS) – Dia 25/03/2017, a Guarnição da Polícia Militar de Caracol, foi solicitada pela Senhora A. B. (55 anos), para comparecer em sua residência, situada na Rua Ramão Fernandes, em Caracol-MS, pois seus filhos L.B.G. (23 anos) e N.B.G (32 anos), estavam brigando.
Quando a Guarnição de Serviço, chegou ao local, encontrou N.B.G, com um sangramento na mão direita e informou a Guarnição que o corte foi provocado pelo seu irmão L.B.G, com uma faca. A Senhora A.B. informou a Guarnição que é frequente brigas entre estes dois filhos.
Já L.B.G, informou que seu irmão, chegou na residência querendo agredir sua mãe e que por está razão ele o desarmou e que no momento cortou a mão do irmão e que a faca ele tinha jogado em um terreno baldio.
Diante do fato, N.B.G, foi encaminhado ao Hospital Municipal, para ser medicado e após ambos os irmãos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Caracol e entregues ao Investigador de plantão para as providências cabíveis.
Militares farão interceptação aérea – Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado
Corumbá (MS)– Iniciaram nesta sexta-feira (24) as ações da Força Aérea Brasileira (FAB) para patrulhamento aéreo e combate ao tráfico de drogas e contrabando na fronteira do Brasil com o Paraguai e Bolívia. Simulação da interceptação aérea foi feita nesta manhã em aeronave da FAB onde estavam jornalistas que decolaram de Campo Grande com destino a Dourados.
Batizada de Operação Ostium, a ação usará aviões de caça e helicópteros, que ficam baseados na Capital e em Dourados. A base de Corumbá, onde foram instalados radares móveis, também auxilia na operação.
Para a simulação apresentada nesta manhã, aeronave com tripulação da FAB e jornalistas decolou por volta das 9h30 da Base Aérea da Capital com destino a Dourados. Durante as cerca de 2 horas de voo, uma aeronave A-29 Super Tucano interceptou o avião onde estavam os jornalistas, simulando as ações que serão feitas a partir de hoje.
Primeiro, o caça se aproxima da aeronave supostamente irregular por não ter autorização para sobrevoar determinada área e faz um reconhecimento visual. Depois, é feito um interrogatório pelo rádio, quando o piloto de defesa faz uma série de perguntas sobre rota, itinerário e motivo do voo. Se não houver colaboração do piloto da aeronave interceptada, pedido para pouso é feito pelo militar.
Se a falta de cooperação persistir, restam duas opções ao piloto de defesa. Disparar um tiro de aviso e depois um tiro de detenção, que tem como objetivo atingir e derrubar a aeronave invasora.
Essa ação é respaldada por lei federal, que criou regras para restringir a entrada de aeronaves suspeitas em território nacional, principalmente nas regiões conhecidas por produção e distribuição de drogas.
OPERAÇÃO
Também deverão ser utilizados nas ações militares, além de caças A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 Black Hawk e AH-2, aviões-radar E-99, aeronaves de reconhecimento R-35A e RA-1 e Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) RQ-450. As operações devem prosseguir até o fim do ano.
Traficantes tem insistido no transporte aéreo de grandes volumes de drogas, especialmente da cocaína boliviana, na tentativa de escapar do policiamento rodoviário, afunilado para a BR-262, para quem deixa o país vizinho por Corumbá.
Bela Vista (MS) – No dia 18/03/17, sábado, por volta das 18h10 a PM foi chamada na rua Barão de Ladário, Centro, para atender uma solicitação via 190, versando sobre um acidente de trânsito. Os veículos envolvidos não se encontravam no local, apenas a vítima, 24 anos de idade imobilizada ao solo em posição fetal e aglomeração de pessoas.
Foi relatado por uma testemunha que a vítima trafegava pela Rua Barão de Ladário sentido norte/sul, quando frente ao número 2680 uma moto prata com detalhes em preto, efetuou manobra de ultrapassagem sem invadir a outra pista de rolamento e ao retornar tocou com a roda traseira na roda dianteira da motocicleta conduzida pela vítima, que trafegava com uma moto TAIGA TL 150 na cor vermelha, causando a queda da moto.
Os dados do veículo da vítima foral levantados através da apresentação de documento, pois a moto não estava no local. Também que não souberam precisar a placa da moto prata e que após o acidente evadiu-se do local, tomando rumo ignorado.
A vítima foi socorrida pela ambulância e encaminhada ao hospital São Vicente de Paula, sendo que sofreu fratura na tíbia e fíbula da perna esquerda. Em ato continuo ao atendimento foram realizadas rondas pela localidade, porém não foi encontrado o suposto autor. O caso foi repassado à DP de Bela Vista para providências previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Cumprimento a mandado de prisão
Bela vista – MS. Na data 19/03/17, domingo, por volta das 19h20 uma guarnição da PM fazia rondas no bairro das Primaveras e na Rua José Simplício da Costa Marques durante abordagens, cumpriu um mandado de prisão em desfavor de um homem de 29 anos de idade. Em seguida foi conduzido à DP.
Pedro Chaves fala na Tribuna sobre a Operação Carne Fraca
Brasilia (DF) – O senador Pedro Chaves (PSC/MS) ocupou a Tribuna do Senado na noite desta quarta-feira (22) para defender punição rigorosa a todos que, comprovadamente, cometeram os crimes apurados na Operação Carne Fraca, deflagrada semana passada pela Polícia Federal, mas advertiu que um problema restrito a uma parcela mínima de frigoríficos e fiscais federais não pode ser generalizado, comprometendo a credibilidade da cadeia produtiva da carne em todo o país.
“ Eu quero que apurem os fatos e de minha parte estarei atento e acompanhando os desdobramentos da operação. Que os frigoríficos e os funcionários ligados ao caso sejam julgados com o rigor implacável da nossa lei. Defendo que o Brasil seja passado a limpo em todas as dimensões. Quem errou que pague por seus atos, como qualquer cidadão. Mas a generalização das coisas e fatos não é algo inteligente. Quem trabalha com essa perspectiva pode estar atendendo a interesses nem sempre defensáveis. Nenhum país do mundo tem a tradição e as condições sanitárias que conquistamos com muito trabalho, na fazenda, no abate e na comercialização”, afirmou o senador.
Carne forte – O parlamentar disse estar assustado ao perceber que, em poucas horas, a melhor carne produzida no mundo passou a ser chamada de “fraca”. “Como é que a Policia Federal chama a nossa carne de fraca? Só as intrigas e disputas por espaço político, como sugerem alguns analistas, podem explicar essa lamentável denominação da operação. Ao contrário, nossa carne é forte ”, assegurou.
Pedro Chaves, que também é produtor de bovinos, acompanhou, de perto, o esforço e as mudanças que o mercado da carne e de aves vivenciou nos últimos 40 anos no Brasil, para conquistar parte importante do mercado mundial de proteína animal.
“Da fazenda até as gôndolas dos supermercados e açougues, existe um processo de inspeção ativo e muito eficaz. As regras sanitárias são rigorosas, inclusive por força de contrato, os frigoríficos são obrigados a seguir os protocolos sanitários internacionais. Para atender a esse nível de cobrança e sofisticação, aos poucos, a cadeia econômica da carne brasileira desenvolveu amplo trabalho de pesquisa, melhoramento, treinamento e fiscalização. Em todo lugar nossa carne goza de imenso prestígio. Os consumidores sabem que nosso rebanho é alimentado de capim, criado no pasto, seguindo o que há de mais moderno no campo da sanidade animal. Tanto isso é verdade que exportamos nossa carne para mais de 160 países. Dados de 2016 indicam que o Brasil é o segundo maior produtor de carne bovina e de frango do mundo e ocupa o primeiro lugar como exportador de carne bovina. Em 2016, por exemplo, foram exportadas 6,7 milhões de toneladas de carne. Esse esforço do empresário brasileiro rendeu ao pais um total de US$12 bilhões. O mercado da carne e de ave emprega mais de 7 milhões de trabalhadores.Daí que não consigo entender como o esforço de várias gerações de homens e mulheres pode estar ameaçado em função de uma suposta iniciativa, ilícita, de alguns funcionários do Ministério da Agricultura e de dirigentes irresponsáveis de frigoríficos”, argumentou.
Consequências – O senador está preocupado com as consequências econômicas e políticas que a operação da Polícia Federal está trazendo para o mercado da carne e adverte que o episódio, se não for bem administrado, pode comprometer a dinâmica de uma das cadeias econômicas mais importantes do Brasil.
“A cadeia da carne está organizada em rede. O que acontece em um elo dela tem repercussão imediata em todo mundo. Os problemas já apareceram e são muitos. A China, a União Europeia, o Japão, a Suíça, Hong Kong e o Chile suspenderam a compra da nossa carne. No mercado interno, os frigoríficos pararam de comprar dos produtores.Recebi telefonemas de amigos e amigas de Mato Grosso do Sul que atuam no mercado da carne. Eles querem saber o que vamos fazer para estancar a crise porque os prejuízos já começaram a ser contabilizados”, assegurou.
O senador ressaltou que Mato Grosso do Sul é um importante produtor de proteína animal. Somente no primeiro bimestre desse ano, o estado exportou US$ 48,5 milhões em carnes desossadas e congeladas de bovino, US$ 43 milhões em pedaços e miudezas de frango congelado, além de US$ 23,5 milhões em carnes desossadas de bovino, frescas ou refrigeradas.
“Cabe lembrar que parte considerável da carne produzida em Mato Grosso do Sul é exportada para a China e para o Chile. Coincidentemente esses dois países foram os primeiros a suspenderem a compra da nossa proteína”, lamentou.
Otimismo – Apesar dos problemas, Pedro Chaves está otimista e acredita que, a curto prazo, tudo estará esclarecido.
“Eu vejo que o Congresso Nacional está empenhado em conhecer o problema e encontrar a solução. Os seguidos pronunciamentos das senadoras, senadores, deputadas e deputados federais indicam que estamos unidos para encontrar um caminho que devolva aos integrantes desse mercado a paz e a tranquilidade que tanto precisam para continuar trabalhando e produzindo alimentos de qualidade. O governo federal, por sua vez, também está agindo com rapidez. As respostas que a população brasileira e os parceiros internacionais estão pedindo o governo está fornecendo. Foi criada uma força tarefa, liderada pelo ministro Blairo Maggi, para explicar o que de fato aconteceu e indicar medidas preventivas para o futuro. Com a verdade, paciência e muito diálogo, o Brasil vai esclarecer os fatos e criar as condições para que o mundo continue consumindo, com tranquilidade, a nossa carne, que é a mais segura e saborosa do mundo”, finalizou.
Homem e executado na Fronteira e tem corpo cortado em pedaços
Ponta Pora (MS)– Uma pessoa do sexo masculino foi encontrado executado na rua João Gualberto Cabral esquina com a Rua Amélia do bairro da Granja, próximo a pista do Aeroporto Internacional da cidade na manha de quarta feira (22) por volta das 06:45hs por moradores da região que alertaram os agentes da Policia Militar que ao chegar ao local visualizaram varias bolsas pretas de lixo e ao verificar mais detalhadamente, terminaram encontrando um corpo cujo membros foram cortados, os braços, as pernas e a cabeça se encontravam separados do corpo.
Os PMs isolaram a área ate a chegada dos agentes da Policia Técnica que acompanhados dos investigadores do SIG da Policia Civil realizaram os procedimentos de praxe e encaminharam o corpo ao IML da cidade de Ponta Porã a espera da identificação, já que a vitima se encontrava sem nenhum documento que o identifique, mas informações indicam que o mesmo teria sido sequestrado na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, durante a madrugada e executado com tintes de crueldade e posteriormente seu corpo abandonado na cidade de Ponta Porã.